Quando você começa a vasculhar os seus CDs e se depara com algo clássico,que você amava, e que voltou a te fazer chorar de alegria,e você resolve compartilhar com o povo, e procura no youtube pra não ter de ripar do seu CD original japonês, e encontra com cenas editadas do jogo, e resolve publicar, aqui estamos: O TEMA DE ALEX KIDD IN MIRACLE WORLD, versão CANTADA, da faixa bonus do CD duplo "Alex Kidd Music", lançado em Vinil,e posteriormente em CD, pela sEGA no Japão!
E aí, conheciam? Se não, curtiram? Comentem! ^^
Ah, se quiserem cantar junto, aqui vai a letra:
ALEX KIDD
1.
スタコラ スタコラ スタコラ サッサ } *1
スタコラ スタコラ スタコラ サッサ }
それゆけ それゆけ }
元気いっぱい アレク } *2
それゆけ それゆけ }
ミラクル ワールド }
夢と希望が うめぼしがわりの
おいしい オニギリ食べて
さあ 旅文て
強いぞ 負けるな } *3
アレックス キッド }
2.
*1
*2
夢で作った プチコプターだよ
どんな敵が来ても
こわくはないさ
*3
3.
*1
*2
不思儀な未来も
不思儀な世界も
愛と勇気があれば
きっと行けるさ
*3
não sabem ler kanjis? Aqui vai, romanizada, rpa cantar junto:
1.
Sutakora sutakora sutakora sassa
Sutakora sutakora sutakora sassa
Soreyuke soreyuke
Genki ippai Areku
Soreyuke soreyuke
Mirakuru Wa-rudo
Yume to kibou ga umeboshi gawarino
Oishii onigiri tabete
Saa tabi kazate
Tsuyoizo makeruna
Arekkusu Kiddo
2.
Sutakora sutakora sutakora sassa
Sutakora sutakora sutakora sassa
Soreyuke soreyuke
Genki ippai Areku
Soreyuke soreyuke
Mirakuru Wa-rudo
Yume de tsukutta puchikoputa dayo
Donna kataki ga kitemo
Niwaku hanaisa
Tsuyoizo makeruna
Arekkusu Kiddo
3
Sutakora sutakora sutakora sassa
Sutakora sutakora sutakora sassa
Soreyuke soreyuke
Genki ippai Areku
Soreyuke soreyuke
Mirakuru Wa-rudo
Fushigi na mirai mo
Fushigi na sekai mo
Ai to yuuki ga areba
Kitto ikeru sa
Tsuyoizo makeruna
Arekkusu Kiddo
YATTA!
bye-Q!
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sábado, 4 de julho de 2015
quinta-feira, 21 de junho de 2012
Seção Assoprando o Cartucho - Phantasy Star
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E aí cambada?? Ohhh belezaaa! Coringão na final da Libertadores, que jogão ontem! Hoje irei fazer este post feliz!! hahahaha
Apesar de estar animado, eu não tinha reservado para hoje um game de futebol, o jogo que irei falar neste post é Phantasy Star, o primeiro RPG que joguei na vida.
É o primeiro jogo da série de RPG desenvolvidos para os consoles da Sega, produzido em 1987 (um jogo com a minha idade ^.~) para o Master System.
Acho que a primeira vez que tive contato com um RPG foi quando fui na casa de um amigo e fomos até a locadora e alugamos Mario RPG, não conseguimos entender nada, eramos bem pequenos, tudo escrito em inglês o jogo sem aquela dinâmica que esperávamos de Mario, acabamos desistindo de jogar. Um tempo depois um colega da escola me empresta o cartucho de Phantasy Star, levei pra casa e comecei a jogar. O fato do jogo estar em português ajudou muito e fez com que eu gostasse (apesar do meu amigo ter que falar que me ensinar a salvar o jogo quando fosse parar husahusa, claro eu estava acostumado com os jogos curtos de Master System que não tinham recurso de save).


Tudo começa quando a protagonista Alis vê seu irmão Nero morrendo diante de seus olhos, e decide então sem vingar e realizar o feito que seu irmão tentou fazer: Descobrir os planos de Lassic.
Alguém que jogou os clássicos RPG's da era 8 bits, irá notar que Phantasy Star é diferente dos clássicos Dragon Quest, Final Fantasy e etc, que eram bem primitivos e usava-se menu para TUDO (falar, abrir porta, examinar coisas...), enquanto Phantasy Star era mais simplificado quanto a isso.

Outra coisa diferente, é o fato de geralmente a maioria dos RPG's retratarem um mundo com características medievais, já aqui a história é mais futurista e os personagens viajam para planetas diferentes durante sua jornada.
Durante o jogo os personagens tem de ir e voltar a vários planetas, uns mais hostil do que outro, com criaturas e características diferentes (planetas desérticos, planetas gélidos e etc).

Quando os personagens conversam a tela muda mostrando uma ilustração do cenário e da pessoa com quem esta dialogando, isso acontece também nas lojas, igrejas, hospitais e todo o resto.
Logo no inicio do jogo, ao sair da cidade, cuidado para não se afastar muito, entrar em matas mais densas, ou se aproximar do litoral, pois mesmo no primeiro mapa você pode ser atacado por monstros no qual ainda não possua forças para combater.
Os inimigos possuem um design bem bacana, e animação deles na batalha são bem legais para a época.

O sistema de batalha é bem similar ao esqueminha clássico de Dragon Quest, mostra a imagem do inimigo e seus dados, não mostra os personagens que estão na batalha, somente os menus e a animação de seus ataques.
Sem dúvida a coisa mais complicada deste game são as famosas Dungeons. Em vez de controlar os personagens normalmente por algum cenário, neste jogo o jogador tem de atravessar um labirinto em busca de algum determinado item ou afim de derrotar algum boss. Bem similar aos jogos antigos de labirinto, imagem em primeira pessoa e o jogador tem que sair andando e virando pelos corredores e achar o caminho correto e sempre sendo atacado pelos monstros. Eu acho realmente bem complicado, é fácil se perder, cansa a vista e conforme for vagando perdido pelos labirintos e sendo atacado pelos monstros seus itens vão acabando e seus personagens ficam cada vez mais "só o pó" (Pouco HP e MP).


Phantasy Star foi o jogo que me trouxe gosto aos RPG's na infância. Se gosta desse gênero de game e curte clássicos, vale a pena experimentar já que traz coisas diferentes dos RPG's clássicos da época e até mesmo pelo fato da Sega ter sido carentes em jogos desse tipo.
Até a semana que vem! =D
Edições anteriores de Assoprando o Cartucho:
Alex Kidd in Miracle World - Master System
Ace Combat 3 Electrosphere - PSX
Hokuto no Ken - Seikimatsu Kyuuseishu Densetsu - PSX
DOOM - MS-DOS
Wolfenstein 3D - MS-DOS
Wonder Project J - Snes
Super Tokusatsu Taisen 2001 - PSX
Clock Tower - Snes
E.V.O - Snes
E aí cambada?? Ohhh belezaaa! Coringão na final da Libertadores, que jogão ontem! Hoje irei fazer este post feliz!! hahahaha
Apesar de estar animado, eu não tinha reservado para hoje um game de futebol, o jogo que irei falar neste post é Phantasy Star, o primeiro RPG que joguei na vida.
É o primeiro jogo da série de RPG desenvolvidos para os consoles da Sega, produzido em 1987 (um jogo com a minha idade ^.~) para o Master System.
Acho que a primeira vez que tive contato com um RPG foi quando fui na casa de um amigo e fomos até a locadora e alugamos Mario RPG, não conseguimos entender nada, eramos bem pequenos, tudo escrito em inglês o jogo sem aquela dinâmica que esperávamos de Mario, acabamos desistindo de jogar. Um tempo depois um colega da escola me empresta o cartucho de Phantasy Star, levei pra casa e comecei a jogar. O fato do jogo estar em português ajudou muito e fez com que eu gostasse (apesar do meu amigo ter que falar que me ensinar a salvar o jogo quando fosse parar husahusa, claro eu estava acostumado com os jogos curtos de Master System que não tinham recurso de save).


Tudo começa quando a protagonista Alis vê seu irmão Nero morrendo diante de seus olhos, e decide então sem vingar e realizar o feito que seu irmão tentou fazer: Descobrir os planos de Lassic.
Alguém que jogou os clássicos RPG's da era 8 bits, irá notar que Phantasy Star é diferente dos clássicos Dragon Quest, Final Fantasy e etc, que eram bem primitivos e usava-se menu para TUDO (falar, abrir porta, examinar coisas...), enquanto Phantasy Star era mais simplificado quanto a isso.

Outra coisa diferente, é o fato de geralmente a maioria dos RPG's retratarem um mundo com características medievais, já aqui a história é mais futurista e os personagens viajam para planetas diferentes durante sua jornada.
Durante o jogo os personagens tem de ir e voltar a vários planetas, uns mais hostil do que outro, com criaturas e características diferentes (planetas desérticos, planetas gélidos e etc).

Quando os personagens conversam a tela muda mostrando uma ilustração do cenário e da pessoa com quem esta dialogando, isso acontece também nas lojas, igrejas, hospitais e todo o resto.
Logo no inicio do jogo, ao sair da cidade, cuidado para não se afastar muito, entrar em matas mais densas, ou se aproximar do litoral, pois mesmo no primeiro mapa você pode ser atacado por monstros no qual ainda não possua forças para combater.
Os inimigos possuem um design bem bacana, e animação deles na batalha são bem legais para a época.

O sistema de batalha é bem similar ao esqueminha clássico de Dragon Quest, mostra a imagem do inimigo e seus dados, não mostra os personagens que estão na batalha, somente os menus e a animação de seus ataques.
Sem dúvida a coisa mais complicada deste game são as famosas Dungeons. Em vez de controlar os personagens normalmente por algum cenário, neste jogo o jogador tem de atravessar um labirinto em busca de algum determinado item ou afim de derrotar algum boss. Bem similar aos jogos antigos de labirinto, imagem em primeira pessoa e o jogador tem que sair andando e virando pelos corredores e achar o caminho correto e sempre sendo atacado pelos monstros. Eu acho realmente bem complicado, é fácil se perder, cansa a vista e conforme for vagando perdido pelos labirintos e sendo atacado pelos monstros seus itens vão acabando e seus personagens ficam cada vez mais "só o pó" (Pouco HP e MP).


Phantasy Star foi o jogo que me trouxe gosto aos RPG's na infância. Se gosta desse gênero de game e curte clássicos, vale a pena experimentar já que traz coisas diferentes dos RPG's clássicos da época e até mesmo pelo fato da Sega ter sido carentes em jogos desse tipo.
Até a semana que vem! =D
Edições anteriores de Assoprando o Cartucho:
Alex Kidd in Miracle World - Master System
Ace Combat 3 Electrosphere - PSX
Hokuto no Ken - Seikimatsu Kyuuseishu Densetsu - PSX
DOOM - MS-DOS
Wolfenstein 3D - MS-DOS
Wonder Project J - Snes
Super Tokusatsu Taisen 2001 - PSX
Clock Tower - Snes
E.V.O - Snes
terça-feira, 12 de junho de 2012
Seção Assoprando o Cartucho - Alex Kidd in Miracle World
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E aí cambada, tudo numa nice?? Após a última postagem eu comecei a pensar em qual jogo eu falaria, até que cheguei a conclusão que preciso ser mais justo e falar de algum jogo de outra plataforma que não seja Snes, PSX e MS - DOS. Por esta razão escolhi um clássico da era 8 bits da Sega.
É um típico jogo de plataforma que exige uma certa habilidade do jogador, aquela coisa dos velhos tempos de ficar tentando exaustivamente terminar um jogo, como os jogos eram mais curtos e não existia recurso de save nos obrigava a jogar varias e varias vezes até memorizarmos os movimentos dos inimigos.

O vilão deste jogo chama-se Janken, isso mesmo, Janken de "Janken Pon". Desta forma, no jogo você terá de enfrentar os demônios Guu (pedra), Choki (tesoura) e Paa (papel). Para destruí-los tem de vence-los em um duelo melhor de três de Janken Pon, se perder você é transformado em pedra. Isso complica um pouco, pois por mais habilidoso que seja no jogo você pode perder vidas preciosas se tiver azar nesses duelos.
E aí cambada, tudo numa nice?? Após a última postagem eu comecei a pensar em qual jogo eu falaria, até que cheguei a conclusão que preciso ser mais justo e falar de algum jogo de outra plataforma que não seja Snes, PSX e MS - DOS. Por esta razão escolhi um clássico da era 8 bits da Sega.
Alex Kidd in Miracle World foi o primeiro jogo da série lançado em 1986 para o Master System. No Brasil o jogo vinha na memória do Master System II, e sem dúvida foi um dos jogos mais marcantes de minha infância.
![]() |
| Capa original japonesa |
![]() |
| Master System II lançado pela Tec Toy com Alex Kidd na memória |
Dizem que Alex Kidd nasceu para competir com Mario, alguns críticos chegam a dizer que Alex Kidd é melhor do que Mario. Mas a verdade é que Alex Kidd surgiu também para ser o mascote da Sega, no entanto, Sonic tomou seu lugar anos depois. A Sega deveria aprender com a Nintendo como aproveitar bem seus personagens.
Depois de Miracle World foram lançados outros jogos como Alex Kidd in Shinobi World, Alex Kidd in the Enchanted Castle, Alex Kidd: The Lost Star, Alex Kidd in High - Tech World e etc. Uma questão que acho curiosa é o fato dos jogos serem diferentes entre si, diferente de Mario, Sonic, Kirby e entre outros, que mesmo tendo vários jogos todos tem aquela coisa em comum própria de cada um, já em Alex Kidd os jogos não possuem uma "cara" própria. As vezes penso que Alex Kidd é um maconheiro, pois a cada jogo ele está em um mundo louco distinto, a cada jogo é um "barato" diferente. Em um jogo ele esta no mundo ninja, no outro ele viaja entre planetas para recuperar os fragmentos dos signos, em outro ele faz parte de uma família real e assim por diante.
Agora vamos falar um pouco da história do jogo.
Alex Kidd vive no planeta Aries, o reino passou a mergulhar em caos após o desaparecimento do Rei Trovão. Janken rapta o príncipe do reino e a sua noiva Lora, a população é transformada em pedra graças a magia de Janken, então Alex Kidd parte em sua jornada para resgatar seu pai, o príncipe e Lora.
O jogo é bem gostoso de se jogar, agradável aos olhos e trilha sonora bem bacana. Porém acho bem difícil, eu nunca consegui terminar u.u.
Durante as fases o jogador passa por diversos tipos de cenários como montanhas, planícies, selvas, ambientes aquáticos, aéreos e castelos.
É um típico jogo de plataforma que exige uma certa habilidade do jogador, aquela coisa dos velhos tempos de ficar tentando exaustivamente terminar um jogo, como os jogos eram mais curtos e não existia recurso de save nos obrigava a jogar varias e varias vezes até memorizarmos os movimentos dos inimigos.
Uma coisa fundamental no jogo é juntar dinheiro para que possa comprar itens como veículos que ajudam bastante em certas fases (moto, helicóptero que funciona a pedaladas e etc) e itens que possam ajudar contra chefões mais difíceis.

Por isso pegue o máximo de sacos de dinheiro durante as fases e gaste com sabedoria quando achar uma lojinha.
O vilão deste jogo chama-se Janken, isso mesmo, Janken de "Janken Pon". Desta forma, no jogo você terá de enfrentar os demônios Guu (pedra), Choki (tesoura) e Paa (papel). Para destruí-los tem de vence-los em um duelo melhor de três de Janken Pon, se perder você é transformado em pedra. Isso complica um pouco, pois por mais habilidoso que seja no jogo você pode perder vidas preciosas se tiver azar nesses duelos.
Alex Kidd sem dúvida um grande clássico da Sega, um jogo divertido, desafiador e com aquelas trilhas sonoras que marcam. Infelizmente o personagem foi mal aproveitado pela Sega, pois hoje poderíamos pensar na empresa e vir em mente Sonic, Tales, Knuckles, Alex Kidd...assim como lembramos de Mario, Luigi, Link, Kirby, Donkey Kong, Samus e entre outros quando pensamos na Nintendo.
Então por hoje é só pessoal!! =D
Edições anteriores de Assoprando o Cartucho:
Ace Combat 3 Electrosphere - PSX
Hokuto no Ken - Seikimatsu Kyuuseishu Densetsu - PSX
DOOM - MS-DOS
Wolfenstein 3D - MS-DOS
Wonder Project J - Snes
Super Tokusatsu Taisen 2001 - PSX
Clock Tower - Snes
E.V.O - Snes
Ace Combat 3 Electrosphere - PSX
Hokuto no Ken - Seikimatsu Kyuuseishu Densetsu - PSX
DOOM - MS-DOS
Wolfenstein 3D - MS-DOS
Wonder Project J - Snes
Super Tokusatsu Taisen 2001 - PSX
Clock Tower - Snes
E.V.O - Snes
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