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quinta-feira, 25 de abril de 2024

[Crítica] Spy x Family Code White

“Spy x Family Code White”: Uma Aventura Culinária com Sabor de Suspense


“Spy x Family Code White” é um prato cheio de surpresas, servindo uma mistura apetitosa de ação e comédia familiar que só poderia vir da cozinha criativa do Wit Studio e CloverWorks. A trama, original e temperada com o talento de Tatsuya Endo, nos leva a uma expedição culinária com os Forger, onde o simples ato de cozinhar se transforma em uma missão de espionagem com altas doses de tempero e tensão.

Loid Forger, nosso espião de estimação, se vê na missão de ajudar Anya a vencer uma competição de culinária na Eden Academy, enquanto tenta evitar ser substituído na Operação Strix. O que era para ser uma simples aula de culinária, rapidamente se complica com o roubo de um artefato importante, e a família Forger precisa usar todas as suas habilidades para desvendar o mistério.

A narrativa é acessível tanto para novatos quanto para fãs saudosos do anime, e a dinâmica familiar encontrada é tão saborosa quanto os macarrões com tomatico do anime. A ação é estilosa, o humor é genuíno, e a emoção é o ingrediente secreto que faz desta aventura uma refeição memorável.

A Dublagem Brasileira: Um Tempero Extra de Qualidade

A versão brasileira de “Spy x Family Code White” traz um tempero extra de qualidade com uma dublagem que captura perfeitamente a essência dos personagens. A equipe de dubladores da série transmitida na Crunchyroll retorna para dar vida aos Forger com a mesma energia e carisma que conquistaram os fãs. A dublagem em português é uma opção acolhedora para o público brasileiro, permitindo uma imersão completa na história sem perder o humor e a emoção que caracterizam a obra.

Em suma, “Spy x Family Code White” é um aperitivo delicioso que nos deixa com água na boca e ansiosos pelo próximo banquete que a série promete servir. A dublagem brasileira é a cereja do bolo, garantindo risadas e momentos de pura diversão.

quarta-feira, 2 de novembro de 2022

[Cinema] One Piece Film Red

 Eis que o Brasil recebe One Piece Film Red, que está batendo recordes no Japão nas últimas semanas!

O mais novo filme de ONE PIECE: FILM RED, mal lançou há poucos dias no Japão, e já bateu as bilheterias de Harry Potter e a Câmara Secreta, no país do Sol Nascente. E aqui no Braisl, não poderia deixar de ter um lançamento especial.

Sendo o primeiro anime trazido aos cinemas pela Diamond Films, ONE PIECE FILM RED traz a história de UTA, amiga de infância de Luffy, e filha de consideração de Shanks. Uma belíssima aventura musical, cheia de emoção, ação, profundidade,e  lógico, um talento enorme da equipe de dublagem brasileira, que se empenhou e conseguiu fazer milagre (prazo apertado, mas, qualidade extrema).

Junto do filme, o mangá também chegou ao Braisl, contando a história de Uta, Luffy e Shanks. Este filme teve uma grande participação do Oda (criador da série), o que explica bem o carinho e a qualidade trazidos nesta obra.

Na coletiva de imprensa realizada pelos dubladores (todos trajados devidamente como seus respectivos personagens, o que foi genial)foi dito sobre as dificuldades e prazo apertados, totalizando 8 dias de trabalho, se fosse contado de forma ininterrupta. A prória Bianca Alencar, que faz a protagonista Uta, ficou sabendo que foi escolhida apenas um dia antes de gravar, e com pouco tempo para fazer a sua parte, tanto dublando quanto cantando as adaptações em português das músicas. Para quem é músico, é um desafio enorme, ainda mais com prazo tão apertado, treinar e gravar versão de 10 músicas, em tempo recorde!

No vídeo, o momento em que meu amigo, Sérgio Peixoto (Revista anime EX), faz sua pergunta sobre a adaptação na dublagem.

A animação está super bonita, a trilha sonora emociona, as piadas são bem pontuais e se encaixam bem nos momentos que ocorrem sem atrapalhar o ritmo das cenas. Um trabalho impecável, desde o original em japonês, até a versão dublada no Brasil. Há bastante fanservice para fãs de personagens específicos, mas, também, não é obrigatório o público conehcer toda a série e os mangás, para entender a história,q ue é fechada e bem concisa!








O filme foi lançado hoje, dia 2 de novembro de 2022 no Brasil pela Diamond Films, em vários cinemas, com cópias dubladas e legendadas.

PS: Uma música baseada no filme, feita por mim, está para ser lançada nas próximas semanas no spotify, fiquem ligados!

*Quer comprar o Mangá?*

sexta-feira, 21 de janeiro de 2022

[Cinema] BELLE (Studio Ghibli)

 A melhor releitura animada do conto da Bela e a Fera chega aos cinemas brasileiros!

Belle é uma animação japonesa cheia de vida, emoção, ação e superação. Com 95% de aprovação da crítica no Rotten Tomatoes, Belle, do diretor nomeado pela Academia® Mamoru Hosoda, foi aplaudido por 14 minutos no Festival de Cannes.

Sinopse

Suzu é uma estudante de ensino médio de 17 anos que mora em uma aldeia rural com o pai. Por anos, ela foi apenas uma sombra de si mesma. Um dia, ela entra em “U”, um mundo virtual de 5 bilhões de membros na internet. Lá, ela não é mais Suzu, mas Belle, uma cantora mundialmente famosa. Ela logo se encontra com uma criatura misteriosa. Juntos, eles embarcam em uma jornada de aventuras, desafios e amor, em busca de tornarem-se quem realmente são.



Crítica

A história de Suzu na vida real, morando em área rural, e vivendo a vida de uma adolescente tímida e triste, mas com boa aptidão musical, mas que não consegue usar sua voz para cantar devido à um trauma do passado, acaba mudando drasticamente, ao receber um convite para um aplicativo de uma rede social em que ela pode ter uma segunda vida, totalmente diferente da que ela vive, e traz à tona o melhor (e o pior) de cada pessoa à sua volta, assim como a internet que temos atualmente, em Facebook, Twitter, dentre outras redes sociais.


Neste filme, vemos pequenas histórias paralelas que se unem para formar uma grande aventura, de pequenas, porém fortes, ligações humanas. A música pode nos unir? As pessoas podem salvar um desconhecido, sem vê-lo na vida real? Várias faces são mostradas para várias situações e conflitos, e em paralelo, é mostrada uma versão cibernética e ao mesmo tempo clássica do conto da Bela e a Fera.



Canções de tirar o fôlego, cores estonteantes, é uma forma dos Estudios Ghibli provarem mais uma vez que podem inovar mais a cada nova história. A união de estilos diferentes de cenários reais, 3D e 2D, com personagens bidimensionais bem animados prova, mais uma vez, o erro da Disney em ter desistido das animações 2D.


A trilha sonora consegue cortar o coração de quem assiste, e os relacionamentos variados (familia, amigos, românticos, etc) são bem consistentes. Vemos uma boa fuga de estereótipos, poucos exageros, e muita emoção, do início ao fim.



É como se os contos de fadas dos Irmãos Grimm (em suas versõe sinfantis da Disney) se unissem à mundos virtuais (Sword Art Online, .hack//Sign, No Game No Life), e assim como na saga MACROSS, as músicas servem como armas (para o bem e para o mal), numa sinfonia de belos cenários e personagens caricatos.


Um filme que merece ser visto nas telonas do cinema, por suas cores e sons tão especiais.



Minha nota geral para o filme? 10!

Roteiro: 10

Trilha Sonora: 10

Design: 9,5


Merece uma nota alta por conseguir não ser apenas mais do mesmo.


O filme tem estréia marcada para dia 27/1


Abaixo, o trailer oficial:

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Outubro e Dezembro os melhores eventos



E ai Galera, tudo blz?!!

Todos ansiosos para chegar para chegar outubro e dezembro??? Mas é claro né!! Outubro temos a BGS (Brasil Game Show), e em Dezembro CCXP (Comic Com Experience).
Hoje vou falar um pouco da CCXP.
Quem foi no primeiro e segundo ano da CCXP viu a evolução que teve de um ano para outro, 2015 com muito mais atrações, mais stands com jogos brincadeiras, foi sensacional, fora as atrações com os atores: Misha Collins, Adam Sandler, Terry Crews entre outros...esse ano já temos algumas confirmações bora lá ver.

Para você que é fã de Sobrenatural virá ao Brasil mais um ator da série... não serão Jensen Acklese, Jared Padalecki infelizmente L...quem vira é o ator  Mark Pellegrino o Lúcifer da série, é aquele lá mesmo.... filho de uma boa mãe que fugiu da jaula e virá direto para CCXP 2016 para alegria dos fãs da série. Segue alguns trabalhos do ator: arquivo X, Tal Pai, Tal Filho, Crossing Jordan, Nova York Contra o Crime, Plantão Médico (E.R.),Grey’s Anatomy, Prison Break, Lost e Dexter, entre muitas outras. No cinema, o ator participou de grandes produções e de filmes independentes, como A Lenda do Tesouro Perdido, O Grande Lebowski, Cidade dos Sonhos,Capote e Número 23.

Em breve mais informações seus lindos.


  (Mark Pellegrino)


(Lúcifer, Dean e Sam)

(Lúcifer e Dean)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

The Invasion, primeira edição

Pela segunda vez em uma década, um evento de anime ocorre dentro de um espaço de shopping. É a primeira vez que ocorre no ABC (mais especificamente em Santo André), e NÓS estivemos presentes lá!


Começo esta publicação já com os resultados completos do concurso cosplay (algo inédito, até então, já que a maioria dos eventos sequer anuncia as notas, apenas anuncia os 3 primeiros lugares, e nada mais):

RESULTADO DO CONCURSO COSPLAY
1°Murilo lopes/Chucky 109,5
2°Srefany Alves/Jack Frost 108
3°Sabrina Enju/Princesa Zelda 105,7
4°Daniele/Ahri 105,5
5°Aléxia/Jinx Mafia 98
6°David/Eleses 97,5
7°Rodrigo Att/Kaneki 95,4
8°Vitor Henrique/UBCS 93,5
9°Gustavo/Anakin 93,5
10°Iago/Kirito 91,5
11°Gabriela/Spock 89,5
12°João/Sargento Dragonovic 87,5
13°Catarina Silva/Saeko 85,5
14°Hanna/Miku 84,2 
15°Andressa/Konan 77,5

E assim, tivemos algo diferente, galerinha!
Bom, encarando como um diário de bordo (não tão completo e detalhado como nosso amigo Ribas, do Olhar Imparcial, que é nosso parceiro há um tempinho já, e está sempre antenado com tudo que acontece! ^^), vamos mostrando um pouco do que rolou (Não tirei muitas fotos, porque, no final das contas, acabei levando meu sobrinho de 10 anos vestido de Pikachu, e a toda hora, povo comum do shopping pedia pra tirar foto junto, haha).


Muita gente se reencontrando, e gente nova se conhecendo, cosplays pra todo lado. Como eram poucas áreas de evento, dentro de um shopping enorme, houve gente que chegou, não viu aonde ficavam os cosplayers, e acharam que estava vazio, e foram embora (falha básica de comunicação visual para um primeiro evento, acontece, é normal! ^^). Tendo paciência, o povo ia descobrindo o shopping, e também aonde cada coisa estava localizada.
Havia um espaço de Batalha Campal com galera do Boffering Combat, que divertia o povo que curte uma boa luta de espadas medieval, e uma área de artistas expondo seus trabalhos, que foi muito interessante, e lembrou bastante os espaços de Fanzineiros dos eventos até 2005/2006.

Galera do cosplay se divertiu bastante no Fantasy Park (jogos eletrônicos), aonde todos foram muito bem recebidos, e se divertiram bastante.
Pra quem não gosta de andar muito, é recomendável pegar alguma das trocentas linhas de ônibus que passam por lá, mas, quem tiver paciência (e pernas) pode ir por uns 15/20 minutos de caminhada da estação Santo André, ou 35 minutos da estação Capuava, que chegava lá, numa boa. A dica, caso vá á pé, é ir em turma, para ter diversão (e quem conversar) pelo caminho!
A gente tocou o terror (eu, Silvio Domingues e nosso amigo Murilo "Chucky"). Muita brincadeira a todo momento.

 Logicamente, dentre as poucas fotos que tirei, foram com beldades. E pela segunda vez, meu sobrinho encontra o Chucky pessoalmente (mas, é a primeira que tem coragem de aparecer em foto com ele).

Em resumo, o evento foi legal, apesar de alguns pequenos atrasos, e ainda assim, foi problema resolvido com maestria na hora do concurso de cosplay, com direito a música de fundo extra, pelo músico "Wendel Vrock" (procurem no facebook, o cara é fera), que depois nos deu uma palhinha de Elvis, dentre outros sons marcantes, no final do evento.

Ao que tudo indica, o The Invasion será um evento mensal, se tudo ocorrer bem,e  vai aumentar o número de atrações para os próximos meses. Estaremos no aguardo, e sempre que possível, estaremos presentes!

YATTA!

bye-Q!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Obras japonesas que poderiam ganhar um live-action americano

Obras japonesas que poderiam ganhar uma adaptação americana em live-action



Preparem-se que Dragon Ball Evolution foi apenas o começo. Alguns animes como Ghost in Shell, Akira e até mesmo Naruto e Beyblade já receberam propostas de adaptações americanas. Pensando nisso e seguindo a linha da lista anterior de live-actions japoneses, apresento-lhes agora as obras japonesas que eu gostaria de ver uma adaptação americana com atores reais. Todas as regras que citei na lista anterior são válidas para essa: Tenha mente aberta, a lista é polêmica, decida você mesmo se levará a sério, as adaptações podem ser longa ou série, descartei jogos e considerei apenas mangás e animes. Segue a lista:




1 - Death Note

É inegável o sucesso que Death Note possui. Começou com mangá, que por si só já foi aclamado como um dos melhores, ganhou anime, que também foi febre, ganhou longas resumindo o anime (e você aí falando mal do filme de Os Dez Mandamentos [ok, podem falar]), ganhou três live-actions (dois com a história e um derivado do L) e ainda vai ganhar mais um esse ano (com uma trama original), ganhou livros (um sobre o caso da Naomi com o L e outro uma mera adaptação do filme do L), etc. E a adaptação americana já foi confirmada a anos e pode sair num futuro não tão distante. O mangá/anime contra a história de Light Yagami, o carinha de luz que é gay ao contrário ("yagami" "imagay" "i'm a gay" [piada nível Praça]) causador de confusões desde o Orkut pelos otakus que insistem em dizer que Raito é o correto e Light é errado, sendo que Raito é a pronúncia japonesa e Light é realmente o nome do cara. Enfim. Voltemos a escrever sério. O mangá/anime conta a história de Light Yagami, um estudante que é abençoado/amaldiçoado ao encontrar um exemplar do Death Note no chão, jogado por um shinigami (deus da morte) viciado em maçã muito do louco chamado Ryuk. O Death Note é um caderno capaz de matar apenas escrevendo o nome da pessoa nela, mas pra isso o usuário precisa ter em mente o rosto dessa pessoa. Rapidamente Light vai se tornando insano, querendo se tornar Deus e utilizando o nome 'Kira' para ser reconhecido anonimamente. Para detê-lo, o estranho aficcionado por doces e detetive intitulado L declara guerra contra o maníaco com a ajuda da polícia japonesa, onde o capitão é pai de Light. Como Kira e L são mais espertos que eles mesmo, a história fica nessa briga sem fim de cão e gato, com inúmeras reviravoltas e personagens sendo inseridos em determinados momentos, como a Misa, uma loirinha bobinha, digo, bonitinha que vira peão de Kira; Matsuda, o policial atrapalhado que me comparavam antigamente; entre muitos outros. Dizer alguns parece até spoiler, então fico quieto.

E quanto a adaptação americana, ficaria bom? Sem dúvida. Death Note não só tem potencial pra muito mais do que foi montado no universo japonês como também talvez seja a obra com mais potencial pra ser adaptado, com suas devidas adaptações (desculpem-me a repetição), pra outra nacionalidade. Os live-actions japoneses são baseados no mangá mas ao mesmo tempo seguem uma história própria, trazendo mudanças imensas no rumo dos acontecimentos. No Japão os filmes foram sucesso e até hoje são considerados uns dos melhores live-actions já feitos por lá. No Brasil infelizmente há mais briguinha de otaku reclamando que os filmes são diferentes do anime e por isso são ruins. Desde quando ser diferente é sinônimo de algo ruim? Só pra saber, os próprios criadores do mangá elogiaram o filme. E falo mesmo: O final do filme é melhor que o do anime, chegando mais perto ao do mangá, que é tão incrível que ainda fica vagando pela minha mente. Ano passado foi lançado o dorama, adaptando mais fielmente o mangá/anime mas também trazendo suas diferenças fortes. Mesmo com as diferenças, tinha diversos momentos que estavam bastante fieis aos acontecimentos originais. No dorama Light é um estudante fã de uma girlgroup da qual Misa faz parte. Ele começa bem inocente, assim como o dorama começa morno, mas aos poucos seu lado psicopata vai surgindo. Na metade do dorama, que é quando a história começa a tomar rumo próprio por causa das diferenças e a se tornar mais interessante, Light já está com uma cara demoníaca de dar medo. Não é a toa que o ator foi escolhido numa famosa premiação japonesa o melhor do ano para uma produção de tv. Com o sucesso do dorama, ao fim do último episódio, que também é sensacional, anunciaram um filme que se passa depois dos filmes anteriores (sem ligação com o dorama), agora com uma nova geração e uma história viajada. Estados Unidos que se cuide, Japão tá voltando com tudo com Death Note e Godzilla (que também vai receber um novo filme japonês esse ano).




2 - Saikano

Escolhido um dos animes com um dos finais mais tristes de todos os tempos, Saikano conta a história de Chise, uma estudante que vira cobaia do governo e tem seu corpo transformado numa ciborgue para enfrentar as ameaças vindas dos céus. O problema é que isso começa a tomar conta de seu corpo cada vez mais e também a atrapalhar seu relacionamentos com Shuuji, outro estudante. Tentando vencer as barreiras desse amor que tem tudo para ser impedido, os dois tentam aproveitar ao máximo seus momentos juntos antes que Chise seja forçada a lutar novamente (é como se ela perdesse o controle sobre o corpo). Com uma trilha cativante, o anime de drama, romance e guerra conquista mais pela história que outros elementos. O anime é baseado num mangá, que é bem mais detalhado mas também é repleto de cenas de você sabe o que, e sabemos que no Japão essas coisas são permitidas em mangás, mesmo que os personagens sejam adolescentes. Mas fiquem tranquilos, o máximo de nudez no anime são nos ovas, mas nada de vucofap.

E o filme? Existe um live-action japonês do anime, que mantém a essência mas traz algumas situações diferentes, se focando mais na guerra que no romance e com um final diferente, mas não ruim (apenas apagado pelo final do anime). Um live-action americano teria chances de ficar bom caso seguissem o exemplo de se focar mais na guerra que no romance e também seguir o final do anime.




3 - Liar Game

O Jogo da Mentira que me deixou doido assistindo um episódio atrás do outro como um vício que eu não queria que terminasse. Liar Game é mais famoso pelo seu dorama, mas existe também um mangá imenso. Como nunca li o mangá, falarei do dorama. A trama tem como protagonista Nao Kanzaki, uma garota tonta que acredita em tudo. Um dia ela recebe uma caixa com dinheiro e acaba entrando num jogo macabro onde um cara mascarado tão assustador quanto o dos Jogos Mortais aparece numa tela explicando as regras. Ferrada logo na primeira fase, e desesperada e ignorada pelo policial local, ela pede ajuda a Shinichi Akiyama, um cara de passado misterioso que acabou de sair da prisão. Juntos, eles adentram esse universo sombrio do Liar Game, uma organização que impõe ordem e cobra dívidas de qualquer forma possível. A primeira prova é a mais simples e não mostra o potencial que Ligar Game possui, mas dá noção de como as coisas funcionam. Logo na segunda prova as coisas ficam absurdas, quando os vencedores da primeira prova se unem dentro de uma sala. O dorama teve duas temporadas, dois filmes (um só pra fase final e outro uma tentativa de recomeço) e um monte de especiais que aposto que muitos sequer ouviram falar. Um remake coreano foi feito anos depois, trazendo a mesma história num contexto totalmente diferente, agora com o Liar Game sendo um programa de tv com um apresentador no palco e uma história conspiratória. O resultado foi incrível, vale muito a pena conferir.

E uma adaptação estadounidense? Pois é, essa foi uma incógnita que fiquei refletindo e cheguei a conclusão de que não sei ao certo o que esperar caso acontecesse. O remake coreano deu uma clareza ao cérebro: E se adaptassem de outra forma? Não precisa necessariamente ser fiel a obra original, o remake fez mudanças radicais e ficou tão bom quanto. O segredo é manter a essência dos jogos.




4 - Battle Royale

Provavelmente muitos fãs da cultura oriental conhecem Battle Royale ou pelos mangás ou pelo sanguinolento filme. Mas o que alguns não sabem é que Battle Royale é um tijolo denominado livro com não sei quantas páginas escrito por um jornalista vencedor de um concurso de histórias. Violento ao extremo, a história se passa num Japão de futuro não tão distante onde o governo aprova a lei ATO BR, onde simplesmente escolhem estudantes para se matar. Tem toda uma questão política envolvida por trás disso, claro, o que torna tudo mais interessante. Acompanhamos estudantes que são largados numa ilha e tem determinado tempo para matarem uns aos outros até sobrar um, caso contrário todos morrem. É que nem jogar Resta Um só que com pessoas. O livro ainda conta com flashbacks de alguns personagens e longos, imensos, gigantescos diálogos entre eles, sem contar todo o massacre que ocorre durante as lutas. Sério, é muita morte pra um livro só, muito sangue pra uma pessoa só, muita violência pra um ato só. Chega a ser doentio em alguns momentos. Muito bom. Realmente muito bom. E não sou doentio, o livro é que é. O início é monótono mas depois que as crianças são jogadas na ilha não dá pra parar de ler. O filme de Battle Royale ganhou uma continuação mal recebida, assim como o mangá ganhou uma continuação que não vingou, mas as obras são diferentes entre si, cada uma segue sua "originalidade".

E o filme americano? Ocidentalmente, o diretor Quentin Tarantino, o mesmo que fez Kill Bill, chegou a considerar o filme como o melhor que ele tinha visto. Exageros a parte, realmente é um filme incrível. Isso ajudou a obra a ficar mais famosa por aqui. A fama aumentou após o lançamento de Jogos Vorazes, que causou polêmica por causa das semelhanças entre as histórias. Como se pessoas se matando numa ilha fosse original de Battle Royale... Se bem que tem umas semelhanças fortes mesmo, principalmente envolvendo o governo e parte do final, mas isso são detalhes, já que cada um possui seu foco. Battle Royale é mais fechado, é aquilo e pronto. Jogos Vorazes tem toda a questão fora das arenas, etc, englobando tudo. Não estranhe caso um dia você mostre Battle Royale pra algum amigo fã de Jogos Vorazes e essa pessoa venha com a pergunta bizonhenta: "Que isso? Jogos Vorazes japonês?" ou "É tipo Jogos Vorazes?". Não! Não! Não! Tá, é tipo, mas não é, entende? Agora chamar de JV japa é heresia, BR veio muito antes. De qualquer forma, uma adaptação americana estava planejada para acontecer, mas acabou sumindo e até hoje não se tem mais notícias. Já lançaram no Japão até mangá complemento, mas nada do filme americano sair. E sim, tem potencial, se bem que pros americanos seria mais um filme de massacre e pronto. Mas quem não curte ver o circo pegando fogo, né?




5 - Megaman NT Warrior ou algo parecido mas com Megaman

Pera, gente, eu não fiquei doido. Esses dias eu tava pensando em como seria um filme do Megaman. Existe um fã-filme que ficou famosinho alguns anos atrás (no futuro que não dá pra ser... ainda), mas não foi grande coisa. A história do desenho fala sobre Hikari Netto (ou Lan Hikari no ocidente) e sua luta contra Dr Wily e sua organização maligna WWW. Para isso, ele conta com a ajuda de Megaman (ou Rockman, no oriente), um net navi (navegador de rede, nada a ver com um tamagochi) e de seus outros amigos. E qual a melhor maneira de enfrentá-lo? Mas é claro: Entrar num torneio de net navis. Ah, esse desenho era demais.

Tá, mas e o filme? Para essa adaptação americana vale lembrar que não me referi aos jogos, e sim ao desenho NT Warrior, sucesso com a garotada. Ou algo semelhante também, não necessariamente uma adaptação do desenho. Pensei muito em algo estilo Tron, com todos aqueles efeitos atraentes e um universo meio videogame. Nas mãos certas daria uma boa adaptação. Seria legal ver as batalhas, pelo menos visualmente falando.




6 - Gantz

É sério, não to doido. Tá bom, aqui eu to doido sim. Gantz tem mangá, anime, filme e a trama é bem simples: Uns caras morrem, vão parar num quarto com uma bola preta. Eles não conseguem sair de lá. Quando é chegada a hora, a bola preta oferece uniforme e arma pra eles. Eles então são transportados pras ruas pra enfrentar aliens, mas ninguém os veem. É como se eles fossem parar num plano de realidade em cima da que vivem. Detalhe: Tudo o que é destruído durante as lutas acaba sendo destruído de verdade. Não li o mangá ainda, mas sei que tem muita sacanagem. O anime também tem suas sacanagens (bem mais leves que o mangá, mas tem), mas me perdoem: Achei tão chato que cheguei a pular partes. O que se salva são apenas as incríveis cenas de ação. De resto a história é horrível, o protagonista fica querendo transar com a garota o tempo todo, e ainda se focam nisso. Já os filmes live-action não tenho do que reclamar. São surreais, tão bons que por causa deles eu nem colocaria Gantz nessa lista, de tão incríveis que são. Deixam toda a perda de tempo de lado, reforçam a história humana e abusam da ação e da violência.

Um filme americano ficaria bom? Sim, ficaria, e muito. Desnecessário provavelmente seria, mas isso não significa que seria ruim. Se seguissem a ideia dos filmes japoneses e se focassem na ação, daria um grandioso filme de... ação. Algumas mudanças pra não ficar mais do mesmo seriam bem vindas. Ah, mas nada de fazer que nem Oldboy, que transformaram num filme genérico hollywoodiano de ação, embora eu estranhamente tenha curtido mesmo sendo bem inferior (bem mesmo) e menos impactante que o original.




7 - Medabots

Medabots, outra felicidade da garotada. Não dá pra fugir, Medabots surpreendia com sua boa história e cenas de luta entre robôs, além da interatividade robô-humano. A trama tem como personagem principal Ikki Tenryou, um garoto que quer se tornar o campeão do Torneio Mundial de Ciberlutas com seu robô Metabee, um robô ultrapassado do tipo besouro. Tem umas paradas de medalhas também, que se coloca no robô pra deixá-lo mais forte.

E quanto ao filme? Ao escolher o anime para a lista, tive em mente algo semelhante a Gigantes de Aço, filmão de luta de robôs estilo boxe. Não há muito o que falar e o que há já disse em outros tópicos: Em mãos certas haveria chances de dar muito certo.



8 - Prophecy

A história de um homem com a cara coberta de jornal anunciando suas vítimas. Um justiceiro que quer matar aqueles que fazem o mal. A polícia tenta prendê-lo, mas nunca consegue, mesmo com ele anunciando tudo, até o local em que irá cometer o assassinato. Com a fama ele encontra aliados... O mangá de 3 volumes é frenético e prende a atenção.

Um filme daria certo? Descobri recentemente que existe um live-action japonês e fiquei curioso pra conferir. Mas voltando a ideia americana, esse é uma daquelas histórias que daria certo nessa transferência, já que os elementos são básicos de uma história policial.



E mais uma vez, depois de mais uma lista estranha, encerro a matéria de forma simples. Espero que tenham gostado ou se revoltado e até alguma próxima matéria. Deixem nos comentários que animes e mangás japoneses dariam boas adaptações americanas. Só não me venham com "nenhuma" porque isso é mentira. Sejam amor, não sejam chatos.

Obras japonesas que poderiam ganhar um live-action japonês

Obras japonesas que poderiam ganhar uma adaptação japonesa em live-action



Em meio a tantos live-actions que surgem aqui e ali, de sucessos como Death Note e Samurai X a bizarrices curiosas como Parasyte e As the Gods Will, parei pra pensar como seriam algumas obras que aprecio, seja anime, seja mangá, numa versão com atores reais. Primeiramente, deixo claro que não sou otaku, logo não conheço tanto assim sobre animes, embora frequente eventos de anime e tenha noção das coisas por ter ouvido falar bastante ou até mesmo ter conferido algum episódio (culpa do meu irmão). Segundamente, aviso que a lista é polêmica. Agradeço a mente aberta ao ler as besteiras (ou genialidades) que escrevi. Terceiramente, decidi considerar apenas animes e mangás, descartando os jogos. Quartamente, as adaptações em live-action a que me refiro podem ser tanto um longa quanto uma série. Quintamente, decida você mesmo se levará a lista a sério ou não. O que listei veio de uma mente estranha (eu) que gostaria de ver adaptações de quase tudo. Quase. Sem mais delongas, segue a lista:




1 - Pokémon

Começando bem! Pokémon é uma franquia surgida nos games em que rapidamente ganhou seu anime com história própria. Sucesso até os dias de hoje, mesmo com quase mil pokémons de todos os tipos (de rato a pedra, de rinoceronte a lixo, de planta a espada, de besouro a sorvete), Pokémon conta, no anime, a história do maior friendzone do mundo, Ash Ketchup, digo, Ash Ketchum, que deseja se tornar o maior treinador pokémon de todos. Para isso, ele conta com a ajuda de seu amigo xaropinho elétrico Pikachu e de seus amigos que mudam a cada geração. Já nos jogos, cada um possui sua história, mas no primeiro temos Red, que basicamente recebe a função de coletar dados de pokémons para a Pokédex e sai por aí enfrentando os outros nos ginásios Pokémon. Voltando ao anime, todo ano temos longas animados, uns bons outros ruins, mas nenhum tão bom quanto o primeiro.

Mas e um live-action? Daria certo? Meus caros e baratos, estamos falando de Japão, então é claro que daria certo! Se ficaria bom ou não aí é outra história. Seria no mínimo interessante. Imagina o Ash, ou o Red, se aventurando num universo em live-action, imagina ver os pokémons reais. Não, pera... Os pokémons obviamente seriam animações, mas então teriam que ser boas animações, daquelas de estilo realista. Imaginem as batalhas! Imaginem a emoção! Seria demais! Pelo menos pra mim. Existem algumas experiências de Pokémon em live-action pela internet. Há muitos anos saiu um trailer no YouTube chamado Pokémon Apokélypse, que imaginava uma versão mais sombria dos monstrinhos escravos de bolso. Também tivemos os fã-filmes portugueses de Pokémon pelo Fábio Powers, com uma história original utilizando gravações caseiras reais com pokémons em desenho. O resultado pode ter suas qualidades duvidosas, mas acredite: As coisas vão melhorando a cada filme e o que não falta é criatividade. Além do mais, o que vale é a intenção, não sejam chatos. Já esse ano a franquia Pokémon comemorou seus 20 anos e a Nintendo divulgou um belo comercial com atores reais onde, no final, aparecia um estádio Pokémon, onde uma luta estava prestes a acontecer.




2 - Sakura Card Captors

~ Eu só quero / e espero / ter pra sempre / você junto a mim / Não me atrevo, / tenho medo / de dizer que te amo e que te quero assim / Porque (porque) / Porque (porque) / Quero viver contigo a vida inteira / E te darei / O meu amor / E com você eu quero voar / Nos seus braços quero viver para sempre / Só te dando meu carinho / Para nós podia até parar o tempo / Tudo eu farei / Não te deixarei / Te amo, te amo, te amo, amoooor / Quero teu calor! ~ [Fonte: Letras Músicas]

Que foi? A trilha sonora de Sakura é demais! Sei cantar tudo... em português. O "anime de menina" que todos os marmanjos assistiam e tinham vergonha de assumir (menos eu, por isso era zoado) foi baseado no mangá da Clamp de mesmo nome. Na trama, Sakura Kinomoto, uma garotinha simpática, abre um livro e descobre haver diversas cartas. Ao ler o nome da carta Vento, todas as cartas se espalham. Ela então é obrigada a capturar todas as cartas novamente, que possuem poderes especiais únicos. O anime conquistou a todos principalmente por seus personagens, dentre eles Chorão, digo, Shaoran, o ninja rebelde; Tomoyo, a amiga íntima de Sakura que as teorias dizem ser lésbica apaixonada por Sakura, além de ser prima também (eita); Kero, guardião do livro e cão do diabo que inicialmente tem uma forma de bicho de pelúcia; Touya, o irmão de Sakura que a perturba sempre; Yukito, o carinha que vira anjo, também guardião, paixão de Sakura e amigo de Touya que teorias da conspiração dizem que os dois tem um caso (chega, parem de estragar minha inocência, eles são apenas grandes amigos); entre outros. O anime contou com dois longas animados, um se passando durante a captura das cartas e outro depois do inesquecível, marcante e arrasador último episódio do anime. Esse segundo filme também foi inesquecível, marcante e arrasador.

Mas e um filme com atores reais, daria certo? Claro que não. Mas calma, talvez desse certo uma série. Poderia ficar tosco? Bastante, mas a lista é minha e escolho a obra que eu quiser. Por que não daria certo um filme mas sim uma série? Ora, tanto o anime quanto o mangá mostram, a cada capítulo/volume, a Sakura capturando cartas. Num filme isso teria que ser resumido. Imagina como ficaria corrido? Seria algo que nem o live-action de Assassination Classroom, que tenta resumir tudo em pequenas cenas. Mas e se fizessem mudanças, daria certo? Talvez. Como exemplo, fugindo do oriente, cito A Viagem do Peregrino da Alvorada (da franquia As Crônicas de Nárnia), onde os personagens navegam por ilhas procurando espadas. No livro tudo isso é detalhado e soa como episódios, uma ilha de cada vez, além dos outros acontecimentos pelo mar. No filme tentaram resumir unindo ilhas, cortaram um monte de coisa importante e deu no que deu (nem acho ruim, dá pra assistir até, mas poderia ter sido bem melhor). E pensar que querem adaptar o jogo Shadow of the Colossus... Mas enfim. A capturadora de cartas (e de corações) daria mais certo como série que longa. Mas arriscando um longa, acredito que o melhor seria um filme para cada temporada, ou dois para cada.




3 - Akira

Esse dispensa comentários. Mentira, necessita de comentários, nem sei o que dizer. A história se passa 30 anos depois da 3ª Guerra Mundial, onde o mundo tem um estilo punk dos anos 80 (que foi quando o mangá foi publicado), envolvendo uma grande guerra entre motoqueiros, com Shotaro Kaneda como protagonista, e outras coisas como o governo e as pessoas com poderes especiais. Aí você pergunta: Mas quem é Akira? Então... ele foi supostamente o causador da guerra, uma criança com poderes especiais que saiu de controle. A animação lançada na mesma década é aclamada por uma legião de fãs que a consideram como uma das melhores animações japonesas.

E quanto a um filme com atores reais? Boa parte do longa tem um estilo um tanto realista, apesar dos elementos fantasiosos, mas em determinado momento começa a viajar, e muito. Não sei o quanto isso ficaria bom num filme, mas fazendo adaptações necessárias, Akira tem potencial pra ficar bom com pessoas de verdade. Um fã trailer chegou a ser feito e foi bem recebido. Para a alegria ou tristeza dos fãs, um live-action americano está por vir.




4 - Hoshi no Koe

Lançado primeiro como um OVA de meia hora, Hoshi no Koe mostrava uma história de amor separada pela distância. Japonês curte uma tragédia, são bons nisso e aqui não é diferente. Temos a Mikako como protagonista, uma garota obrigada, digo, convocada para ir para o espaço lutar pela Terra. Isso porque os humanos descobriram as ruínas de uma civilização alien em Marte e se apoderaram da tecnologia deles, então a partir daí começou uma guerra entre os tais aliens e a Terra. Como estamos falando de Japão, obviamente sobra pras crianças fazerem as coisas. No caso, Mikako. Só que ela quer aproveitar seus últimos momentos na Terra. Ela tem um amor platônico chamado Noburo. Quando chega o momento da partida, os dois começam a trocar mensagens, só que a cada momento mais distante da Terra, mais tempo leva para a mensagem chegar. É isso, resumi toda a premissa. Simples porém magnífico. Um mangá foi lançado anos depois, estendendo a história, inserindo não só mais conteúdo como também mais cenas de ação.

E o filme? Caso ocorresse, o melhor seria adaptar o mangá que o OVA, não só por causa do tempo mas também pelo que o mangá oferece a mais. Daria pra fazer um ótimo filme de drama e ação estilo mecha no espaço, uma mistura curiosa que funcionou muito bem nos formatos anteriores.




5 - Yu-Gi-Oh ou algo semelhante

Por favor não me batam! Quando criança, cheguei a assistir a primeira temporada do desenho mais polêmico da época: Yu-Gi-Oh, até ser proibido por minha mãe, já que, de acordo com ela, era "desenho do diabo". Exageros a parte, não tenho como discordar dela hehe Sempre me senti incomodado com o que era apresentado de personagens no anime, mas ao mesmo tempo me sentia fascinado e atraído pelo que criaram ali: Uma grande batalha de cartas onde os personagens aparecem em cima dessas cartas. Isso era demais! Não é a toa que virou febre na época. Com o tempo vieram as continuações, cheguei a ver uma delas, mas não curti muito. E enquanto escrevia esse texto, descobri que existiu um anime antigo que parece não ter ficado muito famoso. A história do então reboot nos mostra Yugi Muto, um garoto que ganha do avô um troço egípcio meio quebra-cabeça chamado Enigma do Milênio. Ao montá-lo, ele ganha poderes e liberta o espírito de Yami Yugi que vive dentro dele (WTF?). Daí acontece umas coisas e rola as lutas.

Mas funcionaria como live-action? Ora essa, repito o que disse lá no tópico de Pokémon: É Japão, é claro que funcionaria! Criatividade não falta. Mas voltando a um detalhe no nome do tópico, "Yu-Gi-Oh ou algo semelhante", reforço o "algo semelhante". Como podem perceber, não sou fã da franquia mas gosto da ideia das batalhas de cartas, logo um filme que se utilizasse da mesma ideia seria curioso.




6 - El Alamein e Outras Batalhas

Aqui eu já tava sem ideia do que escolher. São tantas obras que muitas fogem da mente. Depois de pensar em algumas que viajei sem usar drogas e percebi o quanto seria ruim uma adaptação, acabei escolhendo algo mais realista. O mangá El Alamein e Outras Batalhas conta a história da batalha de El Alamein (dã) e também de outras batalhas (dããã) ocorridas na Segunda Guerra Mundial.

Como seria um filme? Assim como o mangá, o filme seria como uma coletânea de histórias, cada uma focada numa batalha diferente. Não há necessidade de mais explicações, é guerra, caramba!



Depois de uma lista absurda, chegou a hora de finalizar a matéria. Espero que tenham gostado e se divertido, ou chorado e odiado, sei lá. Comentem nos comentários (hum...) que animes e mangás japoneses vocês gostariam de ver uma adaptação com atores reais feita pelos próprios japoneses. E confiram a próxima lista polêmica, onde me foco em adaptações americanas.

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Análise Dragon Ball Z: Batalha dos Deuses



E aee cambada? Estou aqui por que devem saber que hoje foi a estreia nos cinemas brasileiros do famigerado Dragon Ball Z: Batalha dos Deuses, que já estreou há meses atrás no Japão. Eu fui assistir hoje nos cinemas e tive que escrever uma rápida análise, não se preocupem não pretendo escrever spoilers.

Há algumas semanas fui assistir o filme Invocação do Mal (baita de um filme diga-se de passagem, Netamente falando), o primeiro trailer que passou foi exatamente do movie de DBZ. Já achei o trailer bobo, dando a entender que o filme seria a palhaçada descaracterizada que Dragon Ball Z havia se tornando, só um monte de cara se transformando em Super Sayajin, voando feito loucos, montanhas quebrando, planetas explodindo e bla bla bla.
Quando digo que DBZ virou uma palhaçada descaracterizada quero dizer que prefiro mil vezes o primeiro Dragon Ball, quando (Goku era criança), pois a série tem muito mais a cara de Akira Toriyama com seu humor amalucado próximo de Dr Slump (pra mim o Chaves do Japão), a série era repleta de aventuras, ambientações dentro da cultura chinesa (já que o mangá é inspirado na lenda chinesa do Son Goku), artes marciais, referencias a filmes de Kung - fu, tokusatsu etc. Mas conforme a série foi evoluindo ela foi se perdendo até chegar um momento que virou algo meramente comercial, se resumindo à lutinhas forçadas sem sentido, e até as Esferas do Dragão (que são o título da obra em si) perderam a importância, passando a servir apenas para reviver aqueles que morreram (veja só, até as mortes perderam o peso).




Enfim, antes do filme estrear de fato, muitas pessoas que baixaram e assistiram antes já comentavam sobre, alguns diziam ser uma bosta, outros falavam bem, e eu já não esperava muito do filme achando ver apenas um filminho comercial para agradar otaquinhos, cheio de caras loiros voando e carregando poderes por meia hora. No entanto uma crítica positiva de um amigo que realmente entende das obras de Toriyama me deixou mais esperançoso.

Finalmente fui assistir o filme, já era de se esperar que por não ser um filminho badaladinho de Hollywood teriam apenas horários limitados e horríveis para a exibição, se fosse um Velozes e Furiosos 67769 teriam vários horários e o filme duraria em cartaz.

Eu estava esperando pouco do filme, mas na verdade eu gostei muito do que vi, foi praticamente uma volta às origens de Akira Toriyama e seu senso de humor único, pudemos reencontrar personagens como Pilaf e até mesmo o mito Dr. Senbe teve sua pontinha.
O vilão do filme, como o titulo já sugere é um Deus da destruição, cada planeta, cada espécie tem seu ciclo de vida, os dinossauros foram extintos, planetas nascem e são destruídos ao decorrer das eras, e pelo que compreendi, esse Deus é o responsável por tais ciclos. Ele tem uma forma de gato, visivelmente inspirado nos Deuses egípcios, e pra falar a verdade é um vilão bem bacana e simpático.




Acredito que as pessoas que acharam o filme ruim são aquelas que esperariam exatamente aquilo que acho bobo em DBZ, se quiser assistir o filme parar ver apenas mundos sendo destruídos, Goku se transformando em Super Sayajin 22, Genki Damas do tamanho do Maracanã que demoram um filme do Senhor dos Anéis para ser concentrada...ESQUECE! Mas se é realmente um apreciador das obras de Akira Toriyama, e quer voltar a ver um pouco de sua essência depois dela ter aparentemente morrido depois de tantos anos e se divertir eu recomendo! Mais do que tudo é uma lição de humildade ao Goku assim como mestre Kame disfarçado de Jackie Chun tentou passar a Goku e Kuririn naquele torneio de artes marciais.