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sexta-feira, 24 de maio de 2013

A biografia do Senhor da Fantasia

EDITORA DARKSIDE® PUBLICA EM MAIO LIVRO SOBRE A VIDA E A OBRA DE UM DOS MAIORES ESCRITORES DO SÉCULO XX

EDIÇÃO SAIRÁ APENAS EM CAPA DURA, PELO VALOR DE BROCHURA

Tolkien
“J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia” reconstitui a vida de Tolkien, autor de clássicos como a trilogia “O Senhor dos Anéis” e “O Hobbit”, e considerado um dos maiores autores de fantasia de todos os tempos. A biografia acompanha a trajetória do escritor desde a infância difícil na África do Sul e do retorno da família para a Inglaterra. Os Tolkien estabeleceram-se em Birmingham, cidade que passava por uma rápida industrialização nos anos 1890, mas ainda era cercada por uma paisagem de tirar o fôlego. Este cenário que reunia e mesclava o coração industrial do Império britânico próximo a bosques e montanhas idílicas e selvagens foi determinante para as ideias e a escrita de Tolkien.

Conhecida pelas edições caprichadas, em versões brochura (classic editions) e capa dura (limited editions), a DarkSide, optou, no caso de “J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia”, apenas pelo lançamento do modelo mais luxuoso – porém pelo preço mais baixo. “Fizemos essa opção em homenagem ao grande mestre da fantasia, para que o máximo de leitores conheçam sua vida”, justifica Christiano Menezes, diretor editorial da DarkSide.

Já é clássico o momento inspirador quando Tolkien, então professor em Oxford,  corrigia os exames da turma e, ao se deparar com uma página em branco deixada por um aluno no caderno de exercícios, escreveu de repente: “Em uma toca no chão vivia um Hobbit”. Bem à sua maneira, ele ficou intrigado com aquilo e decidiu descobrir mais a respeito dos hobbits. Escrito para os seus filhos, “O Hobbit” tornou-se um sucesso imediato quando foi publicado em 1937. Vendeu milhões de exemplares mundo afora desde então e estabeleceu-se como “um dos livros mais influentes de nossa geração”.

Influência e paixão que só aumentaram com as adaptações para o cinema da trilogia de “O Senhor dos Anéis”, por Peter Jackson, e que voltam a atrair a atenção de todos novamente com o começo da nova trilogia de “O Hobbit”.
O resto, bem, o resto é história, que você conhece em “J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia”, escrita pelo jornalista Michael White.



“Esta biografia apresenta Tolkien como alguém rápido e vivaz, amante do riso e preocupado com as menores e mais insignificantes fraquezas humanas... Uma biografia cativante.”
– The Independent –

“Tolkien é meu mestre”
- George R. R. Martin -


Sobre o autor

Michael White é autor de 20 livros e ex-editor de ciência da revista britânica GQ e colunista do Sunday Express em Londres. Integrou a banda pop Thompson Twins e foi Diretor de Estudos no d’Overbroeck ’s College, em Oxford, antes de se tornar escritor em tempo integral a partir de 1991. Seus livros incluem “Rivalidades Produtivas: Disputas e Brigas que Impulsionaram a Ciência e Tecnologia” (Record, 2003), a premiada biografia “Isaac Newton: Último Feiticeiro” (Record, 2000) e os best-sellers internacionais “Stephen Hawking: Uma Vida para a Ciência” (Record, 2005) e “Leonardo: O Primeiro Cientista” (Record, 2000), além de biografias sobre CS Lewis, Maquiavel, Galileu e Giordano Bruno.

Saiba mais sobre o autor em seu site: www.michaelwhite.com.au.

Editora DarkSide®

O horror, a fantasia, o suspense, o mágico. A Editora Darkside® reúne o que há de mais interessante e instigante no universo sombrio da literatura, de ontem e de hoje.

A cada página de um livro, a cada fase de um jogo, a cada calafrio, estaremos apostando sempre no escuro, no mágico, no inusitado, no novo. Go play!



Ficha Técnica
Título |J.R.R. Tolkien, o Senhor da Fantasia
Autor |Michael White
Tradutor |Bruno Dorigatti
Editora | DarkSide®
Edição |1
Idioma |Português
Especificações | Capa Dura | 280 páginas
ISBN | 978-8-56663-606-2
Dimensões |160mm x 230mm
Preço sugerido | R$ 44,90
Lançamento em maio de 2013

Mais informações
vc@darksidebooks.com - www.darksidebooks.com

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

II Encontro Brazilian DEVOtees e breve história do DEVO!


II Encontro Brazilian DEVOtees
Já está definida a data na qual ocorrerá a provável maior concentração de mutantes, spuds e devoides por metro quadrado no Brasil: será em 28/08 a partir das 13h na Chipsburger. Venha com seu energy dome, traga seu yellow suite, aquele CD raro para mostrar para os spuds, um souvenir da banda, uma lembrança de um show, venha contar suas curiosidades com a banda de Ohio - tudo será permitido... ou, quase tudo!!!
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Uma DEVOgrafia, por Caio de Mello Martins
 
Quem é DEVO?

Devo é uma das bandas mais inovadoras, autênticas, inteligentes e fascinantes a surgirem da new wave e do pós-punk que irrompeu dos dois lados do Atlântico, no final dos anos 70 (muito embora sua origem seja traçada cinco anos antes da explosão punk).


Sua formação clássica (1976-1986) é composta de Mark Mothersbaugh (vocal, sintetizadores, teclados e guitarra), o "estrategista-chefe" Jerry Casale (vocal, baixo e sintetizadores), Robert Mothersbaugh, irmão mais novo de Mark (guitarra, mais conhecido como Bob Mothersbaugh ou Bob #1), Robert Casale, irmão mais novo de Jerry (guitarra e teclados, mais conhecido como Bob Casale ou Bob #2) e Alan Myers (bateria).
De sensação cult no final dos anos oitenta até seu status de ícone pop dos anos oitenta, este grupo estadunidense foi um dos primeiros a fundir música com a linguagem audiovisual de seus elaborados videoclipes, muitos dos quais precederam o nascimento da MTV em 1980.

Mais: Devo foi uma das primeiras bandas, fora do circuito musical kraut-rock/experimental/progressivo, a assimilar a eletrônica como um elemento estrutural de suas canções e integrá-las a um contexto pop de canções curtas e coesas.

Ao lado de outros pioneiros como Ultravox, Human League e Gary Numan, esta banda foi a maior responsável pela predominância do synth pop do início aos meados da década de 80, familiarizando a sensibilidade do mainstream com os rígidos tempos e as exóticas texturas da eletrônica.

O trauma e o início
Esta banda se formou na pequenina cidade de Akron (Ohio, EUA), em... bem, digamos que ela se formou quando o sonho acabou. Jerry e Mark eram colegas da faculdade de artes da universidade de Ken State. Em pleno crepúsculo dos anos 60, ambos eram hippies e encontravam-se mobilizados ao redor dos piquetes estudantis pelo fim da Guerra do Vietnã. Em 1970, Jerry testemunhou um brutal ato de repressão da Guarda Nacional norte-americana: uma manifestação no campus de Kent State contra a ocupação yankee no Camboja terminou com quatro estudantes mortos - dentre os quais dois amigos de Jerry - e um clima de paranóia, já que a universidade foi fechada e a ela imposta um estado de sítio que durou por dias a fio.

O evento teve um impacto considerável em Jerry. Amargando os resquícios da ressaca de 68, Jerry e seu colega Bob Lewis formularam a teoria da De-Evolution (em português, involução), que defendia que a humanidade, contrariando a noção linear de progresso, estaria retrocedendo como espécie, e não evoluindo. A concepção estava impregnada pela leitura do romance de ficção científica The Beggining Was The End: How Knowledge Can Be Eaten?, de Oscar Kiss Maerth, a qual defende que a espécie humana derivava de uma classe de grandes primatas canibais, os quais ingeriam o cérebro de seus semelhantes para proporcionar-lhes maior poder sexual.

Da mesma forma, Jerry, Lewis e Mark passaram a talhar formas de poema, música, performance e vídeo que espelhassem sua visão de mundo: seres humanos marchando como clones sem individualidade em um ambiente equipado e moldado pela mais sofisticada tecnologia, porém vivido por homens regulados por uma mentalidade rígida, estreita e conformista. Seu comportamento autoritário e auto-destrutivo, estimulado pelo consumismo neurótico-compulsivo e pelos latentes e frustrados fetiches sexuais, levariam o planeta ao colapso social e à exaustão de seus recursos.

O combo adotou a alcunha de Devo - abreviação de De-Evolution - e combinou várias formas de expressão para reforçar sua mensagem: a música produzida pela banda se apoiava em um forte experimentalismo eletrônico, operado com a ajuda de sintetizadores, alguns montados artesanalmente com o auxílio de utensílios domésticos e outros gadgets eletrônicos. A base sustentava melodias ora atonais, de ritmo descompassado; ora deliberadamente infantis e repetitivas.

Os próprios membros da banda se vestiam uniformemente, com trajes plásticos de cores hipersaturadas portando o nome Devo; como uma logomarca, enquanto cambaleavam no palco em rígidas coreografias. Com freqüência, Mark Mothersbaugh se apresentava como seu alter-ego Booji-Boy (pronuncia-se Búgui), ao vestir uma máscara de uma criança de bochechas gordas e vermelhas. Um homem adulto vestido de bebê representava, de forma mordaz, a infantilidade da sociedade norte-americana embevecida pelo consumo e o imediatismo.

O começo da jornada
O ano de 1972 marca a primeira apresentação da banda, ainda sob o nome Sextet Devo, integrando as atrações do festival de artes de Kent State. A formação, que tomou vida apenas para este evento, incluía Jerry Casale no baixo, Bob #2 e Bob Lewis nas guitarras, Rod Reisman na bateria, Mark Mothersbaugh no sintetizador e Fred Webber nos vocais. Nos anos subseqüentes, Mark, em companhia de Jerry e seus irmãos Bob e Jim (que operava um kit de bateria eletrônica montado por ele mesmo), passava o tempo no porão de sua casa, ocupado em compor, gravar e fazer a banda soar mais involuída o possível - período gestacional que seria posteriormente documentado nas coletâneas Hardcore Devo (volumes 1 e 2), lançadas nos anos 90.
Regularmente, o conjunto subia ao palco de alguns bares da redondeza, muitas vezes apresentando-se, antes de tocarem, como uma banda cover de hard-rock. Presentes que esperavam canções de Foghat ou Allman Brothers sentiam-se provocados, a ponto de atirarem garrafas e ameaçarem invadir o palco para agredi-los. Jerry referia-se ao peculiar som que o grupo performava como chinese computer rock 'n' roll: algo que remetia ao blues vanguardeiro de Captain Beefheart, ao arrojado experimentalismo eletrônico do Roxy Music (na fase em que Brian Eno fazia-se presente) e à intertextualidade e performance multimidiática dos excêntricos The Residents - muito embora Mark saliente que a maior inspiração da banda era "o importante som de coisas desabando".

O primeiro vislumbre da aclamação ocorreu em 1976. O curta-metragem The Beggining Was The End: The Truth About De-Evolution venceu o festival de cinema de Ann Arbor e impressionou profundamente dois ilustres membros da audiência: Iggy Pop e David Bowie. Foi Bowie quem, atuando como um mecenas, asseguraria futuramente um contrato da banda com a Warner Bros. e ainda convocaria os serviços do consagrado produtor Brian Eno para desenvolver com a banda o seu álbum de estréia.

Dois singles foram lançados pelo seu próprio selo independente, Booji-Boy: em 1976, o EP portando a canção Mongoloid, e, em 1977, outro compacto portando uma versão desconstruída do maior hit dos Rolling Stones, Satisfaction, ambos gravados com a presença do baterista Alan Myers. No ano seguinte, o Devo gravou uma compilação com seis músicas para a gravadora britânica Be Stiff, intitulada (oportunamente) com o nome do selo.
Os primeiros álbuns: impacto no mainstream
O album de estréia, Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!, foi gravado em uma fazenda nas proximidades da cidade alemã de Cologne e saiu nas lojas em agosto de 1978. O LP foi bem sucedido em sua missão de chamar as atenções do público para a banda, na esteira da apresentação maníaca dos spud-boys no Saturday Night Live - sem contar no frenético e original cover de Satisfaction, acompanhado de um criativo videoclipe, e que rapidamente invadiu pistas de dança na vida noturna britânica.

Ao lançar a seqüência de sua estréia, Duty Now For The Future (1979), Devo já havia cindido as opiniões nos círculos da cultura pop; enquanto o nome da banda ascendia ao lado de Talking Heads, The B-52's e Pere Ubu como os expoentes do "novo rock" americano, a revista Rolling Stone os desdenhava como um bando de "fascistas". O cenário estava montado para que, no alvorecer dos anos 80, todos os holofotes estivessem voltados aos garotos de Akron.

O terceiro álbum, Freedom of Choice, foi o trabalho certo na época certa. Produzido por Robert Margouleff, que no currículo ostentava sua colaboração com Stevie Wonder, Freedom of Choice galgou as paradas da Billboard em 1980 até a 22ª posição. No ano de estréia da MTV, três dos videoclipes concebidos dentre o novo repertório ganharam enorme exposição na programação da emissora - especialmente aquele criado para o maior hit da carreira do Devo, Whip It, cujo single vendeu um milhão de cópias. O vídeo mencionava de forma (não tão) velada práticas de sado-masoquismo, enquanto a música, tratada com esmero por Margouleff, trazia uma insistente e digitalizada versão escrachada dos beats das disco.


De volta ao estúdio, a banda resolveu investir na atenção pública capitalizada para produzir aquela que seria a obra mais comprometida com o idealismo de início de carreira. New Traditionalists veio no final de 1981; embora musicalmente muito familiar a seu antecessor, o álbum decepcionou aqueles que apostavam na vertente humorística e nonsense da banda e, muito pelo contrário, depararam com a estética provocativa desse período: Jerry, em entrevista à TV americana transmitida ao vivo, alegou placidamente que apenas estava se "adaptando ao estado corporativo feudal em que vivemos", enquanto penteava sua peruca plástica, referência direta ao penteado lambido do ex-presidente John F. Kennedy.
Tudo que sobe...

Sob grande pressão da Warner Bros., que exigia mais sucessos no calibre de Whip It, Devo deu sua entrada no ano de 1982 com seu quinto álbum, Oh, No! It's Devo. Embora contasse com um punhado de canções memoráveis, como Peek-a-Boo e That's Good, este amaldiçoado LP sofreu alguns abalos que mancharam sua credibilidade: a decisão de incluir um poema de John Hinckley Jr., preso por tentar assassinar o presidente americano Ronald Reagan, gerou muita controvérsia. Sua turnê também não rende boas recordações, já que todo o equipamento de projeção de imagens 3-D, feito para incrementar os shows, foi vítima de falhas técnicas. Também nesta época, o ex-companheiro Bob Lewis conseguiu vencer a banda na justiça e processou-os por plágio intelectual.

Dois anos mais tarde, o álbum Shout, um excerto insípido de tecnopop genérico, foi recebido com indiferença por público e crítica. Reconhecido como o trabalho mais fraco da banda, foi o último álbum a ser lançado pela Warner Bros., que despejou o grupo. Alan Myers, cansado de ser ofuscado pela bateria eletrônica, demitiu-se. Quatro anos se passaram em hiato, até que Devo, ostentando David Kendrick (ex-Gleaming Spires) com as baquetas, assinasse com outra gravadora, a Enigma, e lançasse seus dois últimos trabalhos: Total Devo (1988) e Smooth Noodle Maps (1990).
Jerry e Mark queixavam-se da gestão da Enigma. Segundo eles, a gravadora impôs muitos entraves ao processo criativo, interferindo na direção dos videoclipes e oferecendo um orçamento baixo para as ambições do grupo. Mais ainda, acusavam a Enigma de gerir as estratégias de promoção e divulgação com extrema incompetência, relegando o grupo ao limbo. Estas foram razões capitais para a banda pedir o boné, em 1991.
Há vida após a morte?É importante considerar, acrescente-se, que Mark Mothersbaugh já se encontrava, desde o final dos anos 80, envolvido com sua empresa de publicidade e jingles Mutato Muzika. Juntamente com Bob #1 e Bob #2, compôs trilha sonoras para a série Pee-Wee's Playhouse, e seguiu na subseqüente década trabalhando em produções como Os Anjinhos (Rugrats) e Mundo de Beakman, bem como nos filmes The Excentric Tenembaums e Life Acquactic With Steve Zissou. Jerry Casale, principal cabeça por trás da direção e concepção dos videoclips do Devo, deu continuidade à sua atividade como produtor, fornecendo seus serviços a Foo Fighters, Silverchair, Soundgarden e Rush.

A vida pós-Devo ainda compreende duas bandas: Mark e os dois Bobs montaram uma banda de surf-rock chamada "The Wipeouters", que era o nome de uma banda que os três formaram enquanto adolescentes, em 1966. O álbum de estréia, P'Twaaang!, foi lançado em 2001. Já Jerry, em 2006, reuniu seus ex-companheiros para formar o grupo de blues "Jerry Jihad and The Evildoers", cujo álbum de estréia, Mine is Not a Holy War, saiu nas lojas no mesmo ano.
DEVO strikes back
Desde 1996, ano em que se apresentaram no festival Lolapalooza, o conjunto - portando na formação o baterista Josh Freese - reuniu seu núcleo central de quatro membros e faz excursões esporádicas. Em julho de 2007, ao serem confirmados no festival Sonár, em Barcelona, a banda deflagrou sua primeira turnê internacional em mais de quinze anos.
Curiosidades sobre DEVO
 
DEVO e gospel?
Durante toda sua trajetória, os cinco devóides possuíam um projeto paralelo: "Dove, The Band of Love", um anagrama a partir do nome original, era um grupo de rock gospel-cristão que já abriu vários shows para o Devo! Subindo ao palco com macacões de cor cáqui e bonés translúcidos, em alusão à obsessão pela boa forma e por práticas como jogging, o objetivo era criticar, de forma bem-humorada, a retomada do fundamentalismo religioso nos Estados Unidos, durante a era Reagan.

Os energy domes
Os famosos chapéus vermelhos usados durante a promoção de Freedom of Choice são descritos quase sempre como "flowerpots" (vasos de flor). Entretanto, o intuito original era de que o singular adorno fosse uma referência plástica e irônica às majestosas pirâmides astecas. Jerry, talvez exausto com especulações em torno do significado do bendito chapéu, inventou a explicação de que era simplesmente uma abóbada energética, ou "energy dome", cuja função era a de reciclar a energia vital que se dissipa pelo osso occipital. Por isso, os membros do Devo deveriam ser reconhecidos como "conservacionistas". Então tá, né?

Johnny Rotten no DEVO?
Antes do primeiro álbum ser lançado, o diretor da Virgin Records, Richard Branson, convidou Mark Mothersbaugh e Bob #2 para uma viagem à Kingston, capital da Jamaica. Motivo? Chapar de maconha e persuadir os dois a aceitarem Johnny Rotten, que se refugiou em Kingston após romper os laços com os Sex Pistols, como o novo vocalista do Devo. Como conta Mark no livro Rip It Up And Start Again, de Simon Reynolds, "Ele disse: 'o Johhny está na sala ao lado. Alguns jornalistas da NME e da Melody Maker estão aqui. É a hora perfeita para ir à praia, tirar umas fotos e anunciar que ele se juntou ao Devo. O que vocês acham?'". Mesmo com o cérebro torcido, Mark deu a resposta eeeeee...xata!

A conturbada relação com Brian Eno
Brian Eno, como produtor, manteve parcerias duradouras com muitos artistas, como David Bowie, Talking Heads, Robert Fripp e U2. Com os Spud Boys, no entanto, a parceria durou apenas um álbum. Ao invés de retratar uma banda incorporando as marcas registradas de Brian Eno, a banda entrou em atrito com seu produtor e resistiu à sua influência. Diz Mark: "Em retrospecto, fomos demasiadamente resistentes às idéias de Eno. Ele inventou partes de sintetizador e sons bem atmosféricos para quase todas as faixas, mas nós as usamos apenas em três ou quatro músicas, como o looping de macacos berrantes em Jocko Homo".
 
Quer irritar a platéia de seu show? Chame o DEVO!
Em seus primeiros shows, o conjunto se especializou em irritar platéias de fãs descolados de arena-rock/boogie-rock, nos anos 70. Em um show de abertura para o Sun Ra, em 1975, a banda tocou o bordão "Are We Not Men? We Are Devo!", contida no meio de Jocko Homo, por vinte minutos. Um DJ da estação de rádio que promovia o concerto suplicou para que eles parassem de tocar - o que aconteceu apenas quando a banda foi paga para se retirar!
 
DEVO e as batatas
A batata é um dos maiores símbolos da De-evolução. Tal conotação é retirada do significado da gíria "potato head", que nos Estados Unidos designa pessoa de inteligência limítrofe. Mais uma vez, Jerry contraria as expectativas ao defender que as batatas são guardiãs da reserva mais concentrada de energia do planeta.
 
Jerry faz-tudoComo todos nós bem sabemos, ninguém vive de vento. Um jovem e durango Jerry, nos primórdios da banda, tinha que arranjar uns trocados para financiar as gravações e a produção de Devo. Além dos shows, o baixista obtinha renda vendendo sua força de trabalho, nem sempre da melhor forma possível: o futuro estrategista-chefe já trabalhou como projetista de um cinema pornô e conselheiro em uma clínica para reabilitação de viciados!

O De-Evolutionary OathComo um meio para simbolizar a cooptação da contracultura pela sociedade de consumo e a cultura de massa - mecanismos que desvirtuam a diversidade em caricaturas uni-dimensionais, previsíveis e a-históricas, perpetuando dessa forma a ordem vigente - o conjunto formulou cinco aforismos que compõem o De-Evolutionary Oath (em português, o juramento involucionário):
Lay a million eggs or give birth to one (Ponha um milhão de ovos ou dê luz a um só)
The fittest shall survive yet the unfit may live (O mais adaptado sobreviverá, ainda que o inadaptado deva viver)
Be like your ancestors or be different; it don't matter (Seja como seus ancestrais ou seja diferente; não importa)
Wear gaudy colors or avoid display (Use cores berrantes ou evite exposição)
We must repeat (Devemos repetir)

DEVO e Neil Young
Devóide, um alerta: se algum fã purista de "classic-rock", daqueles que fazem peregrinação ao túmulo de John Bonham, praguejar contra Devo, seu estilo robótico e seu excêntrico hibridismo eletrônico, esteja devidamente preparado: ponha na roda que ninguém menos do que Neil Young foi um dos maiores fãs dos spud boys. Ex-membro do quarteto de country-rock Crosby, Stills, Nash & Young e um dos maiores ícones da contracultura, o padrinho de Eddie Vedder ficou completamente obcecado com o Devo.
Quando o grupo ainda ganhava moral com o prêmio de Ann Arbor e as declarações entusiásticas de Bowie e Eno, Neil Young também foi tragado pelo fascínio a ponto de convidá-los a participar de seu longa-metragem Human Highway (1977). Nesse filme a banda aparece dando uma canja com a canção Worried Man. O Neil Young concedeu carta branca e total autonomia pro Jerry, que dirige a maioria dos videoclipes, bolar todos os diálogos da cena que os spud boys estrelam. Nela, interpretam operários recolhendo o lixo nuclear de uma usina, enquanto cantam Worried Man.

Discografia CompletaAqui você confere toda a discografia da real de-evolution band numa lista compilada por Marcello Colosimo, incluindo álbuns, singles, DVDs, coletâneas e participações em trilhas sonoras.
 
Álbuns:
Q: Are We Not Men? A: We Are Devo! (Warner Bros) 1978
Duty Now For The Future (Warner Bros) 1979
Freedom of Choice (Warner Bros) 1980
New Traditionalists (Warner Bros) 1981
Oh, No! It's DEVO! (Warner Bros) 1982
Shout (Warner Bros) 1984
E-Z Listening Disc (Rykodisc) 1987
Total Devo (Enigma) 1988
Now It Can Be Told: Devo At The Palace (Enigma) 1988
Smooth Noodle Maps (Enigma) 1990
 
Coletâneas
Greatest Hits (Warner Bros) 1990
Greatest Misses (Warner Bros) 1990
Hardcore Vol. 1 (Warner Bros) 1990
Hardcore Vol. 2 (Warner Bros) 1991
Devo Live: The Mongoloid Years (Rykodisc) 1992
Hot Potatoes: The Best Of Devo (Virgin) 1993
Q: Are We Not Men? A: We Are Devo / Dev-o Live (Virgin) 1994
Oh, No! It's Devo! / Freedom of Choice (Virgin) 1994
Duty Now For The Future / New Traditionalists (Virgin) 1994
Adventures Of The Smart Patrol (Discovery) 1996
Greatest Hits (BMG) 1998
Devo Live (Rhino) 1999
Pioneer Who Got Scalped: The Anthology (Rhino) 2000
Recombo DNA (Rhino) 2000
The Essentials (Warner Bros) 2002
Whip It & Other Hits (Rhino) 2003
 
DVDs
The Complete Truth About De-evolution (Rhino) 2003
Live (Rhino) 2004
Live In The Land Of The Rising Sun 2004
Live 1980 (Target) 2005
 
Trilhas Sonoras
Working In A Coal Mine: HEAVY METAL (1981)
It Takes a Worried Man: HUMAN HIGHWAY (1982)
Theme From Doctor Detroit / Luv Luv: DOCTOR DETROIT (1983)
Let's Talk: FRIGHT NIGHT (1985)
Bread and Butter: 9 1/2 WEEKS (1986)
I Wouldn't Do That To You: HAPPY HOUR (1987)
Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini: REVENGE OF THE NERDS 2 (1987)
Satisfaction: CASSINO (1995)
Girl U Want (1995): TANK GIRL (1995)
Head Like a Hole / Supercop: SUPERCOP (1997)
 
EPs
Be Stiff (stiff) 1978
Dev-o Live (warner) 1981
Conheça mais sobre a banda Devo no site: http://devobrasil.com.br/

quinta-feira, 29 de julho de 2010

Nowhere Boy DVDRip RMVB Legendado

Telona - Filmes rmvb pra baixar grátis
Título Original: Nowhere Boy
Gênero: Biografia | Drama | Música
Tempo de Duração: 101 min
Ano de Lançamento: 2009 / 2010
Qualidade: DVDRip
Formato: RMVB
Áudio: Inglês
Legenda: Português
Qualidade de Audio: 10
Qualidade de Vídeo: 10
Tamanho: 287 mb / CW TeaM


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Sinopse:Filme britânico de 2009, que retrata a infância e a adolescência de John Lennon. Teve sua estreia mundial em 29 de outubro de 2009 na noite de encerramento do Festival de Cinema de Londres. O filme é baseado no livro Imagine This: Growing Up With My Brother John Lennon. O roteiro escrito por Matt Greenhalgh detalha a história de Lennon como um adolescente solitário, abandonado por sua mãe (Julia Lennon) e criado por uma tia autoritária (Mimi Smith), e sua amizade com o Paul McCartney
Elenco:
Aaron Johnson … John Lennon
Kristin Scott Thomas … Mimi Smith
Anne-Marie Duff … Julia Lennon
Thomas Sangster … Paul McCartney
David Morrissey … Bobby Dykins
Ophelia Lovibond … Marie Kennedy
David Threlfall … Uncle George
Sam Bell … George Harrison
Ellie Jeffreys … Teddy Girl
Jack McElhone … Eric Griffiths
Calum O’Toole … Teddy Boy
Les Loveday … Teddy
Christian Bird … Jimmy Tarbuck
Josh Bolt … Pete Shotton
Simon Lowe … Jim Gretty (shop guy)
Daniel Solazzo … Teddy Boy
James Johnson … Stan Parks
Daniel Ross … Nigel Whalley

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Abdul Alhazred

Abdul Alhazred



Filósofo árabe nascido em Sanaa, no Iêmen, autor de O Necronomicon (730), que literalmente que dizer Livro de Nomes Mortos, também conhecido como Al Azif ou Uivo dos demônios noturnos, Familiarizado com os trabalhos do filósofo grego Proclos (410-485 d.C.), sendo considerado, como ele, um neo-platônico. Seu conhecimento, como o de seu mestre, incluia matemática, filosofia, astronomia, além de ciências metafísicas baseadas na cultura pré-cristã de egípcios e caldeus. Dominava vários idiomas e fez várias viagens em busca de conhecimento, indo de.

Alexandria ao Pundjab, na Índia, conheceu os subterrâneos de Mênfis e as ruínas da Babilônia, e viveu muitos anos nos grandes desertos despovoado do sul da Arábia, como Roba el Khaliyeh e Dahna, e morreu em Damasco. Embora conhecido como árabe louco, nada há que comprove sua insanidade, muito embora sua prosa não fosse de modo algum coerente. Apesar de certas extravagâncias na hora de escrever, além do caráter dispersivo, foi um excelente tradutor, dedicando-se a explorar os segredos do passado e também era um poeta.

Durante seus estudos, costumava acender um incenso feito da mistura de diversas ervas, entre elas o ópio e o haxixe. As emanações desse incenso, segundo diziam, ajudavam a "clarear" o passado. Al Azif foi escrito em Damasco, e seu texto felizmente sobreviveu graças a ação do historiador bizantino, Miguel Psellus (1018-1080), um estudioso de filosofia e ocultismo, que ainda pôde salvar das pilhagens de Bizâncio uma versão grega sua do original. Ao contrário do que se pensa vulgarmente, não se trata de um grimório, livro mágico de encantos, mas de um livro de histórias. Do original, chegou à cerca de 900 páginas na edição latina, em sete volumes, e seu conteúdo dizia respeito à coisas antigas, supostas civilizações anteriores à raça humana, em uma narrativa obscura e quase ilegível.

Fonte: http://www.dec.ufcg.edu.br/biografias

 O Necronomicon fora utilizado em vários contos de H.P. Lovecraft, e inclusive foi o pano de fundo do filme EVIL DEAD - A MORTE DO DEMÔNIO ou UMA NOITE ALUCINANTE!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

SCATMAN JOHN - Uma Lição de Vida!

Pessoalmente, sou muito fã de SCATMAN JOHN e até mesmo de EURODANCE, apesar de eu ser roqueiro ROOTS mesmo! E, por isso, hoje, no dia do meu aniversário, resolvi falar justamente deste, que é um de meus ídolos musicais!



scatman1
Scatman John
Informação geral
Nome completo John Paul Larkin
Apelido Scatman
Data de nascimento 13 de março de 1942
Origem El Monte, Califórnia
País Flag of the United States.svg Estados Unidos
Data de morte 3 de Dezembro de 1999 (57 anos)
Gêneros Jazz, house, dance, eurodance, pop, scat rap
Modelos de instrumentos Vocal




Scatman John,Pripri Scat,Japan,Deleted,3John Paul Larkin, (El Monte, Califórnia, 13 de março de 1942 – Los Angeles, 3 de dezembro de 1999), mais conhecido por Scatman John (às vezes atribuído internacionalmente como John Scatman) , foi um músico do Jazz que criou uma fusão única de scat singing e techno, mais conhecido por seu hit de 1994 "Scatman (Ski Ba Bop Ba Dop Bop)". Como ele costumava dizer, isto era um processo de "tornar meu maior problema em meu maior sustento". Ele vendeu milhões de discos no mundo todo e também foi nomeado "Melhor Novo Artista" no Echo Awards no Japão e na Alemanha. Era recipiente do prêmio Annie Glenn da Associação Americana de Fala-Língua-Audição por seus serviços excelentes prestados a comunidade gaga, e foi incluso no Hall da Fama da Associação Nacional de Gagos. Ele faleceu com 57 anos de idade por causa de câncer pulmonar.

Não é á toa que ele é um cara de sucesso! Era gago, e utilizou seu "defeito" para ganhar milhões, e conseguiu conquistar milhares de fãs pelo mundo, inclusive no Japão! Já fez até uma música misturando inglês e japonês (Su Su Su Super Ki-Re-I) que eu, particularmente, adoro!

Imaginem só alguém que tivesse tamanha inteligência, a ponto de conseguir se dar bem com um problema do qual muitos tentam se livrar constantemente! Imaginem alguém que tem talento e carisma, que consegue criar um estilo totalmente novo, msiturando duas coisas que antes não combinavam! Agora, juntando opiniões, dá rpa se ter uma bela idéia de QUEM ERA e O QUE FEZ o nosso querido, e infelizmente já falecido, SCATMAN JOHN!

PRIMÓRDIOS

Nascido em El Monte, Califórnia, ele sofria uma grave gagueira "desde que [ele] começou a falar", o que o levou a uma infância emocionalmente traumática. Até no pico do sucesso em 1995, jornalistas relataram que durante as entrevistas ele "dificilmente terminava uma frase sem tê-la de repetir pelo menos umas seis ou sete vezes". Aos 12 anos ele começou a aprender a tocar piano e foi apresentado a arte do scat singing aos 14, através de gravações de Ella Fitzgerald e Louis Armstrong, entre outros. O piano deu a ele um meio de expressão artística para compensar as suas dificuldades na fala. Ele notou em uma entrevista de 1996 que: "tocar piano deu-me um meio de falar... eu escondi-me atrás do piano porque tinha medo de falar".
Tornou-se um pianista de jazz profissional nos anos 70 e 80, tocando em clubes de jazz em Los Angeles. Em 1986 ele lançou o álbum auto-intitulado John Larkin na contracapa; cópias desse álbum são extremamente escassas. Ele dizia ter "centenas deles no armário em [sua] casa". Por volta desta época o alcoolismo e o vício em drogas também estavam começando a tomar conta de sua vida. Quando o seu parceiro musical e amigo Joe Farrell, que também tinha problemas com drogas, morreu em 1986, Larkin decidiu mudar seus hábitos. Ele eventualmente o fez, grandemente com a ajuda de sua nova esposa Judy, que também se recuperou do alcoolismo. "Você tem talento", ela o disse. "Eu vou fazer algo por você".
O SURGIMENTO DE SCATMAN JOHN

Em 1990 ele mudou-se para Berlim, na Alemanha, a fim de prosseguir com sua carreira. Com apreço em relação a cultura do jazz da cidade, ele continuou tocando como pianista de jazz em navios de cruzeiro e em bares e clubes pela Alemanha. Assim teve a decisão de adicionar canções a seus atos pela primeira vez, inspirado pela ovação que recebia por sua execução da música "On the Sunny Side of the Street" no final de uma apresentação instrumental. Naquela época, seu agente Manfred Zähringer, da Iceberg Records na Dinamarca, sugeriu que ele combinasse seu scat singing com a moderna techno music e sons do hip hop. Larkin foi cético, mas a BMG Hamburg estava aberta a novas idéias.
Larkin estava assustado principalmente com que seus ouvintes percebessem o fato dele ser gago; então Judy sugeriu que ele falasse disso diretamente em sua música. Trabalhando com os produtores de dance music Ingo Kays e Tony Catania, ele gravou seu primeiro single, "Scatman (Ski-Ba-Bop-Ba-Dop-Bop)", um canção que pretendia inspirar crianças que gaguejavam a superar essa adversidade. Ele adotou o novo nome e a personalidade Scatman John.

É ou não é uma verdadeira história de superação? Ele era um gênio, se for pensar bem quanto á isto, afinal, um GAGO que se deu bem por SER GAGO! Não é á toa que chegou aonde chegou! Superou medos, superou até as drogas quando precisou! UMA LIÇÃO DE VIDA!

SUCESSO INTERNACIONAL

Em 1995, com 52 anos, ele tornou-se uma estrela mundial. As vendas de seu single de estréia foram fracas de início, mas sua música gradativamente chegava a grandes proporções, alcançando o primeiro lugar em praticamente cada país em que foi lançado e vendeu mais de seis milhões de cópias no mundo todo. "Scatman (Ski-Ba-Bop-Ba-Dop-Bop)" de Scatman John ainda permanece como seu maior sucesso de vendas e sua canção mais conhecida até hoje, tendo ela ficado por muitas semanas no "Top 10" do Reino Unido. Ele seguiu depois com a canção "Scatman's World", entrando no décimo lugar na lista de melhores singles no Reino Unido; a música alcançou menor sucesso que sua canção mais notável, porém vendeu um milhão de cópias e alcançou bons lugares nas listas de hits da Europa.
Seguindo o sucesso de seus dois singles, ele lançou seu álbum de estréia, também chamado Scatman's World. O álbum vendeu um milhão de cópias. Ele começou a promover seu álbum com uma turnê de shows pela Europa e Ásia. "Em uma apresentação que fiz na Espanha, as crianças gritaram por cinco minutos seguidos e não pude começar a canção", disse na ocasião. Enquanto realizava entrevistas promocionais para o álbum, ele tornava-se tão eloqüente que um jornalista notou que nunca tinha ouvido Larkin gaguejar, e perguntou se ele simplesmente estava usando a comunidade gaga "como propaganda para seguir [sua] carreira". Ele ficou chocado em encontrar-se pela primeira vez envergonhado de sua "fluência" em vez de sua gagueira.
APÓS SCATMAN WORLD

O segundo álbum de Scatman John, Everybody Jam!, foi lançado em 1996. Embora longe do sucesso a nível internacional como em sua estréia, o álbum e seu single chegaram ao Japão, tendo no país um enorme sucesso, numa escala maior que em qualquer outro lugar do mundo. Ele era tão popular lá que lojas de brinquedos japonesas vendiam bonecos com sua aparência e ele apareceu em cartões telefônicos e latas de Coca-cola. A versão japonesa de Everybody Jam! incluía um total de cinco faixas bônus, com singles como "Su Su Su Super Kirei" e "Pripri Scat", que foram encomendadas por empresas japonesas para comerciais de cosméticos e pudins, respectivamente. A franquia de Ultraman também entrou na mania Scatman, lançando um single intitulado "Scatultraman", com a arte da capa onde os personagens de Ultraman aparecem com chapéus e bigodes.

ÚLTIMOS ANOS

Em 1999 ele lançou seu terceiro e último álbum como Scatman John, Take Your Time. Logo em seguida revelou que estava lutando contra problemas de saúde desde 1998. Ele continuou seu trabalho com a divulgação do álbum até que lhe foi aconselhado que descansasse mais, pois a sobrecarga de trabalho o prejudicaria. Posteriormente ele foi diagnosticado com câncer de pulmão e num breve período de tempo entrou em tratamento intensivo. Apesar disso ele manteve uma atitude e pensamentos positivos, declarando que: "O que Deus quiser, está bom para mim... Eu tive o melhor da vida. Eu provei da beleza." Ele morreu em sua casa em Los Angeles em 3 de dezembro de 1999.
Em uma entrevista em 1996 ele comentou: "Espero que as crianças, enquanto elas cantarem minhas músicas ou as dançarem, sintam que a vida não é tão má assim. Nem que seja por um único minuto."

Eu mesmo, particularmente, me sinto diferente quando ouço suas músicas. Mesmo quando estou em meus piores momentos, ao ouvir as músicas de SCATMAN JOHN, meu mundo se alegra, sim, mas, não apenas por um minuto, mas, pelo tempo que as músicas durarem! Sua vontade, pelo menos acredito eu, sempre se realizará enquanto sua música ainda for ouvida, e no que depender de mim, sempre será divulgada!

DISCOGRAFIA

Albums de estúdio

Compilações

Singles

NOTAS DE YATTA

Nasceu a 13 de Março de 1942. Era gago desde quando aprendeu a falar. Foi por meio de exercícios de scat singing que ele conseguiu conviver com a dificuldade. Scat é uma técnica de canto que consiste em se cantar vocalizando tanto sem palavras, quanto com palavras sem sentido e sílabas, como usado por cantores de jazz que criam o equivalente de um solo instrumental apenas usando a voz.

Excelente pianista de jazz, Scatman criou a mistura de scat singing com techno. Vendeu milhões de discos no mundo inteiro. Por seus serviços excelentes prestados a comunidade gaga foi incluso no Hall da Fama da Associação Americana de Fala-Língua-Audição.
Suas músicas e letras são uma forma prática de treinamento vocal. Quem nunca curtiu Ski Ba Bop Ba Dop Bop nas domingueiras não teve adolescência.
 
Morreu aos 57 anos de cancer pulmonar, mas, até o momento de sua morte, era positivo quanto á vida, e á sua música. Foi um exemplo de superação de vida que merece respeito e ser relembrado por todos!
“Espero que as crianças, enquanto elas cantarem minhas músicas ou as dançarem, sintam que a vida não é tão má assim. Nem que seja por um único minuto.” 
Scatman John. 

YATTA!

bye-Q!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Bruce Lee - A Maldição do Dragão ( The Curse of the Dragon DVDrip 1993 )



Sinopse :

35 anos depois de sua intempestiva morte, Bruce Lee continua a ser a estrela maior dos filmes de artes marciais. Seu grande filme final Operação Dragão passa no teste do tempo como o mais amado filme de artes marciais na história. Este documentário hipnotizante, examina a vida em família de Lee e suas incríveis conquistas, incluindo a nova retrospectiva do produtor de Operação Dragão Fred Weintraub a respeito da execução desse filme memorável de ação, com novas cenas recentemente descobertas de Lee em ação.

Informações Técnicas :

Título no Brasil: Bruce Lee - A Maldição do Dragão
Título Original: The Curse of the Dragon
País de Origem: EUA
Gênero: Documentário, Biografia
Tempo de Duração: 90 minutos
Ano de Lançamento: 2009
Estúdio/Distrib.:
Direção: Tom Kuhn , Fred Weintraub

Elenco :

Kareem Abdul-Jabbar ... Himself
Robert Baker ... Himself (archive footage) (as Bob Baker)
Alex Ben Block ... Himself
Linda Lee Cadwell ... Herself
James Coburn ... Himself
Jesse Glover ... Himself
Albert Goldman ... Himself
Dan Inosanto ... Himself
Taky Kimura ... Himself
Brandon Lee ... Himself
Bruce Lee ... Himself (archive footage)
Robert Lee ... Himself
Shannon Lee ... Herself
Chuck Norris ... Himself
George Takei ... Himself / Narrator
George Tan ... Himself
Jean-Claude Van Damme ... Himself
Robert Wall ... Himself (as Bob Wall)
Fred Weintraub ... Himself
Bolo Yeung ... Himself

Tamanho do Arquivo : 613 MB
Qualidade do Vídeo : DVDrip ( 10 )
Idioma do Audio : Português ( Dublado )


quinta-feira, 5 de novembro de 2009

The Go Master (2006)

Sinopse: Go é um jogo de tabuleiro japonês baseado em estratégia e inteligência. Nacido na China, para ganhar a vida com o jogo, seu criador Wu Qingyuan mudou-se para o Japão onde permaneceu apesar da II Guerra Mundial. Baseado na vida de Wu Qingyuan, consagrado mestre chinês do popular jogo Go.

Dados do Filme:
Título Original: Wu Qingyuan
Gênero: Biografia/Drama/Romance
Lançamento: 2006
País de Origem: Japão/China
Duração: 104 min
Direção: Zhuangzhuang Tian

Elenco:
Chen Chang ... Wu Qingyuan
Sylvia Chang ... Shu Wen - Wu's mother
Akira Emoto ... Kensaku Segoe
Aki Fujî ... Mrs. Segoe
Mansaku Fuwa ... Matsutaro Shoriki
Yi Huang ... Wu Qingying
Takayuki Inoue ... Shusai Honinbo
Ayumi Ito ... Kazuko Nakahara
Yoichiro Ito ... Kaoru Iwamoto
Xuejian Li ... Li Yutang
Keiko Matsuzaka ... Fumiko Kita
Kaho Minami ... Jikou Son
Takashi Nishina ... Minoru Kitani
Hironobu Nomura ... Yasunari Kawabata
Nao Omori ... Utaro Hashimoto
Chiharu Uchiyama ... Mrs. Kitani
Bai Qing Xin ... Wu Yan
Masakane Yonekura ... Sonoike Kinmochi

Dados do Arquivo:
Servidores: MegaUpload/RapidShare
Tamanho: 698 MB - 6 de 100 MB, 1 de 98 MB
Formato do arquivo: Rar
Formato do Video: Avi
Idioma do Audio: Mandarin
Legenda: Português
Codec do video: XviD
Codec do audio: MP3
Resolução: 640 x 272
Taxa de frames: 23.976
Qualidade do Vídeo: DvdRip

The.Go.Master.2006.DVDRip.XviD-MESS

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YATTA!

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