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sexta-feira, 31 de outubro de 2025

[Cinema] Dollhouse - A Boneca da Casa

 Se você achava que o universo das bonecas sobrenaturais já tinha dado tudo o que podia, prepare-se: Dollhouse (Japão 2025) chega para misturar luto, terror psicológico e um toque de humor subversivo, e entregar uma experiência de J-horror que se alimenta de referências como Ringu, Annabelle e aquele incômodo que só uma boneca pode trazer.

Dirigido por Shinobu Yaguchi — mais conhecido por comédias como Waterboys e Swing Girls — o filme mostra que ele resolveu “pegar pesado” e mergulhar de cabeça no terror.

Ficha Técnica
Título: Dollhouse - A Boneca da Casa
Ano de Produção: 2025
Dirigido Por: Shinobu Yaguchi
Estreia: 6 de Novembro de 2025
Duração: 1h40
Classificação: 14 Anos
Gênero: Terror/Drama
País de Origem: Japão
Sinopse: Yoshie (Masami Nagasawa) e Tadahiko (Kōji Seto) são casal, têm uma filha de 5 anos chamada Mei, que morre num trágico acidente. Devastada, Yoshie compra uma boneca que se parece fisicamente com Mei, como forma de consolo. Anos depois, quando a segunda filha Mai (Aoi Ikemura) cresce, encontra a boneca esquecida — e aí o terror se instala.

 

O que funciona

  1. Mistura de emoções fortes + sustos
    Esse filme não é só feito de sustos baratos: ele investe no luto da mãe, no vazio deixado pela filha, e na ambiguidade entre consolo e obsessão — o que torna a atmosfera bem mais densa que “uma boneca que anda e mata”.

  2. Direção inesperada de Yaguchi
    Era algo que ninguém esperava: de comédias feel-good para um terror que joga com o desconforto, o familiar e o bizarro. Isso traz uma camada “estranha” que atualiza o gênero.

  3. Referências culturais e visuais capazes
    Elementos típicos do J-horror — bonecas, objetos inanimados que ganham vida, rituais, culpa — são bem usados. Aqui podemos ver “parental grief e spiritual terror” colidindo.

O que peca / onde o filme perde pontos

  1. Pacing e excesso de elementos
    Por querer “ter tudo” — humor, família, rituais, mistério, perseguição, boneca, investigação — o filme perde um pouco de ritmo (mas não estraga tanto, apenas deixa mais tenso).

  2. Originalidade limitada
    Quem já viu dezenas de filmes de boneca possuída vai reconhecer muitos trópicos: boneca que reaparece, ritual de cremação, criança que encontra o objeto esquecido. Isso não é problema em si, mas o filme não reinventa radicalmente o gênero (mesmo utilizando bem destes elementos).

  3. Susto versus atmosfera
    Para quem espera sustos intermináveis, pode achar que o terror aqui está mais em tensão do que em jump scares constantes. Aqui você sente o peso dos sentimentos do casal muito mais do que medo de um fantasma aparecer de repente.

Por que assistir?

  • Se você ama terror psicológico e não tem problema em que seja “menos sangue, mais mente”, aqui está uma pedrada.

  • Se gosta de filmes japoneses que misturam cultura, luto e horror, esse se destaca.

  • Ideal para assistir com amigos que não são hardcore de terror — dá para ser “divertido + assustador” mesmo.

Para quem pode não dar muito certo

  • Se você quer terror ultra-atual, com sustos em série e roteiro ultra enxuto — talvez ache “ligeiramente previsível”.

  • Se não curte bonecas ou objetos que viram vilões, fique sabendo que a boneca está no centro da história (obviamente).

Conclusão

Dollhouse consegue fazer algo raro: pegar um diretor reconhecido por comédias e fazê-lo mergulhar no horror com certa confiança, construir uma história que mexe com culpa, perda, objetos simbólicos e o “estranho no lar”. Não é o filme de terror mais revolucionário da história, mas para fãs de J-horror — e para quem gosta de reflexões por trás do susto — funciona muito bem. Altamente recomendado, com pequenas ressalvas.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Whitewashing no Brasil e em Hollywood (parte 1)


Disney vai fazer um filme em Live Action (atores reais) sobre a lenda de Mulan (que teve a animação 'Mulan" como o penúltimo longa da época do "Renascimento da Disney", como ficou conhecido. Há boatos de que, na adaptação, provavelmente atores não chineses,e  sequer asiáticos, estariam representando o exército chinês,e  até mesmo os hunos.

Antes, a discussão era apenas "brancos e negros", mas, o Yellowface também sempre foi frequente, tendo como exemplo a série de Bruce Lee como principal, "Kung Fu", que na hora H, ele foi substituído por David Carradine, pelo simples fato de Bruce Lee ter olhos puxados demais, e ter sangue chinês. Bruce Lee lutou contra os estereótipos cômicos e menosprezadores que eram impostos no cinema e TV pelos norte-americanos contra chineses, japoneses e koreanos,  e sua luta não pode ter sido em vão.


Atores e atrizes de várias etnias sempre sofrem preconceitos por um ou outro motivo. Eu mesmo já sofri preconceitos por ter olhos puxados, por ser mestiço, etc. No Brasil (e em Hollywood), não seria diferente. Japonês, mesmo nos dias atuais, é dado como "quem fala travado e fala errado", e, pelo simples fato de serem mais disciplinados para estudar, povo brasileiros e sente tão inferior, que PRECISA a todo custo menosprezar, jogar japoneses como alívios cômicos, e sempre da forma mais pejorativa possível. Os negros lutaram por décadas, e estão ganhando seu espaço só agora, e nós, de sangue asiático no geral (japoneses, chineses, koreanos, mestiços), infelizmente, por nossa cultura de "ficar quieto e levar a vida adiante", demoramos demais a lutar pelos nossos direitos de igualdade.

A Rede Globo, com a mais atual novela racista e preconceituosa "Sol Nascente", conseguiu alimentar uma fúria nos descendentes "amarelos" do Brasil, que estava já crescendo aos poucos, mas, meio "adormecida", porque, para esta luta, o povo não estava tão unido (e talvez sem motivos muito aparentes). Já teve italiano usando durex nos olhos pra ser koreano, mas, mesmo com certa polêmica na época, deixaram passar. Agora, uma novela com nome de "Sol Nascente" (que já indica que está falando sobre POVO JAPONÊS, já que o Japão é a terra do Sol Nascente), aonde um jovem japonês da imigração, quando fica velho, fica com olhos menos puxados e vira italiano, foi a gota d'água: fiz um vídeo reclamando sobre, algumas pessoas me apoiaram, ouras criticaram, e, vi nascer o Coletivo ORIENTE-SE, de atores, atrizes, artistas nipo-brasileiros em geral, e simpatizantes, em prol da luta para que asiáticos sejam reconhecidos como artistas.


Japonês não é obrigado a falar travado, a ser alívio cômico, a ser pasteleiro em novela, etc. Somos humanos, somos artistas, somos pensantes. Não estamos pedindo esmola, estamos reivindicando nosso lugar de direito: o reconhecimento!

No caso da Globo, com Sol Nascente, inicialmente, colocariam Ken Kaneko no papel principal (merecidamente, após décadas fazendo trabalhos para a Globo com coadjuvante em vários trabalhos, sempre mostrando muito talento). De repente, ele é "japonês demais para fazer um imigrante japonês", e substituem por Luiz Melo (um bom ator, mas, não japonês, e sim italiano com traços indígenas de sangue). Daí, com a polêmica rolando solta, a equipe da própria Rede Globo vai soltando declarações cada vez mais racistas e contraditórias, dentre elas, que 'não encontraram nenhum ator japonês", e depois que houve reclamação sobre isso, com amostra de mais de 50 mil atores e atrizes japoneses BONS, mudou-se a desculpa para "não haviam atores japoneses no primeiro escalão do elenco da Globo", e quando uma das maiores autoridades, o Bunkyo, resolveu oferecer, gratuitamente, assessoria para não haver erros sobre a cultura japonesa no roteiro, a equipe da Globo responde publicamente "a novela não é sobre o Japão".


Não à toa, nos primeiros episódios da novela, já houve mais polêmica, como usar Hashis no cabelo (Hashi é pra comer; no cabelo, é OUTRO item. Mas, eles não aceitaram a ajuda do Bunkyo para reconhecer o que é certo e errado), italianos atuando como italianos e como japoneses, ao invés de haver italianos e japoneses contracenando juntos. Apenas poucos japoneses fizeram papéis de coadjuvantes, como de costume, com aquele ar de "nós estamos fazendo MUITO em deixar vocês aparecerem em nossas produções, fiquem felizes com isso". Era quase como Mighty Number 9, aonde a expectativa era enorme, e no lançamento, povo odiou, mesmo não sendo "ruim", por não chegar nem perto das expectativas, e seu produtor dizendo "melhor isso do que nada".

Por melhor que seja um ator, isso não muda o fato dele estar compactuando com um crime. É bem mais fácil um italiano e um português trocarem de lguar, pois as diferenças são mais na linguagem do que em aparência, do que um negro e um japonês serem trocados por italianos. Blackface é crime de racismo, Yellowface também é!


Quando o caso é "Universo Marvel", como existe um "Multiverso", em que um mesmo personagem tem trocentas versões diferentes, inclusive um personagem loiro num universo, é negro em outro, ruivo em outro, etc, aí, até tem certa questão de ser plausível usar "um universo específico" para uma 'desculpa", pois já haviam mesmo, e não houve mudança no mesmo universo, como fazem o Blakface e Yellowface. Nick Fury, no primeiro universo, era branco e de cabelos grisalhos, mas, no universo Ultimate, ele é negro e careca (e o universo cinematográfico escolhido fora justamente o Ultimate, logo, neste caso, Samuel L Jackson como Nick Fury, combinou). Caso estivessem fazendo os filmes no universo inicial, David Hasselhoff seria o mais indicado (ele fez Nick Fury na década de 90). Agora, pegar uma história baseada numa lenda, que é algo histórico,e  modificar a bel prazer, não apenas fica estranho, como também pode afetar até mesmo aos mais leigos.

Vamos à um exemplo curioso: "Os três mosqueteiros". Originalmente, eram 3 mosqueteiros e o Dartagnan, que é um aprendiz de mosqueteiro que perdeu a carta de recomendação. Houve um filme em que, além de os 3 mosqueteiros (que eram 4, contando o aprendiz Dartagnan), virarem 5, ainda encaixaram elementos que erram na época, de forma feia e nítida: zeppelin (mil anos antes de sua criação), armas de fogos (com alguns centenários anos de diferença), dentre várias outras discrepâncias. Para algo 'de época", e que era bem estruturado de uma forma que mostrasse como as coisas eram na época, foi esquisito colocarem a belíssima e talentosa atriz como principal, numa história aonde a personagem não existia, e foi criada somente para aquela versão.

Algumas questões que a galera está indagando na internet:

"Personagem é índio? contratem um loiro,q eu dá na mesma.
Constantine é loiro? Chama o libanês branquelo que parece japonês de cabelo preto, que serve.
Pablo Escobar? Ah, pode ser brasileiro.
James Bond é um britânico branco? Ah, coloquemos ele negro, só "pela cota".
Vilão mais alto dos X-Men? Vamos contratar um anão para fazer ele.
Flash é ruivo? Chama um magrelo de cabelo preto que ninguém conehce, que dá na mesma.
Rei do Crime é o mais branco de todos? Bota um negro, que é igual.
Pai japonês da novela? Bota logo um italiano, que é do primeiro escalão mesmo.
Personagem é negro? Bota um chinês de cara com graxa, que dá na mesma."

(representações indagadas por várias pessoas na internet, em relação às trocas de etnia de personagens, na maioria das vezes sem motivo aparente, não expressam a nossa opinião, mas, estamos de acordo com grande parte, como sendo o que acontece mesmo por trás das câmeras).


Logo logo, vão colocar um indiano pra interpretar um russo em alguma novela,e  achar que dá na mesma.

No caso do filme de Mulan, se alguém assistir à série 'Marco Polo", verão muitos asiáticos, bons na atuação, que poderiam servir no filme da Mulan. Mas,como muitos apontaram: "Ninguém melhor que os asiáticos para representar fielmente a cultura oriental nas telas". Dado exemplo, Samurai X (Rurouni Kenshin), que nos filmes, representou fielmente a idéia que os personagens passariam.

Não importa a sua etnia, cor, sexo, olho, cabelo. Se você se esforça, se tem talento, MERECE ser reconhecido. E a nossa luta é por estes direitos à todos! Separar "qualidade" por etnias é incoerente. O estilo de atuação de um país pro outro pode ser diferente, mas, não faz com que um grupo de pessoas desmereça, ao estar em outro país. Atores e atrizes nipônicos nascidos no Brasil tem sim talento, então, fiquem de olho, e prestigiem peças de teatro, filmes no cinema, seriados na Tv e webséries, e até bandas de descendentes asiáticos nascidos no Brasil. Garanto que muita coisa irá lhe agradar.

domingo, 22 de abril de 2012

Shamisen - o instrumento


 
O Shamisen é um instrumento de cordas japonês, que surgiu por volta do século XV.

Existem 2 tipos de Shamisen, o do Japão, e o "Uuchina nu Sanshin" ou simplesmente "Sanshin", ambos de 3 cordas:

 á esquerda, Sanshin (Okinawa) e á direita o Shamisen (Japão)

No caso do Shamisen do Japão, existem 3 tamanhos (pesos diferentes mesmo), e o que eu possuo é o menor, por escolha própria.

 Shamisens em 3 tamanhos

Sobre o instrumento e afinação (originalmente publicado em: http://andrekhorie.wordpress.com/2009/10/14/basico-do-shamisen/ ):

O shamisen e seus acessórios
Além do shamisen, você vai precisar de uma série de outros acessórios para ele:
  • Bachi (撥): A palheta com a qual você toca as cordas (parece uma espátula de marfim);
  • Hiza-ate (膝あて): Um tapetinho de plástico que você coloca em sua coxa para que o shamisen não escorregue dela quando você estiver tocando. Também conhecido como hiza-gum (膝ゴム);
  • Yubi-kake ou yubi-suri (指かけ): Um pedaço de pano que ajuda você a deslizar seu dedo pelo braço do shamisen;
  • Choushibue (調子笛): O afinador;
  • As cordas, sendo a primeira (一の糸 ou ichi-no-ito) a mais grossa e a última (三の糸 ou san-no-ito) a mais fina;
  • Tsuyabukin (つや布巾): Paninho para limpar seu shamisen depois do uso.
A afinação
A afinação é um dos pontos mais interessantes do shamisen, e algo que causa um tremendo ponto de interrogação em quem está acostumado com instrumentos ocidentais como o violão.
Como o shamisen foi feito para cantar junto, e as pessoas têm alcances diferentes, no shamisen é possível você afinal de acordo com a nota que a pessoa consegue cantar. A afinação mais usada é a Honchoushi (本調子) com a primeira corda em Dó, ou seja, as afinações ficam em C-F-C. Mas se a pessoa tiver voz mais aguda, ela pode afinar D-G-D, por exemplo.
Além do Honchoushi, existem outros esquemas de afinal que são auto-explicativos caso você entenda os kanjis. Por exemplo, o ni-agari (二上がり) significa que a segunda corda deve ser aumentada em um tom, e o san-sagari (三下がり) indica que a terceira deve ser diminuída em um tom.
Partitura
Existem claro tipos de partitura para shamisen:
  • A primeira é igual à ocidental, mas aí você perde a flexibilidade de afinar o shamisen em qualquer tom, uma vez que ela diz a nota que você tem que tocar e não a posição;
  • A segunda é parecido ao kunkunshi (工工四) do sanshin, no qual ele diz a posição que você deve colocar o seu dedo – só que em kanji;
  • A terceira é similar à anterior, com a diferença que ao invés de kanjis temos números (essa é que a Fujimoto-kai usa);
  • A quarta e última é a chamada “kuchi-jamisen” (口三味線). Quem sabe ler os kanjis sabe o que espera. Basicamente, a partitura é o sensei cantar a música e você se virar para decorá-la.
Duas técnicas básicas
A primeira delas é chamada de “sukui” (すくい) e é quando você toca com seu bachi fazendo o movimento para cima. Ela é indica com um “ス” na partitura. A outra é a “hajiku” (弾く), indicada com um “ハ”, que é quando você toca a corda com algum dedo da mão esquerda (supondo que você segure o bachi com o direita).

A partitura específica do Shamisen, no caso a "segunda" da lista de partituras aqui mencionada acima, tenho de exemplo uma que eu adoro cantar, e toco a parte do violão, "Shimanchuu nu Takara" da banda BEGIN, de Okinawa!

Clique na imagem para vê-la maior!

Admito, tenho uma SUPER dificuldade com partituras, mas, é bem por aí que pra mim, de verdade, a última opção (o cara canta e a gente se vira pra tocar) é mais viável! heheh

A primeira música que aprendi, quando fiz aulas com Kaito-sensei, foi Soran Bushi, a qual abaixo lhes disponibilizo a letra:

Soran Bushi

(Ha-yoisho)

Yaren soran soran

Soran soran soran
(hai, hai)

1.    Nishin kitakato kamome ni toeba

Watasha tatsutori
Namini kike tyoi

Yassaen-yaa-sa-ano dokoisho

(ha- dokoisho, dokoisho)


(hayoisho)


Yaren soran soran

Soran soran soran
(hai, hai)

2.    Koyo itiawa donsuno makura

Asuwa defuneno namimakura tyoi

Yassaen-ya-sa-ano dokoisho

(ha- dokoisho, dokoisho)


(hayoisho)


Yaren soran soran

Soran soran soran
(hai, hai)

3.    Otoko dokyonara goshakuno karada

Donto noridasse namino uetyoi

Yassaen-ya-sa-ano dokoisho

(ha- dokoisho, dokoisho)
Bom,  em breve, estarei falando um pouco mais sobre o instrumento, sua história, e sobre outros instrumentos peculiares japoneses, como este, e até sobre o Shakuhachi!

YATTA!

bye-Q!

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Informações sobre a promoção das ‘10 mil viagens grátis’






O Ministério da Infraestrutura, Transporte e Turismo do Japão, pelo site da Agência do Turismo do Japão, divulgou nota esclarecendo a promoção em que o governo japonês daria 10 mil passagens aéreas para estrangeiros que quisessem viajar ao país.

Segundo a nota, a ação não está definida, pois ainda depende de aprovação de orçamento por parte do governo.

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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

「PV」YUI lança “Lock On”




A cantora YUI está se preparando para o lançamento do seu novo álbum de 13 faixas, “HOW CRAZY YOUR LOVE”, em 02 de novembro.

A quarta faixa, “Lock On” será o tema do novo dorama da TBS, “Kaito Royale”, estrelado por estrelado por Tori Matsuzaka .

Assista o PV

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

X Japan - JADE


X Japan! Sempre  em ritmo de festa!

Sim, em breve, acredito que estarão lançando CDs oficiais NO BRASIl, se certas fontes estiverem corretas, e são confiáveis. Infelizmente, o que minhas fontes me passaram é que ainda não é oficial, mas, parece que vai ter mesmo lançado o DVD da turnê que pasosu aqui pelo Brasil, á venda NO BRASIL, ao invés de termos de importar o DVD! E todos esperamos que lancem mesmo, afinal, X Japan fez história no mundo todo!

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Concurso de Cosplay Sumaré na Feira do Estudante - Expo CIEE



Concurso de Cosplay Sumaré na Feira do Estudante - Expo CIEE

Sábado as 16:30 no Palco Principal!

Venha desfilar com o seu Cosplay na Feira do Estudante e concorra a mais de R$ 1000 em prêmios oferecidos pela faculdade Sumaré!

Faça seu cadastro para entrar na feira, pelo site: http://www.ciee.org.br/portal/hotsites/feiradoestudante11/estudantes/verifica_cadastro.asp (GRATUITO!)

Se inscreva no estande da Faculdade Sumaré até as 15:40 e se apresente no palco do evento as 16:00 para a formação da fila do desfile.

Premiação:

1º Colocado - R$500,00 em Prêmio

2º Colocado - R$300,00 em Prêmio

3º Colocado - R$200,00 em Prêmio

Não Fique de Fora Dessa!
Ná Sumaré Só Não Estuda Quem Não Quer!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Vii Zedek grava video em homenagem ao Japão!


Nossa querida Vii Zedek gravou uma mensagem ao povo do Japão que está sofrendo com estes "acidentes", como os terremotos e tsunamis, afinal, é o país que ela mais ama e curte! Abaixo, o vídeo com a mensagem dela, falado em japonês!



Let's pray for JAPAN, a better place than any other to be!

YATTA!

bye-Q!

segunda-feira, 14 de março de 2011

EStados Unidos causa terremotos e tsunamis no Japão!


Não faltasm evidências, motivos e tecnologia para tanto...



Até quando vamos aguentar que os Norte-Americanos mandem na gente, e utilizem armas de destruição em massa para seus interesses em petróleo, dinheiro, dentre outras coisas?

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Assim é que se toca uma guitarra!!!!!!!



E depois dizem que o Japão não é tão bom assim!

CARA, OLHA ISSO! TEM COISA MELHOR? TÔ APAIXONADO!



Confiem em mim, o que mais tem lá é mulher LINDA E LOUCA! E é isso que vale a pena! hahahah

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Teoria de Ash em coma, em Pokemon



Já imaginou se em Pokémon, todo aquele mundo habitado por diversos Pokémons fosse apenas um mundo criado por Ash tentando sair de seu estado de coma que teria acontecido em consequência do acidente de bicicleta no primeiro episódio do anime? Por de trás de toda a história de Pokémon, o criador da teoria propôs uma visão mais madura do que realmente poderia ser esse mundo supostamente criado pelo subconsciente de Ash, a relação de cada personagem com a personalidade dele, o porque de Ash nunca ter crescido anos após sair de casa para sua jornada, e porque ele ainda não se tornou um mestre Pokémon. O autor desconhecido nos força a entender um pouco de filosofia e nos faz olhar Pokémon como um anime mais dramático do que esperado e bem misterioso. É claro que a teoria não tem relação nenhuma com a história original, pois é apenas uma suposição de todos os fatos proposta pelo autor da teoria. Enfim, vale muito a pena ler. Se você é fã incondicional de Pokémon e não quer ter sua infância destruida em função da teoria, PARE DE LER AQUI.

O texto foi retirado do fórum UOL Jogos do post Ash Ketchum o personagem mais loser de todos os tempos?
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O acidente com a bicicleta (no primeiro episódio do anime) colocou Ash em coma. Dias mais tarde ele foi encontrado e foi levado as pressas ao hospital e tratado com fortes remédios, o que explica porque a Equipe Rocket tornou-se menos perigosa. Os remédios fizeram efeito e estabilizaram o seu coma, tornando os sonhos, antes assustadores, agora agradáveis, permitindo a ele viver as suas fantasias de mestre Pokémon.

Após os primeiros episódios, a série é o resultado do subconsciente de Ash realizando seus desejos, alem de tentar escapar da realidade. Se Ash perceber que está em coma, ele iria acordar, mas sofreria dano cerebral, portanto ele tem de derrubar todas as suas barreiras mentais uma por uma ate que ele possa entender a si mesmo e escapar do coma (já que sua mente não vai deixá-lo escapar ate que ele aceite a si mesmo).

Mais evidencias vem do fato de que apesar das suas jornadas levarem-no a vastas distancias, ele nunca anda de bicicleta por ter desenvolvido uma fobia.

O coma e a fantasia também explicam porque ele não muda muito fisicamente. Também explica o socialismo mundial, pois ele imaginou um sistema de governo seguro que iria operar suavemente e manter o mundo 'girando', permitindo que as suas aventuras ocorram do jeito que ocorrem. Também explica como uma criança pode sair sozinha em um mudo cheio de perigosos e selvagens animais, e porque toda cidade tem a mesma policial e todo centro Pokémon tem a mesma enfermeira. Joy e Jenny ele conhecia de sua cidade, e elas agem como uma rede de segurança ou âncora, permitindo a ele se sentir seguro não importa onde ele vá. Joy e Jenny representam estabilidade. Os professores representam os ideais de Ash, e é por isso que Gary vira um professor. A fantasia também explica porque toda vez que ele entra uma nova região, praticamente ninguém ouviu falar dele, apesar de suas conquistas. Como poderia Paul, o rival da região de Sinnoh, não conhecer alguém que ficou pelo menos entre os 16 primeiros nas 3 ligas e aniquilou a Liga Laranja e a Batalha da Fronteira?

Continuando para os personagens próximos a ele, os parceiros de viagem de Ash são os aspectos de si que ele aprecia, mas não gosta de associar a si. Brock é a sexualidade reprimida de Ash. Ash entrou em coma ainda virgem e precisava de uma válvula de escape para suas crescentes frustrações sexuais; como ele nunca experimentou o sexo, Brock nunca deve conseguir também. Mas Brock não é só a projeção da sexualidade de Ash, ele também é uma projeção dos instintos paternais de Ash. Brock deixa seus irmãos para sair em uma jornada com Ash porque Ash não consegue lidar com tanta responsabilidade na sua idade. A permanência de Brock com a professora Ivy foi uma tentativa de suprimir sua sexualidade. Você pode perceber que James teve muito mais diálogos durante essa parte da série, alem de ser muito mais sensível e emocional com seus Pokémon e revelando a maioria de seu passado. Ash não gostou muito disso, portanto Brock retorna horrorizado e recusa a falar sobre o assunto (o subconsciente de Ash estava reprimindo ele durante aquele tempo, então ao invés de um sentimento de medo, ele não sabe o que aconteceu). Mais evidencia de que Brock é a sexualidade de Ash é que ele retorna a série sempre que Ash descobre um novo aspecto feminino de si mesmo.

Misty é o primeiro desses aspectos que encontramos. Como ela é a primeira e porque ele é apenas um aspecto de Ash são explicações para o porque de Misty ser tão presente na série mas é, no fim das contas, inalcançável (porque ele praticamente não conhecia ela antes do coma). Como Misty é o seu primeiro interesse amoroso, mesmo que subconscientemente, ele precisava que ela crescesse mais. Ele achava que pessoas só poderiam haver relacionamentos após ficarem adultos. Na pratica, porem, ele descobre que não consegue lidar com isso (por não ter experiência no mundo real) e quer a Misty agressiva e arrogante que ele conheceu, portanto não deixando ela ficar com o Togepi. É notável nessa parte da história um abuso constante para com a sua sexualidade (Brock), e o eventual amansamento até que ela acaba ficando por trás dos panos. Como Ash era muito apegado a ela, isso foi traumatizante e após essa experiência, todos ao seu redor que ameace ficar mais maduro rapidamente acaba saindo e dando lugar a um substituto mais inocente.

Gary Carvalho é o que Ash deseja ser. Gary queria ser o melhor, conseguiu isso, e depois retornou a uma vida normal. Ash precisa que alguém seja bem sucedido em seu mundo ou então ele não poderá validá-lo e ele começará a questionar porque ele está onde está. É uma armadilha do subconsciente para evitar que ele fique ciente de sua situação. Sua mente deve ter concluído que o descobrimento do coma por Ash imediatamente o tiraria dele, causando dano cerebral, então ele pegou algo que Ash já gostava e com ele construiu um caminho seguro que o levaria para fora do coma. Porém, Ash é muito complacente para manter-se de pé e lutar para sair da sua situação, e, portanto, não pode escapar. Por isso ele continua encontrando Pokémons lendários. É a forma que a mente usa para mostrar a ele que ele pode fazer grandes coisas se ele tentar, e é uma forma de encorajá-lo a seguir adiante.

A Equipe Rocket são as qualidades de si mesmo que Ash acha ser negativas mas está vindo a aceitar. Jesse e James querem agradar Giovanni, o pai de Ash, e Jessie engana o submisso James em executar seus planos para conseguir isso. Meowth (Nota: a p***** do gato lá que fala, pra quem não sabe. Vulgo miau) especialmente quer agradar a ele porque ele lembra dos bons tempos com Giovanni. Isso coloca Meowth em uma categoria conhecida como a inocência (corrompida) de Ash. Isso é aparente porque Meowth pode falar. Na verdade, a motivo de Meowth poder falar é para que Ash possa eventualmente aceitar os aspectos da Equipe Rocket como partes de si mesmo.

Ash tem problemas com seu pai, então ele o colocou na liderança da organização do mal e o satanizou. Pode até haver uma Equipe Rocket (no mundo real) mas dificilmente o pai de Ash é o líder deles. Ash provavelmente acredita que a separação entre seus pais foi parcialmente culpa sua, mas também culpa parcialmente seu pai. A separação fez sua mãe sair da cidade e ir para Pallet e é a razão inicial para Ash sair em sua jornada: escapar do caos da sua casa. Mas toda a Equipe Rocket, incluindo Butch e Cassidy, simbolizam sua incapacidade de escapar das armações de seu pai.

James é a homossexualidade implícita (o que necessariamente não torna Ash homossexual) e ingenuidade, e Jesse é a vaidade e manipulação. Como Meowth tem potencial para se curar, e não quer ser do mal, isso novamente encaixa na teoria das personalidades conflitantes e odio próprio. A Equipe Rocket se traveste (Nota: não no sentido de serem travestis, mas sempre nos planos deles quando eles usam disfarces, James se veste de mulher, e a Jesse se veste de homem) porque Ash está explorando sua sexualidade (uma faceta diferente da que Brock representa) e isso é um método que permite seu lado gay/vaidoso experimentar livremente. Quando ele percebeu que isso (travestismo) não era algo para ele, o seu lado livre parava de experimentar com isso.

Max veio com May. Ele representou o Ego e ela representou o Id com grandes ambições naquela sessão. (Nota: da uma googlada que você entende do que se trata. Só Freud explica, literalmente) Eles trabalharam durante um tempo, mas como Ash é um adolescente, sua sexualidade tinha que retornar. Ele continuou a se reinventar e eventualmente escreveu novos aspectos de si, mas sua mente lentamente trouxe os velhos de volta como um suporte para tornar a transição mais fácil.

Dawn é Ash dando a si mesmo uma chance para amar. Como ele já estabeleceu Misty como alguém que ele não vai a lugar nenhum, ele criou uma nova garota, uma que era mais parecida com ele, e menos violenta. Você pode notar que enquanto May e Misty não toleravam Brock, Dawn parece ignorá-lo.

Tracey, o criador, era um futuro possível para Ash que ele descartou. Esse futuro era um em que ele saia para trabalhar com o professor (a visão de Ash de um pai perfeito) quanto Tracey corrompeu a dinâmica que Ash tinha com suas outras possibilidades. Com a mente de Ash lutando contra o coma e Ash vendo essa pessoa como um companheiro, Tracey foi rapidamente substituído por um rival mais ameaçador.

Pikachu representa a humanidade de Ash, por isso que há os episódios em que eles se separam e Ash quer desesperadamente encontrá-lo, ao ponto de trabalhar junto com a Equipe Rocket (aspectos de si que ele normalmente não se associaria). A Equipe Rocket quer roubar o Pikachu e dá-lo a Giovanni. Jesse e James vão sempre se opor a Ash porque o mero pensar de que sua humanidade está nas mãos de seu pai assusta Ash. Porem, essa é a mesma razão que faz com que ele trabalhe com essas partes de si para evitar que sua humanidade seja perdida. Ash não conseguiu evoluir Pikachu porque isso significaria desafiar o conceito de quem ele era, o que o deixaria inconfortável enquanto ele ainda enfrenta seus problemas iniciais.

O narrador é a manas superior de Ash (Nota: um conceito da teosofia. Google explica), recapitulando e explicando o progresso que ele fez e o que ele vai encarar pela frente, permitindo a si mesmo observações sobre qual a melhor forma de o acordar.

Os métodos da Equipe Rocket gradativamente ficam mais e mais engraçados/absurdos porque Ash é apenas uma criança imaginando essas coisas. Por isso todo mundo acredita nos disfarces da Equipe Rocket. Ele sabe que são eles (pelo menos no subconsciente), mas escolhe ignorar isso para que ele possa melhorar a si mesmo. De certa forma, o Ash que quer escapar está sabotando o Ash que quer ficar perdido em sua mente para que possa haver mais conflito, e possivelmente a eventual fuga. A fuga sendo conseqüência de finalmente aceitar quem ele é, pois, como mencionado anteriormente, a Equipe Rocket é a forma de Ash lidar com aspectos que ele se sente desconfortável de lidar sozinho.

Você pode lembrar que no início da seria existiam animais e referencias a animais. Por exemplo, o peixe no aquário do ginásio de Cerulean, ou que a Pokedex descreve Pikachu como similar a um rato. Esses animais não importam para a psique de Ash e portanto não vem muito a tona. Se Ash adorasse cachorros, tudo seria sobre diferentes raças de cães, e torneios de luta entre cães, mas enquanto a serie prossegue, você vê menos animais e mais Pokémons. Isso pode ser um sinal de que a mente de Ash está se deteriorando. Como ele está em coma, ele está esquecendo de alguns animais e máquinas e os substituindo por Pokémons. Isso pode explicar coisas como Pokémons elétricos funcionando como geradores de energia; esses são sinais de que a sua memória do mundo real está escapando cada vez mais conforme o tempo passa. O reino dos Pokémons será idealizado continuamente já que ele não tem estímulos do mundo real. A mente de Ash pode ou não estar deteriorando, mas ele está ficando cada vez mais acostumado as regras do seu mundo de mentira. Os Pokémons são as racionalizações para o funcionamento de sua fantasia. É a síndrome foi um mago quem fez. Se ele não sabe como que algo funciona, suam mente diz Pokémon.

Os Pokémons na equipe de Ash, porem, servem para mostrar os problemas e aspectos de si. Por exemplo, Charmander representa o seu ímpeto sexual (não sua sexualidade, como Brock). Inicialmente é uma coisa fácil de controlar, mas eventualmente se transforma em um inferno de chamas de desobediência pois Ash não entende sua sexualidade e portanto não tem como aliviar ela ou mantê-la em níveis normais. Bulbasaur (Nota: Bulbassauro) era sua recusa em mudar, refletida em quando ele decide não evoluir e quase ficou para trás ao menos que Ash batalhasse contra ele. Squirtle era sua vontade de seguir os outros, evidenciado pela gangue que ele andava, apesar de ele ser o chefe da gangue, eles eram vistos como um grupo, e o subconsciente de Ash apenas lhe deu o mais forte. Butterfree era sua esmagadora solidão, o que ele conseguiu resolver quando ele soltou o Pokémon para se juntar a um bando. Os seus Pokémons tipo Voador são sua imprudência, sempre disposto a sacrificar algo sem aviso para vencer. Quando Ash está trocando Pokémons, é uma tentativa de empurrar seus próprios problemas para outra pessoa; porem, ele percebe isso e normalmente troca de volta rapidamente.

Não só os Pokémons de Ash são manifestações de diferentes partes de si mesmo, os Pokémons de outros treinadores são também. Koffing e Ekans simbolizavam a vontade da Equipe Rocket de mudar, por isso eles evoluem. Quando a sua mente pode superar essa barreira e permitir a eles mudar uma vez, isso deu a ele a chance de realmente mudar.

Uma nota interessante é que Pupitar é uma racionalização: um Pokémon que um rival pegou antes de encontrar ele. Até Ash acharia estranho se todo mundo que ele encontrasse não tivesse nada dos lugares que essa pessoa visitou antes.

Outros treinadores são formas mais diretas dos seus problemas; são os que ele tem que ou aceitar ou simplesmente suprimir. Lideres de Ginásio são aspectos mais primários de sua personalidade, com cada Pokémon sendo mais forte que o ultimo, para mostrar um nível de habilidade que ele pode ter caso ele se dedique. Na verdade, ele está batalhando com uma parte dele que ele não gostaria de ter sob controle. Originalmente, Ash tinha as batalhas, que evoluíram em batalhas em equipe e concursos. A explicação para isso é que os problemas de Ash ficaram cada vez mais complexos. O fato que ele usa problemas que ele já dominou para vencer são sinais de que ele está ficando mais forte.

Ash solta seus Pokémons porque sua mente está forçando ele a se livrar deles. Assim que ele treina um time extremamente forte, um torneio chega, e após todas as lutas do torneio ele tem que ir a uma nova terra para novos desafios. Mas com um time extremamente forte, não haverão desafios, e não haverão formas de motivá-lo a ir além, então a parte de Ash que quer ficar em coma e continuar a jornada se livra de seus problemas solucionados ara que ele possa continuar e superar os não solucionados. Isso é essencialmente sua mente forçando ele a resolver seus problemas.

Os rivais de Ash e a Elite dos Quatro são a parte mais forte desse ciclo. Possuindo Pokémons praticamente imbatíveis, eles representam o que pode e o que não pode ser obtido. Os rivais de Ash são todos possíveis futuros que ele imagina para si (perceba que todos eles são mais velhos que ele). Isso iniciou com Gary, alguém que Ash conhecia da vida real e acabou virando quase um deus em sua mente, mas Gary progrediu e mudou para acomodar a visão de Ash de si próprio e seu maior desejo, eventualmente virando um professor após vencer a Elite dos Quatro. Com Gary aposentado, sua mente precisava de um novo rival para ele, daí o nascimento de Richie (a boa parte de sua rivalidade) e Paul.

Paul é a ultima tentativa da mente de Ash de tirá-lo do coma, para forçar Ash a entender que esse mundo perfeito não é a melhor opção ou caminho para acordar. Paul é a sombra de Ash, uma pessoa que quer sempre se esforçar cada vez mais, e a parte dele que vai fazer de tudo para escapar desse mundo do coma.

Mewtwo é uma nova forma de tratamento, feita com impulsos elétricos e uma maquina para tentar fazer Ash acordar, derrubando todas as suas barreiras mentais (os Pokémons do primeiro filme). Na mente de Ash, Mewtwo e seus clones eram (no mundo real) o tratamento para os sentinelas mentais que estavam protegendo Ash e mantendo-o em coma: os Pokémon do seu mundo. Os clones eram a oposição aos problemas que Ash achava ter solucionado, portanto cada um apareceu para Ash como a cópia exata da sua defesa. Os clones não jogavam pelas regras do mundo de Ash, eles não usavam nenhum golpe especial dos Pokémon; eles apenas derrotavam suas contrapartes através de força bruta. O tratamento estava funcionando.

Houveram efeitos colaterais. As descargas elétricas começaram a afetar o sistema nervoso de Ash, e se o tratamento continuasse, ele seria paralisado. Sua mente manifestou isso no mundo imaginário quando Ash foi petrificado. Se não fosse pelo fim do tratamento pela mãe de Ash (que sabia que seu filho não queria viver em um mundo que não poderia explorar), Ash poderia continuar petrificado para sempre. Depois disso, Ash precisava se recuperar dos danos causados pela terapia. Para reduzir o perigo que a consciência de Ash sentia disso, seu subconsciente começou a diminuir o efeito da eletricidade em seu mundo, o que explica porque os ataques elétricos de Pikachu, antes destacados pela sua potência pela Equipe Rocket, não tem mais nenhum efeito em Ash, alem de ser motivo de piadas.

Como podemos ver, Ash pode muito bem ter ficado aprisionado nesse mundo para sempre. Mas como todo sonho, como tudo, existe um início e um fim. Na sala do hospital, vemos Delia, entristecida, falando com um doutor com uma expressão sinistra no rosto. Ele diz que o plano de saúde acabou, e o garoto não teve mudança na atividade cerebral em sete anos. Diz também que o choque do desligamento das máquinas tem uma pequena chance de fazê-lo acordar. Ela concorda, em lágrimas.

De volta ao mundo de Ash, ele finalmente derrotou a Elite dos Quatro, e um por um, as pessoas ao redor dele começaram a desaparecer. Eventualmente, tudo está preto. Pikachu corre até ele, brilhando cada vez mais na escuridão. Finalmente, ele alcança Ash e os dois se abraçam uma ultima vez.

De volta a sala do hospital, seus sinais vitais diminuindo, Ash murmura suas ultimas palavras.

Eu... quero ser... o melhor...

Ele vai morrer, sem nunca realizar o seu sonho, exceto o fracasso em seus sonhos. Quando ele voltou a realidade, ele percebeu toda a mentira que aquilo era, percebeu que era tudo imaginação. Sabendo que seus esforços, ambições e amigos eram nada, ele desistiu.

Enquanto ele fala sua ultima frase, ele abre um pouco seus olhos e vê a silhueta de sua mãe, seu rosto coberto pelas suas mãos que limpam as lágrimas. Eles olham um nos olhos do outro, e uma ultima descoberta lhe vem a tona antes de ele perder toda sua força.

Ele vê que sua mãe sempre teve a esperança de que ele iria recuperar-se todo esse tempo. Ele a vê e percebe que a esperança dela foi quebrada ao perceber que ele viveu mais que seu único filho. Ele morre sabendo que ele é amado, mas isso significa que a pessoa mais próximo e mais real para ele está completamente arrasada.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Meanwhile in Japan...WTF?


矢島美容室 / SAKURA -ハルヲウタワネバダ-






矢島美容室 / メガミノチカラ





domingo, 5 de dezembro de 2010

Cozinhando com um Cachorro


Olá pessoas, aqui mais um post aleatório neste blog! :D'

Antes de mais nada, nenhum cachorro foi maltratado neste post e nem é o que você está pensando! LOL

Você pessoa que curte comida japonesa, mas está curioso pra aprender a cozinhar alguma comida japonesa DEVE entrar no canal Cookingwithdog, onde Francis, o adorável poodle cinza apresenta e narra como cozinhar diversos pratos japoneses.

E a cozinheira posso comprar à nossa Palmirinha, uma fofa e adorável japa, cozinha com jeito de mãe, ah sim, o canal é narrado em inglês, mas fácil de entender quem ao menos sabe um pouco!

Divirtam-se, aprendam e comam! shashuaihshahsu




sábado, 13 de novembro de 2010

Macross Frontier ED single - Diamond Crevasse


Informações :
Título : Macross Frontier ED Single - Diamond Crevasse
Produção : --:--
Data : --:--
Tamanho : 54.78MB
Duração : --:--

Áudio : MP3

Trilhas :
01 - Diamond Crevasse
02 - Iteza Gogo Kyuuji Don't be late
03 - Diamond Crevasse (without Sheryl)
04 - Iteza Gogo Kyuuji Don't be late (without Sheryl)


Links :
Parte Única - MegaUpload

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Parasite Eve - 1997

 Sinopse:
Parasite Eve é um filme adaptado da obra literária japonesa entitulada Parasaitu Ivo (Parasite Eve) escrito por Hideaki Sena. Seguindo o tema: "O pior inimigo mora dentro de nós mesmos", o filme, dirigido por Masayuki Ochiai, conta a história de Toshiaki Nagashima, um biólogo que faz estudos sobre mitocôndrias quando sua mulher morre em um trágico acidente de carro. Toshiaki em um ato desesperado rouba as células vivas do corpo de sua esposa para injetar suas mitocôndrias experimentais e traze-la de volta a vida. Essa nova mitocôndria toma a forma de seu assistente e usa o corpo do biólogo como hospedeiro para uma nova espécie que ameaça tomar o controle sobre a vida na Terra.

Tamanho:720 Mb
Formato:DVDRip
Idioma:Japonês
Legendas:AQUI

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

review - High School of the Dead


Zumbis por todos os lados, e você ainda querendo reconquistar a garota que te deixou por um grande amigo seu? Realmente não é uma situação muito bonita, mas, é o começo da história de HIGH SCHOOL OF THE DEAD!

Highschool of The Dead (em japonês: 学園黙示録ハイスクール・オブ・ザ・デッド, Gakuen Mokushiroku?) é uma série em mangá escrita por Satou Daisuke e desenhada por Satou Shouji. Exceto pelo curto mangá de apenas um volume Uma Lenda Para Nós Dóis (em japonês: ふたりぼっち伝説, Futari Bocchi Densetsu?), Shouji é desenhista de doujins hentais do círculo Digital Accel Works.

História

Numa manhã comum tudo acontecia normal como em qualquer outro dia. Do telhado, Komuro Takashi, o personagem principal, observa um estranho acontecimento nos portões do colégio, um homem suspeito está causando confusão. Um dos professores acaba sendo mordido pelo homem suspeito e em meio a gritos de desespero dos outros professores ele se levanta, mas agora ele é um zumbi. Enquanto isso, Takashi corre de volta para dentro do colégio e junto com sua amiga Rei e Hisashi eles decidem fugir do colégio. Mas agora já é tarde demais... Agora o colégio já está infestado de professores e outros colegiais zumbis. Assim começa a história de sobrevivência desses simples colegiais. Durante a história vemos claramente toques ecchi, obviamente à fanservice masculino, são claros tanto no mangá, quanto no anime.

O Mangá

O mangá começou a ser publicado em 2006 na revista japonesa Dragon Age da Kadokawa Shoten. Os capítulos são mensais, atualmente já possui 5 volumes encadernados que contam com os capítulos 1 a 26...

O Anime

No dia 02/02/2010, foi anunciado a animação de High School of the Dead pela Madhouse e após alguns atrasos acabou sendo licenciado pela Sentai Filmworks. O lançamento foi previsto para o dia 05/07/2010 e já estreiou com o primeiro episódio, entitulado Primavera dos Mortos. A música de abertura será interpretada por Kishida Kyoudan & The Rockets Akeboshi intitulado "HighSchool of the Dead", e a de encerramento ficou por conta de Kurosaki Maom, intitulado "Kimi to Taiyou ga Shinda Hi". No final do primeiro episódio, uma das faixas musicais é intencionalmente semelhante a "In a Heartbeat", do filme O Extermínio (28 Days Later), composta por John Murphy.

Personagens


Lista de personagens relevantes ao enredo.
  • Komuro Takashi
Personagem principal, apaixonado pela Rei desde pequeno, mas nunca contou sobre seus sentimentos a ela. Atualmente, dá-se a entender que ele goste da Saeko.
  • Miyamoto Rei
Garota que namorava Igou até sua morte, é amiga de infancia de Komuro e mais recentemente mostra sentimentos fortes em relação á ele, não gosta muito de usar armas de fogo preferindo armas brancas.
  • Igou Hisashi
Namorado da Rei, inteligente e atlético, faixa preta de caratê. Enquanto ele, Takashi e Rei decidiam o que fazer foram atacados por um dos professores e ele acabou levando uma mordida no braço, como foi uma mordida leve ele ainda ficou vivo por mais um tempo, mas acabou morrendo e virando um zumbi enquanto estavam no telhado. Morto
  • Marikawa Shizuka
Enfermeira da Escola, é ela quem dirige e cuida de algum ferimento que eles possam vir a sofrer, não usa armas.
  • Busujima Saeko
Garota que parece nutrir sentimentos por Komuro, usa espada muito bem sendo a melhor á lutar com armas brancas dentre todos.
  • Hirano Kouta
Garoto muito inteligente e acima do peso, é um gunji otaku (maníaco por armas), amigo muito próximo de Saya e principal auxilio para Komuro, sempre tentando pensar nas possibilidades, não luta nem usa armas brancas, mas é o melhor atirado e conhecedor de armas do grupo.
  • Takagi Saya
Garota inteligente filho de um politico importante, seus pais se casaram por conveniencia, mas ela não se importa, é muito rica e a mais inteligente do grupo. Possui um ego enorme e é inútil nos primeiros episódios.
  • Shidou
Professor considerado mau por Rei por segurá-la um ano apenas por que seu pai um policial atrapalhava os negocios de sua familia, promove orgias dentro do Onibus escolar que mantém com alguns alunos durante um bom tempo, mas quando todos os aparelhos eletronicos param de funcionar, o onibus perde o controle e bate, depois disso não foi mais mostrado dando á entender que morreu.
  • Alice
Garotinha salva pelo grupo tem cerca de 7 anos e está sempre com um cachorro também salvo por eles ao qual foi dado nome de Zeke, é muito apegada a todos no grupo.

É importante dizer que, nesa onda de filmes de zumbis, não era de se espantar que houvesse algo legal saindo no Japão para os fãs de animações sobre o assunto! O interessante é justamente o fato de ser terror e drama juntos de modo harmônico, com algumas cenas mais puxadas ao estilo ecchi, mas, sempre levando á seriedade o tema, o que nos leva á um título que, até o momento, tem agradado á público e críticos!

Abaixo, os 5 primeiros episódios de 12 que estão confirmados como primeira temporada:


 
YATTA!
bye-Q!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

God's Left Hand, Devil's Right Hand (2006)


 
Sinopse: Conta a História de uma pai que mora com sua filha e trabalha numa farmácia e nas horas vagas desenha livros de terror... Como sua filha gosta muito de livros ele acaba toda noite contando as histórias macabras para ela. No filme também tem um menino chamado Sou, uma criança de seis anos que desenvolve uma espécie de sexto sentido que lhe permite prever em seus sonhos coisas ruins que acontecem. Ele conta com a ajuda de sua irmã, mas no que eles estão se metendo ninguém poderá ajudá-los.

Trailer: Youtube

Dados do Filme:
Título Original: Kami no hidarite akuma no migite
Gênero: Horror
Lançamento: 2006
País de Origem: Japonês
Duração: 94 min
Direção: Shusuke Kaneko

Elenco:
Asuka Shibuya ... Izumi Yamabe
Tsubasa Kobayashi
... So Yamabe
Ai Maeda
... Yoshiko Tani
Momoko Shimizu
... Momo
Saaya
... Ayu
Yoneko Matsukane
... Teacher
Toshie Negishi
... Miwako Tani
Taro Nogi
... Store Clerk

Dados do Arquivo:
Servidores: MegaUpload
Tamanho: 694 MB - 6 de 100 MB, 1 de 94 MB
Formato do arquivo: Rar
Formato do Video: Avi
Idioma do Audio:
Japonês
Legenda: Português
Codec do video: XviD
Codec do audio: MP3
Resolução: 640 x 352
Qualidade do Vídeo:
DvdRip

Links dos Arquivos:
Parte01: MegaUpload
Parte02: MegaUpload
Parte03: MegaUpload
Parte04:
MegaUpload
Parte05: MegaUpload
Parte06: MegaUpload
Parte07: MegaUpload

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Esquadrão Espacial Winspector Completo [MPEG-Rmvb] Dublado



Gênero:Aventura
Duração:20 min
Diretor:Toei Company
Data de Exibição:1991
Tamanho:3,26 Gb
Resolução:640 x 256
Formato:MPEG
Qualidade de Audio:10
Qualidade de Vídeo:10
Codec do Vídeo:RMVB
Codec do Áudio:VBR
Idioma:Português

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Tokkei Winspector é uma série de televisão Japão japonesa produzida pela Toei Company entre 1990 e 1991. Foi exibida no Brasil pela extinta Rede Manchete em meados da década de 90. A série narra as aventuras e missões da Policia de resgate chamada "Esquadrão Especial Winspector", que combate o crime e situações perigosas que a policia normal não conseguem resolver. A equipe é formada por um policial japonês chamado Liuma Ogawa e dois assistentes robôs (Biker e Highter).


História

O progresso científico e tecnológico,da mesma forma que trouxe bem estar e conforto para a humanidade,também permitiu a assassinos,destruidores de meio ambiente e bandidos de toda a espécie meios de cometer suas atrocidades de maneira mais fácil e impune.

Seguindo os ideais de um amigo policial que havia morrido,o Chefe Shunsuke Massaki organiza uma força especial de combate a crimes,como forma de equilibrar as forças do bem e do mal,surgindo assim Winspector.

Composto por Liuma Ogawa(Ryuma Kagawa no original)usando a armadura especial Fire; Biker e Highter(Bikel e Walter no original),magníficos robôs criados pelos cientistas da polícia;a policial campeã olímpica de tiro ao alvo Junko Fugino; Hissae Koyama(a filha do amigo policial que faleceu);o oficial de manutenção Nonoyama e o mini-robozinho Demitaz.

Ao final da série, os integrantes de Winspector são promovidos e vão para a Europa, para fazer parte da Winspector Internacional. Chefe masaki fica no japão e cria uma nova equipe, chamada Solbrain, para continuar combatendo o crime, já que o Japão nao poderia ficar desprotegido.


Curiosidades

* O ator Daigaku Sekine que interpretou o androide R-24 também atuou em outras séries como o também andróide Zampa em Jaspion e apareceu rapidamente no capítulo 25 de Maskman.
* O ator Susumu Kurobe que interpreta o Dr Kuroda também participou como Dr Kuromatsu na série Kamen Rider Black, fazia parte do grupo dos Gorgam. O personagem marcante do ator foi o Hayata da Patrulha Científica no seriado Ultraman. O ator foi entrevistado no final de 2001 pela Revista Henshin número 26.
* O ator Takumi Tsutsui, famoso no Brasil por interpretar Jiraiya, aparece no episódio 20, como um rapaz apaixonado por Hissae e que tenta fazer seu amigo pugilista voltar ao normal.
* O ator Touta Tarumi, famoso no Brasil por interpretar o herói Red Flash na série Flashman, aparece no episódio duplo 31/32, como o cientista psicótico Yuuichi Hirosaki, que perdeu sua filha e busca vingança contra todos os motoqueiros e contra os policiais.
* O ator Aydan Yamanlar, que interpretou Moz, o Terrível, nos episódios 13 e 14, faleceu em 22 de julho de 2008, vítima de câncer.
* Após o fim da série, Liuma, Biker e Highter voltaram a aparecer mais uma vez, no episodio 23 de Solbrain.
* Os robôs Biker e Highter não correm.
* Winspector foi exibido também na Alemanha, em 1992, com dublagem alemã. Foi o único tokusatsu exibido neste país.
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Episodio 1
Episodio 2
Episodio 3
Episodio 4
Episodio 5
Episodio 6
Episodio 7
Episodio 8
Episodio 9
Episodio 10
Episodio 11
Episodio 12
Episodio 13
Episodio 14
Episodio 15
Episodio 16
Episodio 17
Episodio 18
Episodio 19
Episodio 20
Episodio 21
Episodio 22
Episodio 23
Episodio 24
Episodio 25
Episodio 26
Episodio 27
Episodio 28
Episodio 29
Episodio 30
Episodio 31
Episodio 32
Episodio 34
Episodio 35
Episodio 36
Episodio 37
Episodio 38
Episodio 39
Episodio 40
Episodio 41
Episodio 42
Episodio 44
Episodio 45
Episodio 46
Episodio 47
Episodio 48
Episodio 49