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sábado, 9 de maio de 2020

Star Wars: Todos os filmes e séries da franquia do melhor ao pior


Star Wars é uma franquia vasta. Com filmes, séries, jogos, livros, quadrinhos, action figures e tudo o que se tem direito, incluindo linhas temporais diferentes, o universo continua expandindo até hoje.

Iniciado nos anos 70 com Uma Nova Esperança, desde então não parou mais. Com a compra pela Disney, a franquia começou a ser reformulada. Entretanto, com o suposto fim da saga Skywalker, o futuro da franquia está novamente sendo remodelada.

Decidi então listar todos os filmes e séries de Star Wars do melhor ao pior, seguindo as notas do IMDB e do Filmow. Não considerei documentários. No caso de séries, o IMDB considera tudo, já o Filmow apenas por temporada. Decidi colocar a nota da primeira. Os filmes cinematográficos estão destacados. Segue:


IMDB


  • 01. Episódio V - O Império Contra-ataca (1980) - IMDB: 8,7/10
  • 01. The Mandalorian (série) (2019) - IMDB: 8,7/10

  • 02. Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977) - IMDB: 8,6/10

  • 03. Episódio VI – O Retorno de Jedi (1983) - IMDB: 8,3/10

  • 04. The Clone Wars (série) (2008) - IMDB: 8,2/10

  • 05. Rebels (série) (2014) - IMDB: 8,0/10

  • 06. Episódio VII – O Despertar da Força (2015) - IMDB: 7,9/10

  • 07. Rogue One: Uma História Star Wars (2016) - IMDB: 7,8/10

  • 08. Episódio III – A Vingança dos Sith (2005) - IMDB: 7,5/10
  • 08. Lego: Droid Tales (série) (2015) - IMDB: 7,5/10
  • 08. Lego: The Freemaker Adventures (série) (2016) - IMDB: 7,5/10

  • 09. Lego: The Yoda Chronicles (série) (2013) - IMDB: 7,4/10

  • 10. Lego: The Empire Strikes Out (especial) (2012) - IMDB: 7,3/10

  • 11. Clone Wars (série) (2003) - IMDB: 7,2/10
  • 11. Lego: The Padawan Menace (especial) (2011) - IMDB: 7,2/10

  • 12. Episódio VIII - Os Últimos Jedi (2017) - IMDB: 7,0/10

  • 13. Han Solo: Uma História Star Wars (2018) - IMDB: 6,9/10

  • 14. Episódio IX - A Ascensão Skywalker (2019) - IMDB: 6,7/10

  • 15. Lego: All-Stars (série) (2018) - IMDB: 6,6/10

  • 16. Episódio I – A Ameaça Fantasma (1999) - IMDB: 6,5/10
  • 16. Episódio II – Ataque dos Clones (2002) - IMDB: 6,5/10
  • 16. Lego: The Quest for R2-D2 (curta) (2009) - IMDB: 6,5/10

  • 17. Lego: Bombad Bounty (curta) (2010) - IMDB: 6,4/10

  • 18. Blips (série) (2017) - IMDB: 6,3/10

  • 19. Ewoks (série) (1985) - IMDB: 6,1/10
  • 19. Droids - The Adventures of R2-D2 and C-3PO (série) (1985) - IMDB: 6,1/10
  • 19. Lego: Revenge of the Brick (curta) (2005) - IMDB: 6,1/10

  • 20. The Clone Wars (2008) - IMDB: 5,9/10

  • 21. Lego: The Resistance Rises (série) (2016) - IMDB: 5,6/10

  • 22. Caravana da Coragem: Uma Aventura Ewok (1984) - IMDB: 5,5/10
  • 22. Ewoks: A Batalha por Endor (1985) - IMDB: 5,5/10

  • 23. Galaxy of Adventures(série) (2018) - IMDB: 5,1/10

  • 24. Forces of Destiny (série) (2017) - IMDB: 4,9/10
  • 24. Resistance (série) (2018) - IMDB: 4,9/10

  • 25. Roll Out (série) (2019) - IMDB: 4,3/10

  • 26. Especial de Natal (1978) - IMDB: 2,1/10



FILMOW


  • 01. Episódio V - O Império Contra-ataca (1980) - Filmow: 4,5/5

  • 02. The Mandalorian (série) (2019) - Filmow: 4,4/5

  • 03. Episódio IV – Uma Nova Esperança (1977) - Filmow: 4,3/5
  • 03. Episódio VI – O Retorno de Jedi (1983) - Filmow: 4,3/5
  • 03. Episódio VII – O Despertar da Força (2015) - Filmow: 4,3/5

  • 04. Rogue One: Uma História Star Wars (2016) - Filmow: 4,2/5

  • 05. Episódio III – A Vingança dos Sith (2005) - Filmow: 4,1/5
  • 05. Episódio VIII - Os Últimos Jedi (2017) - Filmow: 4,1/5

  • 06. Clone Wars (série) (2003) - Filmow: 4,0/5
  • 06. Lego: The Quest for R2-D2 (curta) (2009) - Filmow: 4,0/5
  • 06. Rebels (série) (2014) - Filmow: 4,0/5

  • 07. The Clone Wars (série) (2008) - Filmow: 3,9/5

  • 08. Lego: The Empire Strikes Out (especial) (2012) - Filmow: 3,8/5
  • 08. Lego: The Freemaker Adventures (série) (2016) - Filmow: 3,8/5

  • 09. Episódio II – Ataque dos Clones (2002) - Filmow: 3,7/5
  • 09. Lego: Bombad Bounty (curta) (2010) - Filmow: 3,7/5
  • 09. Lego: The Padawan Menace (especial) (2011) - Filmow: 3,7/5
  • 09. Lego: The Yoda Chronicles (série) (2013) - Filmow: 3,7/5

  • 10. Episódio I – A Ameaça Fantasma (1999) - Filmow: 3,6/5

  • 11. Ewoks (série) (1985) - Filmow: 3,5/5
  • 11. Lego: The Resistance Rises (série) (2016) - Filmow: 3,5/5
  • 11. Forces of Destiny (série) (2017) - Filmow: 3,5/5
  • 11. Galaxy of Adventures(série) (2018) - Filmow: 3,5/5

  • 12. A Guerra dos Clones (2008) - Filmow: 3,4/5
  • 12. Resistance (série) (2018) - Filmow: 3,4/5

  • 13. Caravana da Coragem: Uma Aventura Ewok (1984) - Filmow: 3,3/5
  • 13. Han Solo: Uma História Star Wars (2018) - Filmow: 3,3/5

  • 14. Ewoks: A Batalha por Endor (1985) - Filmow: 3,2/5
  • 14. Episódio IX - A Ascensão Skywalker (2019) - Filmow: 3,2/5

  • 15. Droids - The Adventures of R2-D2 and C-3PO (série) (1985) - Filmow: 3,1/5

  • 16. Lego: Revenge of the Brick (curta) (2005) - Filmow: 2,8/5
  • 16. Lego: Droid Tales (série) (2015) - Filmow: 2,8/5

  • 17. Especial de Natal (1978) - Filmow: 2,1/5

  • XX. Blips (série) (2017) - Filmow: Sem nota.
  • XX. Lego: All-Stars (série) (2018) - Filmow: Sem nota.
  • XX. Roll Out (série) (2019) - Filmow: Sem nota.


Veja também:

Godzilla: Todos os filmes e séries da franquia do melhor ao pior
Universo Cinematográfico Marvel: A Saga do Infinito do melhor para o pior
Universo de Filmes Animados DC: Os Novos 52 do melhor ao pior

Veja também:

Crítica - Os Últimos Jedi
Crítica - A Ascensão Skywalker
Resenha - Darth Vader: Lorde Negro dos Sith

terça-feira, 24 de dezembro de 2019

[CRÍTICA COM SPOILERS] Star Wars: A Ascensão Skywalker

Atenção: A crítica a seguir contém revelações do enredo e polêmicas para deixar qualquer fã chato revoltado. Siga por conta e risco.


Regado de elementos dos filmes anteriores e até mesmo do antigo futuro ignorado (atualmente Legends), além de muito fan service (o que pra mim não desmerece, afinal, "sou fã, quero service"), Star Wars chega ao seu novo "final" (rs) com um filme... "bom". O mais fraco dessa última trilogia, devo dizer, mas ainda bom. Tem ótimos momentos e um clima de aventura diferente dos anteriores. Assim como os dois anteriores, esse também faz menção ao seu respectivo filme em sua respectiva posição em relação a trilogia original.

Dizem que o maior vilão da franquia não é a Disney, George Lucas, J. J. Abrams ou Rian Johnson, mas sim os fãs. Pois bem. Eu particularmente gostei demais dessa polêmica trilogia ao todo. O Despertar da Força foi sensacional, mesmo sendo uma cópia de Uma Nova Esperança. Para mim, até melhor que seu original (POLÊMICA!) [sem desmerecer nenhum, já aviso, visto que gosto de todos]. Os Últimos Jedi então... Que maravilha de filme! Tem sim seus erros, mas foi inovador, ousado, desafiador. Pegou as teorias e jogou tudo no lixo. Foi além do esperado. Revê-lo o torna melhor ainda.

Eis que chegamos ao esperado fim com A Ascensão Skywalker. Deixando a ousadia de lado e confrontando as mudanças de seu antecessor, Abrams decide abraçar novamente a nostalgia já desenvolvida antes e se aventura por terras seguras, mas sem "novidade". Dessa vez temos uma das tramas mais simples da franquia: Palpatine está de volta para um ataque final. Os rebeldes tem poucas horas para encontrar um meio de chegar ao local e impedir o ataque. Fim.

É uma aventura bem "aventurescas", onde os personagens vão até um local e "reviravoltas" vão levando a outros acontecimentos, um atrás do outro. Os desafios porém parecem possuir soluções simples, vide a cena da resistência sendo sugada pela areia e pronto, encontram nave sith e até uma adaga com a localização do que eles querem. Não que seja algo simplesmente forçado, mas faltou um "algo a mais" para as situações. O roteiro ajuda dos personagens, por assim dizer.

Deixaram a Rey bem mais poderosa nesse longa (convenhamos, ficou ótimo). Seu passado é novamente explorado, dessa vez com uma revelação bombástica: Ela é uma Palpatine. Isso fica na cara na cena do deserto, entretanto, o que de certa forma diminui o impacto quando finalmente confirmam sua linhagem. Mas... Baita plot.

Kylo Ren continua sua busca de ser melhor que Vader (coitado rs), mas ao mesmo tempo indaga suas escolhas. Sei que muitos não curtem o personagem, mas eu vi nele muito potencial, do qual foi satisfatório. O cara matou o pai, tentou matar a mãe, matou seu líder... Ele é sim do mal. Um mimado que quer tudo do jeito dele, mas ainda assim um personagem muito interessante. A personificação dos fãs chatos, posso brincar.

Alguns personagens secundários ainda tem seus momentos, mas senti falta de mais espaço para outros. A Rose foi reduzida de forma tão absurda que parece que se renderam aos haters (na verdade todo o filme parece ter sido aliviado em questão dos haters, mas enfim). Finn deixa indícios de potencial de lado para se tornar apenas um complemento. Poe continua deixando sua marca e abre pontas para derivados.

Há também novos personagens, mas o que mais marca acaba sendo o alívio cômico do filme. Introduzido durante o arco do C3PO, o pequeno Babu Frik se destaca pelo seu estilo humorado. Particularmente me lembrou o Massa Cinzenta do Ben 10 só que engraçado, mas ok.

Depois de Kylo "sair" da jogada, Palpatine se torna o foco dos vilões. E ele volta sinistrão, mesmo ainda dependendo de máquinas, como um clone acabado que necessita de vida. Falando em clones, repararam outros Snokes no local? Muitos detalhes esse filme deixou em aberto, mas que já haviam sido explorados nos quadrinhos. Inclusive Palpatine também voltava no rejeitado futuro de Star Wars, mas quem o enfrentava era Luke Skywalker, que chegou a ir para o lado negro momentaneamente.

O clímax tá sensacional, embora se assemelhe muito a Vingadores: Ultimato. Disney reciclando. Pena que faltou ousadia. Tirando o fato de que nenhuma nave do Império atirou um único lazer destruidor de planetas quando a tropa rebelde chegou, o que pode ser justificado como licença poética (rs) pro ataque posterior do Palpatine, todo o momento se torna visualmente belo e de certa forma empolgante. Uma verdadeira guerra no espaço, dentro e fora das naves, e até mesmo em cima delas, como se transportassem a guerra de Rogue One para as alturas.

O conflito de Rey com Kylo Ren continua sendo o ponto mais interessante do longa. Defendo e ainda reforço para prestarem mais atenção em seus momentos. O auge mesmo foi no filme anterior, mas aqui ainda está ótimo. Nesse, obviamente, temos a conclusão dessa batalha. Depois de boas cenas entre os dois, ambos encontram um temporário fim numa cena interessante. Ao se unirem contra Palpatine, porém, sua conclusão agridoce é completamente duvidosa. Até demais.

Embora já estivesse no ar um possível romance, o filme encerra a saga dos personagens como se fosse fruto de uma fanfic. Diferente de muitos que se contorceram, não vi nada demais no ato, inclusive é até justificável, visto todos os indícios, mas a forma que se desenvolveu é onde está o problema. A cena é terrível e quase estraga toda a grandiosidade construída até aquele momento. O caso lembra certa personagem que enlouqueceu em Game of Thrones, mas que esqueceram de dar mais tempo de tela para o "pré-ato". Para piorar, forçam a ideia das falsas mortes, de fingir que alguém morreu e o personagem reaparecer depois, usada outras vezes durante o longa, como foi o caso do Chewbacca. Quando alguém acaba por morrer mesmo, não há o peso que deveria. Ou seja: A morte de Kylo, foi desnecessária, mal feita e sem o peso que deveria.

A conclusão é outro problema: Rey rejeita sua linhagem Palpatine e se assume Skywalker. Ficou muito bonitinho. Não é isso que as pessoas querem. Se Rey se assumisse Palpatine, seria uma grande ironia, mais do que já foi. Quem imaginaria uma Palpatine jedi? Agora é meu momento fanfic: Se terminasse com Rey e Kylo juntos, formando um casal Skywalker-Palpatine, a ideia de "equilíbrio da Força" seria melhor ainda. De uma forma ou de outra, conseguiram encerrar a saga Skywalker e talvez até mesmo a saga Palpatine. E vale frisar que minha crítica não é por não ser do jeito que eu esperava, mas sim por ser de um jeito que não ficou convincente.

O longa serve como uma despedida para nossa eterna Leia e a atriz Carrie Fisher. Diferente das mortes de Han Solo e de Luke Skywalker, a atriz de Leia Organa realmente faleceu, anos atrás. Chega a ser irônico, visto que os outros dois atores que tiveram seus personagens mortos ainda estão vivos (pelo menos até antes da escrita desta crítica). E que bela homenagem.

A Ascensão Skywalker é o filme que mais explora o lado místico da franquia, algo visto muitas vezes em outras mídias, principalmente nos quadrinhos. Isso acaba tornando a trama "corrida" e deixando muitas pontas rasas. No fim, é apenas mais um bom filme de Star Wars, com tudo que se tem direito, mas "só". Dá pra dizer que, mesmo a desejar, tem certo peso pra encerrar a trilogia da qual faz parte, mas não a franquia. Mas vida que segue. No aguardo de mais filmes Star Wars explorando novas tramas em seus derivados, embora duvide que em menos de duas décadas não tenhamos um Star Wars X.

Quem sabe filmes da Antiga República, solos de personagens que as pessoas realmente querem ver (tipo Mace Windu, sei lá), aventuras solos do Vader no começo de seu reinado (inspirado nas HQs), um do Jar Jar... Parei. Sem zoeira, queria um especial com os Droids (me divirto com eles nas obras envolvendo a prequel) (se teve dos chatíssimos ewoks...). Devo estar esquecendo de mencionar algo, mas se lembrasse não estaria escrevendo isso.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

[RESENHA] Star Wars: Darth Vader: Lorde Negro dos Sith


Quando a Marvel anunciou novas histórias em quadrinhos de Star Wars, ignorando assim tudo o que foi lançado antes em prol da liberdade de novos rumos para a franquia, que retornava aos cinemas com O Despertar da Força (Episódio VII), esperei mais do solo de 2015 de "Star Wars: Darth Vader", passado após Uma Nova Esperança 9Episódio IV). Curiosamente, acabou sendo uma boa surpresa.

A personagem adolescente Doutora Aphra, inserida como um pupilo de Vader, meio que tirava parte daquela seriedade digna de um solo do grande vilão da franquia, além de tornar o título não tão solo assim. Mas, como disse, as coisas foram positivas e tivemos um bom título (com direito a um sensacional crossover com a HQ principal de Star Wars, rendendo o arco "A Queda de Vader"). A HQ conseguiu mostrar vários lados de Vader, desde sua figura cruel até seu lado reflexivo, rendendo momentos marcantes.

A série de 2017, também conhecida pelo subtítulo "Lorde Negro dos Sith" (tradução literal), reiniciou a história e trouxe Vader a todo ódio. Escrito por Charles Soule (Monstro do Pântano, Lanterna Verde, Thunderbolts) e desenhado por Giuseppe Camuncoli (Hellblazer, O Espetacular Homem-Aranha), a trama começa na última cena do vilão em A Vingança dos Sith (Episódio III), onde Vader se lamenta pela morte de sua amada Padmé. No decorrer da história, é possível acompanhar a ascensão do ditador, como ele conseguiu seu sabre, a caça aos jedi sobreviventes da Ordem 66, a relação conflituosa com Palpatine, indícios da Estrela da Morte, entre outras coisas.

Acompanhamos um Vader em busca de respeito e de poder, servindo a seu mestre, o imperador Palpatine, e impondo seu lugar no Império. Vale frisar que ninguém sabe ao certo quem é Darth Vader ainda. O Império não está ciente, então é comum ver soldados se indagando sobre ele, assim como líderes o confrontando. Com seu pouco temperamento e com a ajuda de seu mestre, Vader aos poucos vai conquistando seu espaço. Nesse trajeto, ele toma uma atitude agressiva e ameaçadora, por vezes mortal, a todos que entram em seu caminho. Ora, ele é um vilão e comanda uma ditadura.

A HQ traz algumas revelações e mudanças em relação ao universo antigo de Star Wars, visto a desconsideração dos derivados após os novos filmes. Não sei bem o que pensar, mas são coisas que fazem sentido. Oba, polêmicas. Detalhes aqui e ali que causam um impacto, arrisco a dizer, semelhante ao visto em Os Últimos Jedi (Episódio VIII), só que dessa vez no período clássico da franquia. Sem querer dar detalhes maiores para os que se aventurarem no título, mexem desde questões relacionadas aos sabres até ao próprio Anakin.

Com 25 edições (mais um anual, assim como seu antecessor), o título é dividido em cinco arcos: O Escolhido, A Luz Agonizante, A Regra dos Cinco, Mares Ardentes e Fortaleza Vader (traduções literais). O resultado é uma ótima saga que mostra um capítulo pouco explorado na franquia. Tudo o que eu gostaria de ver no cinema e que não fizeram. Esse e outros títulos aleatórios do Vader, assim como algumas HQs mais antigas, só demonstram o potencial existente entre o período entre A Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança (ora, o filme Rogue One se passa entre). Provas não faltam de que Vader renderia facilmente uma nova trilogia no cinema.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

[CRÍTICA] Star Wars: Os Últimos Jedi

Star Wars: Os Últimos Jedi



Quando a nova trilogia de Star Wars iniciou em 2015, o público ficou dividido entre aqueles que gostaram e aqueles que odiaram, embora a parcela maior seja positiva. Com J. J. Abrams na direção, o mesmo do rival Star Trek, tivemos um recomeço, um retorno ao universo da franquia, com novos e antigos personagens.

No novo Episódio, chamaram Rian Johnson para dirigir, que, dentre seu trabalho, já dirigiu Looper e alguns poucos episódios de Breaking Bad. E foi visível a mudança de estilo no resultado. Com outra pegada, o Episódio VIII foi bem diferente do que o VII foi. Se assemelhando mais a trilogia clássica, ele deu mais espaço a personagens clássicos ao mesmo tempo que inovou a franquia e evoluiu os novos.

Entretanto, assim como O Despertar da Força se espelhou em Uma Nova Esperança, Os Últimos Jedi faz o mesmo em relação a O Império Contra-Ataca, embora também pegue elementos de Uma Nova Esperança. Na época do Despertar tiveram reclamações sobre reciclagem, sendo que nesse de agora nem tanto, o que soa estranho. Por mais que tenha sim novidades surpreendentes, o modelo ainda está ali.

Em relação ao longa, ele presencia muitos altos e poucos baixos. Depois de um ótimo começo, temos uma leve queda, que mantém o clima morno por certo tempo. Posteriormente as coisas começam a melhorar e vão melhorando cada vez mais. Chega num nível surreal com reviravoltas sensacionais.

Com a maioria dos personagens já introduzidos, o longa ganha mais tempo de desenvolver seus conflitos. Enquanto Rey está na ilha com Luke, outras tramas vão ocorrendo, envolvendo antigos e novos personagens. Os Rebeldes estão em falta e a Primeira Ordem reina cada vez mais. Leia tenta manter a ordem entre os rebeldes sobreviventes. Finn busca uma saída. Poe se mostra revoltado. Cada personagem tem seu momento.

O longa trabalha com a questão do bem e do mal e quebra a ideia de que jedi só faz coisa boa e sith só faz coisa ruim. Numa frase do trailer, Luke diz que está na hora dos Jedi acabarem. Pois bem. Ele está amargurado pelo ocorrido com Kylo e quer que aquela religião chegue no fim. É Rey quem tenta trazer juízo a ele. Isso leva a acontecimentos curiosos.

Embora Luke receba grande destaque, são Rey e Kylo os personagens que mais evoluem nessa jornada, com acontecimentos importantes que não só os desenvolvem e fortalecem, como também ditam o que virá pela frente.

Uma das coisas que cheguei a ver algumas reclamações foi do tal do humor. É... tem mesmo do que reclamar? Quando o filme não está sério, ele vira uma comédia, mas nada diferente do que já se viu na franquia. Felizmente não chega a ser nada do nível do Episódio I ou VI. É um humor que funciona em alguns momentos e em outros soa apenas bobo. O equilíbrio é aceitável e não atrapalha as cenas. Enfim.

Com momentos grandiosos, finalmente temos respostas para algumas dúvidas e acontecimentos impactante que trarão mudanças radicais na franquia. Os Último Jedi mais parece o fim de uma geração e o começo de algo novo. E estamos apenas na metade da trilogia. Considerando que a próxima trilogia já confirmada não terá a ver com os Skywalkers, resta esperar um encerramento mais grandioso ainda para toda essa geração que durou décadas. Que venha o último filme! (se bem que ano que vem tem o derivado do Han Solo).

sábado, 11 de novembro de 2017

O que esperar das séries de Star Wars, High School Musical e Monstros S.A.?


A Disney está trabalhando em sua própria plataforma de stream já faz um tempo. O objetivo é competir com o mercado impulsionado pela Netflix e que hoje conta com outras empresas no ramo. A ideia é criar programas, séries e filmes exclusivos, com previsão de lançamento para 2019.

Recentemente, foi revelado que Star Wars ganhará uma nova trilogia com uma história inédita em outro lugar do universo com novos personagens, sem envolver os Skywalker e sua jornada. Logo depois, o presidente da Disney, Robert Iger, confirmou a produção de algumas séries para a futura plataforma da empresa, sendo elas baseadas em Star Wars, High School Musical, Monstros S.A. e Marvel.

Como é possível reparar, todas as empresas que geraram essas obras hoje pertencem a Disney. Star Wars vem da Lucasfilm, High School Musical é próprio do Disney Channel, Monstros S.A. da Pixar e Marvel... é Marvel mesmo.

Mas o que esperar das séries? Deixando Marvel de lado, que pode ser qualquer coisa, ainda mais que várias empresas estão fazendo séries dela, vamos para os outros.


Star Wars

Contando com filmes no cinema e na TV, animações, quadrinhos, livros, brinquedos e tudo o que puder imaginar (tem até um parque vindo aí), Star Wars é uma verdadeira franquia. Iniciado em 1977, até hoje seu universo é altamente explorado e remodelado. Com isso, ideias para uma série se tornam vastas.

Primeiro que podem optar por algo totalmente inédito ou baseado numa obra já existente. Podem explorar desde antes da Antiga República até a Nova. Imagina por exemplo algo focado nos antigos jedi. Algo muito antes dos eventos narrados no Episódio I, na época que os sith deram o golpe pra dominar tudo. Uma adaptação da saga de Ulic Qel-Droma, talvez, que pertenceu aos dois lados da força.

Se quiserem algo mais voltado pro que foi mostrado no cinema, também podem criar um prelúdio, como o início do Conselho Jedi que vemos no Episódio I. Mas se quiserem algo ocorrendo durante a saga cinematográfica, podem se focar no que ocorreu entre os episódios III e IV ou entre os VI e VII.

Aliás, torçam para que não seja isso. Se não for um solo do Vader sobre o início de seu reinado, o que seria demais e que o título atual do personagem nas hqs está fazendo, espero que não fiquem sugando ao máximo cada detalhe do período entre os filmes. O que muitos querem mesmo é a Antiga Repúblico adaptada, visto a vastidão de hqs existentes e o sucesso do jogo, que teve curtas incríveis.

High School Musical

Com o primeiro filme lançado em 2006, fruto de um contrato, a produção para TV logo fez sucesso e ganhou continuações e derivados. Foram no total 8 filmes: a saga principal estadounidense (trilogia + spin-off), os derivados latinos (Argentina, México e Brasil, além de reality show) e o remake chinês.

Embora apenas a trilogia principal tenha feito enorme sucesso, nada impediu de tentarem retomar a franquia, mas não deu certo. Depois de anos sem novidades e com projetos engavetados, um quarto filme foi anunciado com novos personagens. E agora também teremos uma série.

Não há muito segredo aqui. Visto que dificilmente os atores originais retornarão, seja por cachê ou por quererem seguir outros rumos, uma série de TV teria que contar com novos personagens, assim como a ideia do quarto filme, o que talvez afastasse alguns fãs, mas ao mesmo tempo justificando a escolha. Mas o que contar? Novamente, não há muito segredo.

Assim como a trilogia principal explorou, basta inserir os mesmos elementos só que repaginados. A franquia em si é um grande clichê que se repete até hoje, então é válido. Basta seguirem a mesma qualidade ou melhor. Assim, quem quiser buscar um musical pop pra ver relaxado vai se agradar. Podem aproveitar a mesma escola, os mesmos cenários, mas mostrando a década atual.

Se quiserem ousar e sair dos temas bregas tratados nos filmes, podem tratar de assuntos mais atuais, assim como Glee tratou, como preconceitos e afins. Só não podem esquecer o estilo passado pra fazer jus ao nome, então tem que ter músicas aleatórias como num musical mesmo.

Aliás, seria bom evitarem mudar o estilo, visto o que a Nick fez com a série de Escola de Rock, transformando numa comédia adolescente bem diferente do mostrado no filme. Tem que inovar sem esquecer o passado, senão poderia se chamar qualquer outra coisa.

Monstros S.A.

Monstros S.A. foi lançado originalmente em 2001, agradando crítica e público. Embora a Pixar não costume fazer continuações para seus filmes, esse foi um dos que haviam projetos para tal. Acabou que nunca saiu do papel, dando lugar anos mais tarde para um prelúdio que dividiu opiniões.

A ideia da continuação era mostrar os monstros (Mike e Sulley) no mundo dos humanos em busca da Boo. Isso pode ser reaproveitado para a série, embora não creia que farão. Mais provável criarem algo que se passe ou antes ou depois do filme, mostrando o dia a dia dos monstros trabalhando e tendo altas confusões. É o que imagino que será, mas espero estar enganado.


E vocês? O que querem ver nas séries?

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Hasbro traz produtos exclusivos para comemorar 40 anos de Star Wars

Novo filme da saga tem estreia marcada para dezembro

2017 é um ano muito importante para os fãs de Star Wars. Em maio, a saga que impactou a vida de gerações completa 40 anos. Para marcar esta data, a Hasbro traz dois lançamentos da linha Black Series. São action figures bem detalhadas que farão os fãs ficarem ainda mais ansiosos para o lançamento de Star Wars – Os Últimos Jedi, no dia 14 de dezembro.

No decorrer desse ano nostálgico para muitos admiradores da franquia, a marca também terá outras novidades. Fique ligado!


Coleção Star Wars Black Series 6” Edição Comemorativa de 40 Anos – R$ 299,00
Edição comemorativa de aniversário de 40 anos do lançamento de Star Wars: A New Hope. Cenário exclusivo para a coleção de figuras de personagens clássicos dos filmes de Star Wars. Inclui a Figura do Darth Vader e acessórios. Idade 04+

Figura Star Wars Black Series 6” Edição Comemorativa de 40 Anos Sortida – R$ 199,00
Edição comemorativa de aniversário de 40 anos do lançamento de Star Wars: A New Hope. Figuras com tamanho aproximado de 15 cm, extremamente detalhadas; personagens são clássicos dos filmes da antiga trilogia. Embalagem inspirada nos primeiros brinquedos criados na época de estreia da saga. Idade 04+
   

sexta-feira, 31 de março de 2017

Calendário Disney 2017 (cinema e TV)

Gosta da Disney? Marvel? Star Wars? Aqui o calendário com as datas oficiais de 2017 de lançamentos!

CINEMA 2017

FILHOS DE BACH- 20/04
GUARDIÕES DA GALÁXIA VOL.2- 27/04
PIRATAS DO CARIBE: A VINGANÇA DE SALAZAR -25/05
CARROS 3- 13/07
THOR: RAGNAROK- 2/11
STAR WARS THE LAST JEDI- 14/12

DISNEY CHANNEL 2017

Sou Luna – Segunda Temporada- Abril
Mickey Aventura Sobre Rodas- Maio
Juacas- Julho
Descendentes 2- Agosto
Enrolados Outra Vez- Outubro

DISNEY XD 2017

Billy Dilley’s – Estreia- Maio
Guardiões da Galáxia – Segunda Temporada- Maio
Os Vingadores – Quarta Temporada- Junho
Lego Star Wars – The Freemakers Adventures – Segunda Temporada- Setembro

DISNEY JUNIOR 2017

Elena de Avalor- Abril
Princesinha Sofia: Mystic Isles – Nova Temporada- Julho
Puppy Dog Pals- Agosto
A Guarda do Leão – Nova Temporada- Setembro

domingo, 17 de julho de 2016

Novo sizzle de Star Wars Rogue One


Confira o novo sizzle de "Rogue One - Uma História de Star Wars", que estreará nos cinemas brasileiros em 15 de dezembro de 2016.

domingo, 10 de abril de 2016

Darth Vader em Rogue One - Uma História Star Wars???

 

Como todos sabem o próximo "episódio" de Star Wars será lançado em 2017 porém esse ano temos um Spin-off da saga e nada poderia ser melhor se isso mostrasse o passado mais precisamente na era da trilogia clássica e é isso que Rogue One - Uma História Star Wars tem para nos oferecer, a historia do filme se passará antes de "Uma Nova Esperança" durante a construção da Estrela da Morte e o que todos os fãs e admiradores esperamos é a presença do nosso LORD VADER, DARTH VADER em carne, osso e peças mecânicas e é muito provável de isso acontecer por diversos fatores:

- No fim do Episódio III - A Vingança dos Sith aparece Darth Vader apreciando o inicio da construção da  Estrela da morte e no trailer que foi lançado ( link estará no final desse post)  mostra ela já em suas finalizações.

- A historia se passa na época em que o IMPÉRIO estava em sua melhor fase.

- A respiração de Darth Vader no trailer, é possível notar a respiração quase no fim do trailer na parte em que mostra a personagem Jyn Erso (Felicity Jones) olha para trás aos 1:28 min.

Só nos resta esperar para ver mas o importante é que temos a chance de ver o império na tela do cinema já que muitos de nós hoje não tivemos essa chance no passado.

 confira o Trailer de Rogue One clicando AQUI

quinta-feira, 31 de março de 2016

Star Wars - O Despertar da Força, finalmente em Bluray!

E aí galerinha, beleza com vocês?

Sei que andei meio sumido (muito trabalho, pouco tempo, quase nada de descanso, mas, tamos ae).

Provavelmente a maioria já deve ter assistido o filme nos cinemas, mas, tanto pra quem já viu e curtiu, quanto pra quem não viu e estava esperando pra poder ver no conforto de casa, temos novidades: em breve, DVD e Bluray saindo do forno, pela Disney do Brasil! ^^

Confira abaixo vídeo que mostra o casting da Daisy Ridley para o papel de Rey. Este e outros materiais especiais estarão disponíveis no Blu-Ray de Star Wars – O Despertar da Força.
Disponível em formato Digital, a partir do dia 1º de abril e em Blu-Ray e DVD, a partir do dia 20 de abril de 2016.

Descubra a história completa por trás dos bastidores de Star Wars: O Despertar da Força com conteúdos extras que levarão os fãs à uma empolgante viagem por trás das câmeras. Segredos serão revelados através de cenas nunca vistas antes e entrevistas exclusivas com atores e os diretores do filme.


Yoh, povo, o que acharam? Será que tem coisas que vocês não acharam na internet? Quais segredos veremos na mídia física? Não vamos perder, né?

- Sinopse
A Lucasfilm e o visionário diretor J.J. Abrams uniram esforços para levá-lo novamente a uma galáxia muito distante com o retorno de Star Wars às telas do cinema com Star Wars: O Despertar da Força.

No elenco do filme estão Harrison Ford, Mark Hamill, Carrie Fisher, Adam Driver, Daisy Ridley, John Boyega, Oscar Isaac, Lupita Nyong’o, Andy Serkis, Domhnall Gleeson, Anthony Daniels, Peter Mayhew e Max Von Sydow. Kathleen Kennedy, J.J. Abrams e Bryan Burk estão na produção com Tommy Harper e Jason McGatlin na produção executiva. O roteiro é de J.J. Abrams & Lawrence Kasdan e Michael Arndt.

Na boa, galera? Eu vou esperar pro dia 20 pegar a minha cópia física nas lojas. E vocês, vão preferir a mídia digital ou a mídia física pra colecionador?

Para mais informações, sigam lá os perfis oficiais nas redes sociais:

Site oficial: http://br.starwars.com/

quinta-feira, 30 de maio de 2013

DARTH VADER, A ORIGEM!



Oi! Eu sou Dan Higa, vocês devem me conhecer da seção Assoprando o Cartucho e da Shocker Project, hoje eu vim escrever minha primeira matéria que não envolva nenhuma das duas coisas, vim escrever sobre a origem de Darth Vader.
Todos conhecem Darth Vader, um personagem que foi eternizado, sem dúvida o vilão mais conhecido, pertencente há um titulo igualmente de peso: Star Wars.

Star Wars é uma série de filmes de ficção cientifica criada por George Lucas, o primeiro filme foi lançado em 1977 pelos estúdios 20th Century FOX (talvez seja por isso que Family Guy fez a sua "versão do filme" haha).
O filme foi lançado em uma época que poucos botavam fé no projeto do George Lucas, na época achavam que esse gênero de filme não traria muito apelo ao público, e todos nós sabemos no que deu, simplesmente umas das franquias mais conhecidas do UNIVERSO, uma obra que acabou revolucionando o cinema e gerando muito cascaio com os diversos produtos que levavam o nome do filme.

É de conhecimento de muitos que Geoge Lucas criou Star Wars se baseando em filmes de velho oeste e de samurais. Geoge Lucas já admitiu ter se inspirado no conto do conto A Fortaleza Escondida do grande mestre Akira Kurosawa. Nota-se que R2D2 e C3PO foram inspirados nos dois camponeses trapalhões que tentam ajudar a princesa a expulsar o exército imperial de suas terras e Obiwan Kenobi se aseme-lha a figura do grande guerreiro samurai exilado.





E Darth Vader um dos vilões mais emblemáticos do cinema, também foi inspirado em outro vilão grandioso: Hakaider.
Hakaider é um vilão que surge na série Jinzou Ningen KIKAIDER (Humano Artificial Kikaider), produzido em 1973 pela TOEI Company, outra criação do mestre Shotaro Ishinomori (autor/mangaka de obras como Cyborg 009, Kamen Rider, Goranger, Kaiketsu Zubat, Inazuman, Bycrossers, Machineman e muitas outras).



O professor Den Komyoji é um cientista renomado na área de robótica, até então não superou o fato de ter perdido seu primogênito em um acidente de laboratório. Ele acaba se tornando sócio do professor Gill que se mostrou interessado em seu trabalho, no entanto descobre que esta sendo usado por ele para que construa máquinas assassinas para a organização DARK, e pra piorar a situação, sua própria esposa é uma espiã desses crápulas. 
Desta forma ele resolve desenvolver um androide com sentimentos humanos para que possa combater essa organização infernal. Sua razão humana e funções relacionadas a sentimentos estão associadas ao circuito de consciência GEMINI (situada na extremidade esquerda de seu cérebro) enquanto as funções de combate estão ligadas com a extremidade direita (por isso que sua forma de combate metade de seu corpo é azul e outra vermelha).
O nome do androide é Jiro, ele se passa por humano mas assume a forma de Kikaider para combater seus "irmãos" que são controlados pela Dark (isso faz lembrar bastante a ideia de Rockman, será se a Capcom se inspirou em Kikaider para criar a sua franquia de jogos?).




Jiro é um rapaz gente boa, sempre carregando sua viola nas costas, dando rolês em sua moto. Quando seus inimigos escutam uns acordes melancólicos, já sabem que Jiro está na área pronto pra meter porrada.
A filha do Prof. Komyoji, Mitsuko descobre a existência Jiro/Kikaider e questiona o questiona quais seriam as razões para criar um robô atormentado por sentimentos humanos. Ela acaba se simpatizando por Jiro e até se apaixonando.


No decorrer da série surge o mais poderoso rival de Kikaider: Hakaider. Um androide nos mesmos moldes de Kikaider, possui forma civil também e também demonstra ter pensamentos próprios, porém se trata de um novo modelo mais poderoso. Hakaider se mostra um adversário difícil, dando muito trabalho ao nosso protagonista, no entanto, ele possui um ponto fraco: não pode se manter em forma de combate durante muito tempo, obrigando-o a voltar correndo para o laboratório (isso salvou Kikaider muitas vezes de ser destruído). 


  
Hakaider sem dúvida foi um vilão imponente que marcou época nos Tokusatsu's, talvez ele tenha sido o primeiro GRANDE RIVAL do herói, pois todas as séries tinham lá seus grandes vilões, mas dificilmente tinha um personagem que realmente gerava aquele clima de rivalidade com o protagonista. Um vilão marcante assim como Macgaren (Jaspion) e Shadow Moon (Kamen Rider Black).
E foi o mesmo Hakaider que inspirou George Lucas, que declarou ter encontrado nele o que buscava para seu vilão.



Hakaider acabou tendo um filme como protagonista em 1995. Logicamente que o protagonista Kikaider não ficou de fora, ao fim de seu seriado ele teve o seu sucessor, o Kikaider 01 que protagoniza a nova série, e lógico, contando com a ajuda do primeiro Kikaider em certas ocasiões.
Tanto Kikaider quanto Kikaider 01 também tiveram suas versões para mangá (de Ishinomori ou não) e versão anime.






A série Choujiki METALDER (Super Homem Máquina Metalder) de 1987, também foi uma homenagem à Kikaider, carregando a mesma temática de um androide que carrega o fardo e melancolia de possuir sentimentos humanos e não conseguir se encaixar no mundo. Ele também possui design com o corpo dividido em vermelho e azul, e assim como seu primo dos anos 70 cada metade do corpo é responsável por uma função (combate e sentimento). Metalder foi exibido no Brasil no início dos anos 90 na rede Bandeirantes.




Então é isso, espero que tenham gostado. E quero agradecer pelos amigos Gabriel Niigou e Ricardo Moraes que acabaram sem querer me dando a ideia de escrever essa matéria. Aguardem quem vem mais por aí!!

JIROO CHENJI!!!
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