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segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

[Música] Los Parraleños y la Kumbia Samuray

 Los Parraleños: A Trajetória do Grupo que Mistura Rock, Cumbia e Cultura Japonesa

Formada em meados da década de 1990, a banda argentina Los Parraleños se destacou por sua fórmula única de misturar estilos musicais como rock, cumbia, heavy metal, reggae, ska e punk. Essa fusão criativa foi batizada pelos próprios integrantes como “Kumbia Samurai”, em referência às suas raízes japonesas, um aspecto central na identidade do grupo.


O Início: De Festas Comunitárias ao Reconhecimento Nacional

Tudo começou quando um grupo de amigos – oriundos de bandas de rock como RIP, Tintoreros e Simbiosis – decidiu se reunir para tocar em festas da comunidade japonesa. O grupo foi inicialmente batizado como “El Pelado Sosa y sus Parraleños”, em alusão a “Patricio Rey y sus Redonditos de Ricota”. O nome definitivo, “Parraleños”, surgiu inspirado em um vinho em garrafão chamado “Parrales de Chilecito”.

Com o passar do tempo, a formação original sofreu mudanças, e novos integrantes, predominantemente de origem japonesa, se juntaram à banda. Essas mudanças trouxeram elementos culturais e humorísticos à identidade do grupo. Foi nesse contexto que surgiram os “bailes parraleños”, eventos que se tornaram populares dentro da comunidade japonesa.

O Salto para a Fama

No ano 2000, a sorte do grupo mudou quando o músico e apresentador Pipo Cipolatti os conheceu em um casamento e os convidou para participar de seu programa no Canal 7. Nessa mesma época, a banda começou a organizar os “Lentejones Bailables”, eventos onde o público podia apreciar um prato de lentilhas enquanto curtia a música ao vivo. Ainda em 2000, gravaram um demo nos estúdios de Javier Calamaro, marcando um importante passo na profissionalização do grupo.


Momentos Marcantes

Em 2001, Los Parraleños realizaram uma performance memorável no “Teatro Club”, aparecendo pela primeira vez no palco com pinturas faciais – uma homenagem às gueixas, ao teatro kabuki e, de maneira divertida, à banda Kiss. Ainda naquele ano, se apresentaram no Centro Cultural San Martín e lançaram seu primeiro EP, “Diversión Kamikaze”. Uma das faixas, “Megadeth”, uma versão cumbia-metal do hit “Morrissey”, de Leo García, foi escolhida pela Tower Records para um comercial de TV.

Ascensão na MTV e Reconhecimento

Em fevereiro de 2002, Los Parraleños gravaram o videoclipe de “Megadeth”, que estreou na MTV e rapidamente alcançou o topo das paradas, permanecendo em primeiro lugar por três semanas consecutivas. Durante a Copa do Mundo de 2002, a banda ganhou grande exposição na mídia, sendo convidada para diversos programas de TV. No mesmo ano, receberam o prêmio “Jovens Destaques Nikkei” da Embaixada do Japão e foram indicados como “Revelação do Ano” no MTV Awards.

Em 2003, a banda foi indicada ao Prêmio Carlos Gardel na categoria “Melhor Álbum Pop do Ano” por “Diversión Kamikaze”, consolidando sua relevância na cena musical argentina.

Perdas e Continuação

Em 2012, Los Parraleños sofreram uma grande perda com o falecimento de Pablo Nicolás Takara, um dos membros fundadores, vítima de câncer. Apesar disso, o grupo seguiu em frente, mantendo-se ativo e fiel à sua proposta de misturar música e cultura.


Discografia e Formação Atual

A discografia da banda inclui:

  • “Diversión Kamikaze” (EP, 2002)

  • “Que no decaiga” (Álbum, 2004)

  • “Kamikaze Party” (Álbum, 2016)

Atualmente, a formação dos Parraleños conta com:

  • Mariano Takara (voz)

  • Santiago Lucio Yonamine (teclados)

  • Fabio Takara (guitarra)

  • Fernando Mezzapesa (bateria)

  • Daniel Tamashiro (baixo)

  • Daniel “Satoru” Maja (saxofone)

Presença Atual e Redes Sociais

Conhecidos por suas performances enérgicas e pela mistura singular de estilos musicais, Los Parraleños continuam a encantar públicos na Argentina e além. Você pode acompanhar as novidades da banda pelas redes sociais:

No YouTube, seu canal oficial é uma oportunidade para reviver seus maiores sucessos e performances marcantes.

sábado, 4 de janeiro de 2025

Banda Kanastra lança o clipe de Truco!

Kanästra é uma banda de Hard Metal fundada no final de 2021, Trazendo elementos do Hard anos 80 com influência de outros estilos que vão do blues ao heavy metal clássico. A banda tem em suas músicas temáticas como: baralho, cartas, jogos em geral, fazendo uso das cartas para incrementar suas apresentações além de falar de relações humanas e seus desafios, transitando entre a diversão de juntar família e amigos para socializar e a tristeza gerada pela solidão do vício, o que gera um grande diferencial para a banda.


Desde seu início, a banda chamou passou a chamar atenção do público pela região norte de Santa Catarina, tocando em casas de show conhecidas, tanto em Jaraguá do Sul, quanto pelas cidades próximas.

Após alguns meses, a produtora Shokran Estúdios gostou de seu material e entrou em contato lhes oferecendo a oportunidade de gravar um álbum.

Atualmente a banda se prepara para o lançamento do seu primeiro álbum de estúdio, intitulado “Rainha vermelha”. Este projeto é assinado pelo produtor e guitarrista Tiago Della Vega, eleito pelo guinness book como o guitarrista mais rápido do mundo.


Durante o período de gravações, a banda foi convidada por diversos canais nas redes sociais para contar como foi o processo, sobre suas expectativas para o lançamento e projeções para o futuro. Em 2024 a banda apareceu sendo entrevistada no documentário “Caminho da Melodia”.

Atualmente todos estiveram em preparação para o lançamento do primeiro single da banda, que veio acompanhado de um videoclipe produzido e dirigido por Will, em parceria com a Mor ́s Produções Artísticas, trabalho que também contou com a presença da equipe da Companhia Artística Av Lamparina nas gravações. O single teve data de lançamento no dia 06 de Dezembro enquanto o clipe estreou dia 13 de Dezembro.


Para marcar sua estréia nas plataformas digitais, Kanästra apresenta a música “TRUCO!” que conta com fortes influências de estilos musicais como blues, heavy metal clássico, e rock nacional, trazendo toda a presença e agressividade da banda alinhada com a voz rasgada de Will Grover, acompanhado por grooves de bateria densos de Diogo Gessner, Além de poderosos riffs de guitarra, garantindo a consistência da composição.


A canção trata sobre o jogo de cartas popular de mesmo nome, conhecido em quase todo o Brasil, Argentina, Paraguai, entre outros países da América Latina. Mais do que isso, a música é uma homenagem a todos os tipos de confraternização familiar, retratando como uma tarde de domingo acompanhada de churrasco, boa música e carteado podem servir como válvula de escape para o dia-a-dia corrido, estreitando laços e gerando boas lembranças.


O single foi lançado dia 07 de dezembro de 2024 e já está com mais de 1000 acessos no spotify .


Além disso, a música vem acompanhada de um Videoclipe, mesclando cenas gravadas em pontos turísticos da cidade de Jaraguá Do Sul, com trechos gravados em um bar da cidade.


A proposta do clipe desenvolveu um trabalho temático utilizando cartas, baralho e jogos para apresentar as nuances das relações humanas e cotidianas. Pensando nisso surgiu a ideia de elaborar uma obra audiovisual, unindo ambas as características da banda, exaltando as comemorações festivas comuns ao povo do município, unindo a tradição do jogo ao hábito de reunir família e amigos. O clipe contou com a participação da Mor`s Produções Artísticas na produção, em parceria com a cinegrafista Lu Antunes e foi lançado dia 14 de Dezembro de 2024.


Para conhecer mais trabalhos da banda, sigam eles nas redes sociais:
INSTAGRAM:HTTPS://INSTAGRAM.COM/KANASTRAOFFICIAL?IGSHID=YMM0MJE2YWMZOA==
YOUTUBE:HTTPS://YOUTUBE.COM/@KANASTRAOFFICIAL?SI=XXKWYCZME4HPXICT
TIK TOK:HTTPS://WWW.TIKTOK.COM/@KANASTRAOFFICIAL?_T=8Q2YRDQZX7D&_R=1
FACEBOOK: HTTPS://WWW.FACEBOOK.COM/SHARE/45FWDG8JNUV9ZVXV/?MIBEXTID=QI2OMG

sábado, 27 de junho de 2020

Korzus: quase três horas de show, Ties Of Blood na íntegra e convidados

Korzus: quase três horas de show, Ties Of Blood na íntegra e convidados


Fonte: IMPress&MKT
Isabele Miranda

Impossibilitada de se apresentar ao vivo em função da pandemia e da suspensão temporária de todos os shows, a alternativa encontrada pela lendária banda brasileira de thrash metal Korzus foi realizar sua primeira live no último dia 20/06.

A apresentação aconteceu no icônico Manifesto Bar, onde tantos outros artistas consagrados já se apresentaram, e foram tomadas todas as devidas precauções e seguidas as normas restritivas em função da Covid-19.

Em suma, o setlist matador contou com 27 pedradas, incluindo Ties Of Blood na íntegra – um de seus álbuns mais celebrados – e outros sucessos que ajudaram a encorpar uma das melhores lives do estilo até o momento, se não a melhor.

O esquema mais encorpado de câmeras trouxe estrutura diferenciada e proporcionou a melhor qualidade de imagem possível, dando praticamente a sensação de se estar assistindo a tudo presencialmente, graças ao trabalho do talentoso videomaker Léo Liberti (vencedor de 6 Cannes, 4 Clios e 2 Grammys Latinos pela Libertà Filmes), que também já dirigiu clipes como Lying In State (Megadeth) e Lies Are A Business (Dee Snider).

Por quase três horas, Marcello Pompeu (vocal), Heros Trench (guitarra), Dick Siebert (baixo) e Rodrigo Oliveira (bateria) entregaram com maestria o que deles se esperava, mesmo não podendo contar com a participação de Antônio Araújo, uma vez que o guitarrista titular mora em Fortaleza e não pôde estar presente por questões logísticas e riscos desnecessários no cenário atual. A solução viável para substitui-lo foi a participação especial do ex-membro Silvio Golfetti, ainda muito querido pelos fãs, e de Marcio Garcia (ex-Rygel), que também integra o staff do grupo.

Um dos momentos mais emocionantes do set ocorreu em Evil Sight, composta com participação especial do saudoso André Matos (Angra/Shaman), falecido em 08/06 do ano passado. A perda causou grande comoção entre os fãs e a track tornou-se grande homenagem do Korzus ao querido vocalista.


“Era uma live muito aguardada pelos nossos fãs e amigos, então resolvemos atender a este pedido e montamos um setlist diferenciado dos demais shows, muito mais extenso do que já fizemos, para continuar mantendo tanto os nossos shows quanto a banda ativos, de maneira que nosso público se sentisse presente, mesmo de maneira remota", comentou Marcello Pompeu sobre o evento.

O encerramento se deu por volta das 23:40 e foi marcado por um clima de muita emoção por parte dos integrantes, que prestaram homenagem às suas famílias, equipe e colaboradores. E se você, por acaso, perdeu a live, ela está disponível em: https://youtu.be/sMaSHK7Wipg

Setlist
Intro
Guilty Silence
Respect
What Are You Looking For
Screaming For Death
Never Get Me Down
Punisher
Evil Sight (feat. André Matos / Hélcio Aguirra)
Correria
Cruelty
Ties Of Blood
It Wasn't Me
The Sadist
Who's Going To Be Next
Medley (The World Is A Stage / P.F.Y.L. / Lost Man)
Intro + Agony
Internally
Discipline Of Hate
Raise Your Soul
Vampiro
Intro + Catimba
Intro + 2012
Never Die
Truth
Guerreiros Do Metal (com 3 guitarras)
Intro + Legion

Manifesto Stay Home com Korzus:
https://youtu.be/sMaSHK7Wipg

Siga o Korzus em suas redes sociais:
Instagram: @korzus_official
Facebook: @korzus_official

Assessoria Korzus / Isabele Miranda
@isabelemirandatv

segunda-feira, 30 de abril de 2012

resenha: banda Helio Lima Arguments



Bom, voltando, após um tempo, com novas resenhas musicais, começo com HL Arguments (Helio Lima, da banda Flat'n Sharp). Seu estilo é o rock alternativo, com vários sons próprios.

Algo bem curioso a ser destacado, quando via  banda agora, no dia 27/4/2012, na FNAC da Av. Paulista, foi o fato de terem tocado as músicas "Tomorrow" e "I Am Free", músicas do disco "Change A Plan", da banda Flat'n Sharp, da qual Helio Lima é integrante.

A "Helio Lima Arguments" é uma banda de rock alternativo/indie liderada pelo cantor e compositor Helio Lima, também vocalista do Flat'n Sharp. Em julho de 2011, lançou os singles "Hopes and Dreams" e "Só não me Faça dizer Não", primeiras canções apresentadas do álbum "Helio Lima Arguments".
Em Agosto de 2011, mais um single é lançado, "His Face Fell" que traz a diversidade musical apresentada em todo o trabalho que vai desde o folk/rock até o soft/eletronic. A gravação das oito canções que compõem o disco dá-se em outubro de 2o11, já com lançamento marcado em uma das mais renomadas livrarias de São Paulo. Amanda Labruna, Fernando Silvestre e Marcos Cesar, acompanhavam o vocalista nas apresentações ao vivo que ainda contam com participações de outros músicos convidados para os diversos instrumentos explorados nos shows. Atualmente, no baixo e na guitarra solo, respectivamente, estão os músicos Ale Landre e Leandro Pedroso.

Hoje, vou resenhar o primeiro disco do projeto de Helio Lima, o "HL Arguments", na qual são todas composições solo do artista.

Em ordem, comentarei um pouco sobre cada música deste novo disco:


1- Classic Slow
2- Hopes and Dreams
3- Like a Crazy Magic
4- Só Não Me Faça dizer Não
5- Standing Firm
6- His Face Fell
7- New Direction
8- Keepsake

1- Classic Slow

A música começa com ar de "acabaram os anos 80, estamos indo além dos anos 90". Um sintetizadorem tom de órgão, e uma guitarra com solos lentos, enquantoa  voz começa com as primeiras palavras de interlúdio. Você pode acabar sentindo como se fosse ver uma luz bem clara e forte de uma viagem no tempo. Uma introdução bem interessante e curta. Já mostra que tem algo diferente vindo por aí.

2- Hopes and Dreams

A música começa com ar de mistério, e passa a ter um som semi-acústico da guitarra sem distorção, a voz de Helio Lima lembra um pouco o começo da carreira de Axl Rose no Guns'n Roses em músicas como "Patience", enquanto o instrumental fica mais puxado para o lado "Urge Overkill - Girl You'll Be a Woman Soon" (música tocada na trilha sonora de "Pulp Fiction - Tempos de Violência", de Quentin Tarantino). Uma ótima música para momentos de calor, deitado em uma rede, próximo á um churrasco, usando chapéu de cowboy. O som da música é bem suave, ao mesmo tempo que eletriza e arrepia a espinha em certos momentos.



O clipe, acima á mostra, foi feito com iamgens de arquivo da banda, sempre que tocavam esta música, e em alguns momentso de ensaio, ou mesmo nos bastidores (como dá para se notar ao final do clipe, nos bastidores da FNAC). Edição bem simples e direta, porém, logo no começo do clipe, faz perdermos a concentração, devido ao jeito que foi filmado. Ainda assim, interessante!

3- Like a Crazy Magic

Já com sintetizador, e bateria batendo como um metrônomo de início, "Like a Crazy Magic" traz uma brisa, até o momento de entrar a guitarra base. Base simples de guitarra, com overdrive leve. Já começa a ter um pouco mais ar "selvagem" em alguns poucos gritos pré-refrão. Já mais oitentista o som, relembrando um pouco os sintetizadores de STYX e Rick Wakeman, bem de leve, em partes mais paradas da música, e com refrão mais agitado. Basicamente, pode se dizer que é um som que homenageia de modo simples o som do rock anos 80 com um pouco de eletrônico, bem de leve, e com um solo marcante, e com velocidade mudando ao chegar no final da música, que na versão ao vivo empolga mais que na gravação, por ao vivo terem a liberdade de se extenderem.

4- Só Não Me Faça dizer Não

Distorção bem suja com base levemente fraca, letra em português, dueto bem sincronizado de vozes, e riffs limpos de guitarra bem interessantes. Bem no estilo próximo á bandas como "Emmanuelle'n Roll". Ar de final de filme de ação e aventura adolescente dos anos 80 mais puxado ao drama (estilo "Clube dos Cinco" [Breakfast Club]). Interessante como parte da música nos remete aos Titãs e Paralamas no início de carreira, misturado á bandas norte-americanas dos anos 90 de Pop Rock.

5- Standing Firm

Aqui, um som inicial que parece vir de filmes de velho oeste, no meio do deserto.Voz soando como se estivesse em uma sala sem móveis, com certo eco. De repente, ouve-se as vozes fazendo ritmo, como se fosse eletrônico, e volta-se a voz como se estivsse em lamentações de filmes de suspense, em sonhos. Bem interessante para quem quer viajar nos pensamentos. Você pode notar que o uso dos sintetizadores foi um pouco maior nesta música, quase que projetando o eco de um "submundo", quase que como se fosse em uma caverna misteriosa. Intrigante nos momentos de solo, enquanto o resto da música dá uma certa sumida, em meio á um tom único sintilando grave, durante o solo da guitarra. Boa música, viciante e viajante.
6- His Face Fell

Nesta música, começam com palmas e um teclado, guitarra mais "angelical", e vocalização bem harmonizada. A música não muda muito do começo ao fim, mas, é bem calmante, dá sensação de algo mais underground no ritmo.

7- New Direction

Sem dúvidas, uma ótima música, com base simples e bem formulada, boa para momentos em que você está saindo da depressão ou de problemas, e está á procura de novas direções, viajando, procurando algo diferente, eprecisando refletir sobe presente, passado e futuro. Com certeza, uma música que eu ouviria na estrada para Ubatuba, num carro conversível vermelho com um braço apoiado na porta e outro no volante, e camisa regata, de óculos escuros.



A música é bem reveladora, mas, o clipe é "meio a meio", devido a serem  todas iamgens editadas de um filme antigo de Frank Capra ("Its a Wonderful Life"). Mas, uma boa montagem, que conseguiu combinar com a música em 80% do tempo, como se fossem lembranças e reflexões para pensar em passado e futuro, como se estivesse em momento nostalgia.

8- Keepsake

Como não poderia deixar de ser, uma música que começa bem calma, com ar de "redenção e calmaria". Título em inglês, mas, cantada em português. Música para uma imagem de quem acabou de acordar em um lugar bem claro, todo branco, com lennçõis brancos e nuvens em volta.Serviria perfeitamente para uma cena de "morri e cheguei no céu" ou mesmo pra uma cena como a de Keanu Reeves entrando pela janela com prsentes de Natal em "Doce Novembro", ou em momentso de boas lembranças, como a música "Vanilla Sky" de Paul Mccartney pode reproduzir. em certo momento, um violão começa a ser dedilhado, assovios são ouvidos de longe. Termina com um ar de "final de filme de romance".

Nota: 8,5
Banda Recomendada!

E é assim que eu termino esta resenha do disco da banda "Helio Lima Arguments" hoje! Em breve, resenha do disco "Change a Plan" da banda "Flat'n Sharp".


YATTA!


bye-Q!

domingo, 17 de outubro de 2010

MAESTRICK - banda


O Maestrick foi formado em abril de 2004 por músicos de São José do Rio Preto/SP. Sua formação é composta por Fábio Caldeira (vocal e piano), Renato "Montanha" Somera (contra baixo), Danilo Augusto (guitarra), Maurício Figueiredo (guitarra) e Heitor Matos (bateria).

A proposta da banda é aderir à espontaneidade, e atualmente aposta no projeto “Aquarela Sonora” que consiste na integração entre a música e as diversas manifestações artísticas, como pintura, literatura, teatro e dança.

Formação MAESTRICK A banda se encontra finalizando seu debut, que foi gravado no estúdio AR-15 (Bebedouro-SP) e está sendo mixado no estúdio AK-47 (Seattle, E.U.A.) pelo produtor Gustavo Carmo (VersOver, Imago Mortis, Hamlet).

Seguindo a linha do heavy metal/rock progressivo, a banda incorpora elementos pessoais, tornando seu som singular. Ritmos latinos, instrumentos tipicamente regionais, como a viola caipira, tudo isso muito bem mesclado em músicas que oscilam entre a agressividade e a leveza, complementadas com um toque moderno, e uma sintonia ideal entre harmonizações vocais, sintetizadores, guitarras pesadas e orquestrações.

As suas primeiras músicas que foram lançadas para download no site oficial, e em seu MySpace tem uma força e energia muito grandes.

Começando por H.U.C., que se inicia com uma abteria pesada, e guitararas bem graves, que lembram um pouco o som do Sepultura no início da década de 90, com riffs bem picantes, que nos levam á uma empolgação inicial, digamos, bem excitante. Quando entra o vocal, você sente a leveza de um Iron Savior, e um pouco de agrressividade á lá Bruce Dickinson nos rasgados suaves e poderosos. Seu som consegue ir do leve ao pesado em instantes, e mesmo em seu lado de leveza, continua poderoso e prende atenção de modo aconchegante. Uma mistura de isntrumentos de metal e de instrumentos regionais do interior que se casam perfeitamente com sua cozinha musical de modo que seja único e novo! Você se sente em um novo mundo, como se msiturassem Vikings, Gnomos, Elfos, paisagens urbanas atuais e aliens com super astronaves! Há um toque de "tango" e sons latinos que nos intriga, e maravilha nossos ouvidos. Até o vocal gutural encontrado na música consegue ser leve, suave e ao mesmo tempo grosso e pesado. Sempre alternando com vocais limpos e cheios de vitalidade, e backvocals muito bem encaixados.

A segunda faixa, "Aquarela", começa com seu som clássico, em pianos e violino/violoncelo, entrando com baterias e guitarras pesadas que conseguem se manter em nível de orquestra, enquanto o teclado/piano com sutileza nos leva aos ouvidos uma mistura de veludo e ferro bem gelado em um dia quente dentro de um navio aquarelado de sons calmos que trazem o peso como um NEW AGE de KITARO misturado á um som de RUSH e vocais límpidos e fortes, que, mesclados á calma inicial, ao ter um ritmo mais puxado á ópera, começa a se tornar uma espécie de progressivo com Queen, e aos poucos vai se transformando em uma história épica que mistura música, teatro, tinta, pintura, sonho e realidade. Solo característico e bem trabalhado, que nos remete áos bons tempos do metal nos anos 90, com um teclado que consegue aumentar o fôlego que vai até a alma, enquanto o espírito que vem dos riffs e solos de guitarra entra em seu corpo, te fazendo viajar pela história contada em sua letra, com altos e baixos que empolgam, e te fazem sentir em um cinema, vendo um filme de aventura e fantasia,  chegando ao ápice e finalizando em calmaria, como todo bom filme consegue chegar!

Pode se dizer que este "teaser" que a banda deixou, de 2 músicas, das 11 que estarão no album a ser lançado, já deixa uma expectativa bem forte de que muito mais está por vir, com qualidade, e acima de tudo, com força e ALMA na música!

Uma banda que merece estar no pódio de revelações bombásticas, e, acredito eu, seja eternizada dentre as melhores do estilo, principalmente se continuar no caminho de um bom som, com um feeling empolgante e carismático que já mostra ter.

Altamente recomendado á todos que curtem um bom Heavy Metal e Rock Progressivo, com certeza! Um ótimo "Rock Freestyle", como brincam os integrantes da banda!

E em dezembro, garantam já seus CDs com a banda!

YATTA!

bye-Q!

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Geek Rock - Parry Gripp


Cada um segue um estilo quando se começa a tocar em bandas, mas, um estilo que vem crescendo cada vez mais é a mistura de ROCK com elementos do mundo NERD, e isso é PURAMENTE AWESOME!

A banda de Parry Gripp, por exemplo, é uma banda que cria músicas e clipes POR SEMANA, basicamente, e deixam suas músicas para venda de download, e ao memso tempo para free download, no site oficial, pois, quem curtir MESMO as músicas, vai querer ver novidades sempre,e  é  uma boa doar de 1 Dollar para mais via Paypal, afinal, só asism para pagarem as contas e poderem criar novos sons! heheheh



Me digam se não é um bom som? É ou não é? Comentem, divirtam-se! Dêem dicas de outras bandas e músicas que possamos comentar por aqui!

YATTA!

bye-Q!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Ex-vocalista do Black Sabbath, Ronnie James Dio morre aos 67 anos



Folha Online

O americano Ronnie James Dio, que ficou famoso por integrar bandas como Black Sabbath e Rainbow, morreu na manhã deste domingo (16), aos 67 anos, segundo informou um comunicado assinado por sua mulher, Wendy Dio, no site oficial do cantor.

A última banda de Dio foi a Heaven and Hell, que se apresentou no Brasil no ano passado.

Segundo o comunicado, o vocalista morreu por volta das 7h45 da manhã. Dio lutava contra um câncer no estômago.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Discografia - EU PHORIA (All Girl Band)



Nem sempre o que é bom é conehcido! Esta banda, meio desconhecida, tinha uma vocalista que cantava MUITO! Mas, infelizmente, só tiveram uma música boa, e o resto, saíram do "metal" foram ao "POP", o que acabou fazendo elas não irem adiante. Mas, a vocal devia ser melhor aproveitada com músicas de metal mesmo!
Foi uma dica da minha amiga, Mona! ^^"




Yakusoku (Single)

01. Yakusoku
02. Struggle
03. Cheeky girl

Àudio: Japones
Genero: jpop


Download





Single Bed Hey! (Single)

01. Single Bed
02. Hey!
03. Valentine Jealousy

Àudio: Japones
Genero: jpop


Download

sexta-feira, 12 de março de 2010

O "não-show" secreto do Guns Roses acaba em confusão e brigas


Escrito por Thiago Ney - Folha Online

Estava tudo preparado para o show secreto e intimista do Guns n' Roses no clube Disco, quinta à noite, em SP.

Palquinho montado com bateria, teclado e percussão; setlist com 17 músicas (com "Paradise City" encerrando); vários fãs verdadeiros da banda no local (Marcos Mion, Ana Beatriz Barros, Daniella Cicarelli, Isabelli Fontana etc.); produtores do grupo à espera.

Aí, por volta da 0h30, alguém diz: "O Axl vai deixar o hotel [Hyatt] à 1h".

À 1h, outro alguém avisa: "O Axl vai deixar o hotel às 2h".

Aí às 2h30 surge o rumor: Axl estaria com dor de garganta e teria sido levado a um hospital. Pouco depois, os equipamentos começam a ser desmontados.

Lá dentro, brigas. Endinheirados revoltados se socando; uma modelo tentando bater na outra com uma garrafa de champanhe... Do lado de fora, mais confusão, correria, xingamentos. Uma equipe do Pânico foi agredida; dois seguranças da casa pularam uma cerca e foram atrás de um rapaz.

Segundo o próprio Marcos Mion, um dos sócios da casa, outro dos donos da Disco, Marcos Maria, brigou com os seguranças da banda, que estavam levando os instrumentos que o clube havia locado. Que beleza.

E assim foi o "show secreto" do Guns na Disco.

quinta-feira, 11 de março de 2010

A-Ha em São Paulo - turnê final!



A-HA
  • Morten Harket durante show de despedida do A-Ha no Credicard Hall, em SP (10/03/2010) Morten Harket durante show de despedida do A-Ha no Credicard Hall, em SP (10/03/2010)

Quando o A-Ha esteve em São Paulo no ano passado ninguém imaginava que a banda, com 25 anos de carreira, estaria prestes a colocar um ponto final em sua história. Sete meses se passaram até que o trio anunciou o fim das atividades e, quase um ano depois, voltou à capital paulista nesta quarta-feira (10) para dar um último adeus.
Morten Harket (vocais), Paul Waaktaar-Savoy (guitarras) e Magne Furuholmen (teclados) trouxeram a "Farewell Tour" para se despedir ao som de 22 músicas de sua discografia, que soma 35 milhões de cópias vendidas. O repertório foi semelhante ao apresentado em março do ano passado, no mesmo Credicard Hall que recebeu as 7.000 pessoas nesta noite, com o acréscimo das faixas do nono álbum de estúdio, "Foot of the Mountain" (2009).
Na nova turnê, o show do A-Ha continua arrastado em diversos momentos. A banda seleciona boas canções --afinal, há um cardápio de mais de 200 grandes composições pop--, mas peca na falta de dosagem das longas sequências de baladas lentas. Mas diferente do ano passado, Morten estava sorridente e mais sociável. Como de costume, falou pouco, mas usou suas palavras para agradecer e elogiar os fãs brasileiros. "Muito obrigado. Vocês são maravilhosos. Eu amo vocês", disse o vocalista, que também ensaiou dancinhas discretas em "Blood That Moves The Body".

A-ha toca "Foot of the Mountain" em SP

Seguindo a cartilha do A-Ha, Magne foi quem mais falou durante o show. Saudou o público com "boa noite! Tudo bem?" em português e puxou o coro da multidão. O show começou às 21h45 com uma valsa que anunciava o tom de despedida. Morten entrou no palco de óculos escuros e a banda deu partida com "The Bandstand", pinçada de "Foot of the Mountain". A faixa-título deste mesmo disco veio em seguida, levando o show ainda em marcha lenta.
Foi na terceira música que a banda deu o primeiro passo para trás, indo até 2005 buscar "Analogue", única faixa presente do disco de mesmo nome lançado naquele ano. Os sucessos foram aparecendo aos poucos, mas o público pode ter sentido a ausência de "You Are The One" (que já está fora do repertório há anos, mas, eu senti falta, pois fez minha infância) e "Touchy" (um de seus maiores hits no Brasil).
Em "Summer Moved On", Morten foi aplaudido pelo público quando soltou a voz e provou estar afinado no refrão agudo. O reconhecimento dos fãs foi repetido em "Stay On These Roads". O deslize grave de Morten apareceu no refrão oscilante de "Scoundrel Days" e em "Take On Me", que há algumas turnês já tem a extensão de suas frases encurtadas pela falta de fôlego do vocalista, que não foi sentida em "The Sun Always Shines On TV".
Ao vivo, "Manhattan Skyline" ganhou arranjos diferentes e trouxe um dos melhores momentos da noite. Morten cedeu o microfone para o público cantar, enquanto o clipe da música era exibido no telão ao fundo do palco. Os fãs também ajudaram o vocalista com um coro de "ooh ooh" em "Living Daylights". No final da música, "São Paulo" apareceu escrito no telão, e Magne emendou: "Nós amamos São Paulo".
"Cry Wolf" fez o público dançar antes de o A-Ha sair do palco e voltar para o bis. A parte final do show começou com "Train of Thought". Durante a música, Morten pegou uma bandeira do Brasil que foi jogada no palco, colocou na cabeça e se enrolou no pano, mantendo sempre um sorriso no rosto. "The Sun Always Shines On TV" completou a primeira metade do bis.
O encerramento do show veio com dois sucessos de 1985: "Hunting High And Low" e a mais esperada "Take On Me" --essa última foi o primeiro grande sucesso da banda e se tornou 1º lugar nas paradas em 27 países. Ao final da apresentação, enquanto os músicos se curvavam diante do público, o telão exibia ao fundo em português: "Obrigado São Paulo. Brasil para sempre".

Repertório que o A-Ha tocou em São Paulo:
"Bandstand"
"Foot of th Mountain"
"Analogue"
"Forever Not Yours"
"Summer Moved On"
"Minor Earth"
"Move to Memphis"
"Stay On These Roads"
"Blood That Moves the Body"
"Living Daylights"
"Early Morning"
"Crying In the Rain"
"Scoundrel Days"
"Swing of Things"
"Manhattan Skyline"
"Looking For the Whales"
"I've Been Losing You"
"Cry Wolf"

(bis)
"Train of Thought"
"The Sun Always Shines On TV"
"Huntung High and Low"
"Take On Me"

           
 Quem foi, se emocionou! Em breve, postarei aqui mais cenas do show, em melhor qualidade!

YATTA

bye-Q!

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Discografia a-ha ( CDrip 1985 a 2009 )



Biografia :
a-ha é uma banda norueguesa de synthpop formada pelo vocalista Morten Harket, o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy e o tecladista Magne Furuholmen.

Após formarem o grupo em 1982, saíram da Noruega rumo a Londres com o objetivo de fazer uma carreira no mundo da música. A origem do nome a-ha surgiu após Mags ter lido este termo num caderno de anotações de músicas e outras composições de Paul. O "a-ha" vem da exclamação "aha!!", no sentido de surpresa ou algo novo; Mags sugeriu este nome para a banda, e Paul gostou da idéia, a medida que eles queriam um nome de fácil memorização e que mais se aproximasse do som da língua norueguesa. Depois de pesquisarem dicionários em várias línguas, o grupo descobriu que 'a-ha' era uma forma internacional de expressar reconhecimento, com conotações positivas. Era uma palavra fácil e pouco utilizada.

Suas canções de maior sucesso são "Take On Me", "The Sun Always Shines On TV", "Hunting High And Low", "Stay On These Roads", "You Are The One" e "Crying In The Rain".Continue lendo http://pt.wikipedia.org/wiki/A-ha



Integrantes da banda :
* Morten Harket - vocais (1982-1994; 1998-2010)
* Paul Waaktaar-Savoy - guitarra (1982-1994; 1998-2010)
* Magne Furuholmen - teclados (1982-1994; 1998-2010)


Tamanho do arquivo: 2,62 GB



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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

EM CARTAZ - programação de fevereiro em São Paulo



Sim,estou disponibilizando aqui a pdf original da revista "EM CARTAZ" da prefeiturea de São Paulo, com a programação do mÊs de fevereiro cultural, com cursos, oficinas, teatros, espetaculos, eventos, etc.

PErcebam que na página 43, sobre curso de edição de video em Final Cut, aparece uma foto minha com o senhor Magnum Borini editando o filme DUDJINKA - O MONSTRO ASSASSINO como exemplod e edição no Final Cut!

É até engraçado, porque, fomos considerados como "geniais" até, por causa deste filme. Sei que haverá exibições em breve de DUDJINKA no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso e no Centro Cultural Vergueiro. Aliás, visitem o site http://www.dudjinka.com para mais informações e novidades sobre Dudjinka e outros filmes do grupo que o fez! ^^"

E divirtam-se com a Virada Cultural, que contará inclusive com a banda GAIJIN SENTAI ao vivo!

YATTA!

bye-Q!

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

E a última turnê do A-HA vai ser...

Bom, aqui ao menos as datas confirmadas e locais! ^^"

A última turnê do A-HA eu não vou perder! Fã como sou, não posso perder de jeito algum! ^^"

04. March, 2010 - Luna Park - Buenos Aires, Argentina
06. March, 2010 - Movistar Arena - Santiago, Chile
09. March, 2010 - Alameda Quality Center - Bauru, Brazil
10. March, 2010 - Credicard Hall - Sao Paulo, Brazil
13. March, 2010 - Citybank Hall - Rio de Janeiro, Brazil
14. March, 2010 - Chevrolet Hall - Belo Horizonte, Brazil
16. March, 2010 - Centro de Convenções - Brasília, Brazil
18. March, 2010 - Chevrolet Hall - Recife, Brazil
20. March, 2010 - Siara Hall - Fortaleza, Brazil
28. May, 2010 - Warsteiner HockeyPark - Mönchengladbach, Germany
29. May, 2010 - Arena Trier - Trier, Germany
30. May, 2010 - Stadtallendorf - Hessentag, Germany
01. June, 2010 - Sparkassen-Arena-Kiel - Kiel, Germany
18. July, 2010 - Schloß Salem - Salem, Germany
23. July, 2010 - Schlossplatz - Emmendingen, Germany


E por aí vai! Não estou com saco de anota rum a um, é só ir no site oficial, que usei de fonte, para ver: http://www.a-ha.com/tour/

Bom, mas, é isso ae! Estarei no show de São Paulo, e trarei fotos e pequenos vídeos, falando sobre como foi o show!

YATTA!

bye-Q!

sábado, 9 de janeiro de 2010

FOrmações do IRON MAIDEN

Nesta pequena postagem irei fazer um resumo sobre todas as formações da melhor banda (na minha opinião) de heavy metal de todos os tempos o IRON MAIDEN:

Bem para começar pra quem não sabe Steve Harris (baixista, lider e principal compositor da banda) já tinha participado de duas bandas antes de montar o IRON MAIDEN : a Smiler e a Gypsy' s Kiss.

Harris participou da Smiler de 1974 à 1975, a banda tinha a seguinte formação:
Doug Sampson - Bateria
Steve Harris - Baixo
Mick Clee - Guitarra
Tomy Clee - Guitarra
Dannis Willock - Vocal

E depois Harris participou da Gypsy's Kiss de 1972 à 1973,a banda tinha a seguinte formação:
Steve Harris - Baixo
Dave Smith - Guitarra
Paull Sears - Bateria
Bob Verchoyle - Vocal
Tim Woisit - Guitarra

Ao sair da Gypsy´s Kiss Steve Harris montou o Iron Maiden.

A primeira formação durou de dezembro 75 a início de 76:
Dave Sullivam - Guitarra
Ron Matthews - Bateria
Paul Day - Vocal
Terry Rance - Guitarra
Steve Harris - Baixo

A 2ª formação durou do fim de 75 a metade de 76:
Steve Harris - Baixo
Dennis Wilcock - Vocal
Ron Metthews - Bateria
Dave Murray - Guitarra

A 3ª formação foi da metade de 76 ao início de 77:
Dave Murray - Guitarra
Ron Matthews - Bateria
Dennis Wilcock - Vocal
Bob Sawyer - Guitarra
Steve Harris - Baixo

A 4ª formação foi do início de 77 até o inverno do mesmo ano:
Steve Harris - Baixo
Dennis Wilcock - Vocal
Barry Graham (Thunder stick) - Bateria
Terry Wapram - Guitarra
Tony Moore - Teclado

A 5ª formação foi do inverno de 77 até metade do mesmo ano:
Steve Harris - Baixo
Barry Graham (Thunder stick) - Bateria
Dennis Wilcock - Vocal
Dave Murray - Guitarra

A 6ª formação foi só ate a 1ª metade de 77:
Steve Harris - Baixo
Dave Murray - Guitarra
Doug Sampson - Bateria
Paul Cairns - Guitarra
Paul Di'anno - Vocal

A formação do The Soundhouse Tapes foi da metade de 77 a Janeiro de 80:
Steve Harris - Baixo
Dave Murray - Guitarra
Doug Sampson - Bateria
Tony Parsons - Guitarra
Paul Di'anno - Vocal

Essa formação foi a responsável pelas gravações feitas de forma independente em Cambridge em dezembro de 1978, gravaram as músicas Prowler, Invasion, Iron Maiden e Strange World, o conteúdo dessa gravação foi parar nas mãos de Neal Kay, disc jóquei e dono do "Soundhouse", foi aí que tudo começou, essas músicas, exceto a "Invasion", foram colocadas mais tarde no raríssimo "The Soundhouse Tapes", primeiro vinil do Maiden, lançado também de forma independente.


A formação do primeiro disco durou de Janeiro de 80 a Outubro de 80:
Da direita para a esquerda:
Steve Harris - Baixo
Dave Murray - Guitarra
Dennis Stratton - Guitarra
Paul Di'anno - Vocal
Clive Burr - Bateria

Se você leu a biografia da banda (postarei a mesma em breve aqui no nosso portal), já sabe que essa formação do Maiden não encontrou nenhum tipo de moleza para conseguir gravar o debutante "Iron Maiden", lançado em 14 de abril de 1980 após o lançamento do single "Running Free" e uma aparição histórica no programa "Top of the Pops" (o Maiden foi uma das primeiras bandas a tocar ao vivo em um programa de TV), o disco veio consagrar todo o trabalho e dedicação da banda durante os tempos difíceis de afirmação e de procurar uma gravadora interessada em investir em um estilo em baixa na época.

O disco tem músicas consagradas e muitíssimo trabalhadas, músicas como "Phantom of the Opera", "Transylvania" e "Strange World" são clássicos memoráveis.

A formação com Adrian Smith que foi de outubro de 80 á setembro 81:
OBS: Essa formação gravou o disco Killers.


Da esquerda para a direita:
Paul Di'anno - Vocal
Steve Harris - Baixo
Adrian Smith - Guitarra
Eddie - Mascote
Dave Murray - Guitarra
Clive Burr - Bateria

Com a entrada de Adrian Smith na banda, o Maiden corre para gravar o seu segundo disco, é lançado então o espetacular "Killers" em 28 de março de 1981, esse disco além de ser melhor produzido que seu antecessor, não obteve o mesmo êxito em vendas. De qualquer modo a tour do Killers é a primeira a nível mundial realizada pelo Maiden com um saldo de 113 apresentações passando por toda Europa, Estados Unidos e Japão (foi gravado neste show o disco ao vivo Maiden Japan o nome do mesmo é um trocadilho com o álbum ao vivo do Deep Purple, Made in Japan, também gravado no Japão).


A formação do The Number Of The Beast durou de Setembro de 81 a dezembro de 82:

Da direita para a exquerda:
Steve Harris - Baixo
Bruce Dickinson - Vocal
Dave Murray - Guitarra
Adrian Smith - Guitarra
Clive Burr - Bateria


OBS: Muita gente axa que a formação clássica do Maiden é a do GOLDEN YEARS (veja abaixo), na verdade a formação clássica do Maiden é a do The Number Of The Beast.


Quando falamos no The Number of the Beast estamos falando de um disco de fundamental importância para a banda, a sua faixa-título baseada no filme A Profecia II, causou muito furor entre os evangélicos do mundo todo, durante a tour americana, vários discos foram queimados pelos fanáticos evangélicos, alguns até impedindo que fãs entrassem nos shows.

Certamente que todo esse estrondo em torno do disco levou o Maiden ao ouvido de muita gente, ajudando demais na propagação do nome Iron Maiden, esta formação também é a primeira na qual participa o Air Raid Siren Bruce Dickinson, vindo do Samson, o vocalista fez um teste onde canta Wrathchild, Killers e Twilight Zone, foi aprovado com louvor.



A formação do GOLDEN YEARS (os tempos de ouro) foi de janeiro de 83 a janeiro de 90:
Da esquerda para a direita:
Adrian Smith - Guitarra
Dave Murray - Guitarra
Bruce Dickinson - Vocal
Steve Harris - Baixo
Nicko McBrain - Bateria


Com esta formação, o Iron Maiden conquista o mundo inteiro, os discos lançados durante este período estão entre os mais aclamados da história da banda e também do heavy metal mundial, Piece of Mind de 1983, Powerslave de 1984, o lendário registro ao vivo: Live After Death de 1985, e os surpreendentes Somewhere in Time de 1986 e Seventh Son of a Seventh Son de 1988. A mudança entre essa formação e a formação anterior, é a entrada do irreverente baterista, Nicko Mc Brain, vindo do Tush para substituir Clive Burr.

Milhares foram os shows e discos vendidos durante essa época, o Maiden conquistou milhares de fans, e provou ser uma banda capaz de se manter no topo por vários anos, também nessa fase encontramos o maior número de clássicos possíveis, são auguns deles: The Trooper, Aces High, Wasted Years e The Evil that Men Do.



A energia de Janick Gers entra em cena, essa faze vai de janeiro de 90 a setembro de 93: Da direita para a esquerda:
Dave Murray - Guitarra (em pé)
Nicko McBrain - Bateria (em pé)
Janick Gers - Guitarra
Steve Harris - Baixo
Bruce Dickinson - Vocal



Esta formação traz como novidade o guitarrista Janick Gers, que já havia tocado com Bruce Dickinson em sua carreira solo, Gers sempre foi um respeitado guitarrista de estúdio. Experiente, Janick tocou com mestres do Rock 'n Roll como Ian Gillan, e sempre foi fan do Maiden. Além de um estilo mais sujo, Janick trouxe consigo uma energia jamais vista aos shows do Iron Maiden, sempre agitando durante as músicas, Janick contagiou toda a banda, qualquer um consegue perceber a mudança de comportamento dos integrantes nas apresentações ao vivo após a sua entrada na banda.

Janick teve problemas ao convencer muitos fans da Donzela, e ainda hoje não convenceu muitos deles, que o acusam de ser um guitarrista muito fraco se comparado à seu antecessor, Adrian Smith (hoje de volta a banda). Os grandes clássicos dessa fase são Holy Smoke do disco No Prayer for the Dying de 1990, e Be Quick of be Dead, Afraid to shoot Strangers e Fear of the Dark, essa última, faixa-título do disco lançado em 1992.



A fase Blaze Bayley vai de dezembro de 1993 a janeiro de 1999: Da esquerda para a direita:
Nicko McBrain - Bateria
Steve Harris - Baixo
Blaze Bayley - Vocal
Janick Gers - Guitarra
Dave Murray - Guitarra


Considerada por muitos a pior fase do Iron Maiden, a Fase Bayley gravou dois discos do Maiden, o The X Factor de 1995 e o Virtual XI (considerado pela maioria dos fãs o pior disco da banda)esse disco foi lançado em 1998, o grande ponto negativo dessa formação é o vocalista Blaze Bayley, que apesar de muito carismático com os fans, deixava a desejar nas apresentações ao vivo (por exemplo nos solos ele ficava andando de um lado para o outro ao contrário do seu antecersor que corria feito um maluco).
E como se não bastasse, Blaze teve a tortuosa missão de substituir um dos maiores vocalistas do heavy metal de todos os tempos, Bruce Dickinson (Bruce acostumou os fãs copm o seu jeito energetico de ser que quando o Maiden trocou de vocalista os fãs acabaram regeitando para mim foi isso que aconteceu).

Iron Maiden formação atual: Da esquerda para a direita:
Janick Gers - Guitarra
teve Harris - Baixo
Bruce Dickinson - Vocal
Adrian Smith - Guitarra
Nicko McBrain - Bateria
Dave Murray - Guitarra



Esta formação é a atual do Maiden, e gravou o disco Brave New World, Dance of Death e A Matter of Life and Death, aprovado pelos fans, a grande novidade da formação é o retorno de Bruce Dickinson e Adrian Smith que haviam abandonado a banda em 93 e 90 respectivamente

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

CUIDADO: Roubados ingressos para Metallica, Coldplay e The Cranberries


Veja.Com

A Ticketmaster, empresa que comercializa ingressos para shows, revelou nesta quarta-feira que lotes de bilhetes para apresentações das bandas Metallica, Coldplay e The Cranberries em São Paulo, Rio e Belo Horizonte foram roubados. O crime teria ocorrido em dezembro: os ingressos teriam sido levados de um veículo que fazia o transporte das entradas.

De acordo com um comunicado da empresa, os ingressos roubados foram cancelados, ou seja, não serão aceitos nas apresentações. As pessoas que já adquiriram bilhetes devem entrar em contato com a Ticketmaster, por e-mail, para solicitar esclarecimentos adicionais e para saber se o ingresso comprado pertence ou não aos lotes cancelados.

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E aí? Ainda estão orgulhosos de comrpar antecipadamente, ao invés de ser na bilheteria?

YATTA!

bye-Q!

domingo, 20 de dezembro de 2009

Sou Sua Puta do Inferno (Belcebú - 2005) LEGENDADO


Um astro da banda de Heavy Metal Belcebu vende sua alma para o Diabo para ter sucesso e tudo que um músico precisa, porém as coisas ocorrem piores do que ele imaginava, o deixando paranóico e com visões infernais durante seus dias negros. Junto com ele tem Mani, sua amiga que sai da prisão recentemente e volta para sua vida de drogas e prostiuição, que acaba se envolvendo com o satanismo.

Formato:Rmvb
Tamanho:259.89 MB

Link:
http://www.megaupload.com/?d=7NHTL7XB

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

AC/DC - discografia




Back in Black é o sétimo álbum de estúdio da banda australiana AC/DC.
Foi lançado em 1980 e, até hoje, já vendeu 49 milhões de cópias, sendo o álbum de rock mais vendido de todos os tempos e o segundo mais vendido da história atrás apenas de Thriller de Michael Jackson. O álbum até hoje já vendeu mais de 22 milhões de cópias nos Estados Unidos.



1-Hells Bells - 5:12
2-Shoot to Thrill - 5:17
3-What Do You Do for Money Honey - 3:35
4-Givin' the Dog a Bone - 3:31
5-Let Me Put My Love into You - 4:15
6-Back in Black - 4:15
7-You Shook Me All Night Long - 3:32
8-Have a Drink on Me - 3:58
9-Shake a Leg - 4:05
10-Rock And Roll Ain't Noise Pollution - 4:16




High Voltage é o álbum de estreia da banda AC/DC, lançado em 1975.
Esse álbum foi lançado apenas na Austrália, e em 1976 ele foi compactado junto com os outros hits do próximo disco, T.N.T., e então lançado para fora do país com o mesmo nome, High Voltage.


1 - Baby, Please Don't Go (Big Joe Williams) - 4:52
2 - She's Got Balls - 4:52
3 - Little Lover - 5:39
4 - Stick Around - 4:42
5 - Soul Stripper" (Young, Young) - 6:27
6 - You Ain't Got a Hold on Me - 3:35
7 - Love Song - 5:11
8 -Show Business - 4:46







Highway to Hell é o sexto álbum de estúdio banda australiana AC/DC, lançado a 27 de Julho de 1979. Também foi o último álbum do vocalista Bon Scott junto com a banda antes de sua morte em 1980.
Em 2003, o álbum atingiu o nº 199 da revista Rolling Stone, da lista dos 500 melhores álbuns de todos os tempos.



1 - Highway to Hell - 3:32
2 - Girls Got Rhythm - 3:27
3 - Walk All Over You - 5:13
4 - Touch Too Much - 4:30
5 - Beating Around the Bush - 4:00
6 - Shot Down in Flames - 3:26
7 - Get It Hot - 2:38
8 - If You Want Blood (You've Got It) - 4:40
9 - Love Hungry Man - 4:20
10 - Night Prowler - 6:27



If You Want Blood You've Got It é um álbum ao vivo da banda australiana de hard rock AC/DC, originalmente lançado nos Estados Unidos em 21 de novembro de 1978.

1 - Riff Raff - 5:10
2 - Hell Ain't a Bad Place to Be - 4:02
3 - Bad Boy Boogie - 7:35
4 - The Jack - 5:43
5 - Problem Child - 4:32
6 - Whole Lotta Rosie - 5:20
7 - Rock 'n' Roll Damnation - 3:30
8 - High Voltage - 5:05
9 - Let There Be Rock - 8:15
10 - Rocker - 3:00







Let There Be Rock é o terceiro álbum internacional da banda australiana de hard rock AC/DC, lançado em Junho de 1977. Contém clássicos da banda, como "Let There Be Rock" e "Whole Lotta Rosie"(sendo essa ultima tocada em todos os concertos desde então).

1 - Go Down - 5:31
2 - Dog Eat Dog - 3:34
3 - Let There Be Rock - 6:06
4 - Bad Boy Boogie - 4:27
5 - Problem Child - 5:24
6 - Overdose - 6:09
7 - Hell Ain't a Bad Place to Be - 4:14
8 - Whole Lotta Rosie - 5:33





Powerage é o quinto álbum de estúdio da banda australiana de Hard Rock AC/DC, lançado a 25 de Maio de 1978.

1 - Rock 'n' Roll Damnation - 3:37
2 - Down Payment Blues - 6:03
3 - Gimme A Bullet - 3:21
4 - Riff Raff - 5:11
5 - Sin City - 4:45
6 - What's Next to the Moon - 3:31
7 - Gone Shootin - 5:05
8 - Up to My Neck in You - 4:13
9 - Kicked in the Teeth - 4:03



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