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segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

[Música] Los Parraleños y la Kumbia Samuray

 Los Parraleños: A Trajetória do Grupo que Mistura Rock, Cumbia e Cultura Japonesa

Formada em meados da década de 1990, a banda argentina Los Parraleños se destacou por sua fórmula única de misturar estilos musicais como rock, cumbia, heavy metal, reggae, ska e punk. Essa fusão criativa foi batizada pelos próprios integrantes como “Kumbia Samurai”, em referência às suas raízes japonesas, um aspecto central na identidade do grupo.


O Início: De Festas Comunitárias ao Reconhecimento Nacional

Tudo começou quando um grupo de amigos – oriundos de bandas de rock como RIP, Tintoreros e Simbiosis – decidiu se reunir para tocar em festas da comunidade japonesa. O grupo foi inicialmente batizado como “El Pelado Sosa y sus Parraleños”, em alusão a “Patricio Rey y sus Redonditos de Ricota”. O nome definitivo, “Parraleños”, surgiu inspirado em um vinho em garrafão chamado “Parrales de Chilecito”.

Com o passar do tempo, a formação original sofreu mudanças, e novos integrantes, predominantemente de origem japonesa, se juntaram à banda. Essas mudanças trouxeram elementos culturais e humorísticos à identidade do grupo. Foi nesse contexto que surgiram os “bailes parraleños”, eventos que se tornaram populares dentro da comunidade japonesa.

O Salto para a Fama

No ano 2000, a sorte do grupo mudou quando o músico e apresentador Pipo Cipolatti os conheceu em um casamento e os convidou para participar de seu programa no Canal 7. Nessa mesma época, a banda começou a organizar os “Lentejones Bailables”, eventos onde o público podia apreciar um prato de lentilhas enquanto curtia a música ao vivo. Ainda em 2000, gravaram um demo nos estúdios de Javier Calamaro, marcando um importante passo na profissionalização do grupo.


Momentos Marcantes

Em 2001, Los Parraleños realizaram uma performance memorável no “Teatro Club”, aparecendo pela primeira vez no palco com pinturas faciais – uma homenagem às gueixas, ao teatro kabuki e, de maneira divertida, à banda Kiss. Ainda naquele ano, se apresentaram no Centro Cultural San Martín e lançaram seu primeiro EP, “Diversión Kamikaze”. Uma das faixas, “Megadeth”, uma versão cumbia-metal do hit “Morrissey”, de Leo García, foi escolhida pela Tower Records para um comercial de TV.

Ascensão na MTV e Reconhecimento

Em fevereiro de 2002, Los Parraleños gravaram o videoclipe de “Megadeth”, que estreou na MTV e rapidamente alcançou o topo das paradas, permanecendo em primeiro lugar por três semanas consecutivas. Durante a Copa do Mundo de 2002, a banda ganhou grande exposição na mídia, sendo convidada para diversos programas de TV. No mesmo ano, receberam o prêmio “Jovens Destaques Nikkei” da Embaixada do Japão e foram indicados como “Revelação do Ano” no MTV Awards.

Em 2003, a banda foi indicada ao Prêmio Carlos Gardel na categoria “Melhor Álbum Pop do Ano” por “Diversión Kamikaze”, consolidando sua relevância na cena musical argentina.

Perdas e Continuação

Em 2012, Los Parraleños sofreram uma grande perda com o falecimento de Pablo Nicolás Takara, um dos membros fundadores, vítima de câncer. Apesar disso, o grupo seguiu em frente, mantendo-se ativo e fiel à sua proposta de misturar música e cultura.


Discografia e Formação Atual

A discografia da banda inclui:

  • “Diversión Kamikaze” (EP, 2002)

  • “Que no decaiga” (Álbum, 2004)

  • “Kamikaze Party” (Álbum, 2016)

Atualmente, a formação dos Parraleños conta com:

  • Mariano Takara (voz)

  • Santiago Lucio Yonamine (teclados)

  • Fabio Takara (guitarra)

  • Fernando Mezzapesa (bateria)

  • Daniel Tamashiro (baixo)

  • Daniel “Satoru” Maja (saxofone)

Presença Atual e Redes Sociais

Conhecidos por suas performances enérgicas e pela mistura singular de estilos musicais, Los Parraleños continuam a encantar públicos na Argentina e além. Você pode acompanhar as novidades da banda pelas redes sociais:

No YouTube, seu canal oficial é uma oportunidade para reviver seus maiores sucessos e performances marcantes.

terça-feira, 18 de junho de 2024

[Música] Tormentor Bestial: Legado e celebração à família em novo álbum "Eternal Nightmare"

 A banda de Heavy/Thrash Metal TORMENTOR BESTIAL, diretamente de Taubaté/SP, anuncia com entusiasmo o lançamento de seu quinto álbum de estúdio, intitulado "Eternal Nightmare". Este trabalho destaca-se como um marco no cenário do metal nacional, sendo inteiramente produzido "em família".


A expressão "em família" reflete a atual formação da banda, composta por parentes diretos, sendo eles: 
Luiz Amadeus (pai, vocal/guitarra), Pedro Teixeira (filho, vocal/guitarra), Bruno Amadeus (filho, baixo) e Niko Teixeira (filho, bateria).

"Um dos orgulhos que tenho são os meus três filhos se tornarem excelentes músicos e ainda ter o privilégio de tocar com eles. Estamos felizes e entusiasmados com este novo capítulo e esperamos que todos os fãs do metal pesado gostem do nosso som", comentou Luiz Amadeus.

Niko Teixeira complementou: "Tudo soa perfeito nessa nova fase, desde entrosamentos até ideias. Como somos todos irmãos junto ao nosso pai, não há erro com nada; encaramos tudo com certeza e descontração total. Fazemos o dever de casa direitinho e sem medo. Bom, se não fizermos, a gente fica de castigo (risos). Nossa meta agora é ensaiar muito, nos preparar para shows e montar nossa merchandise, assim começamos do jeito que tem que ser!'



Ouça agora "Eternal Nightmare" em: https://onerpm.link/731581573480

Arte de capa por Fábio Menezes (Inkcreations)
Gravado em Audiolab Extreme Studio, em Taubaté/SP
Produção, mixagem e masterização por Tormentor Bestail 

Desde sua fundação em 2008, por Luiz Amadeus e Niko Teixeira, a banda passou por algumas mudanças de formação, mas sempre buscou criar um Thrash/Heavy Metal pesado e agressivo, incorporando influências que vão do Hard Rock, Heavy Metal Tradicional (NWOBHM) até o agressivo Thrash Metal Oitentista.

Como uma boa família unida que se preze, onde procuram sempre fazer tudo juntos, "Eternal Nightmare" foi logicamente todo composto, gravado e produzido pelo quarteto, em seu próprio estúdio (Audiolab Extreme Studio), e por conta dessa interação mais intimista trouxeram uma abordagem bem diferente dos álbuns anteriores.

Sobre a sonoridade de "Eternal Nightmare"Luiz Amadeus comentou:

"Neste álbum, aprimoramos ainda mais as guitarras, optando por uma bateria com sonoridade mais acústica e pesada, utilizando trigger apenas nos bumbos. As guitarras estão mais densas e bem definidas, enquanto o baixo possui um timbre mais estralado. Nas seções de solos, adotamos uma abordagem inovadora, destacando o baixo e proporcionando uma sensação mais autêntica e próxima de uma performance ao vivo quando a guitarra assume o solo."

As letras do álbum consistem em 10 faixas baseadas em histórias e contos variados, mantendo-se afastadas de temas políticos. Cada música apresenta uma narrativa distinta, abordando temas que vão desde histórias antigas e terror até críticas sociais, lutas contra vícios, resiliência e corrupção nas religiões. Tudo é escrito de forma conotativa, deixando margem para ambiguidades.

O lançamento de "Eternal Nightmare" não é apenas um marco na trajetória da Tormentor Bestial, mas também um testemunho da união e do espírito familiar que permeia a banda. A colaboração entre pai e filhos não só fortalece os laços pessoais, como também enriquece a música com uma sinergia única. Este álbum é um tributo ao poder da família e à paixão compartilhada pela música, comprovando que, quando se trabalha em harmonia, o resultado é um som autêntico e poderoso que certamente ressoará no cenário do metal nacional com sobras.

Siga as mídias sociais da banda em @tormentorbestial



sexta-feira, 23 de julho de 2021

The Zuends Never eira - novo album dos Arigatões

 A primeira (e até o presente momento, única) banda de Meme Rock do mundo, os Arigatões, lançam seu mini Album, intitulado "The Zuends Never Eira", em todas as plataformas, esta semana!

Com muito humor, e qualidade musical, os Arigatões trazem desta vez uma junção de Pop Rock, com direito à uma revisita com letra extendida do sucesso "Tentáculos do Amor", e até uma música com participação de Márcio Rocha, vocalista da banda Profusão Sonora, do Rio de Janeiro, a faixa "Sem Destino (Jabaquara)".

Ouça na playlist de youtube premium abaixo:

O Mini Album segue o modelo de lançamento de mídia física do Japão, com direito à uma música com versão "karaokê", para o público cantar.

As faixas presentes neste Mini Album são:

- Tentáculos do Amor (Extended Version) - Versão extendida, em Pop Punk, da música "Tentáculos do Amor", originalmente lançada acústica, baseada nos memes sobre tentáculos e Hentai, agora contando uma história mais completa sobre o tema;

- Âncora - Pop Rock leve e com tom de redenção, que indica a leveza que uma pessoa pdoe sentir ao se livrar de um grande peso desnecessário na vida;

- Fulanos de Tal - Pop Rock animado, contando uma história sobre uma banda que tinha tudo pra dar certo, mas, que acabou não tendo nem mesmo saído do papel, baseada em uma história real;

- Jabaquara (Sem Destino) - Meme Music nascida durante uma live de assuntos nerds no Instagram do programa Crash TV, e acabou virando Meme entre músicos e seguidores de programas que falam sobre rock. Na gravação, a participação de Márcio, vocalista da banda Profusão Sonora, do Rio de Janeiro, marca presença;

- Você Me Viciou - Esta música pseudo-romântica conta a história de um cara apaixonado, que conheceu alguém em um aplicativo de namoro voltado aos nerds (Nerd Spell), e acabou ficando viciado na atenção que recebeu de uma garota;

- Âncora (Instrumental Karaokê) - Versão apenas instrumental, para as pessoas que gostam de um bom karaokê, para cantar suas músicas favoritas.

terça-feira, 7 de julho de 2020

Marenna-Meister traz a energia do hard rock dos anos 80 em álbum de estreia, "Out Of Reach"

Marenna-Meister traz a energia do hard rock dos anos 80 em álbum de estreia, "Out Of Reach"


Marenna-Meister é o novo projeto do cantor Rod Marenna (Marenna) e do guitarrista Alex Meister (ex-Pleasure Maker/Alex Meister Solo). A banda apresenta seu álbum de estréia, "Out Of Reach", que será lançado em 28 de setembro pelo selo dinamarquês Lions Pride Music e traz 10 faixas extremamente poderosas com a energia Hard Rock e Hair Metal dos anos 80.
Com as vibrações mais intensas, juntando suas experiências de mais de 25 anos dedicadas a esse estilo, Marenna-Meister promove uma união empolgante entre os vocais melódicos e marcantes, riffs poderosos e solos de guitarra com toneladas de energia para serem ouvidas no volume máximo. , "Out Of Reach" garante uma viagem aos tempos de ouro, inpirados em DANGER DANGER, DOKKEN, WINGER e WARRANT. 
Enquanto o primeiro full-lenght da parceria está em fase de pós-produção, a dupla lançou o primeiro single “Follow me up”, que está disponível em todas as plataformas digitais



Alex Meister é compositor, produtor e renomado guitarrista carioca com experiência de mais de 30 anos de carreira. Já tocou ao lado de diversas bandas no Brasil e exterior, como Savatage, Whitesnake, Motörhead, Queensrÿche, Saxon e Angra. Sua carreira conta com diversos trabalhos lançados no mundo todo, projetos ao lado de nomes como Mark Boals (ex-Yngwie Malmsteen) e Edu Ardanuy (Dr. Sin). Editou quatro CDs dentro e fora do Brasil; o solo instrumental Alex Meister – “My Way” (2011) e mais três com a banda de Hard Rock Pleasure Maker, “Love On the Rocks” (2004), “Twisted Desire” (2008) e “Dancin’ With Danger” (2018), álbuns que foram lançados e distribuídos em países da América do Norte, Europa e Ásia por gravadoras como Spiritual Beast (Japão), Perris Records (EUA), Steelheart Records (Itália) e no Brasil pela Animal Records. Para promoção desses trabalhos, foram veiculados os videoclipes de “What’s Up?” e “Helena” em carreira solo, como também “It Ain’t ‘Bout Love” e “Dancin’With Danger” com a banda Pleasure Maker. O ano de 2019 marcou a nova fase de sua carreira, encerrando o ciclo da banda Pleasure Maker após mais de 15 anos de estrada e lançando o single "Just Thinkin' About You", que o trouxe de volta à carreira solo, estreiando a frente dos vocais e estreando seu novíssimo projeto Marenna-Meister. 
Rod Marenna é um vocalista e compositor gaúcho com mais de 25 anos de carreira, sempre mesclando hard rock e heavy metal em seus trabalhos, onde desenvolveu seu próprio estilo. Rod criou seu próprio projeto solo chamado "Marenna", que foi lançado como um projeto web com convidados especiais e novos músicos, em 2014. Devido ao grande destaque do projeto, foi finalista do Concurso Sweden Rock Festival (Grande Festival de Rock da Suécia). O músico conta com o EP "My Unconditional Faith", o álbum Length "No Regrets" - lançados nos EUA, Europa e Japão pela Lions Pride Music -, e o disco ao vivo "Livin 'No Regrets" lançado na Europa e Japão pela Rock Company da Holanda.


Gênero:  Hard Rock/ Hair Metal
Produtor: Alex Meister
Gravação, mixagem e masterização: Sidney Sohn
Photographer: Eduardo Amayo e Roger Clots

Formação:
Rod Marenna (Vocal)
Alex Meister (Guitarra e Vocal)
Cris Gavioli (Baixo e Vocal)
L.A. Tilly (Bateria)

sexta-feira, 26 de junho de 2020

Fucking Violence lança clipe de Ingratidão

Fucking Violence lança clipe de Ingratidão
Confira o lançamento da Banda paulistana de hardcore Fucking Violence.


Fonte: IM Press&MKT
Por: Isabele Miranda / Vagner Mastropaulo

Banda paulistana de hardcore Fucking Violence apresenta o clipe de Ingratidão, faixa- título de seu álbum de estréia com dez pedradas que saiu em fevereiro último, mas gravado em 2019 com produção e mixagem de Heros Trench (guitarrista do Korzus) e Rodrigo Oliveira (baterista do Korzus) no Dharma Studios.


O quarteto é formado por Pablo Lucente (guitarra), Carlos Souza (baixo) e André Atibaia (bateria), além do único músico a aparecer na filmagem feita no centro de São Paulo, mais precisamente no Vale do Anhangabaú: o vocalista Thiago Monstrinho. Com a palavra, o ex-Worst, que assim analisa o mais recente trabalho produzido por Lourenço Fabrino, o Luringa, diretor de Vencedores, do próprio Worst, com mais de 2.6 milhões de views no YouTube: “O clipe fala sobre pessoas ingratas, ingratidão, gente que não
valoriza o próximo, que descarta o ser humano como se fosse lixo”.


Ao assistir ao vídeo lançado em 1º de junho, impressiona o hardcore cheio de groove e agressivo que vai agradar em cheio a quem aprecia Hatebreed e Biohazard. Cantado em português, não há como não imaginar a roda pegando fogo ao vivo a partir de 1’19” da faixa.

Siga o Fucking Violence em:
Instagram: https://instagram.com/fuckingviolencehardcore?igshid=rfr97x8s7z79
Facebook: https://www.facebook.com/fvhardcore/

Assessoria Fucking Violence: Isabele Miranda / @isabelemirandatv

Sanny Mazza - Não Vou Me Calar (single)

Após lançar Não Vou Me Calar, o que esperar de Sanny Mazza?


Fonte: IM Press&MKT
Por: Isabele Miranda / Vagner Mastropaulo

Com o lançamento oficial de Não Vou Me Calar, terceiro single da cantora paulistana Sanny Mazza, em 19/06, sucedendo Aprendiz e Imune, a pergunta que não quer calar é: e agora, o que mais está por vir?

Ouvimos a própria artista, que discorreu sobre o atual momento traçando planos: “Estou muito feliz com meu último lançamento. Foi uma composição baseada em muitas inspirações. Pretendo continuar estudando física quântica e futuramente lançar uma nova música, que ainda está sendo composta”.

E ela foi além, destacando a importância da gratidão: “Vivemos num universo de troca, o que dou para o mundo é exatamente o que recebo. E só tenho recebido coisas boas desde que comecei este trabalho, então significa que estou no caminho certo! Sou muito grata por tudo que vem acontecendo. Estou trabalhando diariamente, junto à minha equipe, formada por verdadeiros amigos, para a elaboração de mais material em breve”.

Não Vou Me Calar já pode ser conferida em todas as plataformas digitais. Para facilitar, quem quiser ouvir a faixa no YouTube, basta acessar: https://youtu.be/k881WYsh4Jk.

Siga as redes sociais e canais oficiais da cantora e acompanhe as novidades:
Instagram: @sannymazza
Facebook: https://www.facebook.com/sannymazzaoficial
Site Oficial: https://www.sannymazza.com
YouTube: https://www.youtube.com/user/sannymazza

Assessoria Sanny Mazza
Isabele Miranda / @isabelemirandatv
Management: @roxie.gi
Music Business: @deacharrua_

segunda-feira, 11 de março de 2013

Rock Beer Festival


Quer comemorar o dia de St. Patrick? Aproveitar, encontrar uns amigos, beber um pouco, ver boas bandas, e se divertir pra valer?

O Rock Beer Fest vai rolar no próximo domingo, dia 17, lá no EASY, próximo á estação Barra Funda, das 11h da manhã até as 23h da noite, com direito ao bome  velho rock'n roll do Velhas virgens, teremos a banda POP JAVALI em São Paulo novamente, após eles abrirem para Deep Purple e para Ugly Kid Joe!

A 89 A Radio Rock está fazendo toda a promoção do evento, e para comprar os ignressos, vocês podem ir até a loja MOSHI MOSHI na Galeria do Rock, ou pela internet no site www.ticketbrasil.com.br

Aproveitem a dica, e boas festas!

YATTA!

bye-Q!

domingo, 31 de julho de 2011

GWAR - continuam na ativa!


Quem se lembra da velha e boa banda de THRASH METAL favorita da dupla Beavis & Butthead?

Há quem acredite que eles haviam aprado na década de 90, mas, lembro-me muito bem de ter comrpado CD novo em 2004, lançamento mesmo, e agora, clipe de 2010 deles, que continuam MUITO BONS! É uma pena que não tenham feito shows no Brasil ainda (até hoje), pois se houvesse, EU IRIA!











Eis o canal oficial do GAWR no youtube!

SIm, sou fã de carteirinha, e pretendo fazer muito baruhlo quanto á banda! hahahah!

Ok, já fiz covers, só que nunca tive grana pra fazer as vestimentas e máscaras que eles usam! Vale muito a pena!

Confiram mais via itnernet, e na Galeria do Rock! Vale a pena!

YATTA!

bye-Q!

domingo, 17 de outubro de 2010

MAESTRICK - banda


O Maestrick foi formado em abril de 2004 por músicos de São José do Rio Preto/SP. Sua formação é composta por Fábio Caldeira (vocal e piano), Renato "Montanha" Somera (contra baixo), Danilo Augusto (guitarra), Maurício Figueiredo (guitarra) e Heitor Matos (bateria).

A proposta da banda é aderir à espontaneidade, e atualmente aposta no projeto “Aquarela Sonora” que consiste na integração entre a música e as diversas manifestações artísticas, como pintura, literatura, teatro e dança.

Formação MAESTRICK A banda se encontra finalizando seu debut, que foi gravado no estúdio AR-15 (Bebedouro-SP) e está sendo mixado no estúdio AK-47 (Seattle, E.U.A.) pelo produtor Gustavo Carmo (VersOver, Imago Mortis, Hamlet).

Seguindo a linha do heavy metal/rock progressivo, a banda incorpora elementos pessoais, tornando seu som singular. Ritmos latinos, instrumentos tipicamente regionais, como a viola caipira, tudo isso muito bem mesclado em músicas que oscilam entre a agressividade e a leveza, complementadas com um toque moderno, e uma sintonia ideal entre harmonizações vocais, sintetizadores, guitarras pesadas e orquestrações.

As suas primeiras músicas que foram lançadas para download no site oficial, e em seu MySpace tem uma força e energia muito grandes.

Começando por H.U.C., que se inicia com uma abteria pesada, e guitararas bem graves, que lembram um pouco o som do Sepultura no início da década de 90, com riffs bem picantes, que nos levam á uma empolgação inicial, digamos, bem excitante. Quando entra o vocal, você sente a leveza de um Iron Savior, e um pouco de agrressividade á lá Bruce Dickinson nos rasgados suaves e poderosos. Seu som consegue ir do leve ao pesado em instantes, e mesmo em seu lado de leveza, continua poderoso e prende atenção de modo aconchegante. Uma mistura de isntrumentos de metal e de instrumentos regionais do interior que se casam perfeitamente com sua cozinha musical de modo que seja único e novo! Você se sente em um novo mundo, como se msiturassem Vikings, Gnomos, Elfos, paisagens urbanas atuais e aliens com super astronaves! Há um toque de "tango" e sons latinos que nos intriga, e maravilha nossos ouvidos. Até o vocal gutural encontrado na música consegue ser leve, suave e ao mesmo tempo grosso e pesado. Sempre alternando com vocais limpos e cheios de vitalidade, e backvocals muito bem encaixados.

A segunda faixa, "Aquarela", começa com seu som clássico, em pianos e violino/violoncelo, entrando com baterias e guitarras pesadas que conseguem se manter em nível de orquestra, enquanto o teclado/piano com sutileza nos leva aos ouvidos uma mistura de veludo e ferro bem gelado em um dia quente dentro de um navio aquarelado de sons calmos que trazem o peso como um NEW AGE de KITARO misturado á um som de RUSH e vocais límpidos e fortes, que, mesclados á calma inicial, ao ter um ritmo mais puxado á ópera, começa a se tornar uma espécie de progressivo com Queen, e aos poucos vai se transformando em uma história épica que mistura música, teatro, tinta, pintura, sonho e realidade. Solo característico e bem trabalhado, que nos remete áos bons tempos do metal nos anos 90, com um teclado que consegue aumentar o fôlego que vai até a alma, enquanto o espírito que vem dos riffs e solos de guitarra entra em seu corpo, te fazendo viajar pela história contada em sua letra, com altos e baixos que empolgam, e te fazem sentir em um cinema, vendo um filme de aventura e fantasia,  chegando ao ápice e finalizando em calmaria, como todo bom filme consegue chegar!

Pode se dizer que este "teaser" que a banda deixou, de 2 músicas, das 11 que estarão no album a ser lançado, já deixa uma expectativa bem forte de que muito mais está por vir, com qualidade, e acima de tudo, com força e ALMA na música!

Uma banda que merece estar no pódio de revelações bombásticas, e, acredito eu, seja eternizada dentre as melhores do estilo, principalmente se continuar no caminho de um bom som, com um feeling empolgante e carismático que já mostra ter.

Altamente recomendado á todos que curtem um bom Heavy Metal e Rock Progressivo, com certeza! Um ótimo "Rock Freestyle", como brincam os integrantes da banda!

E em dezembro, garantam já seus CDs com a banda!

YATTA!

bye-Q!

domingo, 12 de setembro de 2010

DETROIT METAL CITY (review)



Negiccho é um garoto de 18 anos comum e sem nada de especial de uma cidade rural do Japão. Quando formado, ele decide ir para Tóquio, seguir seu sonho: ser um cantor indie/folk!

Mas tudo dá errado, quando ele só conseguiu virar o vocalista (ou imperador, muahahahaha) do DMC-Detroit Metal City, uma banda de Death Metal.

Quando ele usa a “veste” de imperador, ele vira Krauser II, um ser sem escrúpulos, desbocado e ninfomaníaco, o que leva seus fãs ao delírio!

Negi, em sua forma “normal”, é apaixonado por uma garota que estudava com ele, mas como ela sempre está dando um jeito de dar um fora nele (tapa com luva de pelica, sabe?), ele toma a forma de Krauser e humilha a menina em seus shows, xingando de coisas absurdas HAHAHAHAHAHA

No começo Negi era muito relutante em ser o Krauser, Imperador do Inferno (bem true-metal, não? HAHAHAH), mas com o tempo ele foi superando suas barreiras..E é ai que entra a questão: Negi vira Krauser, ou o Krauser na verdade é sua personalidade original?

É um anime super escrachado, trash e um pouco senseless, mas não deixa de ser muito engraçado, e até crítico, porque ele mostra atitudes babacas de fãs de diversas tribos urbanas (não só do Death Metal, mas do Punk, do Rap, do Indie), por concordarem com qualquer coisa que a banda faça e defenderem com todas as forças. Dá pra perceber também que eles tiram um pouco com a cara do Marilyn Manson...Mas pros fãs dele, por favor, espírito esportivo, OK? AHAHAHAHAHA

Quem tem um humor mais ácido, vai se divertir muito com o DMC!

YATTA!

bye-Q!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Stevie Ray Vaughn - The Last Show


 
Em 27 de Agosto de 1990, Stevie Ray Vaughan decolava de helicóptero para se juntar aos mitos do Rock.
Após um concerto no Alpine Valley, Stevie resolveu aproveitar o voô que saía levando parte da equipe de Eric Clapton, que também se apresentara ao lado de Robert Cray e Buddy Guy. Aqui você confere este último show de Stevie Ray Vaughan, que rolou nesse mesmo dia.
 
Baixe Aqui!!!

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

II Encontro Brazilian DEVOtees e breve história do DEVO!


II Encontro Brazilian DEVOtees
Já está definida a data na qual ocorrerá a provável maior concentração de mutantes, spuds e devoides por metro quadrado no Brasil: será em 28/08 a partir das 13h na Chipsburger. Venha com seu energy dome, traga seu yellow suite, aquele CD raro para mostrar para os spuds, um souvenir da banda, uma lembrança de um show, venha contar suas curiosidades com a banda de Ohio - tudo será permitido... ou, quase tudo!!!
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Uma DEVOgrafia, por Caio de Mello Martins
 
Quem é DEVO?

Devo é uma das bandas mais inovadoras, autênticas, inteligentes e fascinantes a surgirem da new wave e do pós-punk que irrompeu dos dois lados do Atlântico, no final dos anos 70 (muito embora sua origem seja traçada cinco anos antes da explosão punk).


Sua formação clássica (1976-1986) é composta de Mark Mothersbaugh (vocal, sintetizadores, teclados e guitarra), o "estrategista-chefe" Jerry Casale (vocal, baixo e sintetizadores), Robert Mothersbaugh, irmão mais novo de Mark (guitarra, mais conhecido como Bob Mothersbaugh ou Bob #1), Robert Casale, irmão mais novo de Jerry (guitarra e teclados, mais conhecido como Bob Casale ou Bob #2) e Alan Myers (bateria).
De sensação cult no final dos anos oitenta até seu status de ícone pop dos anos oitenta, este grupo estadunidense foi um dos primeiros a fundir música com a linguagem audiovisual de seus elaborados videoclipes, muitos dos quais precederam o nascimento da MTV em 1980.

Mais: Devo foi uma das primeiras bandas, fora do circuito musical kraut-rock/experimental/progressivo, a assimilar a eletrônica como um elemento estrutural de suas canções e integrá-las a um contexto pop de canções curtas e coesas.

Ao lado de outros pioneiros como Ultravox, Human League e Gary Numan, esta banda foi a maior responsável pela predominância do synth pop do início aos meados da década de 80, familiarizando a sensibilidade do mainstream com os rígidos tempos e as exóticas texturas da eletrônica.

O trauma e o início
Esta banda se formou na pequenina cidade de Akron (Ohio, EUA), em... bem, digamos que ela se formou quando o sonho acabou. Jerry e Mark eram colegas da faculdade de artes da universidade de Ken State. Em pleno crepúsculo dos anos 60, ambos eram hippies e encontravam-se mobilizados ao redor dos piquetes estudantis pelo fim da Guerra do Vietnã. Em 1970, Jerry testemunhou um brutal ato de repressão da Guarda Nacional norte-americana: uma manifestação no campus de Kent State contra a ocupação yankee no Camboja terminou com quatro estudantes mortos - dentre os quais dois amigos de Jerry - e um clima de paranóia, já que a universidade foi fechada e a ela imposta um estado de sítio que durou por dias a fio.

O evento teve um impacto considerável em Jerry. Amargando os resquícios da ressaca de 68, Jerry e seu colega Bob Lewis formularam a teoria da De-Evolution (em português, involução), que defendia que a humanidade, contrariando a noção linear de progresso, estaria retrocedendo como espécie, e não evoluindo. A concepção estava impregnada pela leitura do romance de ficção científica The Beggining Was The End: How Knowledge Can Be Eaten?, de Oscar Kiss Maerth, a qual defende que a espécie humana derivava de uma classe de grandes primatas canibais, os quais ingeriam o cérebro de seus semelhantes para proporcionar-lhes maior poder sexual.

Da mesma forma, Jerry, Lewis e Mark passaram a talhar formas de poema, música, performance e vídeo que espelhassem sua visão de mundo: seres humanos marchando como clones sem individualidade em um ambiente equipado e moldado pela mais sofisticada tecnologia, porém vivido por homens regulados por uma mentalidade rígida, estreita e conformista. Seu comportamento autoritário e auto-destrutivo, estimulado pelo consumismo neurótico-compulsivo e pelos latentes e frustrados fetiches sexuais, levariam o planeta ao colapso social e à exaustão de seus recursos.

O combo adotou a alcunha de Devo - abreviação de De-Evolution - e combinou várias formas de expressão para reforçar sua mensagem: a música produzida pela banda se apoiava em um forte experimentalismo eletrônico, operado com a ajuda de sintetizadores, alguns montados artesanalmente com o auxílio de utensílios domésticos e outros gadgets eletrônicos. A base sustentava melodias ora atonais, de ritmo descompassado; ora deliberadamente infantis e repetitivas.

Os próprios membros da banda se vestiam uniformemente, com trajes plásticos de cores hipersaturadas portando o nome Devo; como uma logomarca, enquanto cambaleavam no palco em rígidas coreografias. Com freqüência, Mark Mothersbaugh se apresentava como seu alter-ego Booji-Boy (pronuncia-se Búgui), ao vestir uma máscara de uma criança de bochechas gordas e vermelhas. Um homem adulto vestido de bebê representava, de forma mordaz, a infantilidade da sociedade norte-americana embevecida pelo consumo e o imediatismo.

O começo da jornada
O ano de 1972 marca a primeira apresentação da banda, ainda sob o nome Sextet Devo, integrando as atrações do festival de artes de Kent State. A formação, que tomou vida apenas para este evento, incluía Jerry Casale no baixo, Bob #2 e Bob Lewis nas guitarras, Rod Reisman na bateria, Mark Mothersbaugh no sintetizador e Fred Webber nos vocais. Nos anos subseqüentes, Mark, em companhia de Jerry e seus irmãos Bob e Jim (que operava um kit de bateria eletrônica montado por ele mesmo), passava o tempo no porão de sua casa, ocupado em compor, gravar e fazer a banda soar mais involuída o possível - período gestacional que seria posteriormente documentado nas coletâneas Hardcore Devo (volumes 1 e 2), lançadas nos anos 90.
Regularmente, o conjunto subia ao palco de alguns bares da redondeza, muitas vezes apresentando-se, antes de tocarem, como uma banda cover de hard-rock. Presentes que esperavam canções de Foghat ou Allman Brothers sentiam-se provocados, a ponto de atirarem garrafas e ameaçarem invadir o palco para agredi-los. Jerry referia-se ao peculiar som que o grupo performava como chinese computer rock 'n' roll: algo que remetia ao blues vanguardeiro de Captain Beefheart, ao arrojado experimentalismo eletrônico do Roxy Music (na fase em que Brian Eno fazia-se presente) e à intertextualidade e performance multimidiática dos excêntricos The Residents - muito embora Mark saliente que a maior inspiração da banda era "o importante som de coisas desabando".

O primeiro vislumbre da aclamação ocorreu em 1976. O curta-metragem The Beggining Was The End: The Truth About De-Evolution venceu o festival de cinema de Ann Arbor e impressionou profundamente dois ilustres membros da audiência: Iggy Pop e David Bowie. Foi Bowie quem, atuando como um mecenas, asseguraria futuramente um contrato da banda com a Warner Bros. e ainda convocaria os serviços do consagrado produtor Brian Eno para desenvolver com a banda o seu álbum de estréia.

Dois singles foram lançados pelo seu próprio selo independente, Booji-Boy: em 1976, o EP portando a canção Mongoloid, e, em 1977, outro compacto portando uma versão desconstruída do maior hit dos Rolling Stones, Satisfaction, ambos gravados com a presença do baterista Alan Myers. No ano seguinte, o Devo gravou uma compilação com seis músicas para a gravadora britânica Be Stiff, intitulada (oportunamente) com o nome do selo.
Os primeiros álbuns: impacto no mainstream
O album de estréia, Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!, foi gravado em uma fazenda nas proximidades da cidade alemã de Cologne e saiu nas lojas em agosto de 1978. O LP foi bem sucedido em sua missão de chamar as atenções do público para a banda, na esteira da apresentação maníaca dos spud-boys no Saturday Night Live - sem contar no frenético e original cover de Satisfaction, acompanhado de um criativo videoclipe, e que rapidamente invadiu pistas de dança na vida noturna britânica.

Ao lançar a seqüência de sua estréia, Duty Now For The Future (1979), Devo já havia cindido as opiniões nos círculos da cultura pop; enquanto o nome da banda ascendia ao lado de Talking Heads, The B-52's e Pere Ubu como os expoentes do "novo rock" americano, a revista Rolling Stone os desdenhava como um bando de "fascistas". O cenário estava montado para que, no alvorecer dos anos 80, todos os holofotes estivessem voltados aos garotos de Akron.

O terceiro álbum, Freedom of Choice, foi o trabalho certo na época certa. Produzido por Robert Margouleff, que no currículo ostentava sua colaboração com Stevie Wonder, Freedom of Choice galgou as paradas da Billboard em 1980 até a 22ª posição. No ano de estréia da MTV, três dos videoclipes concebidos dentre o novo repertório ganharam enorme exposição na programação da emissora - especialmente aquele criado para o maior hit da carreira do Devo, Whip It, cujo single vendeu um milhão de cópias. O vídeo mencionava de forma (não tão) velada práticas de sado-masoquismo, enquanto a música, tratada com esmero por Margouleff, trazia uma insistente e digitalizada versão escrachada dos beats das disco.


De volta ao estúdio, a banda resolveu investir na atenção pública capitalizada para produzir aquela que seria a obra mais comprometida com o idealismo de início de carreira. New Traditionalists veio no final de 1981; embora musicalmente muito familiar a seu antecessor, o álbum decepcionou aqueles que apostavam na vertente humorística e nonsense da banda e, muito pelo contrário, depararam com a estética provocativa desse período: Jerry, em entrevista à TV americana transmitida ao vivo, alegou placidamente que apenas estava se "adaptando ao estado corporativo feudal em que vivemos", enquanto penteava sua peruca plástica, referência direta ao penteado lambido do ex-presidente John F. Kennedy.
Tudo que sobe...

Sob grande pressão da Warner Bros., que exigia mais sucessos no calibre de Whip It, Devo deu sua entrada no ano de 1982 com seu quinto álbum, Oh, No! It's Devo. Embora contasse com um punhado de canções memoráveis, como Peek-a-Boo e That's Good, este amaldiçoado LP sofreu alguns abalos que mancharam sua credibilidade: a decisão de incluir um poema de John Hinckley Jr., preso por tentar assassinar o presidente americano Ronald Reagan, gerou muita controvérsia. Sua turnê também não rende boas recordações, já que todo o equipamento de projeção de imagens 3-D, feito para incrementar os shows, foi vítima de falhas técnicas. Também nesta época, o ex-companheiro Bob Lewis conseguiu vencer a banda na justiça e processou-os por plágio intelectual.

Dois anos mais tarde, o álbum Shout, um excerto insípido de tecnopop genérico, foi recebido com indiferença por público e crítica. Reconhecido como o trabalho mais fraco da banda, foi o último álbum a ser lançado pela Warner Bros., que despejou o grupo. Alan Myers, cansado de ser ofuscado pela bateria eletrônica, demitiu-se. Quatro anos se passaram em hiato, até que Devo, ostentando David Kendrick (ex-Gleaming Spires) com as baquetas, assinasse com outra gravadora, a Enigma, e lançasse seus dois últimos trabalhos: Total Devo (1988) e Smooth Noodle Maps (1990).
Jerry e Mark queixavam-se da gestão da Enigma. Segundo eles, a gravadora impôs muitos entraves ao processo criativo, interferindo na direção dos videoclipes e oferecendo um orçamento baixo para as ambições do grupo. Mais ainda, acusavam a Enigma de gerir as estratégias de promoção e divulgação com extrema incompetência, relegando o grupo ao limbo. Estas foram razões capitais para a banda pedir o boné, em 1991.
Há vida após a morte?É importante considerar, acrescente-se, que Mark Mothersbaugh já se encontrava, desde o final dos anos 80, envolvido com sua empresa de publicidade e jingles Mutato Muzika. Juntamente com Bob #1 e Bob #2, compôs trilha sonoras para a série Pee-Wee's Playhouse, e seguiu na subseqüente década trabalhando em produções como Os Anjinhos (Rugrats) e Mundo de Beakman, bem como nos filmes The Excentric Tenembaums e Life Acquactic With Steve Zissou. Jerry Casale, principal cabeça por trás da direção e concepção dos videoclips do Devo, deu continuidade à sua atividade como produtor, fornecendo seus serviços a Foo Fighters, Silverchair, Soundgarden e Rush.

A vida pós-Devo ainda compreende duas bandas: Mark e os dois Bobs montaram uma banda de surf-rock chamada "The Wipeouters", que era o nome de uma banda que os três formaram enquanto adolescentes, em 1966. O álbum de estréia, P'Twaaang!, foi lançado em 2001. Já Jerry, em 2006, reuniu seus ex-companheiros para formar o grupo de blues "Jerry Jihad and The Evildoers", cujo álbum de estréia, Mine is Not a Holy War, saiu nas lojas no mesmo ano.
DEVO strikes back
Desde 1996, ano em que se apresentaram no festival Lolapalooza, o conjunto - portando na formação o baterista Josh Freese - reuniu seu núcleo central de quatro membros e faz excursões esporádicas. Em julho de 2007, ao serem confirmados no festival Sonár, em Barcelona, a banda deflagrou sua primeira turnê internacional em mais de quinze anos.
Curiosidades sobre DEVO
 
DEVO e gospel?
Durante toda sua trajetória, os cinco devóides possuíam um projeto paralelo: "Dove, The Band of Love", um anagrama a partir do nome original, era um grupo de rock gospel-cristão que já abriu vários shows para o Devo! Subindo ao palco com macacões de cor cáqui e bonés translúcidos, em alusão à obsessão pela boa forma e por práticas como jogging, o objetivo era criticar, de forma bem-humorada, a retomada do fundamentalismo religioso nos Estados Unidos, durante a era Reagan.

Os energy domes
Os famosos chapéus vermelhos usados durante a promoção de Freedom of Choice são descritos quase sempre como "flowerpots" (vasos de flor). Entretanto, o intuito original era de que o singular adorno fosse uma referência plástica e irônica às majestosas pirâmides astecas. Jerry, talvez exausto com especulações em torno do significado do bendito chapéu, inventou a explicação de que era simplesmente uma abóbada energética, ou "energy dome", cuja função era a de reciclar a energia vital que se dissipa pelo osso occipital. Por isso, os membros do Devo deveriam ser reconhecidos como "conservacionistas". Então tá, né?

Johnny Rotten no DEVO?
Antes do primeiro álbum ser lançado, o diretor da Virgin Records, Richard Branson, convidou Mark Mothersbaugh e Bob #2 para uma viagem à Kingston, capital da Jamaica. Motivo? Chapar de maconha e persuadir os dois a aceitarem Johnny Rotten, que se refugiou em Kingston após romper os laços com os Sex Pistols, como o novo vocalista do Devo. Como conta Mark no livro Rip It Up And Start Again, de Simon Reynolds, "Ele disse: 'o Johhny está na sala ao lado. Alguns jornalistas da NME e da Melody Maker estão aqui. É a hora perfeita para ir à praia, tirar umas fotos e anunciar que ele se juntou ao Devo. O que vocês acham?'". Mesmo com o cérebro torcido, Mark deu a resposta eeeeee...xata!

A conturbada relação com Brian Eno
Brian Eno, como produtor, manteve parcerias duradouras com muitos artistas, como David Bowie, Talking Heads, Robert Fripp e U2. Com os Spud Boys, no entanto, a parceria durou apenas um álbum. Ao invés de retratar uma banda incorporando as marcas registradas de Brian Eno, a banda entrou em atrito com seu produtor e resistiu à sua influência. Diz Mark: "Em retrospecto, fomos demasiadamente resistentes às idéias de Eno. Ele inventou partes de sintetizador e sons bem atmosféricos para quase todas as faixas, mas nós as usamos apenas em três ou quatro músicas, como o looping de macacos berrantes em Jocko Homo".
 
Quer irritar a platéia de seu show? Chame o DEVO!
Em seus primeiros shows, o conjunto se especializou em irritar platéias de fãs descolados de arena-rock/boogie-rock, nos anos 70. Em um show de abertura para o Sun Ra, em 1975, a banda tocou o bordão "Are We Not Men? We Are Devo!", contida no meio de Jocko Homo, por vinte minutos. Um DJ da estação de rádio que promovia o concerto suplicou para que eles parassem de tocar - o que aconteceu apenas quando a banda foi paga para se retirar!
 
DEVO e as batatas
A batata é um dos maiores símbolos da De-evolução. Tal conotação é retirada do significado da gíria "potato head", que nos Estados Unidos designa pessoa de inteligência limítrofe. Mais uma vez, Jerry contraria as expectativas ao defender que as batatas são guardiãs da reserva mais concentrada de energia do planeta.
 
Jerry faz-tudoComo todos nós bem sabemos, ninguém vive de vento. Um jovem e durango Jerry, nos primórdios da banda, tinha que arranjar uns trocados para financiar as gravações e a produção de Devo. Além dos shows, o baixista obtinha renda vendendo sua força de trabalho, nem sempre da melhor forma possível: o futuro estrategista-chefe já trabalhou como projetista de um cinema pornô e conselheiro em uma clínica para reabilitação de viciados!

O De-Evolutionary OathComo um meio para simbolizar a cooptação da contracultura pela sociedade de consumo e a cultura de massa - mecanismos que desvirtuam a diversidade em caricaturas uni-dimensionais, previsíveis e a-históricas, perpetuando dessa forma a ordem vigente - o conjunto formulou cinco aforismos que compõem o De-Evolutionary Oath (em português, o juramento involucionário):
Lay a million eggs or give birth to one (Ponha um milhão de ovos ou dê luz a um só)
The fittest shall survive yet the unfit may live (O mais adaptado sobreviverá, ainda que o inadaptado deva viver)
Be like your ancestors or be different; it don't matter (Seja como seus ancestrais ou seja diferente; não importa)
Wear gaudy colors or avoid display (Use cores berrantes ou evite exposição)
We must repeat (Devemos repetir)

DEVO e Neil Young
Devóide, um alerta: se algum fã purista de "classic-rock", daqueles que fazem peregrinação ao túmulo de John Bonham, praguejar contra Devo, seu estilo robótico e seu excêntrico hibridismo eletrônico, esteja devidamente preparado: ponha na roda que ninguém menos do que Neil Young foi um dos maiores fãs dos spud boys. Ex-membro do quarteto de country-rock Crosby, Stills, Nash & Young e um dos maiores ícones da contracultura, o padrinho de Eddie Vedder ficou completamente obcecado com o Devo.
Quando o grupo ainda ganhava moral com o prêmio de Ann Arbor e as declarações entusiásticas de Bowie e Eno, Neil Young também foi tragado pelo fascínio a ponto de convidá-los a participar de seu longa-metragem Human Highway (1977). Nesse filme a banda aparece dando uma canja com a canção Worried Man. O Neil Young concedeu carta branca e total autonomia pro Jerry, que dirige a maioria dos videoclipes, bolar todos os diálogos da cena que os spud boys estrelam. Nela, interpretam operários recolhendo o lixo nuclear de uma usina, enquanto cantam Worried Man.

Discografia CompletaAqui você confere toda a discografia da real de-evolution band numa lista compilada por Marcello Colosimo, incluindo álbuns, singles, DVDs, coletâneas e participações em trilhas sonoras.
 
Álbuns:
Q: Are We Not Men? A: We Are Devo! (Warner Bros) 1978
Duty Now For The Future (Warner Bros) 1979
Freedom of Choice (Warner Bros) 1980
New Traditionalists (Warner Bros) 1981
Oh, No! It's DEVO! (Warner Bros) 1982
Shout (Warner Bros) 1984
E-Z Listening Disc (Rykodisc) 1987
Total Devo (Enigma) 1988
Now It Can Be Told: Devo At The Palace (Enigma) 1988
Smooth Noodle Maps (Enigma) 1990
 
Coletâneas
Greatest Hits (Warner Bros) 1990
Greatest Misses (Warner Bros) 1990
Hardcore Vol. 1 (Warner Bros) 1990
Hardcore Vol. 2 (Warner Bros) 1991
Devo Live: The Mongoloid Years (Rykodisc) 1992
Hot Potatoes: The Best Of Devo (Virgin) 1993
Q: Are We Not Men? A: We Are Devo / Dev-o Live (Virgin) 1994
Oh, No! It's Devo! / Freedom of Choice (Virgin) 1994
Duty Now For The Future / New Traditionalists (Virgin) 1994
Adventures Of The Smart Patrol (Discovery) 1996
Greatest Hits (BMG) 1998
Devo Live (Rhino) 1999
Pioneer Who Got Scalped: The Anthology (Rhino) 2000
Recombo DNA (Rhino) 2000
The Essentials (Warner Bros) 2002
Whip It & Other Hits (Rhino) 2003
 
DVDs
The Complete Truth About De-evolution (Rhino) 2003
Live (Rhino) 2004
Live In The Land Of The Rising Sun 2004
Live 1980 (Target) 2005
 
Trilhas Sonoras
Working In A Coal Mine: HEAVY METAL (1981)
It Takes a Worried Man: HUMAN HIGHWAY (1982)
Theme From Doctor Detroit / Luv Luv: DOCTOR DETROIT (1983)
Let's Talk: FRIGHT NIGHT (1985)
Bread and Butter: 9 1/2 WEEKS (1986)
I Wouldn't Do That To You: HAPPY HOUR (1987)
Itsy Bitsy Teenie Weenie Yellow Polka Dot Bikini: REVENGE OF THE NERDS 2 (1987)
Satisfaction: CASSINO (1995)
Girl U Want (1995): TANK GIRL (1995)
Head Like a Hole / Supercop: SUPERCOP (1997)
 
EPs
Be Stiff (stiff) 1978
Dev-o Live (warner) 1981
Conheça mais sobre a banda Devo no site: http://devobrasil.com.br/

quinta-feira, 1 de julho de 2010

13 de julho - Dia Internacional do Rock!


Mas porque 13 de julho? Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.


Tina Turner & Mck Jagger

Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra) e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).

Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e as mentes das pessoas, mas também os corações.


Pete Towshend (The Who)

No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant, Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.

No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!


Paul McCartney & Elton John

O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é a cara do ROCK AND ROLL!

ATITUDE!!!


Robert Plant & Jimmi Page (Led Zeppelin)

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Geek Rock - Parry Gripp


Cada um segue um estilo quando se começa a tocar em bandas, mas, um estilo que vem crescendo cada vez mais é a mistura de ROCK com elementos do mundo NERD, e isso é PURAMENTE AWESOME!

A banda de Parry Gripp, por exemplo, é uma banda que cria músicas e clipes POR SEMANA, basicamente, e deixam suas músicas para venda de download, e ao memso tempo para free download, no site oficial, pois, quem curtir MESMO as músicas, vai querer ver novidades sempre,e  é  uma boa doar de 1 Dollar para mais via Paypal, afinal, só asism para pagarem as contas e poderem criar novos sons! heheheh



Me digam se não é um bom som? É ou não é? Comentem, divirtam-se! Dêem dicas de outras bandas e músicas que possamos comentar por aqui!

YATTA!

bye-Q!

domingo, 9 de maio de 2010

COMEMORANDO 2000 POSTS! - 4 notas e muitas músicas


A Banda Axis of Awesome não tem músicas de sucesso mas últimamente tem seu nome muito bem falando, principalmente na web, e por um fato inusitado, a banda “descobriu” que muitas músicas (que fizeram sucesso) eram tocadas sempre com 4 notas musicais iguais. Dentre essas músicas estão sucessos como Poker Face (Lady Gaga), Let It Be (The Beatles), Man In The Mirror (Michael Jackson) e muitos outros.
Confira essas músicas que são tocadas com as mesmas 4 notas músicais nos vídeos abaixo, o primeiro mostra fotos das bandas e os nomes das músicas que estão sendo tocadas, já o segundo é de uma apresentação da banda australiana no Festival Internacional de Comédia de Melbourne (também contém legendas das músicas que estão sendo cantadas). Os vídeos são de novembro de novembro, mas só estouraram de sucesso no Brasil na última semana.

Se você quiser conhecer mais sobre a banda, acesse o site oficial deles: www.axisofawesome.net .

Divirta-se




sábado, 6 de fevereiro de 2010

Discografia a-ha ( CDrip 1985 a 2009 )



Biografia :
a-ha é uma banda norueguesa de synthpop formada pelo vocalista Morten Harket, o guitarrista Paul Waaktaar-Savoy e o tecladista Magne Furuholmen.

Após formarem o grupo em 1982, saíram da Noruega rumo a Londres com o objetivo de fazer uma carreira no mundo da música. A origem do nome a-ha surgiu após Mags ter lido este termo num caderno de anotações de músicas e outras composições de Paul. O "a-ha" vem da exclamação "aha!!", no sentido de surpresa ou algo novo; Mags sugeriu este nome para a banda, e Paul gostou da idéia, a medida que eles queriam um nome de fácil memorização e que mais se aproximasse do som da língua norueguesa. Depois de pesquisarem dicionários em várias línguas, o grupo descobriu que 'a-ha' era uma forma internacional de expressar reconhecimento, com conotações positivas. Era uma palavra fácil e pouco utilizada.

Suas canções de maior sucesso são "Take On Me", "The Sun Always Shines On TV", "Hunting High And Low", "Stay On These Roads", "You Are The One" e "Crying In The Rain".Continue lendo http://pt.wikipedia.org/wiki/A-ha



Integrantes da banda :
* Morten Harket - vocais (1982-1994; 1998-2010)
* Paul Waaktaar-Savoy - guitarra (1982-1994; 1998-2010)
* Magne Furuholmen - teclados (1982-1994; 1998-2010)


Tamanho do arquivo: 2,62 GB



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