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segunda-feira, 9 de julho de 2012

Morre o ator Ernest Borgnine (24 de janeiro de 1917 - 08 de julho de 2012)



Morre o ator Ernest Borgnine
(24 de janeiro de 1917 - 08 de julho de 2012)




Morreu o ator Ernest Borgnine, aos 95 anos, em Los Angeles, segundo depoimento de um porta-voz à agência Associated Press. Ele morreu de insuficiência renal, no hospital Cedars Sinai, acompanhado pela família. Borgnine ganhou o Oscar de melhor ator em 1955, por sua atuação no filme "Marty", dirigido por Delbert Mann, ganhador da estatueta de diretor pelo mesmo longa.

Na filmografia do ator constam filmes como "A um passo da eternidade" (1953), "Os doze condenados" (1967), "Meu ódio será sua herança" (1969), "Vamos fazer a guerra?" (1970), "O imperador do Norte" (1973), "O destino do Poseidon" (1972), "Fuga de Nova York" (1981) e "Blueberry - Desejo de vingança" (2004). Ele também esteve em séries de TV, com destaque para "Marujos muito loucos" e "Águia de fogo" (1984–1986).

Entre seus trabalhos mais recentes, está o desenho "Bob Esponja Calça Quadrada". Ele dublava o herói Homem Sereia, do qual Bob sempre se dizia fã. "Red - Aposentados e perigosos" (2010) e o ainda não lançado "The man who shook the hand of Vicente Fernandez" também estão na filmografia.

Em uma entrevista concedida à AFP em 2007, Borgnine recomendou aos jovens aspirantes a atores: "Consigam um trabalho de verdade antes de tentar seguir uma carreira de ator". "Aprendam sobre a vida e depois aprendam sobre seu ofício. E não usem óculos escuros na tela para parecerem legais. Os olhos são o melhor recurso de um ator", completou.

Fonte: G-1 (Globo)


Me lembro perfeitamente de suas brilhantes atuações em "O destino do Poseidon" e "Águia de fogo", o cinema sem dúvida perde um grande ator...contudo a vida continua....

"Na mesma pedra se encontram,
Conforme o povo traduz,
Quando se nasce - uma estrela,
Quando se morre - uma cruz.
Mas quantos que aqui repousam
Hão de emendar-nos assim:
"Ponham-me a cruz no princípio...
E a luz da estrela no fim!"

Mário Quintana.
 

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O Dia do Apocalypse

(publicado originalmente em Reg Thorpe - Fornit Some Fornus)

Capa da edição brasileira, pela Editora Abril
Há quase dezessete anos (nossa, faz tempo!), assim como a grande maioria dos garotos da minha idade, eu ia passar férias na casa dos tios e, consequentemente, dos primos também. Na época, um desses primos curtia HQ's de super-heróis, os chamados comics americanos e me apresentou à história que seria a minha primeira do gênero: A Morte do Super-Homem, publicada pela Editora Abril. Naquele tempo (nossa!), assim como a maioria das pessoas "de fora" dos quadrinhos, o Superman na minha memória era aquele dos filmes, interpretado pelo ator Christopher Reeve. Às vezes, eu até tento me lembrar, mas realmente não tenho certeza se eu sequer sabia que o Homem de Aço era um personagem originalmente dos quadrinhos.

A história é bem simples: em algum lugar da Terra surge um monstro irracional muito poderoso que simplesmente destrói tudo à sua frente. Reparem bem: o termo "morte e destruição" se aplica perfeitamente à criatura. Em determinado momento, ele chega a uma rodovia e vira uma CARRETA de cabeça pra baixo. Não demora muito até que a Liga da Justiça seja chamada para resolver o problema.
Na época, a Liga tinha uma formação bem fraquinha se compararmos à equipe da segunda metade dos anos 90 (nos EUA). A equipe sai à caça do monstro e, seguindo o rastro de destruição, o encontra com relativa facilidade. Para eles, aquele aparentemente não passa de mais um vilão a ser derrotado.

Enquanto isso, o Superman (na edição brasileira, chamado de Super-Homem) está em Metrópolis participando de um programa de entrevistas para um grupo de estudantes. Assim que é informado do que está acontecendo, Superman deixa o programa às pressas e parte para ajudar a Liga, já que na época ele liderava a equipe. Quando chega ao local, a equipe já está praticamente derrotada e o cara se vê em uma encrenca da qual ainda não sabia direito a proporção que chegaria.
Começa aí uma das batalhas mais sangrentas já vistas nos quadrinhos. 

Depois que os membros da Liga da Justiça ficaram fora de combate, Superman começa uma caça frenética ao vilão atravéssando metade dos Estados Unidos. Enquanto o monstro, batizado apenas como Apocalypse (o herói Gladiador Dourado sugeriu o nome), arrasa tudo por onde passa, o Homem de Aço tenta derrotar a criatura usando força física, mas sem sucesso. O vilão não aparenta sinais de cansaço.
Superman persegue Apocalypse até (adivinhe!) Metrópolis e a luta de ambos destrói grande parte de cidade. O herói passa a dividir sua atenção entre o monstro e os muitos inocentes que podem se ferir durante o combate.

Depois de uma muito tempo de batalha (com direito a Superman salvando Lois Lane de um helicóptero em queda), herói e vilão encontram-se exaustos. O kryptoniano mal consegue se manter em pé e apanha. 
Quer dizer, ele apanha mesmo!
MUITO!

No final, em um último esforço, Superman e Apocalypse se golpeiam com força suficiente para estilhaçar as janelas dos prédios ao redor e caem em frente ao prédio do Planeta Diário. Pra não se levantarem mais.

Se fosse no mundo real, a última parte da história daria aquele friozinho na barriga típico de quando morre alguém famoso e querido pela maioria das pessoas. Em Smallville, no Kansas, os pais de Clark Kent assistem à luta pela TV, impassíveis. Ao final do combate, com as imagens mostrando um Superman ensaguentado nos braços de Lois Lane, Martha Kent abraça o marido. Ambos choram.
   
Obviamente a comparação é exagerada, mas as reações mostradas na história lembram muito as dos brasileiros no dia 1º de maio de 1994 (A Morte do Super-Homem foi lançado por aqui em novembro de 1993). Quem lembra daquele dia sabe do que eu estou falando. Certamente os americanos sentiram algo parecido no dia em que Kennedy foi assassinado.
Preste atenção: eu não sabia absolutamente NADA do Superman. Nada de Krypton, nada de pais adotivos, nada de Lois Lane. Mas mesmo assim, foi como se algum cara importante pro mundo tivesse mesmo morrido.

Superman #75
A Morte do Superman foi lançada nos Estados Unidos em sete partes, dividida entre as revistas do personagem e a da Liga da Justiça. A edição que culminou com a morte do herói e o fim da primeira parte da saga foi Superman 75, lançada no início de 1993. Aqui no Brasil,  a primeira edição foi da Editora Abril, em novembro do mesmo ano. De lá para cá, a história foi relançada algumas vezes em formatos diferentes. Na última delas, a Panini publicou dois encadernados em capa dura, ainda facilmente encontrados em livrarias.
Trecho de uma das republicações (Panini, 2010)




Trecho da edição americana

Na época de seu lançamento, as revistas do herói passavam por maus momentos de vendas nos Estados Unidos. Querendo aproveitar o sucesso que a série de TV Lois & Clark estava fazendo, durante a reunião anual que acontece entre os editores e artistas responsáveis pelo rumo que as histórias vão tomar nos doze meses seguintes a idéia era realizar o casamento do Superman dos quadrinhos na mesma época em que isso aconteceria no programa. Contudo, devido a algumas divergências de calendário, isso acabou sendo adiado. Em determinado momento da tal reunião, um deles se levantou e disse: "Já sei! Vamos matá-lo".
O que começou como brincadeira se tornaria uma das mais famosas sagas das histórias em quadrinhos de todos os tempos.


Em 2007, a Warner lançou a adaptação animada chamada Superman: Doomsday. Embora a saga inteira, incluindo o retorno do herói tenha sido espremida em um filme relativamente curto, não ficou ruim. As cenas da batalha entre Superman e Apocalypse estão entre as mais violentas que já vi em um desenho animado (sobretudo a cena em que ambos caem em um túnel do metrô).

Pouco tempo depois de ler essa história pela primeira vez, vi na banca de jornais perto de casa a edição "O Retorno do Super-Homem." Meu pai comprou a revista pra mim, mesmo R$3,20 sendo muito caro pra época. Foi a partir daí que comecei a me interessar por HQ's. Acompanhei diversas fases do personagem, antes de partir pra novos gêneros de quadrinhos.
E isso durou algum tempo...

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Site divulga atestado de óbito de Brittany Murphy


Abril

O site “TMZ” divulgou na tarde desta terça-feira (29) o atestado de óbito da atriz Brittany Murphy. No documento consta como causa imediata da morte “deferido” e como “investigação pendente”.

Outro fato que chama atenção do documento divulgado pelo “TMZ” é o fato de o registro apontar como “desconhecido” o pai da atriz. A polícia de Los Angeles ainda aguarda o resultado dos exames toxicológicos para apontar as verdadeiras causas da morte de Murphy.

Brittany Murphy morreu no dia 20 de dezembro em Los Angeles. A atriz foi encontrada inconsciente no chuveiro pela mãe. A atriz chegou a ser socorrida e levada ao Centro Médico Cedars-Sinai, mas faleceu após sofrer uma parada cardiorrespiratória.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Mórbida Coincidência

Mais uma daquelas coincidências que estimulam a imaginação dos internautas mundo a fora, no cartaz de Deadline (2009), último filme da atriz Brittany Murphy a estrear com ela ainda viva, ela aparece morta em um banheiro, a jovem atriz de 32 faleceu no último dia 20... Em um banheiro.


Cena do filme:

Weird.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Temos Vagas 2 (Vacancy 2: The First Cut - 2009) LEGENDADO


Jessica, seu noivo Caleb e o amigo Tanner se hospedam no hotel Meadow View, no meio do nada. Porém, o que eles não sabem é que o gerente e seus dois funcionários são assassinos que ganham dinheiro vendendo snuff movies com seus crimes no mercado negro.

Formato:Rmvb
Tamanho:293.59 MB

Link:
http://www.megaupload.com/?d=3WLYIV7Y

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Morre Herbert Richers pioneiro da dublagem e cinema no Brasil!

herbert richers, posada, int e atomo Foto: Reprodução

Herbert Richers foi dono de uma das empresas pioneiras no ramo da dublagem no Brasil
20 de novembro de 2009
Foto: Reprodução

O produtor de cinema Herbert Richers, dono da empresa pioneira no ramo de dublagens no Brasil, morreu nesta sexta-feira (20), aos 86 anos, na Clínica São Vicente, Rio de Janeiro, depois de um ano de padecimento, com uma doença de rins.

O velório acontece nesta sexta, na capela 1 do cemitério Memorial do Carmo, no Rio, onde o corpo dele será cremado.

O diretor global J.B. Oliveira, o Boninho, lamentou a morte do produtor em seu Twitter. "Hoje se foi uma parte da história da TV brasileira. Nos deixou Herbert Richers, considerado o dono do melhor estúdio de dublagem do mundo", escreveu ele.

Herbert Richers nasceu em Araraquara, interior de São Paulo, em 11 de março de 1923, mas passou grande parte da sua vida no Rio de Janeiro. Em 1950, ele fundou na cidade a distribuidora de filmes Herbert Richers S.A, que depois virou uma das pioneiras no ramo da dublagem no Brasil, conhecida pelo anúncio "versão brasileira, Herbert Richers".

A dublagem foi introduzida ao produtor em 1960 pelo amigo Walt Disney, como forma de resolver o problema das legendas, que eram quase ilegíveis para a tecnologia da época (televisão pequena, em preto e branco e sem definições).

A organização Herbert Richers foi fundada em 1956 para a exclusiva produção de cinejornais. Pouco tempo depois, ela começou modestamente a produzir e distribuir longas, como a comédia Sai de Baixo (1956). Nos anos 60, ela já produzia cerca de oito filmes por ano, a maior média de qualquer estúdio ou produtora da época.

Com o desenvolvimento da televisão, Herbert Richers organizou um departamento de dublagem de filmes, lançando nomes que, mais tarde, se tornariam famosos, como Costinha, Fred e Carequinha, Ankito, Zé Trindade, Grande Otelo e Ronald Golias.

A empresa de Herbert Richers também passou a lançar filmes nacionais. Os destaques são O Assalto ao Trem Pagador (1962), Vidas Secas (1963), Bonitinha, Mas Ordinária (1963), Selva Trágica (1963) e Asfalto Selvagem (1964).

Hoje, a produtora possui um dos maiores estúdios de dublagem da América Latina e é responsável por grande parte dos filmes exibidos em português no País.

Richers deixou três filhos, Herbert Jr., Ronaldo e Celina Maria, para quem transmitiu sua paixão pelo cinema, e todos trabalham na atividade. Já há um ano, desde o afastamento do pai por motivo de saúde, os três gerem os estúdios, que agora herdam.

Com informações do JB Online

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Herbert Richers (Araraquara, São Paulo, 11 de março de 1923Rio de Janeiro, 20 de novembro de 2009[1]) foi um produtor de cinema brasileiro. Radicado no Rio de Janeiro desde 1942, fundou oito anos mais tarde a empresa homônima Herbert Richers S.A, que começou no ramo de distribuição de filmes.

A empresa Herbert Richers foi uma das pioneiras da dublagem no Brasil. Hoje é uma das maiores empresas do ramo no país, com uma média de 150 horas de filmes dublados por mês, o que corresponde a 70% dos filmes veiculados nas salas de cinema. Possuì também os maiores estúdios de dublagem da América Latina com mais de 10 mil m².

O Sr. Herbert Richers foi um produtor de cinema das antigas produções da Atlantida, por volta da década de 1950. No início desta época, ele fundou a empresa que leva seu nome, no bairro da Usina, zona Norte do Rio de Janeiro, onde passou, além de produzir, fazer distribuições de filmes para serem exibidos nos cinemas.

Conhecedor dos estúdios de Hollywood, ele transitava nos estúdios Walt Disney, de quem era amigo, e sua amizade com ele o levou a conhecer o sistema de dublagens, já muito difundida em Hollywood. Trazendo de lá o conhecimento adquirido da dublagem como hoje se conhece, que passou a ser aplicado nos filmes exibidos na TV, resolvendo o grande problema das legendas, quase ilegíveis para a tecnologia da época.

Hoje, ainda em atividade, a empresa só faz trabalhos de dublagem.

Lista de trabalhos dublados pela Herbert Richers


Novelas

(entre outras)

Desenhos

(entre outros)

Séries

(entre outras)

Filmes

(entre outros)

O site da Herbert Richers é: http://www.herbertrichers.com.br/

Perdemos uma figura importante, mas, sua força continuará em suas casas de dublagem deste Brasil!

5 minutos de silêncio por HERBER

T RICHERS!

YATTA!

bye-Q!

sábado, 14 de novembro de 2009

Faleceu Mara Manzan

Ela estava internada com câncer no pulmão.
Paulista, ela tinha 57 anos e esteve na novela ‘Caminho das Índias’.

A atriz Mara Manzan, de 57 anos, morreu de câncer no pulmão. Ela estava internada desde sábado (7) no Hospital Rios D’or, em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, onde fazia tratamento. Sua última novela foi “Caminho das Índias”, como Ashima, uma indiana residente no Brasil.Segundo o hospital, a doença estava em fase de metástase. A atriz faleceu às 8h15 desta sexta-feira (13). Em abril de 2008, a atriz chegou a ser operada no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, para a retirada de um nódulo no pulmão. Dez anos antes, ela já havia retirado um tumor no útero.

A doença foi agravada, segundo ela mesmo dizia, por causa de um enfisema pulmonar causada pelo cigarro, que fumou durante 40 anos. Por causa do câncer, ela precisou deixar mais cedo a novela "Duas Caras", onde interpretava Amara, para ser operada, e depois, já em "Caminho das Índias", ficou algumas semanas afastada por causa da quimioterapia.

Esperança em blog

No último dia 5 de outubro, Mara escreveu um desabafo esperançoso em seu blog. “Hoje li uma frase do Neguinho da Beija-Flor que vale para todos nós: 'só da gente ter direito a vida, é o suficiente para viver sorrindo'. Quero morrer bem velhinha, ver meus netos grandes e trazendo alegria ao meu coração para meus queridos fãs que estiveram o todo o tempo do meu lado”, dizia a atriz.

Carreira

No mesmo site, ela conta que começou a carreira aos 17 anos, em São Paulo, no Teatro Oficina, na época dirigido por Luiz Antônio Martinez Correia. Além das novelas já citadas acima, Mara participou ainda de "A Viagem", "Salsa e Merengue", "Pecado Capital", "O Clone" e "Senhora do Destino".

Foi em "O Clone", que popularizou o bordão "Cada mergulho é um flash!". A atriz participou ainda de "Da Cor do Pecado", "Kubanacan", "Cobras & Lagartos", "Hilda Furacão" e alguns episódios do "Você Decide".

No cinema, fez "Sexo com Amor?", "Sambando nas Brasas, Morô?", "De Cara Limpa" e "Bonecas da Noite".

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1 minutos de silêncio por ela, pessoal!

YATTA!

bye-Q!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

FALECEU o Super Mario da série, Lou Albano!

Estava eu, todo feliz, pois estava fazendo alguns serviços, ganhando meu suado dinheirinho, quando me vem a seguinte notícia na TokuFriends:



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O ator Lou Albano ficou conhecido entre os fãs de games ao interpretar Super Mário, num show de tv que apresentava atores e também um desenho bastante divertido dos heróis encanadores da Nintendo.
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Desde 2005, quando sofreu um ataque cardíaco, sua saúde vinha se deteriorando, até que hoje pela manhã ele veio a falecer aos 76 anos.
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Lou Albano também ficou famoso por interpretar o “pai” de Cindy Lauper num dos clipes da cantora, bem como foi um querido lutador de luta livre americana (aquelas lutas que todos nós sabíamos que eram fajutas, mas achávamos divertidas mesmo assim!), da liga WWE.
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Seu falecimento foi sentido por muitas pessoas que acompanharam sua carreira, tanto no Brasil (onde Super Mário foi exibido na Televisão Globo) quanto no mundo.

Nós fãs, sentiremos saudades, grande LOU ALBANO, o verdadeiro SUPER MÁRIO!

YATTA!

bye-Q!

sábado, 17 de outubro de 2009

Compositor de várias músicas de Macross é encontrado morto em Nagano!

No site do ANN, foi dito sobre a morte, por enforcamento, de Kazuhiko Katoh, autor de várias músicas famosas, cantor e co-fundador de duas bandas no Japão. Foi encontrado em um hotel em Nagano, enforcado.

Há rumores de que poderia ser suicídio. Kazuhiko Katoh, foi o autor de uma das principais músicas do longa metragem de Macross: Você se lembra do Amor? (Chou Jikyuu Yousai Macross: Ai, Oboete Imasuka – 超時空要塞マクロス 愛・おぼえていますか).

Na época, foi lançado em VHS sem cortes, dublado com uma boa dublagem e edição, aqui no Brasil. Na mesma época, passou Macross (o original) na televisão, e quase que simultaneamente, ROBOTECH THE MACROSS SAGA, que seria a versão americana com a ordem de cenas modificada para a história ser mudada. Ok, mesmo com o estrago americano, a história continuou boa.

A música "Ai Oboete Imasuka" foi imortalizada na voz de Mari Iijima (que fazia a voz da personagem Lynn Minmay e em suas músicas).



É difícil de se acreditar que alguém que fez história no cenário musical e da animação tenha cometido suicídio assim, mas, havendo mais informações, estaremos aqui notificando aos fãs!

Admito que sou mesmo um grande fã da saga MACROSS, que pode se dizer que é uma das poucas animações de MECHA que eu curto, com Mazinger Z, e tal. Fiquei chocado ao ler a notícia, e, peço 1 minuto de silêncio por este grande músico!

YATTA!

bye-Q!

ps: quando li a notícia em inglÊs, antes de ler o nome do músico, estava dito MACROSS, fiquei pasmo quase achando ser Yoshiki Fukuyama, que criou as múscias de Macross 7.