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domingo, 30 de junho de 2019
ArigaCast #006 - Batman 80 Anos (parte 1)
Eis que surge Batman, em seu carro, com sua capa escura, sua máscara, sem arma, lutando e prendendo todo mundo!
Marcelo Duarte, do Guia dos Curiosos, certa vez escreveu 75 curiosidades sobre Batman, das quais comento na primeira parte do podcast. E logicamente, que em meio à muitas outras curiosidades que fui conhecendo ao longo dos anos, seja com publicações físicas ou online, e até mesmo com meu pai (que é fã de Batman também desde criança), juntei várias curiosidades, e principalmente BIZARRICES, e fiz um pequeno conjunto de vídeos falando justamente sobre o tema, e aproveitei e fiz participação num grande crossover de 20 canais que falaram justamente sobre os 80 anos do Batman!
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Parte 4:
No crossover que participei com os vídeos acima, temos os vídeos de todos os 20 canais, que foram vídeos lançados simultaneamente no dia 27/6/2019. E foi um belo de um desafio, praticamente poderia até ser considerado um belo documentário, já que cada canal abordou um assunto específico sobre o tema, o que já deixa um vídeo complementando o outro, e todos terem boas visualizações de qualidade, afinal, quem vê um vídeo, acaba indo para o próximo de outro canal, para complementar e aprender mais sobre o tema.
O que você achou do grande crossover de canais? Faltou alguma informação? Se inscreva em todos os canais, pois sempre há novidades em cada um deles! E deixe sua opinião ou recado aqui nos comentários do post!
domingo, 13 de maio de 2018
[CRÍTICA + FILME COMPLETO] Um Conto De Batman: Na Psicose Do Ventríloquo
A sinopse no IMDB diz: "Em uma instalação em Gotham City, Batman descobre a máfia mudando medicamentos para pacientes mentais. No entanto, é nessa facilidade que nos aprofundamos em um estudo comportamental, psicológico e social de personagens que não queriam, mas foram pegos na vida do crime. Um conto da vida brasileira através dos olhos da cultura pop."
Fã-filmes, quando bem feitos, podem agradar. Geralmente os que mais recebem destaque são produções na língua inglesa. Mas... Já ouviu falar de algum fã-filme brasileiro que fez sucesso internet afora? Pois bem. Esse é o caso de "Um Conto De Batman: Na Psicose Do Ventríloquo". Sim, um fã-filme brasileiro do Batman de qualidade! [Li que foi o primeiro longa metragem do Batman feito por um fã. Alguém confirma?]
Em entrevista ao Boletim Nerd, o cineasta Elvis delBagno conta que o projeto começou lá em 2008, na mesma época em que a Marvel iniciava seu universo compartilhado no cinema. Ele queria um filme de super-herói que resgatasse a essência filosófica dos quadrinhos.O filme começou a ser produzido em 2010 e levou quatro anos para ser finalizado, custando cerca de R$ 80 mil ao fim. No final de 2014 enfim foi lançado o resultado.
Tendo agradado o público em diversos festivais dos Estados Unidos, inclusive ganhando prêmios, o longa não teve o mesmo sucesso no Brasil. A situação entretanto parece ter mudado após o lançamento online, onde, com mais visibilidade, o público parece ter abraçado melhor o projeto.
Com um clima noir, a trama se passa ao longo de uma conversa entre Bruce e Alfred, onde, em paralelo, é mostrado Batman investigando um esquema de alteração de remédios do Arkham. Os responsáveis são Ventríloquo e Scarface. A história acompanha diversos personagens, relembrando, através de flashbacks, seus passados e motivos para estarem ali onde estão. É a composição de um universo. Vemos as situações por outro ângulo, numa busca de encontrar o bem e o mal presentes em cada um. Os diálogos profundos e reflexivos acabam por dar peso aos personagens.
A trilha sonora também marca presença e envolve-se com a história. Músicas em inglês e português, em ritmos alegres e tristes, agitados e lentos, e até mesmo a ausência de canção em determinadas cenas, tudo isso influencia na experiência e possui um significado para o momento. A cultura pop é outra que está inserida na trama, com diversas referências a filmes ao longo dos diálogos, além de cenas do próprio Scarface de 1932.
Na Psicose do Ventríloquo é uma obra que faz jus ao Batman dos quadrinhos e que, ao fim, deixa a vontade de querer ver mais produções do tipo. Parabéns aos envolvidos.
Acesse a página do fã-filme no Facebook aqui. Confira o longa completo logo abaixo:
BATMAN FAN FILM: A Batman's Tale: (Um Conto De Batman: Na Psicose Do Ventriloquo) from Elvis Vive Produções on Vimeo.
Após o longa, confira uma cena deletada aqui.
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
[CRÍTICA] Liga da Justiça - O Esquadrão Suicida que deu certo
A DC iniciou tardiamente seu universo cinematográfico, mas logo quis apressar as coisas para chegar onde finalmente chegamos. Depois de filmes beirando o bom e o ruim, as expectativas estavam divididas com o tão esperado Liga da Justiça. Pois bem. Ao que parece os críticos estão falando mal do filme, mas o público aprovou. Mas ainda é cedo para definir.
O sucesso da Marvel é inegável e influenciou no resultado final da concorrente. Com as reclamações dos filmes serem considerados sérios e afins (o que não faz sentido nenhum isso ser um defeito), como em Homem de Aço e Batman vs Superman, e com a positividade do público em relação ao divertido em Esquadrão Suicida e ao aventureiro em Mulher-Maravilha, a DC começou a mudar seu rumo. E assim a Marvel dita o cinema.
Em suma, Liga da Justiça é um filme divertido, com cenas empolgantes, mas que poderia ter sido melhor. Com um clima inédito, o longa mistura aventura, drama e comédia. Ao longo da trama, somos introduzidos sem pressa aos personagens. Eles já existem nesse universo e no máximo algumas origens são citadas verbalmente, mas só. Pode parecer jogado pro público aceitar e seguir em frente (e é), mas possui um cuidado pra não soar algo aleatório e forçado.
O grande destaque vai para o Flash, responsável pelo bom humor. Desde sua primeira aparição, como Bruce visitando sua casa enquanto toca Blackpink numa TV e passa Rick and Morty na outra, até o fim, Barry se torna o melhor Flash da atualidade e o melhor personagem do filme.
Quanto aos outros, variam. O Ciborgue marca por ser importante para a trama, mas só. O Aquaman, com perdão do trocadilho, nada, apenas marcando presença também. A Mulher-Maravilha está ótima como sempre. O Batman... bem... ele é rico e faz o mundo se mover, então não há do que reclamar. O Superman, afim de evitar spoilers, não entrarei em detalhes.
O vilão do filme é o Lobo da Estepe, já apresentado na versão estendida de Batman vs Superman. Não espere por muito. Ele é um vilão genérico, só que, diferente da horrível vilã de Esquadrão Suicida, ele é mais objetivo e possui seus ideais, o que é algo a ser levado em conta.
De forma geral, o filme é basicamente o Bruce indo atrás dos personagens, formando a Liga e enfrentando o vilão, que está em busca das caixas maternas.
Embora a maior parte do humor seja boa, os momentos que o filme se perde são justamente na minoria. Nível de piada forçada para estragar o clima e com personagem que nunca faria algo do tipo. Felizmente, como disse, não é a maior parte. Ainda assim é algo que incomoda.
Arrisco a dizer que Liga da Justiça é o Esquadrão Suicida que deu certo. Não sei se colocaria entre os melhores, mas é difícil dizer, ainda mais que tivemos apenas cinco filmes até aqui. Fico no aguardo da versão estendida, visto que cortaram muita coisa mostrada nos trailers. Warner sempre picota os filmes. Mas, diferente do que aconteceu em BvS, que a versão estendida (quem não viu, veja, é bem melhor) teve que tentar reparar o estrago da versão de cinema, em Liga temos um resultado mais aceitável, apesar de tudo.
E que o Lanterna Verde e o Caçador de Marte estejam no próximo filme. Fizeram muita falta.
Obs.: Há duas cenas pós-créditos.
terça-feira, 6 de junho de 2017
Batman chega à série GOTHAM
Produtores anunciam a chegada de Batman, mas que ele será bem diferente dos quadrinhos
Depois de se recuperar da lavagem cerebral feita pelo Xamã na ultima temporada, Bruce agora se reconcilia com Alfred e depois de testemunhar os efeitos do vírus Tetch, agora ele descobre que seu proposito é salvar sua cidade.
Diferente dos quadrinhos, Bruce treinará apenas com Alfred, Xamã e R'as al Ghul, até que finalmente se sinta pronto e decida voltar a sua cidade, no final do episodio, uma familia é atacada por um criminoso e uma figura estranha espanca o bandido e em seguida, em cima de um telhado se encontra uma figura semelhante ao Batman> Pelo que dá a entender, depois de muitas críticas, os produtores da serie decidiram atender aos pedidos dos fãs do personagem e trazer o Batman na série (não como Jim Gordon fantasiado), assumindo que agora será uma serie sobre super heróis.
Originalmente, o plano era transformar Bruce Wayne em Batman apenas na última temporada da série (ou pelo menos na 7 ou 10 temporadas, se a serie durasse tanto), mas agora que a audiência esteve caindo, foi decidido que vão abordar o fator Batman em Bruce Wayne, bem como sua jornada para se transformar em um super herói.
Diferente dos quadrinhos, Bruce treinará apenas com Alfred, Xamã e R'as al Ghul, até que finalmente se sinta pronto e decida voltar a sua cidade, no final do episodio, uma familia é atacada por um criminoso e uma figura estranha espanca o bandido e em seguida, em cima de um telhado se encontra uma figura semelhante ao Batman> Pelo que dá a entender, depois de muitas críticas, os produtores da serie decidiram atender aos pedidos dos fãs do personagem e trazer o Batman na série (não como Jim Gordon fantasiado), assumindo que agora será uma serie sobre super heróis.
Originalmente, o plano era transformar Bruce Wayne em Batman apenas na última temporada da série (ou pelo menos na 7 ou 10 temporadas, se a serie durasse tanto), mas agora que a audiência esteve caindo, foi decidido que vão abordar o fator Batman em Bruce Wayne, bem como sua jornada para se transformar em um super herói.
Será que teremos agora algo mais próximo do cânone e dos quadrinhos chegando?
terça-feira, 24 de janeiro de 2017
McLanche Feliz traz personagens do filme de Lego Batman em fevereiro!
A próxima campanha do McLanche Feliz estará disponível em todos os restaurantes do país a partir do dia 1º de fevereiro. E o clima de aventura vai invadir o McDonald’s com oito itens inspirados nos personagens de Lego Batman: O Filme, a nova animação da Warner Bros.
No filme, o protagonista Batman abandona sua postura solitária e une-se com novos parceiros para defender a cidade de Gotham das ameaças do Coringa. Para o McDonald’s, trata-se da união de um personagem que é popular entre diversas gerações, um dos mais adorados entre os fãs de super-heróis, e um dos brinquedos mais populares. Dessa forma, a experiência das famílias será completa!
Confira as oito atrações do McLanche Feliz:
Máscara do Batman: Máscara preta do Batman promete agitar ainda mais a brincadeira. Quem não gosta de brincar de ser seu super-herói preferido?
Máscara da Batgirl: Uma máscara roxa que permite que a brincadeira fique ainda mais legal. Vamos deixar a imaginação tomar conta da diversão!
Visor da Batgirl: Lindo e moderno visor na cor roxa. Por meio dele, pode-se ver as imagens dos cards em 3D. Demais!
Visor do Batman: Ao colocar o moderno visor sobre o nariz, é possível ver as imagens dos cards em 3D.
Caixa de Metal do Robin e da Mulher-Gato: Esta caixa de metal tem impressões nos dois lados - de um lado, pode-se ver o Robin e, do outro, a Mulher-Gato. Ao abrir a caixa, deve-se utilizar as quatro folhas de figurinhas para animar a brincadeira.
Caixa de Metal do Batman e da Batgirl: Esta caixa de metal tem impressões nos dois lados - de um lado, pode-se ver o Batman e, do outro, a Batgirl. Ao abrir a caixa, brinque com um divertido quebra-cabeça de 12 peças.
Copo do Batman e da Batgirl: Copo com estampas dos super-heróis.
Copo do Robin e da Mulher-Gato: Copo com estampas dos super-heróis.
Qual destes brindes mais te anima? Qual você vai pegar? Fevereiro chega pra todo mundo estas novidades no McLanche Feliz!
Comente abaixo a sua opinião destes brindes exclusivos! ^^
sábado, 9 de julho de 2016
Cinemark e Omelete trazem aos cinemas do Brasil uma das histórias mais clássicas do Batman
Empolgação? COM CERTEZA!
A ANIMAÇÃO 'BATMAN: A PIADA MORTAL’ TERÁ EXIBIÇÃO EXCLUSIVA NO DIA 25 DE JULHO, EM 30 CIDADES. OS INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA
Trailer de Batman: A Piada Mortal (LEGENDADO) from Agência Febre on Vimeo.
Em uma palavra: Empolgação!
As apresentações de “Batman: A Piada Mortal” acontecem nas seguintes cidades: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Goiânia, Guarulhos, Juazeiro,Londrina, Manaus, Mogi das Cruzes, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Caetano do Sul, São José dos Campos, São Paulo, Campinas, Uberlândia, Varginha, VilaVelha e Vitória. A lista dos complexos participantes pode ser conferida abaixo.
Os fãs de quadrinhos ainda poderão comprar um balde de pipoca tradicional da Rede customizado com ilustrações do filme “Batman: A Piada Mortal” no snack bar de alguns dos complexos participantes. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos no site da Rede ou nas bilheterias. Clientes Cinemark Mania têm 50% de desconto no valor do ingresso.
Ribeirão Preto (SP)
Novo Shopping - Av. Presidente Kennedy, 1500
Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2915
São Paulo (SP)
Cidade São Paulo - Avenida Paulista, 1230
A ANIMAÇÃO 'BATMAN: A PIADA MORTAL’ TERÁ EXIBIÇÃO EXCLUSIVA NO DIA 25 DE JULHO, EM 30 CIDADES. OS INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA
Trailer de Batman: A Piada Mortal (LEGENDADO) from Agência Febre on Vimeo.
Em uma palavra: Empolgação!
Quatro meses depois de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, a Cinemark e o Omelete trazem o homem-morcego de volta aos cinemas com uma exibição exclusiva da animação “Batman: A Piada Mortal”(versão em português de “Batman: The Killing Joke”). Inédita, a produção da Warner Bros. Animation e DC Entertainment traz para as telas um dos quadrinhos mais vendidos de todos os tempos da DC Comics e será exibida mundialmente no dia 25 de julho, às 20h, no formato one-night-only, em versão legendada e áudio original.
As apresentações de “Batman: A Piada Mortal” acontecem nas seguintes cidades: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Goiânia, Guarulhos, Juazeiro,Londrina, Manaus, Mogi das Cruzes, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Caetano do Sul, São José dos Campos, São Paulo, Campinas, Uberlândia, Varginha, VilaVelha e Vitória. A lista dos complexos participantes pode ser conferida abaixo.
Os fãs de quadrinhos ainda poderão comprar um balde de pipoca tradicional da Rede customizado com ilustrações do filme “Batman: A Piada Mortal” no snack bar de alguns dos complexos participantes. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos no site da Rede ou nas bilheterias. Clientes Cinemark Mania têm 50% de desconto no valor do ingresso.
Adaptado do quadrinho homônimo de 1988, criado por Alan Moore e Brian Bolland, o filme é o 26º do universo da DC Comics no formato de animação. Anos depois, agora foragido do Asilo Arkham, o Coringa coloca em prática seu maior plano para provar que é preciso apenas um dia ruim, para que qualquer pessoa torne-se tão insana quanto ele. Restará ao Cavaleiro das Trevas perseguir e colocar um fim a este diabólico plano, e salvar uma das personalidades mais brilhantes de Gotham.
“Batman: A Piada Mortal” leva o público a uma jornada dentro da mente obscura do Palhaço do Crime, retratando seu humilde começo como comediante até seu fatídico encontro com o Cavaleiro das Trevas. O filme traz de volta as vozes de Kevin Conroy como Batman, e de Mark Hamill (o Luke Skywalker da saga Star Wars) como o Coringa.
Para a realização dessa exibição exclusiva, a Cinemark buscou a parceria de um grande site brasileiro voltado ao universo do entretenimento e das HQs, o Omelete – um dos responsáveis também pela realização da CCXP - Comic Con Experience, maior evento de cultura pop da América Latina.
Serviço – “Batman: A Piada Mortal”
Datas e horários: 25 de julho, segunda-feira, às 20h
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 76 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 76 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
Complexos participantes:
Aracaju (SE)
Shopping Jardins - Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215
Belo Horizonte (MG)
Pátio Savassi - Av. do Contorno, 6061
Pátio Savassi - Av. do Contorno, 6061
BH Shopping - BR 356, 3049
Brasília (DF)
Pier 21 - S.C.E. Sul, Trecho 2
Brasília (DF)
Pier 21 - S.C.E. Sul, Trecho 2
Iguatemi Brasília - St Shi/Norte, Quadra Ca-04
Campinas (SP)
Iguatemi Campinas - Av. Iguatemi, 777
Iguatemi Campinas - Av. Iguatemi, 777
Campo Grande (MS)
Shopping Campo Grande - Av. Afonso Pena, 4909
Shopping Campo Grande - Av. Afonso Pena, 4909
Cuiabá (MT)
Goiabeiras Shopping – Av. José Monteiro de Figueiredo, 500
Goiabeiras Shopping – Av. José Monteiro de Figueiredo, 500
Curitiba (PR)
Shopping Mueller - Av. Candido de Abreu, 127
Shopping Mueller - Av. Candido de Abreu, 127
ParkShopping Barigui – Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600
Foz do Iguaçu (PR)
Shopping Catuí Palladium - Av das Cataratas, 3570 - Vila Yolanda
Florianópolis (SC)
Floripa Shopping – Rod. Virgilio Várzea, 587
Floripa Shopping – Rod. Virgilio Várzea, 587
Goiânia (GO)
Flamboyant - Av. Jamel Cecilio, 3300
Flamboyant - Av. Jamel Cecilio, 3300
Guarulhos (SP)
Internacional Shopping Guarulhos - Rodovia Pres. Dutra, 397/650
Internacional Shopping Guarulhos - Rodovia Pres. Dutra, 397/650
Juazeiro (BA)
Juá Garden Shopping - Rodovia Lomato Júnior, km06, BR-407, 600 - Alto do Cruzeiro
Londrina (PR)
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150
Manaus (AM)
Studio 5 - Av. Rodrigo Otávio, 555
Studio 5 - Av. Rodrigo Otávio, 555
Mogi das Cruzes (SP)
Mogi Shopping - Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001
Mogi Shopping - Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001
Natal (RN)
Midway Mall Natal - Av. Bernardo Vieira, 3775
Midway Mall Natal - Av. Bernardo Vieira, 3775
Niterói (RJ)
Plaza Shopping Niterói – Rua XV de Novembro, 8
Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul - Av. Diário de Notícias, 300
Bourbon Ipiranga – Av. Ipiranga, 5200
Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº
Plaza Shopping Niterói – Rua XV de Novembro, 8
Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul - Av. Diário de Notícias, 300
Bourbon Ipiranga – Av. Ipiranga, 5200
Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº
Ribeirão Preto (SP)
Novo Shopping - Av. Presidente Kennedy, 1500
Rio de Janeiro (RJ)
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Shopping Metropolitano Barra - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1300
Downtown - Av. das Américas,500
Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2915
Santos (SP)
Praiamar Shopping - Rua Alexandre Martins, 80
Praiamar Shopping - Rua Alexandre Martins, 80
São Paulo (SP)
Cidade São Paulo - Avenida Paulista, 1230
Eldorado – Av. Rebouças, 3970
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Pátio Paulista – Rua Treze de Maio, 1947
Metro Tatuapé – Rua Domingos de Agostin, 91
Metrô Tucuruvi – Av. Doutor Antônio Maria Laet, 566
Tietê Plaza Shopping - Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465
São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano - Alameda Terracota, 545
São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping – Av. São João, 2200
Metro Tatuapé – Rua Domingos de Agostin, 91
Metrô Tucuruvi – Av. Doutor Antônio Maria Laet, 566
Tietê Plaza Shopping - Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465
São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano - Alameda Terracota, 545
São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping – Av. São João, 2200
Uberlândia (MG)
Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo, 15
Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo, 15
Varginha (MG)
Via Café Garden Shopping - Rua Humberto Pizzo, 999
Vila Velha (ES)
Shopping Vila Velha - Rua Luciano das Neves, 2418
Vitória (ES)
Shopping Vitória –Av. Américo Buaiz, 200
Shopping Vila Velha - Rua Luciano das Neves, 2418
Vitória (ES)
Shopping Vitória –Av. Américo Buaiz, 200
Sobre a Rede Cinemark no Brasil
Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 606 salas de cinema em 81 complexos distribuídos por 17 estados e Distrito Federal: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com mais de 328 salas com a tecnologia de projeção em 3D no país. Em 2014, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, o D-BOX. As primeiras salas foram inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, e contam com um recurso que oferece comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações. As poltronas D-BOX ainda têm um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As salas D-BOX já estão presentes em 14 complexos. A Cinemark também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema - XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. A tecnologia XD já está presente em mais de 35 salas. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com cardápio exclusivo e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto, com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais. Outro diferencial da Rede é o Combo Express, que oferece a compra de produtos da bombonière nos totens de autoatendimento, site ou bilheteria. De sexta a domingo e em feriados, os itens adquiridos por meio do serviço podem ser retirados em um caixa exclusivo dedicado ao atendimento rápido. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela Internet, além de contar com um aplicativo que permite checar a programação, descobrir o cinema mais próximo por geolocalização, conferir promoções, entre outros. O aplicativo está disponível para Windows Phone, Android e iPhone.
Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 606 salas de cinema em 81 complexos distribuídos por 17 estados e Distrito Federal: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com mais de 328 salas com a tecnologia de projeção em 3D no país. Em 2014, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, o D-BOX. As primeiras salas foram inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, e contam com um recurso que oferece comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações. As poltronas D-BOX ainda têm um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As salas D-BOX já estão presentes em 14 complexos. A Cinemark também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema - XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. A tecnologia XD já está presente em mais de 35 salas. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com cardápio exclusivo e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto, com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais. Outro diferencial da Rede é o Combo Express, que oferece a compra de produtos da bombonière nos totens de autoatendimento, site ou bilheteria. De sexta a domingo e em feriados, os itens adquiridos por meio do serviço podem ser retirados em um caixa exclusivo dedicado ao atendimento rápido. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela Internet, além de contar com um aplicativo que permite checar a programação, descobrir o cinema mais próximo por geolocalização, conferir promoções, entre outros. O aplicativo está disponível para Windows Phone, Android e iPhone.
segunda-feira, 4 de julho de 2016
Desenterrando: Birds of Prey (Mulher Gato - Aves de Rapina) WB Series
De vez em quando, cavo fundo em minhas coleções, gravações em VHS, arquivos de CD/DVD antigos, e acabo reencontrando coisas curiosas que normalmente ninguém lembra (ou quer lembrar). Então, lá vai mais uma desenterrada:
Birds of Prey é uma série de TV sobre super-heróis, passada em Gotham City, ligeiramente uma geração depois das histórias de Batman, e inspirou a história em quadrinhos "Aves de Rapina" (a tradução correta para o português de Birds of Prey). A estória tem como ponto de partida a morte da Mulher-Gato, vítima do Coringa. Com a morte de sua amante (no caso, a Mulher-Gato), Batman deixa a cidade e acaba sobrando para Bárbara Gordon (Ex-Batgirl, sobrinha do Comissário gordon) sob a identidade de Oráculo, com a companhia de Caçadora (a filha secreta de Batman e da Mulher-Gato) e da Canário Negro, manter a ordem em Nova Gotham. Baseado no gibi de mesmo nome, a série traz as aventuras de um grupo de espiãs freelance formado por Oráculo e Canário Negro, com participação ocasional da Caçadora. Por trazer os personagens de suas estórias, Batman estará sempre presente nesta série, seja por menções ao seu nome ou por participações especiais. Logo no primeiro episódio, o cavaleiro das trevas aparece ao lado da Batgirl enfrentando o Coringa. A produção fazia parte de uma estratégia da Warner Brothers de investir em séries de TV e filmes com os personagens da DC Comic. Quem diria que, apenas 1 década e meia depois, é que as séries de super heróis iriam realmente voltar a emplacar na Warner?
Com visual gótico e casual ao mesmo tempo, a série trazia um ar que, nos dias atuais, seria uma mistura de "Jessica Jones", "Early Edition" e "O Corvo", só que em 2002. Alta tecnologia, num "anos 90 do presente", que mesmo com uma audiência até que boa, a série acabou sendo cancelada com 13 episódios, posteriormente sendo lançada em DVD como 'Série Completa". No DVD, seria um episódio "zero" (piloto), mais 11 episódios normais e o último, um episódio duplo (ou episódio com tempo extendido, sendo 12 e 13 ao mesmo tempo). A série não era ruim, apenas seguia um arco menos conhecido do grande público do Universo DC.
A duração dos episódios era na base dos 45 minutos, comum para séries de ação, como McGyver, Esquadrão Classe A, dentre outros. A série obteve 7,6 milhões de telespectadores durante a exibição do episódio de estréia nos Estados Unidos, uma das maiores audiências já alcançadas pelo canal até então. No entanto, a série foi cancelada com um total de 13 episódios. Em julho de 2008 a Warner anunciou o lançamento da série completa em DVD. No Brasil, a série foi exibida em 2003 pelo canal SBT, com o nome de "Mulher Gato".
Em 2002, com o sucesso de Smallville, a emissora The WB resolveu apostar em mais uma adaptação dos quadrinhos da DC Comics para a televisão: o grupo de super-heróinas chamado Aves de Rapina (Birds of Prey). Situada em um futuro alternativo do Universo DC, a série foi estrelada por Dina Meyer como Barbara Gordon e Ashley Scott como Helena Wayne. (opinião pessoal: preferia mil vezes Birds of Prey do que Smallville. Era bem mais interessante, porém, a Warner resolveu continuar com Smallville e acabar com uma série promissora).
No elenco, algo bem curioso: a psiquiatra Harleen Quinzel (Arlequina) era interpretada por Mia Sara (quem viu "Curtindo a Vida Adoidado", vai lembrar dela como a namorada de Ferris Bueller, o perosnagem principal; ou no filme 'A Lenda", com Tom Cruise ainda jovenzinho, como sendo a princesa Lily). A atriz Ashley Scott, que fez a filha de Batman coma Mulher Gato, foi a voz de Maria em The Last Of Us (o jogo). Dina Meyer, a Batgirl/Oráculo paraplégica na série, teve atuações famosas, como quando fez a Detetive Kerry, nos filmes "Saw" (Jogos Mortais), Kate Miller (na série Friends, da Warner), e como Kara em "Coração de Dragão". Rachel Skarsten, que fez Dinah Lance (filha da Canário Negro, na série), fez uma ponta como Andrea, assistente de Grey no fraquíssimo filme "50 Tons de Cinza", mas, na série de TV "Reign", ela foi a Rainha Elsabeth. Ian Abercrombie, que interpretou Alfred, teve uma filmografia bem interessante, porém, infelizmente faleceu em 2012, mas, deixou trabalhos muito bons em seu currículo a serem visitados, como "O Jovem Frankenstein" de Mel Brooks, Warlock (em 1989), Army of Darkness (o terceiro filme da trilogia Evil Dead), Jurassic Park: O Mundo Perdido, além de ter sido Palpatine/Darth Sidious na Guerra dos Clones.
Hoje, é difícil encontrar vestígios da série (não foi lançada com sua dublagem em DVD no Brasil, infelizmente, mesmo a dublagem tendo sido ótima), mas, vale a pena relembrar.
E você? Assistiu a série? Leu as histórias do grupo "Aves de Rapina" dos quadrinhos? Não tenha medo, pode falar com a gente nos comentários! Recordar é viver!
Birds of Prey é uma série de TV sobre super-heróis, passada em Gotham City, ligeiramente uma geração depois das histórias de Batman, e inspirou a história em quadrinhos "Aves de Rapina" (a tradução correta para o português de Birds of Prey). A estória tem como ponto de partida a morte da Mulher-Gato, vítima do Coringa. Com a morte de sua amante (no caso, a Mulher-Gato), Batman deixa a cidade e acaba sobrando para Bárbara Gordon (Ex-Batgirl, sobrinha do Comissário gordon) sob a identidade de Oráculo, com a companhia de Caçadora (a filha secreta de Batman e da Mulher-Gato) e da Canário Negro, manter a ordem em Nova Gotham. Baseado no gibi de mesmo nome, a série traz as aventuras de um grupo de espiãs freelance formado por Oráculo e Canário Negro, com participação ocasional da Caçadora. Por trazer os personagens de suas estórias, Batman estará sempre presente nesta série, seja por menções ao seu nome ou por participações especiais. Logo no primeiro episódio, o cavaleiro das trevas aparece ao lado da Batgirl enfrentando o Coringa. A produção fazia parte de uma estratégia da Warner Brothers de investir em séries de TV e filmes com os personagens da DC Comic. Quem diria que, apenas 1 década e meia depois, é que as séries de super heróis iriam realmente voltar a emplacar na Warner?
Com visual gótico e casual ao mesmo tempo, a série trazia um ar que, nos dias atuais, seria uma mistura de "Jessica Jones", "Early Edition" e "O Corvo", só que em 2002. Alta tecnologia, num "anos 90 do presente", que mesmo com uma audiência até que boa, a série acabou sendo cancelada com 13 episódios, posteriormente sendo lançada em DVD como 'Série Completa". No DVD, seria um episódio "zero" (piloto), mais 11 episódios normais e o último, um episódio duplo (ou episódio com tempo extendido, sendo 12 e 13 ao mesmo tempo). A série não era ruim, apenas seguia um arco menos conhecido do grande público do Universo DC.
A duração dos episódios era na base dos 45 minutos, comum para séries de ação, como McGyver, Esquadrão Classe A, dentre outros. A série obteve 7,6 milhões de telespectadores durante a exibição do episódio de estréia nos Estados Unidos, uma das maiores audiências já alcançadas pelo canal até então. No entanto, a série foi cancelada com um total de 13 episódios. Em julho de 2008 a Warner anunciou o lançamento da série completa em DVD. No Brasil, a série foi exibida em 2003 pelo canal SBT, com o nome de "Mulher Gato".
Em 2002, com o sucesso de Smallville, a emissora The WB resolveu apostar em mais uma adaptação dos quadrinhos da DC Comics para a televisão: o grupo de super-heróinas chamado Aves de Rapina (Birds of Prey). Situada em um futuro alternativo do Universo DC, a série foi estrelada por Dina Meyer como Barbara Gordon e Ashley Scott como Helena Wayne. (opinião pessoal: preferia mil vezes Birds of Prey do que Smallville. Era bem mais interessante, porém, a Warner resolveu continuar com Smallville e acabar com uma série promissora).
No elenco, algo bem curioso: a psiquiatra Harleen Quinzel (Arlequina) era interpretada por Mia Sara (quem viu "Curtindo a Vida Adoidado", vai lembrar dela como a namorada de Ferris Bueller, o perosnagem principal; ou no filme 'A Lenda", com Tom Cruise ainda jovenzinho, como sendo a princesa Lily). A atriz Ashley Scott, que fez a filha de Batman coma Mulher Gato, foi a voz de Maria em The Last Of Us (o jogo). Dina Meyer, a Batgirl/Oráculo paraplégica na série, teve atuações famosas, como quando fez a Detetive Kerry, nos filmes "Saw" (Jogos Mortais), Kate Miller (na série Friends, da Warner), e como Kara em "Coração de Dragão". Rachel Skarsten, que fez Dinah Lance (filha da Canário Negro, na série), fez uma ponta como Andrea, assistente de Grey no fraquíssimo filme "50 Tons de Cinza", mas, na série de TV "Reign", ela foi a Rainha Elsabeth. Ian Abercrombie, que interpretou Alfred, teve uma filmografia bem interessante, porém, infelizmente faleceu em 2012, mas, deixou trabalhos muito bons em seu currículo a serem visitados, como "O Jovem Frankenstein" de Mel Brooks, Warlock (em 1989), Army of Darkness (o terceiro filme da trilogia Evil Dead), Jurassic Park: O Mundo Perdido, além de ter sido Palpatine/Darth Sidious na Guerra dos Clones.
Hoje, é difícil encontrar vestígios da série (não foi lançada com sua dublagem em DVD no Brasil, infelizmente, mesmo a dublagem tendo sido ótima), mas, vale a pena relembrar.
E você? Assistiu a série? Leu as histórias do grupo "Aves de Rapina" dos quadrinhos? Não tenha medo, pode falar com a gente nos comentários! Recordar é viver!
quinta-feira, 7 de abril de 2016
Por que Batman vs. Superman é incrivel e ao mesmo tempo contestavel? (Sem spoiler)
Há muito tempo os fãs (tanto leitores ou não leitores dos heróis nos quadrinhos) esperam algo tão épico quanto esse filme, a verdade é que não teria momento melhor para a realização da produção deste filme quanto hoje em dia afinal a tecnologia permitiu as cenas fantásticas que vimos no cinema (ou que quem ainda não assistiu verá) mas o filme gerou muitas discussões o que não é surpresa afinal na internet até a coisa mais "perfeita" do mundo terá criticas pois nada agrada a todos e na internet existe um "ódio" pelo que está na moda ou no auge no entanto as criticas não são só de "haters" mas também de fãs pois a verdade é que o filme é questionável na medida em que você assiste ele prestando mais atenção, a maioria que assistiu mais de uma vez acabou tendo uma visão diferente porque na primeira vez assistimos pelo deslumbre "nossa Batman vs. Superman, caramba isso vai ser demais" mas depois que o deslumbre passa nós ficamos tentando entender o que é que está acontecendo, mas vamos a questão do titulo "Por que incrível e contestável ao mesmo tempo?" explicarei de forma resumida pois sem spoiler será difícil fazer uma nota relevante sobre a produção, enfim o filme é incrível pela ação, pela nostalgia, por ser algo que muitos esperavam ver, cenas incríveis, atuações impecáveis dos protagonistas com exceção do vilão Lex Luthor interpretado pelo Jesse Eisenberg que interpretou uma espécie de Coringa no filme, a chegada da Mulher Maravilha nos dando uma breve prévia do inicio da Liga da Justiça (previsto para ser lançado em 2017), no entanto o filme é inteiramente contestável em todas as partes no caso um Bruce Wayne que é totalmente diferente dos quadrinhos na suas questões filosóficas e pessoais, um Superman que age como um ser humano depressivo e com síndrome de inferioridade, a montagem do filme é um conturbada onde as cenas não tem uma ligação e por fim é um filme dramático, se olhar por cima dá até para esquecer que o filme é sobre super-heróis e veremos uma historia sobre dois homens com problemas pessoais internos querendo resolver isso com porrada gratuita (desculpe por esse resumo em uma só frase, é só para entender bem melhor) mas por fim é um filme que a gente deve assistir sem propósito a não ser ver a ação, igual nos filmes do fim dos anos 80 e meados do anos 90 em que só pegavam um tema e produziam filmes explosivos onde o motivo da historia acontecer aparece só no começo e fim e o meio do filme é pura enrolação com poucas coisas que podem ser usadas para explicar a historia, em todo caso o filme é recomendável mas assista com a mente aberta senão assim como a maioria você vai assistir crendo ver "uma coisa" e acabar vendo outra totalmente diferente.
Confira o trailer FINAL de Batman vs. Superman CLICANDO AQUI
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Análise Batman: O Cavaleiro das Trevas
Oi cambada, sou o Dan, depois de tanto tempo volto para escrever sobre os longas de animação da DC: Batman o Cavaleiro das Trevas Parte 1 e Parte 2.
Ganhei o DVD do primeiro filme e logo depois comprei o segundo, depois que assisti fiquei tão impressionado que achei que mereceria uma análise.
Essas animações foram produzidas em 2012 inspiradas nas páginas de HQ escritas por Frank Milller e publicado em 1986, a história se passa em um futuro alternativo do universo DC, não é considerado definitivo, mas alguns elementos foram incluídos em outras publicações da DC.
Tentarei não me empolgar e não escrever spoilers para quem ainda não assistiu, bem vamos começar a falar da historia. O primeiro filme começa em um futuro onde Bruce Wayne tiozão de cabelinhos brancos e aposentado da vida de Batman, enquanto Gotham passa por um período de violência incontrolável, agora a cidade não é mais atormentada por Duas Caras, Coringa, Pinguin e outros vilões conhecidos, mas sim por uma gangue infernal de "cyberpunks" sádicos conhecidos como "Mutantes". As autoridades não dão conta de tanta barbárie e o titio Bruce ainda atormentado pela morte do segundo Robin acaba dando uma de Romário e voltar da aposentadoria para marcar seu "milésimo gol".
E o que acontece quando o Batman ressurge assim do nada depois de tantos anos? Os mais velhos que viveram os tempos de ouro do homem morcego mostram respeito e ficam felizes com seu retorno, enquanto alguns dos mais novos não compreendem e ficam grilados com a sua forma de agir. Batman passa por cima da policia de Gotham resolvendo as coisas na porrada, botando ordem e isso gera uma enorme polemica e passa-se a debater na mídia se as atitudes do Batman são ou não válidas. Aí surge aqueles que se espelham no herói e passam a não abaixar mais a cabeça pros marginais e fazer a justiça por conta própria e aqueles que acham que o Batman é doente psicótico que está desrespeitando totalmente os direitos humanos, que justiça com as próprias mãos é inadmissível, que a justiça é função do estado, das autoridades que devem respeitar as leis e sem o uso de violência e toda essa frescura hipócrita.
A trama vai se desenvolvendo, alguns personagens conhecidos dão as caras, enquanto a cobra fuma em Gotham o debate continua, população com opiniões divididas, debates calorosos nos telejornais e as coisas ficam ainda mais séria no segundo filme com a aparição de Coringa e com o Batman tornando-se "inimigo" público e fugitivo da justiça. Para piorar a situação o presidente dos EUA não esta feliz com o que o Batman anda aprontando, passando por cima das autoridades e fazendo o estado passar vergonha com sua incompetência, então para resolver o problema ele manda o seu cãozinho: O Superman.
A maioria dos heróis do universo DC estavam aposentados, mas Superman se tornou de vez o cãozinho encoleirado da Casa Branca, lutando pelos interesses patéticos e egocêntricos dos yankes, inclusive lutou contra os soviéticos em uma ilha da América latina.
Agora chega de spoilers, tentei ser o mais vago possível. Pra mim esse filme meio que resumiu o ano 2014, que foi marcado pela intensificação da "guerrinha" entre o pessoal com discursinhos de "direita" e os "esquerdistas", toda discussão sobre direitos humanos, justiceiros, bandido acorrentado etc. Só pra deixar claro meu posicionamento nesse assunto: Eu não me identifico com NENHUM dos lados, os bandidos pobres são sim frutos do nosso sistema podre e injusto, mas nem por isso vou ficar com conversinha hipócrita de direitos humanos, sou totalmente a favor da justiça com as próprias mãos, mas a brutalidade tem de valer para os bandidos burgueses do colarinho branco que fazem o que bem entendem e dificilmente sofrem as consequências.
Também passagem dos filme lembram bastante o que ocorreu entre EUA e Russia em relação à Criméia, por essa e por outras considerei o filme até profético de certa forma, assim como Akira.
Eu recomendo, uma animação que nos faz parar pra pensar, um enredo bem construído, passando por momentos de anarquia total, na minha opinião é sem dúvida infinitamente superior em todos os sentidos do que qualquer um desses filminhos badalados de heróis que lançam nos cinemas, que na maioria das vezes nem sequer são feitas para os verdadeiros fãs dos heróis das HQ's e sim para atrair o público fútil.
Até a próxima, quando resolver falar sobre algum outro filme, alguma review no Assoprando o Cartucho ou quando quiser botar a cobra pra fumar e esculachar alguma coisa qualquer. FUI

Até a próxima, quando resolver falar sobre algum outro filme, alguma review no Assoprando o Cartucho ou quando quiser botar a cobra pra fumar e esculachar alguma coisa qualquer. FUI

sábado, 4 de fevereiro de 2012
"Are you ready to begin?"
(publicado originalmente em Reg Thorpe - Fornit Some Fornus)
Provavelmente o filme O Cavaleiro das Trevas (2008) é a melhor adaptação de quadrinhos de heróis para as telas do cinema. Obviamente essa opinião não é unânime e é bom que seja assim. Bom, eu pessoalmente acho que o segundo filme da franquia do Homem-Morcego dirigida por Nolan é mesmo o top dos filmes de super-heróis, mas seria um erro bem grande ignorar o longa que abriu a série do Batman, ressuscitada depois de oito anos e dois filmes ruins.
Em 2005, essa onda relativamente recente de quadrinhos que viram filmes ainda estava no começo. Já tínhamos dois bons Homem-Aranha e dois razoáveis X-Men, então ainda estava faltando alguma produção bombástica de um herói da DC. Christopher Nolan decidiu recriar toda a mitologia de Batman, aproximando o herói de sua versão original, das HQ's. Todos os quatro longas anteriores foram (ainda bem) totalmente ignorados pela nova série.
Batman Begins (2005) começa alternando entre cenas de flashback da infância de Bruce Wayne e entre sua fase de treinamento ao redor do mundo, já na fase adulta. Nas cenas que remontam o passado do herói, vemos sua ótima relação com os pais um pouco antes do brutal assassinato de ambos pelas mãos de um assaltante. No presente, Wayne é encontrado pelo enigmático Ra's Al Ghul nas montanhas do Himalaia e começa seu treinamento para ingressar na Liga das Sombras, uma misteriosa sociedade secreta de ninjas que tem papel importante através da história da civilização, ainda que obscuramente. No entanto, na sua "prova final", Bruce se recusa a executar um criminoso, com o argumento de que o seu valor à vida é exatamente o que o diferencia dos criminosos. Ao voltar a Gotham, encontra a cidade afundada em corrupção e criminalidade e chega à conclusão de que não pode fazer nada para ajudar como Bruce Wayne. Para tirar as pessoas da apatia, precisa dar um exemplo dramático. Tornar-se um símbolo. Fazer de si mesmo uma lenda.
Um dos aspectos mais importantes de Batman Begins é exatamente o cuidado que Nolan e o roteirista David Goyer tiveram em não apressar as coisas. Contar a história com os detalhes necessários, mesmo fazendo do prólogo do filme um pouco mais longo do que o normal. Além do mais, há bastante profundidade na história, sobretudo no que diz respeito à eterna questão sobre se um herói de verdade deve ou não matar. Além disso, não houve a forçada de barra dos filmes anteriores, no caso de espremer os vilões mais importantes da mitologia do Batman em um único filme. Em Batman Begins, além de Ra's Al Ghul - relativamente desconhecido do público de fora do mundo dos quadrinhos - quem tem participação bastante importante na trama é o Espantalho, que até então nunca havia aparecido em nenhum dos filmes anteriores.
O elenco também é outra coisa fora-de-série. Christian Bale não só é o melhor Batman de todos os filmes, como também é o melhor Bruce Wayne, sobretudo naquela dose de fingimento do personagem em ser um playboy milionário superficial e até meio bobo. Gary Oldman, por sua vez, não interpreta o James Gordon, ele É Gordon. Michael Caine é o primeiro Alfred depois de Michael Gough, que fez o papel do mordomo em todos os quatro longas anteriores. A personagem feminina que faz o contraponto amoroso de Wayne é Rachel Dawes, criada especialmente para o filme e interpretada pela gracinha (hoje, nem tanto) da Katie Holmes. Quem aparece pela primeira vez em um filme do Batman é o "truta" de Bruce Wayne, Lucius Fox, que tem participação importante na criação do herói. Quem faz o papel de Fox é o (desculpe!) fodástico Morgan Freeman. Quanto aos vilões, o desconhecido Cillian Murphy faz o Espantalho. O japa preferido de Eastwood e Nolan, Ken Watanabe, interpreta Ra's Al Ghul e Liam Neeson faz Henri Ducard, mas há uma ressalva quanto a isso perto do final do filme. Os personagens menores também têm atores de respeito como Tom Wilkinson e Rutger Hauer.
Embora a trilha sonora de Batman Begins não tenha se tornado tão emblemática quanto a trilha de Superman ou até mesmo do Batman de Burton, provavelmente é um dos trabalhos mais levados a sério nos filmes do gênero. Hans Zimmer e James Newton Howard formaram uma parceria perfeita e criaram uma música que alterna entre drama e ação. O tema Molossus, por exemplo, embala perfeitamente a cena de perseguição envolvendo a polícia de Gotham e um certo Batmóvel (aqui, adequadamente chamado de Thumbler). A trilha sonora é um dos poucos aspectos melhores em Batman Begins do que em O Cavaleiro das Trevas.
Resumindo tudo, Batman Begins foi, talvez, o primeiro filme de super-herói realmente levado a sério. Para se ter uma idéia, figura na lista dos 250 melhores filmes de todos os tempos do site The Internet Movie DataBase, o maior do mundo no segmento.
E é um dos meus favoritos também.
Batman Begins (2005) - trailer
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
O Morcego de Burton
(publicado originalmente em Reg Thorpe - Fornit Some Fornus)
Há alguns anos, antes da atual febre de adaptações cinematográficas baseadas nos super-heróis dos quadrinhos e da revitalização do Batman nos cinemas pelas mãos do diretor Christopher Nolan, Tim Burton já havia feito um longa-metragem de bastante sucesso do Homem-Morcego. Na verdade, foram dois longas, mas este post fala exclusivamente do primeiro filme da franquia, de 1989.
Quem assistir o filme de Burton pela primeira vez depois de ver Batman Begins (2005) e O Cavaleiro das Trevas (2008), certamente vai achar o longa de 1989 um tanto infantil demais. Inocente, talvez. Teatral, com certeza. No entanto, antes da atual e bem-sucedida franquia de Nolan, o Batman de Burton era uma das melhores adaptações das HQ's para o cinema já feitas. Eu, quando moleque, não perdia a oportunidade de ver esse filme quando passava na Sessão da Tarde.
Embora a maioria dos fãs mais fervorosos do Homem-Morcego ainda torça o nariz para a escolha de Keaton para o papel principal, pessoalmente eu não acho que ele tenha decepcionado tanto. É claro que eu concordo que fisicamente ele não era o ator mais adequado para interpretar o personagem, mas no que diz respeito ao seu trabalho, acho que Keaton foi relativamente bem. Não foi genial, mas competente o suficiente.
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| Batman (Michael Keaton) |
Contudo, assim como no recente O Cavaleiro das Trevas, quem rouba a cena em Batman é o Coringa. Se Heath Ledger arrebentou como o arqui-inimigo do herói no filme de Nolan, Jack Nicholson também teve uma atuação antológica como o Palhaço do Crime no filme de 1989. Não há como comparar um trabalho ao outro. O sombrio e psicótico Coringa de O Cavaleiro das Trevas não teria lugar em Batman, assim como o divertidamente insano Coringa de Nicholson não faria muito sentido no filme de 2008.
Há outros aspectos interessantes no filme da década de oitenta. Um deles é o figurino das pessoas de Gotham City, que mais parece algo vindo dos filmes de gângsteres dos anos 30. Esse lado meio noir da vestimenta dos personagens também teria lugar no desenho de sucesso Batman Animated, no começo da década de noventa.
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| Coringa (Jack Nicholson) |
Outro fator de destaque em Batman é a lendária trilha sonora de Danny Elfman. Aliás, o esquisitão Prince também tem créditos na música desse filme - é dele a canção que toca na cena em que o Coringa distribui dinheiro para a população de Gotham (!!!).
Embora se visto nos dias atuais o Batman de Burton possa ser encarado com desconfiança, a verdade é que hoje já se tornou um clássico do gênero.
Batman (1989) - trailer
domingo, 15 de janeiro de 2012
Reformulação do Palhaço
(publicado originalmente em Reg Thorpe - Fornit Some Fornus)
Uma das coisas mais irritantes no universo dos quadrinhos de heróis americanos, sobretudo da DC Comics, é a mania extremamente frequente nos últimos anos de reformular a origem dos personagens sempre que lhes dá na telha. Obviamente, esse tipo de coisa é feita devido ao fato de que esses mesmos personagens são mais produtos do que qualquer outra coisa. Algumas origens, como por exemplo as de Batman por Frank Miller e a do Superman por John Byrne, ambas nos anos oitenta, são atemporais e quase perfeitas.
Uma das maiores HQ's de todos os tempos, A Piada Mortal, escrita pelo britânico Alan Moore, é considerada por muitos como a história definitiva envolvendo o "relacionamento" entre o Cavaleiro das Trevas e o Príncipe Palhaço do Crime. Revela, entre outras coisas, uma possível origem para o vilão.
Posteriormente, a DC admitiu ter se arrependido de ter revelado a origem do Coringa. Realmente, eu concordo que um dos charmes do arquirrival do Batman é justamente esse: ninguém sabe de onde veio, o que o motivou a ser o que é, a fazer o que faz. Mesmo assim, a abordagem de Moore sobre o início da história do vilão é extremamente interessante e traz uma profundidade incrível. Além do mais, chega a ser irônico pensarmos, ao terminar de ler a obra, que Batman e Coringa são, digamos, duas faces de uma mesma moeda. Tanto o herói quanto o vilão têm tragédias pessoais que os motivam a ser o que são. A diferença é que um deles resolveu se vestir de Morcego e bater em bandidos e o outro resolveu... bom, ser mau. Bastante mau.
O que eu quis dizer com meu texto "enrolativo" acima é que uma reformulação na origem do Coringa era totalmente desnecessária. Tanto que, ao ler a história Amantes e Loucos, publicada em Batman Anual #3 (Panini, abril de 2011), a impressão que se tem é que foi idealizada apenas para seguir a maré comercial após o sucesso do vilão no filme Batman - O Cavaleiro das Trevas. Entretanto, a HQ foi publicada no ano anterior à estréia do filme, então...
Entenda bem, não estou dizendo que a reformulação da origem do Coringa seja ruim. Como uma história isolada, até que funciona bem. O texto do roteirista Michael Green é muito bom, mas acho as motivações de seu Coringa vazias demais. Seu Batman também parece ser mais humano, com mais vulnerabilidades. Abaixo, veja as cinco primeiras páginas da revista, disponibilizadas no site da Panini:
Entenda bem, não estou dizendo que a reformulação da origem do Coringa seja ruim. Como uma história isolada, até que funciona bem. O texto do roteirista Michael Green é muito bom, mas acho as motivações de seu Coringa vazias demais. Seu Batman também parece ser mais humano, com mais vulnerabilidades. Abaixo, veja as cinco primeiras páginas da revista, disponibilizadas no site da Panini:
A arte é de Denys Cowan e John Floyd. Nesse quesito também prefiro o desenho de Brian Bolland em A Piada Mortal, mas nesse caso é apenas preferência de estilo mesmo. Prefiro desenhos mais realistas e menos estilizados.
Um aspecto interessante visto nas páginas acima é o uso de um veículo bastante similar ao Thumbler, o batmóvel dos dois últimos filmes do Batman. Já mostra a influência que Batman Begins (2005) teve nos quadrinhos do herói.
Mas vamos à história...
Amantes e Loucos nos remete aos primeiros dias de Batman como vigilante em Gotham City. Assim como as páginas acima podem atestar, os criminosos de Gotham estão mais cautelosos e as ruas estão mais seguras. Batman está confiante e agora quer capturar os verdadeiros chefões da máfia de Gotham. Os traficantes de drogas parecem ser suas próximas vítimas.
Nesse período, uma figura misteriosa chamada apenas de Jack (em português, teria um significado como "Fulano", por exemplo), um verdadeiro "artista" no que diz respeito a burlar sistemas de segurança, vem fazendo estrago nas noites da cidade. Mesmo assim, o tal sujeito parece sofrer de depressão profunda por achar que a sua existência não tem o menor sentido. Para tentar remediar isso, passa a cometer crimes sem motivação, matar sem nenhuma razão aparente. Sem saber, passa a angustiar também o Cavaleiro das Trevas, que não consegue identificar o criminoso justamente por não haver um motivo aparente em suas ações. Batman, por sua vez, passa a desenvolver um relacionamento amoroso em sua vida como Bruce Wayne, principalmente para tentar encontrar uma área de escape de suas tensões (aí está aquela vulnerabilidade de que falei).
Em mais um assalto bem sucedido, Jack parece finalmente se render à depressão. Enquanto seus comparsas fogem, ele entrega sua arma a um dos guardas rendidos e pede que ele o mate. Entretanto, nesse momento Batman aparece em outra sala e esmurra vários bandidos. Ao observar a cena, Jack fica "encantado" com a seriedade bizarra de um homem que se fantasia para assustar bandidos. "Ele parece ridículo", diz a si mesmo. Jack encontra uma razão para fazer o seu trabalho.
É exatamente nesse ponto que a história de Green se separa drasticamente da de Moore. O Coringa de A Piada Mortal começa como um comediante fracassado que mora com a esposa grávida em um bairro pobre de Gotham. Totalmente desesperado, aceita servir de guia a dois ladrões para que assaltem sua ex-empresa. Contudo, um dia antes do assalto, sua mulher morre em um acidente doméstico. Mesmo assim, os ladrões o obrigam a continuar o serviço.
Entretanto, o roubo é mal-sucedido. Há troca de tiros entre os bandidos e a polícia e ambos acabam mortos. Na fuga, Joe (como é chamado o personagem) se vê frente a frente com o Batman. Desesperado, se atira em um tanque repleto de produtos químicos e desaparece nas tubulações.
Na nova origem, Jack fica obcecado pelo Batman e passa a deixar recados para o herói nas cenas de crime. O que se segue é um tanto previsível. Em uma festa beneficente, Batmangangue do bandido, mas não antes que sua namorada seja esfaqueada por Jack. Na fuga, Batman escolhe socorrer a garota, mas antes que Jack saia, atira um batarangue e corta as duas faces de Jack, formando uma espécie de sorriso no rosto do vilão.
Enquanto o Joe de A Piada Mortal enlouquece definitivamente ao sair dos canos de esgoto da fábrica de baralhos e ver seu novo rosto refletido na água, o Jack de Amantes e Loucos ainda não se rendeu de vez ao ter suas faces mutiladas. Em um ato de vingança indigno de um verdadeiro herói (sobretudo da DC), Batman "contrata" um perigoso traficante de drogas da cidade e lhe dá o paradeiro de Jack, com o intuito de que este traficante se livre de um rival. Contudo, ao invés de fazer logo o serviço, o tal traficante comete o pecado do orgulho e resolve dar uma lição em Jack antes de matá-lo. Erro grave e, mesmo depois de levar uma surra que lhe arrebenta o rosto, Jack consegue escapar e derrota os traficantes. Mesmo caído, Maletesta tenta acertar um tiro em Jack, mas apenas resvala no pescoço do bandido. No momento em que Batman chega ao local para tentar corrigir seu erro, o lugar onde Jack está é inundado por toneladas de produtos químicos.
Um aspecto interessante visto nas páginas acima é o uso de um veículo bastante similar ao Thumbler, o batmóvel dos dois últimos filmes do Batman. Já mostra a influência que Batman Begins (2005) teve nos quadrinhos do herói.
Mas vamos à história...
Amantes e Loucos nos remete aos primeiros dias de Batman como vigilante em Gotham City. Assim como as páginas acima podem atestar, os criminosos de Gotham estão mais cautelosos e as ruas estão mais seguras. Batman está confiante e agora quer capturar os verdadeiros chefões da máfia de Gotham. Os traficantes de drogas parecem ser suas próximas vítimas.
Nesse período, uma figura misteriosa chamada apenas de Jack (em português, teria um significado como "Fulano", por exemplo), um verdadeiro "artista" no que diz respeito a burlar sistemas de segurança, vem fazendo estrago nas noites da cidade. Mesmo assim, o tal sujeito parece sofrer de depressão profunda por achar que a sua existência não tem o menor sentido. Para tentar remediar isso, passa a cometer crimes sem motivação, matar sem nenhuma razão aparente. Sem saber, passa a angustiar também o Cavaleiro das Trevas, que não consegue identificar o criminoso justamente por não haver um motivo aparente em suas ações. Batman, por sua vez, passa a desenvolver um relacionamento amoroso em sua vida como Bruce Wayne, principalmente para tentar encontrar uma área de escape de suas tensões (aí está aquela vulnerabilidade de que falei).
Em mais um assalto bem sucedido, Jack parece finalmente se render à depressão. Enquanto seus comparsas fogem, ele entrega sua arma a um dos guardas rendidos e pede que ele o mate. Entretanto, nesse momento Batman aparece em outra sala e esmurra vários bandidos. Ao observar a cena, Jack fica "encantado" com a seriedade bizarra de um homem que se fantasia para assustar bandidos. "Ele parece ridículo", diz a si mesmo. Jack encontra uma razão para fazer o seu trabalho.
É exatamente nesse ponto que a história de Green se separa drasticamente da de Moore. O Coringa de A Piada Mortal começa como um comediante fracassado que mora com a esposa grávida em um bairro pobre de Gotham. Totalmente desesperado, aceita servir de guia a dois ladrões para que assaltem sua ex-empresa. Contudo, um dia antes do assalto, sua mulher morre em um acidente doméstico. Mesmo assim, os ladrões o obrigam a continuar o serviço.
Entretanto, o roubo é mal-sucedido. Há troca de tiros entre os bandidos e a polícia e ambos acabam mortos. Na fuga, Joe (como é chamado o personagem) se vê frente a frente com o Batman. Desesperado, se atira em um tanque repleto de produtos químicos e desaparece nas tubulações.
Na nova origem, Jack fica obcecado pelo Batman e passa a deixar recados para o herói nas cenas de crime. O que se segue é um tanto previsível. Em uma festa beneficente, Batmangangue do bandido, mas não antes que sua namorada seja esfaqueada por Jack. Na fuga, Batman escolhe socorrer a garota, mas antes que Jack saia, atira um batarangue e corta as duas faces de Jack, formando uma espécie de sorriso no rosto do vilão.
Enquanto o Joe de A Piada Mortal enlouquece definitivamente ao sair dos canos de esgoto da fábrica de baralhos e ver seu novo rosto refletido na água, o Jack de Amantes e Loucos ainda não se rendeu de vez ao ter suas faces mutiladas. Em um ato de vingança indigno de um verdadeiro herói (sobretudo da DC), Batman "contrata" um perigoso traficante de drogas da cidade e lhe dá o paradeiro de Jack, com o intuito de que este traficante se livre de um rival. Contudo, ao invés de fazer logo o serviço, o tal traficante comete o pecado do orgulho e resolve dar uma lição em Jack antes de matá-lo. Erro grave e, mesmo depois de levar uma surra que lhe arrebenta o rosto, Jack consegue escapar e derrota os traficantes. Mesmo caído, Maletesta tenta acertar um tiro em Jack, mas apenas resvala no pescoço do bandido. No momento em que Batman chega ao local para tentar corrigir seu erro, o lugar onde Jack está é inundado por toneladas de produtos químicos.
Ironicamente, é quando está submerso que a loucura de Jack finalmente vem à tona. Inicialmente, decide morrer ali.
"Ah, isto não pode me fazer bem. Pelo menos a água está quente. Mas arde um pouco. (ai, ai)
Bom... acho que vai acabar logo. Mas é gostoso. Calmo. Que nem o fundo da piscina. Costumava prender a respiração assim por mais de três minutos.
Tique taque. Fiz um bom trabalho com aqueles caras lá em cima. Aquilo foi legal. A loira do bar tinha razão. Eu tenho um dom. Que pena. Mais um minuto e todos vamos dançar. Finalmente.
Por outro lado... Até resisti bastante, né? Não dá pra negar que havia um instinto vital... alguma teimosia bruta da alma. Depois de todo aquele papo sobre morrer... eu resisti. E quando aquela bala estava vindo... me abaixei.
Me pegou desprevenido e tudo o mais. Eu merecia. Finalmente estava chegando... e me abaixei.
Acho que... acho que devia tentar. Seria uma baita pena nunca mais vê-lo. Ele podia ter me salvado. Podíamos ter rido. Ora, quem diria? Teria sido tão mais fácil se isso não tivesse acabado de acontecer.
É a vida. Quatro minutos agora. Não sobrou nada nos meus pulmões além de sangue e produtos químicos. Não sei quanto mais consigo.
(oops, assim não dá)
Não. Isso não pode me fazer bem mesmo. Depois daquilo tudo, morrer envenenado. EU. Meio engraçado, na verdade. VENENO.
Deve ser... deve ser algum tipo de piada.
A lua? Nunca percebi antes. O rosto na lua... meio que parece um coelhinho. UM COELHINHO. HAH.
TEM UM COELHINHO NA LUA!
Isso é loucura."
Não é preciso dizer que quem saiu do outro lado não era mais o sujeito conhecido como Jack. Era... outra coisa.
A partir daí, não há muita coisa a ser contada. Mesmo assim, há dois momentos dignos de uma história com o Coringa. Um deles envolve uma garotinha em um circo e o outro mostra algumas pessoas penduradas por cordas.
Como eu disse anteriormente, como uma história isolada, Amantes e Loucos funciona muito bem. Mas repito também que uma reformulação na origem do Coringa era totalmente desnecessária. Talvez uma nova história abordando outro ponto de vista de A Piada Mortal fosse bem-vinda, desde que escrita com inteligência e profundidade.
Bem, se achar melhor, leia a história e tire suas próprias conclusões. A graça de tudo está exatamente nisso...
A partir daí, não há muita coisa a ser contada. Mesmo assim, há dois momentos dignos de uma história com o Coringa. Um deles envolve uma garotinha em um circo e o outro mostra algumas pessoas penduradas por cordas.
Como eu disse anteriormente, como uma história isolada, Amantes e Loucos funciona muito bem. Mas repito também que uma reformulação na origem do Coringa era totalmente desnecessária. Talvez uma nova história abordando outro ponto de vista de A Piada Mortal fosse bem-vinda, desde que escrita com inteligência e profundidade.
Bem, se achar melhor, leia a história e tire suas próprias conclusões. A graça de tudo está exatamente nisso...
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