Atenção: A crítica a seguir contém revelações do enredo e polêmicas para deixar qualquer fã chato revoltado. Siga por conta e risco.
Regado de elementos dos filmes anteriores e até mesmo do antigo futuro ignorado (atualmente Legends), além de muito fan service (o que pra mim não desmerece, afinal, "sou fã, quero service"), Star Wars chega ao seu novo "final" (rs) com um filme... "bom". O mais fraco dessa última trilogia, devo dizer, mas ainda bom. Tem ótimos momentos e um clima de aventura diferente dos anteriores. Assim como os dois anteriores, esse também faz menção ao seu respectivo filme em sua respectiva posição em relação a trilogia original.
Dizem que o maior vilão da franquia não é a Disney, George Lucas, J. J. Abrams ou Rian Johnson, mas sim os fãs. Pois bem. Eu particularmente gostei demais dessa polêmica trilogia ao todo. O Despertar da Força foi sensacional, mesmo sendo uma cópia de Uma Nova Esperança. Para mim, até melhor que seu original (POLÊMICA!) [sem desmerecer nenhum, já aviso, visto que gosto de todos]. Os Últimos Jedi então... Que maravilha de filme! Tem sim seus erros, mas foi inovador, ousado, desafiador. Pegou as teorias e jogou tudo no lixo. Foi além do esperado. Revê-lo o torna melhor ainda.
Eis que chegamos ao esperado fim com A Ascensão Skywalker. Deixando a ousadia de lado e confrontando as mudanças de seu antecessor, Abrams decide abraçar novamente a nostalgia já desenvolvida antes e se aventura por terras seguras, mas sem "novidade". Dessa vez temos uma das tramas mais simples da franquia: Palpatine está de volta para um ataque final. Os rebeldes tem poucas horas para encontrar um meio de chegar ao local e impedir o ataque. Fim.
É uma aventura bem "aventurescas", onde os personagens vão até um local e "reviravoltas" vão levando a outros acontecimentos, um atrás do outro. Os desafios porém parecem possuir soluções simples, vide a cena da resistência sendo sugada pela areia e pronto, encontram nave sith e até uma adaga com a localização do que eles querem. Não que seja algo simplesmente forçado, mas faltou um "algo a mais" para as situações. O roteiro ajuda dos personagens, por assim dizer.
Deixaram a Rey bem mais poderosa nesse longa (convenhamos, ficou ótimo). Seu passado é novamente explorado, dessa vez com uma revelação bombástica: Ela é uma Palpatine. Isso fica na cara na cena do deserto, entretanto, o que de certa forma diminui o impacto quando finalmente confirmam sua linhagem. Mas... Baita plot.
Kylo Ren continua sua busca de ser melhor que Vader (coitado rs), mas ao mesmo tempo indaga suas escolhas. Sei que muitos não curtem o personagem, mas eu vi nele muito potencial, do qual foi satisfatório. O cara matou o pai, tentou matar a mãe, matou seu líder... Ele é sim do mal. Um mimado que quer tudo do jeito dele, mas ainda assim um personagem muito interessante. A personificação dos fãs chatos, posso brincar.
Alguns personagens secundários ainda tem seus momentos, mas senti falta de mais espaço para outros. A Rose foi reduzida de forma tão absurda que parece que se renderam aos haters (na verdade todo o filme parece ter sido aliviado em questão dos haters, mas enfim). Finn deixa indícios de potencial de lado para se tornar apenas um complemento. Poe continua deixando sua marca e abre pontas para derivados.
Há também novos personagens, mas o que mais marca acaba sendo o alívio cômico do filme. Introduzido durante o arco do C3PO, o pequeno Babu Frik se destaca pelo seu estilo humorado. Particularmente me lembrou o Massa Cinzenta do Ben 10 só que engraçado, mas ok.
Depois de Kylo "sair" da jogada, Palpatine se torna o foco dos vilões. E ele volta sinistrão, mesmo ainda dependendo de máquinas, como um clone acabado que necessita de vida. Falando em clones, repararam outros Snokes no local? Muitos detalhes esse filme deixou em aberto, mas que já haviam sido explorados nos quadrinhos. Inclusive Palpatine também voltava no rejeitado futuro de Star Wars, mas quem o enfrentava era Luke Skywalker, que chegou a ir para o lado negro momentaneamente.
O clímax tá sensacional, embora se assemelhe muito a Vingadores: Ultimato. Disney reciclando. Pena que faltou ousadia. Tirando o fato de que nenhuma nave do Império atirou um único lazer destruidor de planetas quando a tropa rebelde chegou, o que pode ser justificado como licença poética (rs) pro ataque posterior do Palpatine, todo o momento se torna visualmente belo e de certa forma empolgante. Uma verdadeira guerra no espaço, dentro e fora das naves, e até mesmo em cima delas, como se transportassem a guerra de Rogue One para as alturas.
O conflito de Rey com Kylo Ren continua sendo o ponto mais interessante do longa. Defendo e ainda reforço para prestarem mais atenção em seus momentos. O auge mesmo foi no filme anterior, mas aqui ainda está ótimo. Nesse, obviamente, temos a conclusão dessa batalha. Depois de boas cenas entre os dois, ambos encontram um temporário fim numa cena interessante. Ao se unirem contra Palpatine, porém, sua conclusão agridoce é completamente duvidosa. Até demais.
Embora já estivesse no ar um possível romance, o filme encerra a saga dos personagens como se fosse fruto de uma fanfic. Diferente de muitos que se contorceram, não vi nada demais no ato, inclusive é até justificável, visto todos os indícios, mas a forma que se desenvolveu é onde está o problema. A cena é terrível e quase estraga toda a grandiosidade construída até aquele momento. O caso lembra certa personagem que enlouqueceu em Game of Thrones, mas que esqueceram de dar mais tempo de tela para o "pré-ato". Para piorar, forçam a ideia das falsas mortes, de fingir que alguém morreu e o personagem reaparecer depois, usada outras vezes durante o longa, como foi o caso do Chewbacca. Quando alguém acaba por morrer mesmo, não há o peso que deveria. Ou seja: A morte de Kylo, foi desnecessária, mal feita e sem o peso que deveria.
A conclusão é outro problema: Rey rejeita sua linhagem Palpatine e se assume Skywalker. Ficou muito bonitinho. Não é isso que as pessoas querem. Se Rey se assumisse Palpatine, seria uma grande ironia, mais do que já foi. Quem imaginaria uma Palpatine jedi? Agora é meu momento fanfic: Se terminasse com Rey e Kylo juntos, formando um casal Skywalker-Palpatine, a ideia de "equilíbrio da Força" seria melhor ainda. De uma forma ou de outra, conseguiram encerrar a saga Skywalker e talvez até mesmo a saga Palpatine. E vale frisar que minha crítica não é por não ser do jeito que eu esperava, mas sim por ser de um jeito que não ficou convincente.
O longa serve como uma despedida para nossa eterna Leia e a atriz Carrie Fisher. Diferente das mortes de Han Solo e de Luke Skywalker, a atriz de Leia Organa realmente faleceu, anos atrás. Chega a ser irônico, visto que os outros dois atores que tiveram seus personagens mortos ainda estão vivos (pelo menos até antes da escrita desta crítica). E que bela homenagem.
A Ascensão Skywalker é o filme que mais explora o lado místico da franquia, algo visto muitas vezes em outras mídias, principalmente nos quadrinhos. Isso acaba tornando a trama "corrida" e deixando muitas pontas rasas. No fim, é apenas mais um bom filme de Star Wars, com tudo que se tem direito, mas "só". Dá pra dizer que, mesmo a desejar, tem certo peso pra encerrar a trilogia da qual faz parte, mas não a franquia. Mas vida que segue. No aguardo de mais filmes Star Wars explorando novas tramas em seus derivados, embora duvide que em menos de duas décadas não tenhamos um Star Wars X.
Quem sabe filmes da Antiga República, solos de personagens que as pessoas realmente querem ver (tipo Mace Windu, sei lá), aventuras solos do Vader no começo de seu reinado (inspirado nas HQs), um do Jar Jar... Parei. Sem zoeira, queria um especial com os Droids (me divirto com eles nas obras envolvendo a prequel) (se teve dos chatíssimos ewoks...). Devo estar esquecendo de mencionar algo, mas se lembrasse não estaria escrevendo isso.
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terça-feira, 24 de dezembro de 2019
domingo, 22 de setembro de 2019
[RESENHA] O Doutrinador (HQ) - Matando políticos corruptos
Enrolei muito para conferir as HQs de O Doutrinador, de Luciano Cunha. Foi só após ver o filme que decidi finalmente comprar e só agora li. Ao ler, pensei: "Não deveria ter demorado tanto". É uma trama que roda o Brasil, com um homem que busca vingança com as próprias mãos. É o "Justiceiro brasileiro". E a única coisa em comum entre a HQ e sua adaptação é o fato do Doutrinador sair matando políticos corruptos, porque de resto é tudo diferente.
Acompanhamos um misterioso mascarado viajando o Brasil matando políticos. Com o tempo sua identidade é revelada e também mandam alguém atrás dele. E... É só isso mesmo. Uma narrativa simples, objetiva e funcional. Não há aprofundamentos. É um material bruto, um conteúdo condensado. Explicável, visto a dificuldade de se lançar um quadrinho no Brasil, então faz sentido uma HQ de poucas edições, mas o potencial era (ainda é) muito maior.
O peso da trama vem da clara mensagem de protesto contra o governo, visível a todo momento (sério), com direito até a algumas frases de impacto. Os protestos dos "20 centavos" permeiam a base das revoltas do povo contra os políticos. Isso justifica o personagem e suas motivações. Nisso há também algumas poucas críticas além da política, como a música brasileira atual. Tais momentos soam desconexos da história ao todo, entretanto.
Talvez eu seja o chato falando, visto que não consigo aproveitar tramas políticas ao máximo no estado atual em que vivemos, mas, pela trama não se aprofundar em seus personagens, senti que a narrativa se torna mais do mesmo em alguns momentos, ocupando espaço do que poderia render mais conteúdo. O Doutrinador cumpre justamente seu objetivo e isso é ótimo, mas do ponto de vista narrativo soa raso (o que não significa que seja ruim, pelo contrário, a trama é muito boa).
Embora o Doutrinador defenda o povo, não dá para negar as inspirações políticas nos quadrinhos, inclusive quando comparados os visuais dos tais com a vida real. Mesmo levando em conta a época em que foi escrito, nessa briga política que vivemos onde "temos" que escolher lados (rs), o Doutrinador é considerado "de direita". Tanto faz.
A HQ ainda conta com Dark Web, uma boa (e necessária) continuação com um desenvolvimento melhor por ter uma trama mais "fechada". Tem também uns contos avulsos de poucas páginas, mas são opcionais. E agora soube que já estão fazendo uma nova HQ com o Doutrinador, Fake News, então resta esperar. Espero ver muitas novas histórias futuramente e, quem sabe, crossovers com outros personagens do Universo Guará. E ainda tem a série de TV.
quinta-feira, 31 de janeiro de 2019
[RESENHA] Star Wars: Darth Vader: Lorde Negro dos Sith
Quando a Marvel anunciou novas histórias em quadrinhos de Star Wars, ignorando assim tudo o que foi lançado antes em prol da liberdade de novos rumos para a franquia, que retornava aos cinemas com O Despertar da Força (Episódio VII), esperei mais do solo de 2015 de "Star Wars: Darth Vader", passado após Uma Nova Esperança 9Episódio IV). Curiosamente, acabou sendo uma boa surpresa.
A personagem adolescente Doutora Aphra, inserida como um pupilo de Vader, meio que tirava parte daquela seriedade digna de um solo do grande vilão da franquia, além de tornar o título não tão solo assim. Mas, como disse, as coisas foram positivas e tivemos um bom título (com direito a um sensacional crossover com a HQ principal de Star Wars, rendendo o arco "A Queda de Vader"). A HQ conseguiu mostrar vários lados de Vader, desde sua figura cruel até seu lado reflexivo, rendendo momentos marcantes.
A série de 2017, também conhecida pelo subtítulo "Lorde Negro dos Sith" (tradução literal), reiniciou a história e trouxe Vader a todo ódio. Escrito por Charles Soule (Monstro do Pântano, Lanterna Verde, Thunderbolts) e desenhado por Giuseppe Camuncoli (Hellblazer, O Espetacular Homem-Aranha), a trama começa na última cena do vilão em A Vingança dos Sith (Episódio III), onde Vader se lamenta pela morte de sua amada Padmé. No decorrer da história, é possível acompanhar a ascensão do ditador, como ele conseguiu seu sabre, a caça aos jedi sobreviventes da Ordem 66, a relação conflituosa com Palpatine, indícios da Estrela da Morte, entre outras coisas.
Acompanhamos um Vader em busca de respeito e de poder, servindo a seu mestre, o imperador Palpatine, e impondo seu lugar no Império. Vale frisar que ninguém sabe ao certo quem é Darth Vader ainda. O Império não está ciente, então é comum ver soldados se indagando sobre ele, assim como líderes o confrontando. Com seu pouco temperamento e com a ajuda de seu mestre, Vader aos poucos vai conquistando seu espaço. Nesse trajeto, ele toma uma atitude agressiva e ameaçadora, por vezes mortal, a todos que entram em seu caminho. Ora, ele é um vilão e comanda uma ditadura.
A HQ traz algumas revelações e mudanças em relação ao universo antigo de Star Wars, visto a desconsideração dos derivados após os novos filmes. Não sei bem o que pensar, mas são coisas que fazem sentido. Oba, polêmicas. Detalhes aqui e ali que causam um impacto, arrisco a dizer, semelhante ao visto em Os Últimos Jedi (Episódio VIII), só que dessa vez no período clássico da franquia. Sem querer dar detalhes maiores para os que se aventurarem no título, mexem desde questões relacionadas aos sabres até ao próprio Anakin.
Com 25 edições (mais um anual, assim como seu antecessor), o título é dividido em cinco arcos: O Escolhido, A Luz Agonizante, A Regra dos Cinco, Mares Ardentes e Fortaleza Vader (traduções literais). O resultado é uma ótima saga que mostra um capítulo pouco explorado na franquia. Tudo o que eu gostaria de ver no cinema e que não fizeram. Esse e outros títulos aleatórios do Vader, assim como algumas HQs mais antigas, só demonstram o potencial existente entre o período entre A Vingança dos Sith e Uma Nova Esperança (ora, o filme Rogue One se passa entre). Provas não faltam de que Vader renderia facilmente uma nova trilogia no cinema.
sábado, 22 de dezembro de 2018
Filmes de super-heróis de 2018 do melhor ao pior
ATENÇÃO: Essa é uma lista pessoal.
Inspirado após comentar no post do Carlos do blog Os Devaneios Cinéfilos (mais uma vez), decidi fazer meu próprio ranking dos filmes de super-heróis lançados em 2018. Mesmo não vendo todos, acabo conferindo a maioria, principalmente os lançamentos da Marvel e da DC nos cinemas e nas animações, que tenho o costume de acompanhar.
Já aviso que a lista a seguir pode render muitas concordâncias e, infelizmente, poucas discordâncias, mas suficientes. Aviso também que não achei nenhum filme realmente ruim. Até os mais fracos tiveram seus méritos. Se o princípio dos filmes são divertir e conseguem fazer isso, então já significa algo. Se tivessem outros objetivos e não tivessem cumprido, então teríamos um problema.
Segue a lista:
1 - Vingadores: Guerra Infinita
Prometeram um "épico" e cumpriram. Não sabia muito o que esperar e tinha medo de ficar cansativo por ser longo, mas cada minuto é melhor que o anterior. Conseguiram amarrar bem as tramas e entregaram algo grandioso.
2 - Pantera Negra
A maior surpresa do ano. Sei pouco do personagem nas hqs, mas me interessei pelo filme e gostei demais. O vilão também foi bem interessante, com propósitos convincentes (assim como de alguns outros da lista, como o de Aquaman e o de Vingadores).
3 - Os Incríveis 2
Tão bom quanto o primeiro. Pena terem demorado muito pra lançarem. O clima, a história, os personagens, tudo muito bom.
4 - Gotham City 1889 - Um Conto de Batman
Queria que a DC investisse mais nessas histórias alternativas. Não li a hq de origem, mas foi uma boa surpresa.
5 - Esquadrão Suicida: Acerto de Contas
Apesar de achar que tentaram se pagar de adultões com violência, a animação do Esquadrão consegue empolgar e ainda tem uma boa surpresa no final. Não é melhor que Assalto ao Arkham, mas supera (e muito) ao filme com atores.
6 - Deadpool 2
Não acho o personagem Deadpool do cinema tão divertido quanto nos quadrinhos, inclusive o vejo como uma versão distorcida do que deveria ser, mas os filmes em si agradam. Nessa continuação viajaram bastante. Não é melhor que o anterior, mas tá perto. Não que seja relevante.
7 - Aquaman
Não consigo entender toda essa empolgação com o filme nem enxergar toda a grandiosidade que dizem ser. Achei um filme extremamente clichê, desnecessariamente longo, mas com um visual incrível e algumas cenas de brilhar os olhos, principalmente nas de ação, o que dá uns méritos pro longa. O primeiro ato é a melhor parte.
8 - Homem-Formiga e Vespa
Gostei bastante do primeiro, mas a continuação achei ok. É divertido até certo ponto, mas também cansativo. Não tem aquela empolgação anterior.
9 - Lego Aquaman
Esse ano a Lego DC decidiu lançar solos e Aquaman foi uma delas. A franquia continua parada no tempo sem inovar, mas foi bom dar uma diferenciada e se focar mais em certos personagens.
10 - Lego Flash
Mesmo caso do Aquaman (sendo que o do Flash veio primeiro). Acrescento que as animações Lego DC são bem infantis, mas quem gosta de Lego e da DC pode se divertir bastante com elas.
11 - Os Jovens Titãs em Ação! Nos Cinemas
Auto-paródia de uma auto-paródia. Dá pra rir, bacana e tal, alguns momentos memoráveis até, mas 'só'.
12 - Venom
Já esperava algo diferente, clichê, sem novidades. Filme bem Sessão da Tarde. Distorceram tudo pra criar um genérico. Fora isso não é uma bomba toda. Deixou mais a desejar no vilão mesmo.
13 - Batman Ninja
Tem tudo o que não se espera de uma história do Batman haha Mas achei divertido pra passar o tempo, mesmo deixando a desejar. O visual é interessante, mas o filme parece uma gameplay de videogame, até mesmo nos closes e nos diálogos.
Fico devendo a posição de A Morte do Superman, que não pretendo conferir no momento, assim como de alguns outros que não possuo muito interesse, como o novo crossover do Batman com Scooby-Doo e o Lego DC das Super Hero Girls.
segunda-feira, 14 de maio de 2018
Terror e Suspense em quadrinhos aguardam o seu apoio!
Quem acompanha aqui na Jam Station, já sabe que ajudamos a divulgar bons artistas de várias áreas, principalmente de quadrinhos e cinema independente, e desta vez, temos aqui algo que pode dar um ânimo a mais pros fãs de terror e suspense do Brasil!
O projeto é de um grupo de artistas e escritores de quadrinhos que está lançando um novo projeto, chamado UNAY.
Trata-se de uma coletânea de histórias de terror e suspense roteirizadas por Carlos Felipe Figueiras e ilustradas pelos talentosos Daniel Araújo, João Miranda, Erik Judson e Diana Doria.
Do mesmo autor de A Carta, publicada pela Editora Devaneio.
Eles estão em campanha no Catarse (https://www.catarse.me/unay_1438) e o projeto é bem promissor, mas, como todo projeto de financiamento coletivo, ele só será concluído com o seu apoio, e nós somos a favor de quadrinhos nacionais de terror que contenham roteiro e arte que valham a pena ir adiante.
Vamos explicar melhor: Unay é uma coletânea de HQs de terror e suspense que está sendo produzida por meio da plataforma Catarse. São quatro histórias assustadoras: porém, algo em comum as une através dos tempos e em diferentes regiões do Brasil. Desde o século 16 com a chegada de um grupo de incas até um futuro próximo no Rio de Janeiro, passando por Minas Gerais no século 18 e São Paulo nos anos 80. Em cada uma, o horror se manifesta de forma distinta, como algo misterioso, grotesco, psicológico ou fatalístico. Os traços dos desenhistas caem como luva no enredo de cada HQ da coletânea representando bem a ambientação e o clima de cada história.
Aqui, alguns esboços das páginas que nos aguardam nesta coletânea:
Para conhecer melhor os trabalhos individuais de cada um dos envolvidos, acesse:
Carlos Felipe Figueira: www.carlosfelipe.net
Daniel Araújo: www.danielaraujo.net
João Miranda: www.facebook.com/joaomirandailustrador/
Erik Judson: www.facebook.com/Erik-Judson-Art-492386620829163/
Crow Kid: www.instagram.com/crowkidart/
Para quem não conhece o funcionamento do crowdfunding (financiamento coletivo), geralmente há os "perks", ou "recompensas", dependendo dos valores doados. Vai desde receber posteres, chaveiros, etc, até mesmo livro autografado, dentre outros tipos de recompensas.
No final das contas, você ajuda os artistas a concluírem o projeto,e ainda ganham presentes que somente os que ajudaram na campanha receberão, e mais ninguém! Um prato cheio para colecionadores (como eu, por exemplo).
A publicação, em sua versão básica, terá 52 páginas. Porém, batendo algumas metas, é possível aumentar e melhorar mais ainda o conteúdo final!
Abaixo, um "spoiler" das metas:
Meta 01 – Formato básico. HQ UNAY com 52 páginas capa colorida em couché fosco 170g e miolo preto e branco em offset 90g.
Meta 02 - Mais 8 páginas de conteúdo! HQ UNAY com 60 páginas capa colorida em couché fosco 170g e miolo preto e branco em offset 90g. Um espaço a mais para mostrar incluirmos os processos de criação de cada uma das HQs da coletânea.
Meta 03 - Miolo em couché brilho! HQ UNAY com 60 páginas capa colorida em couché fosco 170g e miolo preto e branco em couché brilho 115g.
Meta 04 - Capa dura com verniz localizado! HQ UNAY com 60 páginas capa colorida em couché fosco 300g com verniz UV local e miolo preto e branco em couché brilho 115g. Agora sim a edição encorpada de luxo da revista para assombrar sua mesinha de centro.
Logo, tem muito mais detalhes sobre o projeto esperando por vocês no link https://www.catarse.me/unay_1438 !
Faça parte desta história você também, dê uma ajuda, tenha este item maravilhoso na sua estante e leia quantas vezes quiser!
O projeto é de um grupo de artistas e escritores de quadrinhos que está lançando um novo projeto, chamado UNAY.
Trata-se de uma coletânea de histórias de terror e suspense roteirizadas por Carlos Felipe Figueiras e ilustradas pelos talentosos Daniel Araújo, João Miranda, Erik Judson e Diana Doria.
Do mesmo autor de A Carta, publicada pela Editora Devaneio.
Eles estão em campanha no Catarse (https://www.catarse.me/unay_1438) e o projeto é bem promissor, mas, como todo projeto de financiamento coletivo, ele só será concluído com o seu apoio, e nós somos a favor de quadrinhos nacionais de terror que contenham roteiro e arte que valham a pena ir adiante.
Vamos explicar melhor: Unay é uma coletânea de HQs de terror e suspense que está sendo produzida por meio da plataforma Catarse. São quatro histórias assustadoras: porém, algo em comum as une através dos tempos e em diferentes regiões do Brasil. Desde o século 16 com a chegada de um grupo de incas até um futuro próximo no Rio de Janeiro, passando por Minas Gerais no século 18 e São Paulo nos anos 80. Em cada uma, o horror se manifesta de forma distinta, como algo misterioso, grotesco, psicológico ou fatalístico. Os traços dos desenhistas caem como luva no enredo de cada HQ da coletânea representando bem a ambientação e o clima de cada história.
Aqui, alguns esboços das páginas que nos aguardam nesta coletânea:
Para conhecer melhor os trabalhos individuais de cada um dos envolvidos, acesse:
Carlos Felipe Figueira: www.carlosfelipe.net
Daniel Araújo: www.danielaraujo.net
João Miranda: www.facebook.com/joaomirandailustrador/
Erik Judson: www.facebook.com/Erik-Judson-Art-492386620829163/
Crow Kid: www.instagram.com/crowkidart/
Para quem não conhece o funcionamento do crowdfunding (financiamento coletivo), geralmente há os "perks", ou "recompensas", dependendo dos valores doados. Vai desde receber posteres, chaveiros, etc, até mesmo livro autografado, dentre outros tipos de recompensas.
No final das contas, você ajuda os artistas a concluírem o projeto,e ainda ganham presentes que somente os que ajudaram na campanha receberão, e mais ninguém! Um prato cheio para colecionadores (como eu, por exemplo).
A publicação, em sua versão básica, terá 52 páginas. Porém, batendo algumas metas, é possível aumentar e melhorar mais ainda o conteúdo final!
Abaixo, um "spoiler" das metas:
Meta 01 – Formato básico. HQ UNAY com 52 páginas capa colorida em couché fosco 170g e miolo preto e branco em offset 90g.
Meta 02 - Mais 8 páginas de conteúdo! HQ UNAY com 60 páginas capa colorida em couché fosco 170g e miolo preto e branco em offset 90g. Um espaço a mais para mostrar incluirmos os processos de criação de cada uma das HQs da coletânea.
Meta 03 - Miolo em couché brilho! HQ UNAY com 60 páginas capa colorida em couché fosco 170g e miolo preto e branco em couché brilho 115g.
Meta 04 - Capa dura com verniz localizado! HQ UNAY com 60 páginas capa colorida em couché fosco 300g com verniz UV local e miolo preto e branco em couché brilho 115g. Agora sim a edição encorpada de luxo da revista para assombrar sua mesinha de centro.
Logo, tem muito mais detalhes sobre o projeto esperando por vocês no link https://www.catarse.me/unay_1438 !
Faça parte desta história você também, dê uma ajuda, tenha este item maravilhoso na sua estante e leia quantas vezes quiser!
segunda-feira, 30 de abril de 2018
Vingadores: Guerra Infinita - Principais diferenças entre a hq e o filme
Foram 10 anos de filmes que resultaram em Guerra Infinita. E a Marvel soube muito bem se utilizar disso. Algo grandioso surgiu, marcando o começo do fim de toda uma geração.
Infelizmente, dentre os fã-clubes mais insuportáveis da internet, temos os leitores de quadrinhos. Talvez não sejam tão chatos quanto otakus, kpoppers, rockeiros, fãs de séries modinha, etc, mas ainda estão dentre os principais. Só são constantemente esquecidos.
Agora imagine 19 filmes que pegam apenas a base das hqs e criam novas histórias, que distorcem seus arcos e criam algo novo, inédito, diferente. Por um pequeno lado temos ódio gratuito e ataques. Por outro grande lado, sucessos de bilheterias e boas recepções de crítica e público. Pois bem.
Com a chegada de Guerra Infinita não foi diferente. Pensando nisso, trago até vocês algumas das principais diferenças entre a hq e o filme, mostrando o motivo de não ser possível compará-los de tão diferente que são.
Uma observação: Apesar do título Guerra Infinita, o filme não se baseia na hq de mesmo nome, mas sim em outras. Tirando os elementos de hqs aleatórias usadas para os arcos originais dos personagens, a trama principal de Thanos é baseada nas hqs Em Busca do Poder e Desafio Infinito.
Outra observação: CONTÉM SPOILERS DO FILME E DA HQ!
- Na hq, os Vingadores já tinham enfrentado o Thanos antes dele conseguir a Manopla, inclusive matando-o no confronto anterior com o uso do Cubo. No filme é o primeiro encontro e ele já tem a Manopla. O Cubo é destruído no começo do filme.
- Na hq, a Morte ressuscita Thanos e em troca o manda eliminar metade do universo. No filme não existe a Morte e Thanos segue ideais mais lógicos, onde ele mesmo entende que precisa destruir metade de tudo pra que as fontes de energia não se esgotem e as pessoas possam viver melhor.
- Na hq, Thanos vai pessoalmente atrás das joias do infinito, que estão todas no espaço. No filme ele manda capangas atrás das joias e tem joias na Terra também.
- Na hq, toda a batalha ocorre no espaço, mais especificamente num templo aberto que Thanos construiu para a Morte. No filme tem vários cenários de batalha e nenhum é no espaço aberto nem em templo.
- Na hq, há a participação das entidades cósmicas (Galactus, Eternidade, Vigia, etc). No filme, com exceção do Vigia, nunca foram citadas as existências dos demais.
- Na hq há a participação de diversos personagens que não estão no filme. No filme há a participação de diversos personagens que não estão na hq.
- Na hq, Nebulosa e Warlock possuem papéis importantes na trama, sendo Nebulosa responsável por roubar a Manopla de Thanos e Warlock responsável por encerrar a guerra. No filme Warlock sequer aparece e o papel da Nebulosa é tão reduzido que ela não chega nem a participar da grande batalha.
E isso que são apenas algumas das diferenças. Evitei passagens ainda em aberto como a questão das mortes e do fim de Thanos por ainda ter mais um filme pela frente. No fim, o importante é aproveitar o filme e se divertir, assim como aproveitar a hq e se divertir também. Vamos, vocês conseguem. Obviamente há coisas que mudam nas hqs que deixam os fãs tristes, mas não é motivo para causar escândalo. O saldo da Marvel no fim, independente das críticas ao seu teor humorístico que o público tanto ama, é positivo.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
Exposição Quadrinhos, no MIS, tem data marcada
Na data em que é comemorado o Dia do Quadrinho Nacional, 30 de janeiro, o MIS – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo – divulga as primeiras imagens da megaexposição Quadrinhos e o período em que ficará em cartaz. A mostra inédita, que tem curadoria de Ivan Freitas da Costa, acontece entre os dias 13 de novembro de 2018 e 24 de fevereiro de 2019.
Quadrinhos apresenta uma ampla retrospectiva da 9ª arte contada através de revistas, artes originais e itens raros dos diversos gêneros das HQs – super-heróis, infantis, terror, aventura, romance, mangá, faroeste e muitos outros – em ambientes temáticos e imersivos que ocupam todas as áreas do Museu, apresentando também a influência das HQs na cultura pop e em outras mídias como cinema, rádio e TV. A exposição também conta com uma extensa programação paralela com diversas atividades para adultos e crianças, incluindo curso, oficina, cinema e bate-papo com artistas.
Ivan Freitas da Costa é sócio-fundador da CCXP – Comic Con Experience (maior comic con do mundo) e da Chiaroscuro Studios, agência que representa mais de 50 quadrinistas que atuam no Brasil e no exterior. Ivan também é ganhador de três Troféus HQMIX de Melhor Exposição.
serviço
QUADRINHOS
Data 13 de novembro de 2018 a 24 de fevereiro de 2019
Horário terças a sábados, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 10h às 20h
Local Espaço Redondo, Espaço Expositivo 1º andar, Espaço Expositivo 2º andar e Foyer do Auditório LABMIS
Data 13 de novembro de 2018 a 24 de fevereiro de 2019
Horário terças a sábados, das 10h às 21h; domingos e feriados, das 10h às 20h
Local Espaço Redondo, Espaço Expositivo 1º andar, Espaço Expositivo 2º andar e Foyer do Auditório LABMIS
Museu da Imagem e do Som – MISAvenida Europa, 158, Jardim Europa, São Paulo | (11) 2117 4777 | www.mis-sp.org.br
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.
Estacionamento conveniado: R$ 18
Acesso e elevador para cadeirantes. Ar condicionado.
sábado, 11 de novembro de 2017
O que esperar das séries de Star Wars, High School Musical e Monstros S.A.?
A Disney está trabalhando em sua própria plataforma de stream já faz um tempo. O objetivo é competir com o mercado impulsionado pela Netflix e que hoje conta com outras empresas no ramo. A ideia é criar programas, séries e filmes exclusivos, com previsão de lançamento para 2019.
Recentemente, foi revelado que Star Wars ganhará uma nova trilogia com uma história inédita em outro lugar do universo com novos personagens, sem envolver os Skywalker e sua jornada. Logo depois, o presidente da Disney, Robert Iger, confirmou a produção de algumas séries para a futura plataforma da empresa, sendo elas baseadas em Star Wars, High School Musical, Monstros S.A. e Marvel.
Como é possível reparar, todas as empresas que geraram essas obras hoje pertencem a Disney. Star Wars vem da Lucasfilm, High School Musical é próprio do Disney Channel, Monstros S.A. da Pixar e Marvel... é Marvel mesmo.
Mas o que esperar das séries? Deixando Marvel de lado, que pode ser qualquer coisa, ainda mais que várias empresas estão fazendo séries dela, vamos para os outros.
Star Wars
Contando com filmes no cinema e na TV, animações, quadrinhos, livros, brinquedos e tudo o que puder imaginar (tem até um parque vindo aí), Star Wars é uma verdadeira franquia. Iniciado em 1977, até hoje seu universo é altamente explorado e remodelado. Com isso, ideias para uma série se tornam vastas.
Primeiro que podem optar por algo totalmente inédito ou baseado numa obra já existente. Podem explorar desde antes da Antiga República até a Nova. Imagina por exemplo algo focado nos antigos jedi. Algo muito antes dos eventos narrados no Episódio I, na época que os sith deram o golpe pra dominar tudo. Uma adaptação da saga de Ulic Qel-Droma, talvez, que pertenceu aos dois lados da força.
Se quiserem algo mais voltado pro que foi mostrado no cinema, também podem criar um prelúdio, como o início do Conselho Jedi que vemos no Episódio I. Mas se quiserem algo ocorrendo durante a saga cinematográfica, podem se focar no que ocorreu entre os episódios III e IV ou entre os VI e VII.
Aliás, torçam para que não seja isso. Se não for um solo do Vader sobre o início de seu reinado, o que seria demais e que o título atual do personagem nas hqs está fazendo, espero que não fiquem sugando ao máximo cada detalhe do período entre os filmes. O que muitos querem mesmo é a Antiga Repúblico adaptada, visto a vastidão de hqs existentes e o sucesso do jogo, que teve curtas incríveis.
High School Musical
Com o primeiro filme lançado em 2006, fruto de um contrato, a produção para TV logo fez sucesso e ganhou continuações e derivados. Foram no total 8 filmes: a saga principal estadounidense (trilogia + spin-off), os derivados latinos (Argentina, México e Brasil, além de reality show) e o remake chinês.
Embora apenas a trilogia principal tenha feito enorme sucesso, nada impediu de tentarem retomar a franquia, mas não deu certo. Depois de anos sem novidades e com projetos engavetados, um quarto filme foi anunciado com novos personagens. E agora também teremos uma série.
Não há muito segredo aqui. Visto que dificilmente os atores originais retornarão, seja por cachê ou por quererem seguir outros rumos, uma série de TV teria que contar com novos personagens, assim como a ideia do quarto filme, o que talvez afastasse alguns fãs, mas ao mesmo tempo justificando a escolha. Mas o que contar? Novamente, não há muito segredo.
Assim como a trilogia principal explorou, basta inserir os mesmos elementos só que repaginados. A franquia em si é um grande clichê que se repete até hoje, então é válido. Basta seguirem a mesma qualidade ou melhor. Assim, quem quiser buscar um musical pop pra ver relaxado vai se agradar. Podem aproveitar a mesma escola, os mesmos cenários, mas mostrando a década atual.
Se quiserem ousar e sair dos temas bregas tratados nos filmes, podem tratar de assuntos mais atuais, assim como Glee tratou, como preconceitos e afins. Só não podem esquecer o estilo passado pra fazer jus ao nome, então tem que ter músicas aleatórias como num musical mesmo.
Aliás, seria bom evitarem mudar o estilo, visto o que a Nick fez com a série de Escola de Rock, transformando numa comédia adolescente bem diferente do mostrado no filme. Tem que inovar sem esquecer o passado, senão poderia se chamar qualquer outra coisa.
Monstros S.A.
Monstros S.A. foi lançado originalmente em 2001, agradando crítica e público. Embora a Pixar não costume fazer continuações para seus filmes, esse foi um dos que haviam projetos para tal. Acabou que nunca saiu do papel, dando lugar anos mais tarde para um prelúdio que dividiu opiniões.
A ideia da continuação era mostrar os monstros (Mike e Sulley) no mundo dos humanos em busca da Boo. Isso pode ser reaproveitado para a série, embora não creia que farão. Mais provável criarem algo que se passe ou antes ou depois do filme, mostrando o dia a dia dos monstros trabalhando e tendo altas confusões. É o que imagino que será, mas espero estar enganado.
E vocês? O que querem ver nas séries?
terça-feira, 30 de maio de 2017
[Colecionáveis] Mulher-Maravilha: Iron Studios traz peça inspirada na primeira versão cinematográfica da heroína
Iron Studios traz peça inspirada na primeira versão cinematográfica da Mulher-Maravilha
No próximo dia 01 de junho, estreia nas telonas do Brasil o aguardado Mulher-Maravilha (Warner Bros). Estrelado por Gal Gadot, que interpreta a Guerreira Amazona, é o primeiro filme dedicado a uma das mais importantes personagens dos quadrinhos, ao lado de Batman e Superman, 76 anos depois da sua criação nas HQs.
Um dos maiores ícones do sexo feminino da nona arte e cultura pop, a Mulher-Maravilha foi criada pelo polêmico William Moulton Marston em 1941, que curiosamente inspirado pelo "Laço da Verdade", uma das armas da heroína, inventou o polígrafo ou detector de mentiras.
Ela é a Princesa Diana, uma semideusa amazona de Themyscira, a Ilha Paraíso, e filha de Hipólita, a rainha das Amazonas da mitologia grega. Suas origens tiveram diversas alterações ao longo dos anos, Diana foi enfermeira e oficial de inteligência militar, agente secreta, embaixadora entre outras atividades, além de principalmente uma Guerreira Amazona. Com mudanças em sua história e visual ao longo de seus 76 anos, sua essência como maior das heroínas sempre foi a mesma, vinda ao chamado "mundo dos homens" para promover e defender a paz e a justiça.
Na Semana Mulher-Maravilha, a Iron Studios traz a icônica heroína em sua versão cinematográfica na linha BvS: Dawn of the Justice-Art Scale 1/10. Feita em edição limitada, é produzida com base em referências originais do filme. A peça é fabricada em polystone, pintada à mão e acompanha base. Preço: 299,99.
Detalhes da peça:





Onde encontrar:
Site: www.ironstudios.com.br
Lojas Físicas:
-Iron Studios Concept Store São Paulo: Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 946-tel. (11) 3062-3314 - São Paulo-SP - marcio.loja@ironstudios.com.br
-Iron Studios Concept Store Eldorado: Shopping Eldorado, segundo piso loja345-tel. (11) 2197-7428 - São Paulo-SP-(correio para todo Brasil)- ricardo.loja@ironstudios.com. br
-Iron Studios Concept Store Rio: Shopping Nova América - 1 piso - bloco 1 lj 102 Tel: (21) 2228-2051 - ironstudios.rio@gmail.com
Sobre a Iron Studios
Criada em 2012, a Iron Studios é uma desenvolvedora e produtora de figuras colecionáveis altamente detalhadas. É a primeira empresa brasileira com produtos oficiais 100% direcionados a colecionadores, com franquias famosas, como Marvel, DC Comics, Star Wars, Disney, Chaves, Ayrton Senna etc. Em 2014, abriu sua primeira loja física para aproximar os produtos ao público consumidor que não para de crescer, a Iron Studios Concept Store. Atualmente é a principal loja conceito do segmento no país, com três unidades físicas: Al. Gabriel Monteiro da Silva e Shopping Eldorado, em São Paulo, e Shopping Nova América, no Rio de Janeiro, além do recém-inaugurado e-commerce www.ironstudios.com.brcom entrega para todo o Brasil.
sábado, 1 de abril de 2017
Editora Draco lança a coletânea Space Opera em Quadrinhos
O universo é explorado em aventuras visuais criadas por talentosos quadrinistas
Após o sucesso literário da série Space Opera, a Editora Draco desbravou o espaço até encontrar os quadrinistas mais destemidos de toda a galáxia. Após sua missão, eles retornaram ao planeta Terra com oito HQs com raças alienígenas, intrigas políticas, naves, blasters e muita ação! Foi assim que nasceu o projeto Space Opera em Quadrinhos!
O editor Raphael Fernandes foi responsável por recrutar os roteiristas Jun Sugiyama, Tiago P. Zanetic, Larissa Palmieri, Luís Carlos Sousa, Rafael Levi, Alessio Esteves, Fernando Barone e Angelo Dias. A equipe também conta com os desenhistas Kazuo Miyahara, Eder Santos, Rocher Knight, Braziliano, MJ Macedo, Carlos Sekko, Giovanni Pedroni e Ioannis Fiore, que também fez a capa. Juntos, eles formam um time de estrelas!
A obra vai agradar em cheio aos fãs de Star Wars, Battlestar Galactica, Star Trek, Mass Effect, Dreadstar e Spaceballs, mas sem deixar de apresentar uma identidade própria e original em cada história. Os estilos dos roteiros e das artes vão do mangá ao humor, passando por tramas densas e viagens psicodélicas.
Esse é um dos lançamentos da Editora Draco para o CCXP Tour: Recife, que contará com a presença de Raphael Fernandes, na mesa F04.
Space Opera em Quadrinhos tem 160 páginas em preto e branco, formato 17 x 24 cm, capa cartonada, papel pólen e a versão impressa custa R$ 39,90. Disponível nas melhores livrarias e lojas especializadas.
Em breve, estarei trazendo uma resenha mais detalhada sobre o material, desde as histórias originais, até a versão lançada em quadrinhos, então, fiquem ligados!
sábado, 9 de julho de 2016
Cinemark e Omelete trazem aos cinemas do Brasil uma das histórias mais clássicas do Batman
Empolgação? COM CERTEZA!
A ANIMAÇÃO 'BATMAN: A PIADA MORTAL’ TERÁ EXIBIÇÃO EXCLUSIVA NO DIA 25 DE JULHO, EM 30 CIDADES. OS INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA
Trailer de Batman: A Piada Mortal (LEGENDADO) from Agência Febre on Vimeo.
Em uma palavra: Empolgação!
As apresentações de “Batman: A Piada Mortal” acontecem nas seguintes cidades: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Goiânia, Guarulhos, Juazeiro,Londrina, Manaus, Mogi das Cruzes, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Caetano do Sul, São José dos Campos, São Paulo, Campinas, Uberlândia, Varginha, VilaVelha e Vitória. A lista dos complexos participantes pode ser conferida abaixo.
Os fãs de quadrinhos ainda poderão comprar um balde de pipoca tradicional da Rede customizado com ilustrações do filme “Batman: A Piada Mortal” no snack bar de alguns dos complexos participantes. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos no site da Rede ou nas bilheterias. Clientes Cinemark Mania têm 50% de desconto no valor do ingresso.
Ribeirão Preto (SP)
Novo Shopping - Av. Presidente Kennedy, 1500
Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2915
São Paulo (SP)
Cidade São Paulo - Avenida Paulista, 1230
A ANIMAÇÃO 'BATMAN: A PIADA MORTAL’ TERÁ EXIBIÇÃO EXCLUSIVA NO DIA 25 DE JULHO, EM 30 CIDADES. OS INGRESSOS JÁ ESTÃO À VENDA
Trailer de Batman: A Piada Mortal (LEGENDADO) from Agência Febre on Vimeo.
Em uma palavra: Empolgação!
Quatro meses depois de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça”, a Cinemark e o Omelete trazem o homem-morcego de volta aos cinemas com uma exibição exclusiva da animação “Batman: A Piada Mortal”(versão em português de “Batman: The Killing Joke”). Inédita, a produção da Warner Bros. Animation e DC Entertainment traz para as telas um dos quadrinhos mais vendidos de todos os tempos da DC Comics e será exibida mundialmente no dia 25 de julho, às 20h, no formato one-night-only, em versão legendada e áudio original.
As apresentações de “Batman: A Piada Mortal” acontecem nas seguintes cidades: Aracaju, Belo Horizonte, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Foz do Iguaçu, Goiânia, Guarulhos, Juazeiro,Londrina, Manaus, Mogi das Cruzes, Natal, Niterói, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Salvador, Santos, São Caetano do Sul, São José dos Campos, São Paulo, Campinas, Uberlândia, Varginha, VilaVelha e Vitória. A lista dos complexos participantes pode ser conferida abaixo.
Os fãs de quadrinhos ainda poderão comprar um balde de pipoca tradicional da Rede customizado com ilustrações do filme “Batman: A Piada Mortal” no snack bar de alguns dos complexos participantes. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos no site da Rede ou nas bilheterias. Clientes Cinemark Mania têm 50% de desconto no valor do ingresso.
Adaptado do quadrinho homônimo de 1988, criado por Alan Moore e Brian Bolland, o filme é o 26º do universo da DC Comics no formato de animação. Anos depois, agora foragido do Asilo Arkham, o Coringa coloca em prática seu maior plano para provar que é preciso apenas um dia ruim, para que qualquer pessoa torne-se tão insana quanto ele. Restará ao Cavaleiro das Trevas perseguir e colocar um fim a este diabólico plano, e salvar uma das personalidades mais brilhantes de Gotham.
“Batman: A Piada Mortal” leva o público a uma jornada dentro da mente obscura do Palhaço do Crime, retratando seu humilde começo como comediante até seu fatídico encontro com o Cavaleiro das Trevas. O filme traz de volta as vozes de Kevin Conroy como Batman, e de Mark Hamill (o Luke Skywalker da saga Star Wars) como o Coringa.
Para a realização dessa exibição exclusiva, a Cinemark buscou a parceria de um grande site brasileiro voltado ao universo do entretenimento e das HQs, o Omelete – um dos responsáveis também pela realização da CCXP - Comic Con Experience, maior evento de cultura pop da América Latina.
Serviço – “Batman: A Piada Mortal”
Datas e horários: 25 de julho, segunda-feira, às 20h
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 76 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
Preço: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia)
Duração: 76 minutos
Classificação Indicativa: 14 anos
Complexos participantes:
Aracaju (SE)
Shopping Jardins - Av. Ministro Geraldo Barreto Sobral, 215
Belo Horizonte (MG)
Pátio Savassi - Av. do Contorno, 6061
Pátio Savassi - Av. do Contorno, 6061
BH Shopping - BR 356, 3049
Brasília (DF)
Pier 21 - S.C.E. Sul, Trecho 2
Brasília (DF)
Pier 21 - S.C.E. Sul, Trecho 2
Iguatemi Brasília - St Shi/Norte, Quadra Ca-04
Campinas (SP)
Iguatemi Campinas - Av. Iguatemi, 777
Iguatemi Campinas - Av. Iguatemi, 777
Campo Grande (MS)
Shopping Campo Grande - Av. Afonso Pena, 4909
Shopping Campo Grande - Av. Afonso Pena, 4909
Cuiabá (MT)
Goiabeiras Shopping – Av. José Monteiro de Figueiredo, 500
Goiabeiras Shopping – Av. José Monteiro de Figueiredo, 500
Curitiba (PR)
Shopping Mueller - Av. Candido de Abreu, 127
Shopping Mueller - Av. Candido de Abreu, 127
ParkShopping Barigui – Rua Pedro Viriato Parigot de Souza, 600
Foz do Iguaçu (PR)
Shopping Catuí Palladium - Av das Cataratas, 3570 - Vila Yolanda
Florianópolis (SC)
Floripa Shopping – Rod. Virgilio Várzea, 587
Floripa Shopping – Rod. Virgilio Várzea, 587
Goiânia (GO)
Flamboyant - Av. Jamel Cecilio, 3300
Flamboyant - Av. Jamel Cecilio, 3300
Guarulhos (SP)
Internacional Shopping Guarulhos - Rodovia Pres. Dutra, 397/650
Internacional Shopping Guarulhos - Rodovia Pres. Dutra, 397/650
Juazeiro (BA)
Juá Garden Shopping - Rodovia Lomato Júnior, km06, BR-407, 600 - Alto do Cruzeiro
Londrina (PR)
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150
Boulevard Londrina Shopping – Av. Theodoro Victorelli, 150
Manaus (AM)
Studio 5 - Av. Rodrigo Otávio, 555
Studio 5 - Av. Rodrigo Otávio, 555
Mogi das Cruzes (SP)
Mogi Shopping - Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001
Mogi Shopping - Av Vereador Narciso Yague Guimarães 1001
Natal (RN)
Midway Mall Natal - Av. Bernardo Vieira, 3775
Midway Mall Natal - Av. Bernardo Vieira, 3775
Niterói (RJ)
Plaza Shopping Niterói – Rua XV de Novembro, 8
Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul - Av. Diário de Notícias, 300
Bourbon Ipiranga – Av. Ipiranga, 5200
Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº
Plaza Shopping Niterói – Rua XV de Novembro, 8
Porto Alegre (RS)
Barra Shopping Sul - Av. Diário de Notícias, 300
Bourbon Ipiranga – Av. Ipiranga, 5200
Recife (PE)
RioMar – Av. República do Líbano, s/nº
Ribeirão Preto (SP)
Novo Shopping - Av. Presidente Kennedy, 1500
Rio de Janeiro (RJ)
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Botafogo Praia Shopping – Praia de Botafogo, 400
Shopping Metropolitano Barra - Av. Embaixador Abelardo Bueno, 1300
Downtown - Av. das Américas,500
Salvador (BA)
Salvador Shopping – Av. Tancredo Neves, 2915
Santos (SP)
Praiamar Shopping - Rua Alexandre Martins, 80
Praiamar Shopping - Rua Alexandre Martins, 80
São Paulo (SP)
Cidade São Paulo - Avenida Paulista, 1230
Eldorado – Av. Rebouças, 3970
Market Place – Av. Dr. Chucri Zaidan, 920
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Metrô Santa Cruz – Rua Domingos de Morais, 2564
Pátio Paulista – Rua Treze de Maio, 1947
Metro Tatuapé – Rua Domingos de Agostin, 91
Metrô Tucuruvi – Av. Doutor Antônio Maria Laet, 566
Tietê Plaza Shopping - Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465
São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano - Alameda Terracota, 545
São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping – Av. São João, 2200
Metro Tatuapé – Rua Domingos de Agostin, 91
Metrô Tucuruvi – Av. Doutor Antônio Maria Laet, 566
Tietê Plaza Shopping - Av. Raimundo Pereira de Magalhães, 1465
São Caetano do Sul (SP)
ParkShopping São Caetano - Alameda Terracota, 545
São José dos Campos (SP)
Colinas Shopping – Av. São João, 2200
Uberlândia (MG)
Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo, 15
Uberlândia Shopping – Av. Paulo Gracindo, 15
Varginha (MG)
Via Café Garden Shopping - Rua Humberto Pizzo, 999
Vila Velha (ES)
Shopping Vila Velha - Rua Luciano das Neves, 2418
Vitória (ES)
Shopping Vitória –Av. Américo Buaiz, 200
Shopping Vila Velha - Rua Luciano das Neves, 2418
Vitória (ES)
Shopping Vitória –Av. Américo Buaiz, 200
Sobre a Rede Cinemark no Brasil
Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 606 salas de cinema em 81 complexos distribuídos por 17 estados e Distrito Federal: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com mais de 328 salas com a tecnologia de projeção em 3D no país. Em 2014, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, o D-BOX. As primeiras salas foram inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, e contam com um recurso que oferece comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações. As poltronas D-BOX ainda têm um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As salas D-BOX já estão presentes em 14 complexos. A Cinemark também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema - XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. A tecnologia XD já está presente em mais de 35 salas. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com cardápio exclusivo e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto, com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais. Outro diferencial da Rede é o Combo Express, que oferece a compra de produtos da bombonière nos totens de autoatendimento, site ou bilheteria. De sexta a domingo e em feriados, os itens adquiridos por meio do serviço podem ser retirados em um caixa exclusivo dedicado ao atendimento rápido. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela Internet, além de contar com um aplicativo que permite checar a programação, descobrir o cinema mais próximo por geolocalização, conferir promoções, entre outros. O aplicativo está disponível para Windows Phone, Android e iPhone.
Líder mundial em venda de ingressos, a Rede Cinemark representa cerca de 30% do mercado brasileiro de cinema e é maior que seus três principais concorrentes juntos, com 606 salas de cinema em 81 complexos distribuídos por 17 estados e Distrito Federal: Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. É da Rede Cinemark a primeira sala de cinema em 3D da América do Sul, instalada no Shopping Eldorado, em São Paulo, que segue o padrão exigido pelos grandes estúdios americanos. Atualmente, a Rede conta com mais de 328 salas com a tecnologia de projeção em 3D no país. Em 2014, a Cinemark trouxe uma nova tecnologia, o D-BOX. As primeiras salas foram inauguradas no Shopping Villa Lobos, em São Paulo, e contam com um recurso que oferece comandos para as poltronas, que se movimentam para simular vibrações, quedas e trepidações. As poltronas D-BOX ainda têm um ajuste individual de velocidade, que permite que o público controle a intensidade dos movimentos. As salas D-BOX já estão presentes em 14 complexos. A Cinemark também trouxe ao Brasil a tecnologia Extreme Digital Cinema - XD, com telas maiores que as convencionais e uma sonorização ainda mais potente, reunindo o que há de mais moderno em tecnologia 2D e 3D. A tecnologia XD já está presente em mais de 35 salas. A Rede também apresentou a primeira sala vip do país, com cardápio exclusivo e atendimento diferenciado desde a bilheteria até o serviço de snack bar. As salas vips Bradesco Prime oferecem também mais conforto, com poltronas que seguem o conceito da classe executiva dos voos internacionais. Outro diferencial da Rede é o Combo Express, que oferece a compra de produtos da bombonière nos totens de autoatendimento, site ou bilheteria. De sexta a domingo e em feriados, os itens adquiridos por meio do serviço podem ser retirados em um caixa exclusivo dedicado ao atendimento rápido. Para usufruir das salas Cinemark em qualquer complexo da Rede, os espectadores podem comprar o ingresso pela Internet, além de contar com um aplicativo que permite checar a programação, descobrir o cinema mais próximo por geolocalização, conferir promoções, entre outros. O aplicativo está disponível para Windows Phone, Android e iPhone.
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